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2016 é um ano deveras especial para a SEGA, pois o ouriço mais rápido do mundo dos games comemora seus 25 anos! E para melhor expressar o sentimento de caminho trilhado, A SEGA preparou um jogo mais do que especial, que promete voltar às raízes do que fora primeiramente apresentado na década de 90. O mundo da as boas vindas para Sonic Mania!

3 personagens jogáveis – Sonic, Knuckles e Tails, jogabilidade totalmente em plataforma e gráficos em 2D polidos fazem bonito no primeiro trailer de divulgação. Com certeza pode-se esperar um nível altíssimo de level design como visto nos primeiros jogos lançados originalmente para o Mega Drive.

Com previsão de chegada para a primavera de 2017 – entre Março e Junho -, o jogo chegará para as plataformas PC, Xbox One e Ps4, e contará com uma equipe de criação de veteranos na série de jogos clássica do Sonic. HYPE!


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Após um hiato da segunda coluna mais badalada do blog (perdendo apenas para os Quick Look), eis que o título apresentado não poderia ter sido escolhido numa hora melhor, após o lançamento de novas informações sobre Pokémon Sun e Pokémon Moon.

O título em questão é uma rom hack desenvolvida para o Gameboy Advance, chamada Pokémon Light Platinum. Pokémon Platinum que foi originalmente lançado para o Nintendo DS, pertencendo a quarta geração dos monstrinhos de bolso mais famosos dos games e serviu de base para a criação de Pokémon LP, já que o mesmo traz de forma muito bem feita os monstros dessa gen para o GBA.

Em termos de jogabilidade, Pokémon LP muda certos pontos do que visto em Ruby/Sapphire/Emerald, mesmo que sua engine base usada seja a mesma desses 3 jogos. Porém, a rom hack se destaca não somente pela adição de novos Pokémon em sprites extremamente bem feitas, mas também na adição de novos ataques e novos terrenos a serem explorados, como o já conhecido surf e a capacidade de voar livremente em certas áreas em cima de um Skarmory.

Entretanto, a curva de dificuldade pode ser um ponto extremamente negativo para marinheiros de primeira viagem e jogadores mais casuais, principalmente se o jogador não começar com um inicial de fogo (Nota do editor: isso não é puxa-saquismo, eu juro!). É bastante difícil treinar na grama por conta da pouca XP obtida nas batalhas, e muitas vezes o jogador pode se vir em uma situação onde seu level atual não é favorável contra líderes de ginásio.


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Imagem: Pixabay

Na era dos smartphones e tablets, estamos o tempo todo conectados e temos aplicativos para uma infinidade de serviços que precisamos. Desde coisas para serem usadas dentro de casa como para quando saímos para a rua, para o trabalho ou em viagens. Enfim, eles simplificam a vida e já não vivemos sem eles em nossos dispositivos. Listamos cinco apps que fazem parte do nosso dia a dia e facilitam a rotina, confiram:


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A frase tão comentada na última semana (proferida por Ben Judd e não por Keiji Inafune como se pensou no inicio, já que a fala surgiu numa tradução de um pronunciamento do desenvolvedor japonês feita por Judd, que adicionou, sabe-se lá com qual intuito, este elemento) é o ponto de partida para uma breve reflexão sobre o atual cenário da indústria de games mundial e de uma de suas mais recentes e curiosas categorias: Os jogos que são melhores do que nada.

Esse ‘novo’ tipo de produto tem como tendência o fato de jamais entregar tudo aquilo que o público esperava, sem necessariamente estar incompleto ou ser um game ruim, muito pelo contrário, podendo agradar boa parcela de seus compradores. Os motivos para um resultado abaixo do esperado são muitos e devem ser analisados com alguns exemplos recentes que tragam consigo parte destes elementos.


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Com a E3 já distante de nós, podemos dar um passo para trás e olhar melhor o que aconteceu no evento. A Sony novamente se focou em anunciar e mostrar seus jogos de peso (parem de esperar por um Crash novo), a Nintendo conseguiu vencer a E3 com apenas um jogo e a Microsoft fez uma apresentação mais confusa do que aquela de dois anos atrás que só falaram de multimídia. Como a gente gosta de pegar no pé da MS, vamos nos aprofundar um pouco no anúncio de seus dois novos consoles e da sincronização entre Xbox One e Windows 10.

A Microsoft abriu sua conferência confirmando rumores recentes: o Xbox One vai ganhar uma versão menor e com algumas funcionalidades extras, chamada Xbox One S, o pior nome obsceno não proposital depois de Pokémon S&M. Essa é uma prática que é repetida em todas as gerações, mas hoje não é o dia de discutir se isso é bom ou não, e sim sobre o que aconteceu durante e no final da apresentação.

O Play Anywhere é um programa que recebeu muita atenção da MS, e faz com que jogos que tenham esse sistema fiquem disponíveis sem custo adicional para One e Windows 10, até compartilhando as mesmas informações de salvamento. We Happy Few, Recore, Scalebound, Forza Horizon 3 e Gears of War 4 são alguns dos nomes que poderão ser jogados nos dois sistemas com apenas uma compra.

Depois de uma hora repetindo a frase “exclusivo para Xbox One e Windows 10”, finalmente chega o final da conferência, com uma última surpresa: Project Scorpio. Scorpio será um novo console da família One, que rodará jogos em 4K, estará preparado para VR e terá alguns frooty loops (ou teraflops, algo assim). Seu lançamento deve ocorrer no final de 2017, aproximadamente um ano depois do One S, que sai em agosto de 2016.

Essa bomba de novidades de hardware deixou todo mundo um pouco confuso. O Xbox One tem problemas diversos de performance, onde muitas vezes não é possível rodar um jogo a 1080p e 60FPS, e o Xbox One S não parece ser capaz de solucionar esse problema, diferente do Scorpio. Qual será então seu papel? Ser uma versão menor e mais bonita do original enquanto o novo não chega?

A relação entre as plataformas da Microsoft também ficou um pouco confusa. A abordagem de ter vários consoles diferentes rodando um mesmo jogo, cada um com uma capacidade gráfica diferente, se aproxima do mercado mobile, com a diferença de um jogo de console custar 20x mais que um de celular. Até quando os jogos que saírem para o Scorpio serão 100% compatíveis com as versões menos potentes?

Por outro lado, a compatibilidade entre Xbox e Windows parece ser benéfica em todos os sentidos, e é até estranho que a MS só tenha procurado integrar as plataformas agora, considerando que ela é líder no PC há décadas. Essa é uma decisão que deve aumentar muito a procura pelo Windows 10, por usuários de outros OS ou de versões mais antigas do próprio Windows, atrás de aproveitar 100% os jogos possuídos no Xbox One (olá, mouse e teclado).

Algumas pessoas, no entanto, olham essa novidade como um divisor de águas negativo para os jogadores. Em poucas palavras, a Microsoft pode transformar o sistema de conpra e venda nos PCs em algo parecido com o mobile: tudo que for comercializado teria que passar pelo crivo da empresa, acabando com o dinamismo dos jogos para computador. Não vou me aprofundar muito, então quem se interessou pode ler mais no TecMundo, eles fizeram uma matéria bem completa sobre os possíveis malefícios da união Windows-Xbox.


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Juntamente com a Bethesda, a EA Games também fez frente em sua press conference e também fez bonito com os seus anúncios nessa E3! Confiram o que de melhor rolou em seu evento:

Depois de ter dado uma amostra de como FIFA 17 estaria bonito feito na Frostbyte, seu gameplay e alguns modos de jogo foram devidamente revelados. Gráficos soberbos agora também estarão presentes nos treinadores, já que os mesmos estarão presentes no modo história do jogo, que terá como protagonista Alex Hunter, um jovem e talentoso jogador de 17 anos. Devido as limitações da gen passada, esse modo não estará disponível no PS3 nem no Xbox 360.

Battlefield 1 foi o destaque da conferência, mostrando ainda mais de seu gameplay e efeitos gráficos – que estão de cair o queixo. Após a apresentação do jogo, vários famosos foram convidados para jogar um pouco, incluindo a estrela Terry Crew e o rapper de sucesso Snoop Dogg.

Mass Effect Andromeda também foi citado, mesmo que nenhum gameplay tenha sido mostrado, apenas contando com um vídeo de bastidores mostrando um pouco mais do conteúdo que será encontrado no jogo.

A EA Games também se mostrou confiante no mercado de indies e por essa razão lançou o programa EA Originals. Após o bem recebido Unravel, o programa visa incentivar o mercado independente, ajudando no financiamento de projetos de novos títulos. O primeiro fruto dessa parceria é Fe, um adventure com temática um pouco mais sombria.

Voltando para uma galáxia tão, tão distante, Star Wars Battlefront 2 foi revelado tendo seu lançamento previsto para 2017; o novo título irá ter conteúdo dos novos filmes. A empresa também prometeu lançar games da franquia anualmente até o ano de 2018, mesmo ano em que o novo jogo da série sob a tutela da Visceral Games irá ser lançado.

Titanfall 2 também marcou sua presença no evento e com ele uma boa notícia para aqueles que não ligam para seu multiplayer: além de sua jogabilidade ter sido melhorada e contar com novos robôs, um modo de campanha single player também estará disponível. HYPE!

E por fim, um torneio de Madden NFL 17 foi anunciado, sendo composto por 3 fases: Challenger, algo mais casual para jogar com amigos e acumular pontos; Premier, que será uma competição com um nível de profissionalismo mais elevado e, por fim, EA Major, que será um evento anual e promete dar aos jogadores um milhão de dólares em prêmios.

E você, caro leitor, está gostando do que está sendo mostrado? Deixe seu comentário sobre o esperar das próximas apresentações!


bethesda

E finalmente um dos melhores eventos do ano começou da maneira que todos estavam esperando: cheio de surpresas nem tão surpreendentes assim devido aos vazamentos, decepções por conta da falta de títulos aguardados e, sobretudo, por se tratar de games. As press conferências começaram quentes com a EA Games e Bethesda, mas o assunto do dia fica por conta dessa última.

Fallout 4 ainda tem muito o que mostrar, principalmente com a nova DLC anunciada chamada Vault-Tec, permitindo que o jogador tenha a liberdade de criar seu próprio Vault e realizar os mais diversos experimentos em seus residentes. Além dessa, outros conteúdos foram anunciados como Contraptions, Nuka World. O primeiro consiste em permitir o jogador fazer novas criações estruturais, enquanto o segundo será uma nova campanha no parque temático da bebida mais famosa do mundo pós guerra nuclear. Além disso tudo, o sucesso para Smartphones Fallout Shelter ganhará um novo update, como também uma versão para PC.

Depois dos rumores serem praticamente confirmados com o vazamento do anuncio de The Elder Scrolls V: Skyrim Remaster, todas as suspeitas foram confirmadas na apresentação. Com o título de TES V: Skyrim Special Edition, o mesmo trás melhorias gráficas que apesar de não justificar o lançamento desse jogo para o PS4/XONE/PC são bem vindas. Com total suporte a mods nos consoles, a boa notícia fica por conta de que quem já tem a versão de Skyrim no PC, receberá essa versão nova inteiramente grátis!

Já que não só de Fallout vive a empresa – apesar desse ser a galinha dos ovos de ouro -, Fallout 4 e o novo game de Doom serão lançados em 2017 para a tecnologia VR, já que essa é a nova tendência do mundo dos jogos.

Títulos já mencionados antes também resolveram dar as caras, e essa foi a vez de Dishonored 2 e Prey. Dishonored segue a premissa de seu antecessor, dando liberdade para o jogador decidir qual a forma mais sagaz, rápida ou violenta que seus inimigos serão inevitavelmente apresentados para a morte. Já Prey é um reboot da saga.

E por fim, a notícia que muitos não estavam esperando: Um novo Quake! Isso mesmo, depois de 6 longos anos após o lançamento de Quake Live e 11 anos após Quake IV, Quake Champions é a nova aposta da série, que será focada totalmente no multiplayer.

Satisfeitos? Tristes? Qual sua opinião a respeito? Conte-nos nos comentários!


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Junho é um mês muito especial para os amantes de jogos, por se tratar da época do ano que ocorre a E3, a maior conferência ocidental de games! E é no meio de hypes, rumores e sonhos mais profanos (afinal, todo mundo espera um remake de Superman 64), a equipe do P2 vem partilhar um pouco de suas expectativas!

Júlia: “Estava tendo um boato sobre um remake de Resident Evil Outbreak, se os boatos forem de fato verdadeiros é provável que apareça algo nessa E3. Fora isso só espero notícias sobre o Zero Escape 3 e o próximo jogo da franquia Dragon Age.”

Luigi: “Eu espero que a feira esteja lotada de VR (virtual reality, não vale refeição). Os aparelhos de realidade virtual estão muito próximos do lançamento, e essa é a melhor hora para as produtoras mostrarem porque eles não vão virar um novo Playstation Move em 2 anos. E como uma boa parte do público, eu quero logo saber qual é a do NX, um dos maiores mistérios da história da Nintendo. Será que ele tem capacidade de colocar a Nintendo de volta à luta? Ele é tão potente assim para trazer um Zelda novinho do Wii U pra ele? Vamos ver.”

Diego: “Skyrim Remake é uma coisa muito idiota e que vai dar muito dinheiro pra Bethesda. Isso me tilta muito forte. A minha bronca com o remake é: tu pode moddar o original e vai ser melhor que o remake. Mas ainda tem muita gente que vai comprar mesmo assim. Fora isso, quero explodir a Konami pelo Pachinko com o Metal Gear e estou bem cético com o Watch_Dogs 2.”

Kaio: “Depois de tanto aguardar o tão sonhado remaster de Final Fantasy XII, eis que de forma precoce a Square Enix anuncia tal título para o ano que vem. Além disso, mais e mais rumores acerca de Red Dead Redemption – seja em forma de remaster ou uma continuação – percorrem a atmosfera e apimenta ainda mais o hype que estou sentindo. Não espero muita coisa da Nintendo, já que seu foco claramente são claramente as Nintendo Direct, e estou ansioso para que anunciem o remaster de Demon Souls.
Já do lado da Microsoft, quero ver sua nova estratégia de marketing para tentar competir com a Sony – que esta basicamente concorrendo sozinha nessa gen em termos de vendas.

E você, caro leitor? Alguma expectativa para compartilhar com os demais? Deixe seu comentário!


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Quase 10 milhões de pessoas participaram de seu beta aberto, entre os dias 5 e 9 de Maio. Depois do fechamento dos servidores, alguns se encolheram em um canto para chorar, outros precisaram de reabilitação, mas a espera acabou: Overwatch foi lançado.

A estreia do jogo foi comemorada pela Blizzard com um evento em São Paulo, onde os presentes puderam entender um pouco melhor a concepção do jogo, principalmente quanto a dublagem e som. Daniel Müller e Christiano Torreão, que emprestam suas vozes a Lúcio e Junkrat, foram os primeiros, e disseram como é difícil a dublagem de games, por não se ter uma cena fixa como nos filmes. Contaram também sobre a preparação necessária para o trabalho, como ler o lore dos personagens e tentar pegar dicas de entonação a partir de áudios de outras línguas, e sobre a importância de se localizar corretamente o conteúdo e com os profissionais certos, para evitar casos como os de Mortal Kombat X.

O terceiro convidado foi Paul Lackey, supervisor de sound design durante o desenvolvimento do jogo, que apresentou uma visão muito mais interna do desenvolvimento. Sua equipe foi responsável por gravar todo o áudio ouvido em Overwatch e se certificar de que ele soe o mais natural possível para o jogador, criando sons simples, como tiros e músicas de ambiente, e outros mais complexos e únicos, como os blinks de Tracer e as armas de raios.

Paul comentou um pouco sobre a obtenção das peças de áudio para o game. Entre gravações no estúdio e em um deserto próximo a San Diego, alguns sons tiveram origens bem curiosas: o acerto crítico veio do abrir de uma lata de cerveja, a baforada que Winston dá ao limpar seus óculos é a respiração do pug de um funcionário da Blizzard, e o som de fundo de Volskaya foi capturado do maquinário de três montadoras de carros diferentes.

Durante todo o evento, uma palavra recebeu bastante destaque pela equipe do jogo: Atmos. O novo sistema de som da Dolbi permite o reconhecimento da origem de um som nas três dimensões pelo fone de ouvido, ou seja, é possível perceber ruídos ou barulhos de tiro vindos de cima também. Overwatch é o primeiro game a ser compatível com o Dolbi Atmos, e quem tem dinheiro para levar um fone compatível deve ficar mais que satisfeito com a ambientação, e com a vantagem sobre a Pharah. Agora só resta os servidores funcionarem direito!


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O speedrun é uma prática que vem se popularizando no Brasil ao longo dos anos, afinal, quem não gosta de ver jogos famosos serem destruídos em tempos inimagináveis? Suas maratonas começaram a aparecer por aqui há pouco mais de dois anos, com algumas online e recentemente uma presencial de teste, e agora a comunidade brasileira dá mais um passo para o sucesso: a Brazilians Against Time.

A Brazilians Against Time, ou Br.AT, é a primeira das maratonas nacionais de speedrun a unir jogo, plateia ao vivo e causas humanitárias, tendo fechado uma parceria com a AACD para a sua primeira edição. Enquanto os mais de 20 runners anunciados revezam os controles para comandar o show, um link para doações será disponibilizado aos espectadores, que, além de ajudar as crianças da ONG, poderão concorrer a prêmios e liberar jogos secretos para serem finalizados ao vivo.

“O que me incentivou a fazer a Brazilians Against Time foi ter participado da Awesome Games Done Quick 2016.”, comentou o organizador Hugo Carvalho, que jogou Dungeons & Dragons na AGDQ 2016 e foi voluntário em sua organização.  “Não temos este tipo de evento beneficente no Brasil e acredito que temos um potencial imenso de ajudar por meio dos games.”

Hugo vai repetir o seu jogo-assinatura durante a Br.AT, e vai dividir as 52 horas de evento com runs de Super Mario Maker, Mega Man X, The Legend of Zelda: Ocarina of Time e muitos outros. A transmissão começa ao meio dia de 27 de maio e vai até as 16h de 29 de maio, no canal da maratona na Twitch, e os entusiastas que quiserem assistir no local, a lan house Unit Zero em São Paulo, vão precisar de paciência ou uma boa conexão de internet: os ingressos estão temporariamente esgotados e não há previsão de volta.

 


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