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Autor: Guilherme Tavares Em: Nintendo/ Notícias/ Rumores Data: 15/05/2013 às 18:14
Tags: 3DS, Nintendo, Pokemon X, Pokemon Y, Rumor
Uma nova geração Pokémon está chegando, e como sempre, a árdua espera divide opiniões, modernistas e conservadores travam uma batalha para provar que de fato a franquia está evoluindo, ou que, na realidade, ela apenas não é mais Pokémon. Os novos jogos intitulados Pokémon X e Pokémon Y, ambos que serão lançados em outubro, trarão muitas novidades, como a jogabilidade toda em 3D, uma nova leva de monstrinhos e dentre eles, até uma nova forma do lendário Mewtwo estará presente.
Porém, os olhares e expectativas estão voltados para outro pokémon, ou melhor, para o tipo desse pokémon. Nosso Eevee ganhou mais uma evolução, Sylveon, ou Nymphia, em japonês; no entanto ainda não se sabe como realizar essa evolução, se será por meio de pedra, felicidade, ou o que for, tudo é um mistério, mas o maior mistério de todos é: de que tipo Sylveon é?
Muitas teorias e opiniões divergentes foram divulgadas, vamos dar uma olhada nas mais relevantes e viáveis, porque, sinceramente, a imaginação dos fans não conhecem limites.
A primeira especulação diz que Sylveon é do tipo Voador (Flying), essa ideia provém do nome em inglês, que pode ter origem na palavra Sylph, Silfo ou Sílfide em português, criaturas mitológicas ligadas ao ar. Além disso, pode-se notar na aparência do pokémon os laços esvoaçantes e a estranha semelhança com Skyla, a líder do ginásio voador de Unova o que reforça ainda mais a teoria. Para acrescentar, temos a imagem acima, onde podemos notar o símbolo que envolve Sylveon, o qual possui uma pequena “asa”na parte de baixo, representando o tipo voador.
Outra teoria, também bastante discutida, é a possibilidade desse pokémon ser do tipo Inseto (Bug), devido ao seu nome, dessa vez em japonês, Nymphia, claramente Ninfa, as quais são espíritos femininos que vivem em florestas e representam a fecundidade (daí a aparência mais feminina, rosa e graciosa), assim como Sylveon, as ninfas não possuem asas, e para completar, você se lembram da imagem anterior? Ela pode ter outra interpretação! O ovo que envolve Nymphia pode ser um casulo e a “asa” pode ser, na verdade, a insígnia do ginásio tipo inseto de Unova. Ainda existem outros pontos interessantes a se ressaltar, como os laços que lembram mariposas pousadas no corpo de Sylveon e seus olhos um pouco diferentes.
Autor: André Silva Em: Especiais/ Nintendo/ Sony Data: 13/05/2013 às 19:56
Tags: Indie, Nintendo, ps4, Sony, Wii U
Há 15 anos, os gráficos tridimensionais eram uma inovação estonteante, em vista do que havia na época. Mais recentemente, as jogatinas online e os controles por movimento também se tornaram vedetes dos consoles. Estamos, agora, passando por uma fase de transição, e muitos fatores vêm influenciando na formação da próxima geração. Talvez esse seja o momento da expansão do mercado de jogos independentes, impulsionado por diversas condições.
Avanços tecnológicos propiciaram o surgimento dos smartphones que fazem de tudo – tudinho mesmo – e, com eles, observou-se a ascensão dos aplicativos e jogos gratuitos. Graças aos sistemas operacionais de código aberto, qualquer pessoa pode desenvolver um software e disponibilizá-lo para o mundo através de uma loja virtual. Isso quer dizer que aquele seu primo estranho pode estar criando um aplicativo que vai deixá-lo milionário em poucos meses. Além da concretização da música “O nerd de hoje é o cara rico de amanhã”, isso significa muito para a indústria de games.
O custo de desenvolvimento de um jogo indie é ínfimo frente às produções hollywoodianas como Assassin’s Creed ou Call of Duty. O retorno financeiro também não é comparável ao desses blockbusters. É impossível, contudo, negar que esse modelo de negócio seja rentável. Essa indústria alternativa, se bem implementada às plataformas de jogos como o Wii U e o Playstation 4, pode gerar benefícios tanto para quem produz como para quem consome – eu e você. E o zooboomafoo
O que impediu esse fenômeno de se expandir em outras gerações, além da óbvia barreira tecnológica, foi a burocracia imposta pelas grandes empresas aos pequenos desenvolvedores. Para garantir um kit de desenvolvimento de um console da Nintendo, por exemplo, era necessário um escritório oficial formalizado. Já a Sony exigia um rigoroso processo de aprovação dos jogos. Sem falar que, em muitos casos, era preciso alcançar um determinado número de downloads para que o criador do game visse, enfim, algum dinheiro. Além de inviável, era injusto com os indies.
Muitas dessas transformações nas políticas das empresas tiveram como objetivo facilitar o acesso dos jogos independentes às plataformas de peso para que estes sejam trunfos dos consoles, agora que vivemos num mundo onde Minecraft vendeu 20 milhões de unidades. Caso se concretize, essa “nova ordem mundial” pode ter um impacto muito benéfico à indústria de games, aproximando cada vez mais jogadores e desenvolvedores e acirrando a concorrência e, consequentemente, elevando a qualidade do produto final que chega às nossas mãos – seja com cheirinho de manual de instruções ou por download, a tendência para o futuro.
Journey é um jogo que dispensa apresentações, porém, se você acabou de voltar do exílio ou de alguma caverna pré-histórica, nós explicamos para você. Journey é um jogo desenvolvido por aquela empresa de jogos, a thatgamecompany e lançado para a PlayStation Network, ou PSN para os íntimos, e este título trata de… do que Journey se trata? Essa talvez seja a pergunta mais difícil de se responder em relação a jogos de videogame, ou talvez nem haja uma resposta, o que é o mais provável.
O maior motivo pela dificuldade em se responder a pergunta proposta no parágrafo anterior é pela experiência subjetiva proporcionada ao se jogar Journey. À grosso modo, você entra na pele de um personagem não identificado que está em um deserto e seu objetivo é chegar ao topo de uma montanha que fica ao horizonte. Para completar essa tarefa, seu pequenino personagem poderá executar duas ações: andar e pular. O que parece ser simplório demais para um padrão onde uma curta sequência de comandos faz seu personagem dar um salto triplo carpado (estou olhando para você, Mario), acaba por se tornar talvez a maior viagem da sua vida.
Se você já teve a oportunidade de colocar as mãos neste maravilhoso título, o convido a ler esse artigo e compartilhar conosco tudo que pôde sentir enquanto jogava e a marca que ele deixou em você. Se ainda não jogou e está preocupado com spoilers, fique tranquilo, pois eu poderia descrever tudo o que acontece no jogo nesse artigo e mesmo assim não atrapalharia sua experiência, que será única.
Autor: Luigi Olivieri Em: Brasil/ Eventos/ Notícias/ Sony Data: 09/05/2013 às 12:06
Tags: Brasil, Evento, God of War, GTA V, PS3, Sony, The Last of Us
Mesmo que a passos longos, a Sony vem investindo no mercado de games brasileiro nos últimos anos, com o lançamento oficial da linha Playstation e algumas dublagens e legendas de jogos para PS3. Terça-feira (7) ela revelou as próximas etapas de sua ação no país por meio de um evento na cidade de São Paulo, rendendo um misto de reações.
A mais importante, mais esperada e mais comentada foi a fabricação do PS3 de 250GB no Brasil, algo que ouvimos e esperamos há muito tempo. Ela começou na última semana na Zona Franca de Manaus e já neste final de semana as vendas começam em São Paulo, para mais tarde se espalharem por outros estados. Pode ser estranho começarem a produzir o console logo depois de anunciarem o PS4, mas vamos considerar que o PS2 ainda é um dos mais vendidos por aqui.
Estranha mesmo é a redução de 300 reais no seu preço com a mudança: antes vendido na Sony Style por R$1399,00, o PS3 de 250GB passará a custar R$1099,00, nas opções com e sem God of War: Ascension. Sim, são apenas 300 reais de diferença e sim, o modelo com e o sem o jogo custam a mesma coisa.
Por falar em jogo, dois dos mais aguardados do ano foram abordados depois do PS3. GTA V virá pela primeira vez com legendas em bom português, e os três trailers abaixo já dão um sneak peak bem agradável desse trabalho, com expressões traduzidas como se fosse por um fã.
The Last of Us por usa vez vai chegar completamente dublado ao Brasil, e o trailer acima já mostra como ela está mais ou menos. A Sony não tem um bom retrospecto com dublagem, o que parece que não mudará muita coisa – ela não está ruim, mas a voz de Ellie ficou um pouco sem sentido.
No mais, comentaram que o PS4 será lançado simultaneamente no exterior e aqui e que sua produção não será local, mas como informações sobre preço não foram divulgadas nem lá fora, o valor nacional terá de esperar um pouco.
Autor: Luigi Olivieri Em: Notícias Data: 07/05/2013 às 11:00
Tags: Greenlight, Mr Bree, PC, Steam, TawStudio
Lançar seu jogo no Steam é provavelmente o maior sonho da maioria dos desenvolvedores de jogos independentes de PC, afinal, onde mais é possível encontrar mais de 5 milhões de fanáticos por games em um lugar só? Como é de se esperar, a peneira para entrar num mercado desses é grande, mas estúdios menores tem um grande aliado: o Steam Greenlight.
Pelo Greenlight é possível apresentar os conceitos de um jogo em texto, imagens, vídeos e demo para a comunidade, que então vota se compraria ou não o game se ele fosse lançado. Recentemente quem aderiu a esse sistema foram os brasileiros da TawStudio com seu novo título Mr. Bree+, sequência de Mr. Bree: Returning Home.
Assim como seu antecessor, Mr. Bree+ vai ser um jogo de plataforma hardcore à la Super Meat Boy, onde é preciso velocidade, paciência e dedos para conseguir completar as pequenas fases. Ele pode não ser um dos mais difíceis do gênero, mas suas outras características conseguem alcançar um bom nível de qualidade.
Para começar, o game vai vir com 60 fases, 4 modos de jogo, chefões para enfrentar e espero que alguma piada relacionando o protagonista com bacon, ou eu peço reembolso. Os gráficos são bem agradáveis, e seu destaque fica no áudio, premiado na SBGames 2012 como o melhor do ano.
Quem ainda não se convenceu pode jogar gratuitamente Returning Home pelo Kongregate enquanto a demo de Mr. Bree+ não aparece no Greenlight. Não se esqueçam de votar depois de tudo, quem sabe o estúdio pindamonhangabense não consegue se tornar o primeiro do país a subir para o Steam?
Autor: Guilherme Tavares Em: Especiais/ Microsoft/ Nintendo/ PC/ Sony Data: 30/04/2013 às 18:25
Tags: Games, Uncanny Valley, Zumbis
Pode parecer estranho, mas isso é uma pergunta um tanto que impertinente, do ponto de vista de um gamer, de um cinéfilo, ou até mesmo de um profissional da área de robótica. Você já reparou que temos muito mais aversão a androides seres que lembram muito os humanos, do que, talvez, uma máquina retrofuturista sem piedade louca para te destruir? Talvez ache seu design muito legal e gostaria de ter um só para você, mas um androide não, androides transmitem uma sensação estranha, até parecem possuir vida e segredos próprios e talvez possam tomar o lugar das pessoas ou se voltarem contra elas.
Em 1970, Masahiro Mori, professor de robótica pioneiro no estudo das emoções humanas para com entidades não-humanas, desenvolveu uma teoria chamada Bukimi no Tani Genshō, em inglês Uncanny Valley, ou Vale Estranho, que seria, basicamente, este sentimento de repulsa por seres que se assemelham, mas não chegam a serem humanos, tais como os já citados zumbis e androides e até mesmo manequins, bonecas e é claro, personagens de games.
De fato é um assunto curioso, e estranho ao mesmo tempo, temos que levar em consideração que quanto mais esses seres se desenvolvem e tentam se parecer com a figura humana, mais nós gostamos deles, cada vez mais nós conseguimos aceitá-los; no entanto, quando eles começam realmente a atingir sua meta, imitar os humanos, ocorre uma diminuição brusca na aceitação, e passamos a ver eles como algo semelhante a nós, mas ao mesmo tempo estranho, culminando na sua abominação.
Como você pode conferir no gráfico a seguir, o termo “vale” provêm dessa grande decadência encontrada no final dele, onde a aceitação está no auge e depois cai, antes de subir novamente e enfim representar um ser humano normal.
Autor: Verônica Zanuzzo Em: Especiais/ Mobile/ Reviews Data: 28/04/2013 às 10:00
Tags: android, ios, Mobile, Review
Seguindo a mesma ideia de Snake, Nimble Quest faz uma releitura dessa mecânica simples com uma nova cara. O game é uma mistura de RPG com Snake, onde a habitual cobra é substituída por uma party de personagens com estilos próprios que atacam inimigos e coletam itens diferenciados. Precisa dizer que é viciante? Prepare-se e saiba que é mais fácil jogar que tentar entender como funciona!
Autor: Luigi Olivieri Em: Entrevistas/ Especiais/ Notícias/ PC Data: 26/04/2013 às 16:30
Tags: Entrevista, Games, League of Legends, MMO
Os últimos dias não foram muito agradáveis para a equipe brasileira da Riot Games. Primeiro os servidores nacionais de League of Legends sofrem ataques direcionados de negação de serviço (DDoS), seguido da quebra de um cabo de fibra ótica que atrapalharia os jogos normais e a fila ranqueada por mais um tempo e por cima de tudo isso uma onda de banimentos até o ano 3011 atingiu dezenas de jogadores.
Facebook e fóruns oficiais se dividiram entre um grupo que defendia a Riot em todas as instâncias, um grupo que a criticava pelo servidor estar instável e um terceiro que achava ridícula a onda de bans por “n” motivos e queria sua conta de volta, nem que fosse através de processo na justiça. Tentando colocar panos quentes na história e iluminar os jogadores de LoL, o PlayerTwo foi atrás de especialistas para discutir todo o ocorrido.
Se juntaram a mim Leonardo Zanatta, Advogado especialista em Direito Digital, e a bacharel em direito Nathalia Moreno, grande conhecedora de direito do consumidor. Explicamos um pouco do papel da Riot tanto no DDoS quanto no problema com a fibra ótica, mas nos focamos em explorar os Termos de Uso do jogo e identificar se a empresa pode banir o pessoal do jeito que fez, tendo os usuários colocado ou não RP na conta, e se há motivo para processá-la. O áudio tem duração de cerca de 25 minutos e está bem informativo, aproveitem.
Vamos entender os últimos desafios do servidor brasileiro de League of Legends [ 25:24 ] Play Now | Play in Popup | DownloadAutor: Luigi Olivieri Em: Especiais/ Microsoft/ PC/ Sony Data: 24/04/2013 às 16:30
Tags: Don't Starve, Hotline Miami, Indie, Steam, To The Moon
Hoje o Steam tem mais de 650 jogos indies em sua biblioteca, e qual deles comprar é uma dúvida recorrente de muitas pessoas. Para tentar ajudar os indecisos, separamos uma lista de 10 dos melhores indie games da plataforma, cada um com um estilo e atrativo diferente para abranger todos os gostos.
Alguns já são velhos conhecidos, como Terraria e Super Meat Boy, mas fazem parte da lista Don’t Starve e Hotline Miami, dois games fresquinhos – o primeiro terá seu lançamento oficial dia 23/4, e está sendo sorteado no nosso facebook -. Apresentações feitas, fiquem com a pequenina lista depois do pulo.
Autor: Luigi Olivieri Em: Especiais/ PC Data: 21/04/2013 às 18:39
Tags: Don't Starve, PC, sorteio, Steam
Depois de um bom tempo de beta test, Don’t Starve finalmente terá seu lançamento oficial no dia 23/04. Para comemorar, o PlayerTwo em parceria com a Sul Games vai sortear uma key para o Steam do jogo de sobrevivência mais falado dos últimos meses.
Participar é bem fácil, só é preciso curtir as páginas do PlayerTwo e da Sul Games no facebook, compartilhar a imagem do sorteio e confirmar sua participação no sorteie.me. O sorteio acontece até dia 27/04, quando apresentamos no facebook o ganhador. Boa Sorte a todos!