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Autor: André Cáceres Em: Brasil/ Especiais/ Notícias Data: 15/06/2013 às 17:00
Tags: E3 2013, Jogos Usados, money, OLX
Quem acompanha a indústria de games a mais tempo já viu conferências épicas nas E3 de anos anteriores. Como esquecer aquela entrada triunfal de Shigeru Miyamoto bradando a Master Sword e o Hylian Shield após a apresentação do trailer de Zelda Twilight Princess em 2004? Dois anos depois, o próprio Miyamoto estava no palco regendo uma orquestra de Miis para mostrar o novo console da Nintendo. Geralmente, o que faz a plateia aplaudir de pé uma conferência de E3 são as novidades inesperadas. Em 2013, no entanto, o que gerou comoção foi a notícia de que nada mudaria: o Playstation 4 aceitará jogos usados.
Títulos de peso foram mostrados nessa E3, como Halo 5, The Division, Watch Dogs, Kingdom Hearts 3, Assassin’s Creed IV: Black Flag, Elder Scrolls Online, entre outros. O grande destaque da feira foi, contudo, a conferência da E3 e o gesto significativo da empresa em manter sua política em relação aos jogos usados. A Microsoft anunciou o Xbox One alguns dias atrás e confirmou que ele precisará de conexão constante com a internet para funcionar, os jogos terão de ser obrigatoriamente instalados no HD do console e discos usados só funcionarão sob pagamento de uma taxa quase com o preço de um jogo novo.
Caso a concorrente também adotasse essas políticas, o mercado de usados estaria seriamente comprometido e os jogadores seriam prejudicados. Alguns desenvolvedores são contrários à revenda de jogos sob o pretexto de que ao comprar um jogo usado, não há lucro revertido para o estúdio que fez o game. Essa lógica, no entanto, não leva em conta todos os fatores. Ao perder o direito de adquirir um determinado jogo usado, o jogador provavelmente vai buscar outro jogo que seja barato, e não comprar aquele jogo especificamente, já que ele estaria caro.
Além disso, o mercado de usados amplia o acesso aos jogos e garante maior divulgação das franquias. Muitas vezes é mais lucrativo a longo prazo difundir a marca do que simplesmente vender algumas cópias a mais. Sem contar que o comércio de jogos de segunda mão ajuda a combater a pirataria, afinal é preferível um disco original usado que um pirata novo. Por esses e outros fatores, as revendas são muito importantes para manter aquecida a indústria de games e também são extremamente vantajosas para os jogadores. Mas como fazer parte desse processo?
A melhor forma de comprar e vender jogos usados é por meio da OLX. Um dos maiores sites de classificados do mundo, a OLX marca presença em 96 países em todo o planeta. Além dos seus games usados, é possível encontrar imóveis, carros, serviços, entre outras coisas. E dá fazer anúncios gratuitamente e desapegar daquele jogo velho que está juntando pó na sua prateleira. Assim você poderá vender os seus jogos e juntar dinheiro para todas as novidades apresentadas na E3. Não deixem de entrar no site e conferir!
Sim, isso é um post patrocinado. Nem todos os jogos são free to play ainda!
Autor: Kaio Rodrigues Em: Especiais/ Nintendo/ Sony Data: 13/06/2013 às 17:34
Tags: DS, Final Fantasy Hacktics, Final Fantasy Tactics, Gameboy Advance, PSP, PSX
Muitos consideram a série Tactics Ogre a obra definitiva quando falamos em jogos do gênero “Tactics” (tático). De fato, esse estilo de jogo tem um grupo muito seleto de fãs, e sua grande maioria dos títulos não se destaca pela sua jogabilidade diferenciada, mas sim por suas histórias! Com a Square Soft – Atual Square Enix – a coisa não foi diferente. Em 1997 o PSX foi agraciado com mais um capítulo de Final Fantasy, porém com uma jogabilidade até então inédita para a série. O mundo era apresentado ao glorioso Final Fantasy Tactics.
Como o próprio nome diz, o jogo apresentava um sistema tático de batalha, onde era possível colocar até 5 membros para derrotar os inimigos que apareciam na tela. Sem entrar em muitos detalhes, é válido dizer que o jogo possuía um fantástico sistema de classes, side-quests muito bem elaboradas e a possibilidade de recrutar monstros inimigos para a equipe. Como se tudo isso – feito de maneira muito boa – não bastasse, o jogo contava uma história muito além do que podia se esperar, se levarmos em consideração que seus gráficos beiravam ao infantil. Com uma trama política girando em torno de 2 governos, conhecemos a história da “Guerra dos Leões” – “War of the Lions” no original – e dos seus diversos personagens: Ramza, Delita, Tietra etc.
O sucesso do jogo foi estrondoso, tanto que outros jogos do mesmo universo surgiram: Final Fantasy Tactics Advance (2003 – Gameboy Advance) , Final Fantasy Tactics A2: Grimoire of the Rift (2008 – Nintendo DS) e a incrível versão Final Fantasy Tactics: The War of the Lions (2007 – PSP, 2011 – iOS). Essa última é um remake da versão original do PSX que conta com melhorias gráficas, novas Cg’s, novos personagens, uma nova tradução – que pra quem jogou a versão original faz uma TREMENDA diferença -, novas side-quests… enfim, tudo para deixar o que já era excelente, perfeito! Ou quase…
O grande problema dessa nova versão é que cada vez que uma habilidade fosse usada, o jogo sofria com um slowdown – ou lag, se preferirem – terrível que por muitas vezes tiravam o encanto da jogatina. De maneira oficial, não temos uma SEQUER solução vinda da SEnix.
Fazendo algumas pesquisas a respeito do jogo após detectar seus lag’s, me deparei com vários blogs dizendo que um suposto fix havia sido lançado e que era funcional. Procurando a fonte dessa belezura encontro um site/fórum com um nome peculiar, porém, bem direto para sua proposta: Final Fantasy Hacktics!
Autor: Matheus Zanetti Em: Especiais/ Eventos/ Notícias/ Sony Data: 11/06/2013 às 18:00
Tags: E3 2013, Final Fantasy XV, Kingdom Hearts, ps4, Sony
Encerrando o primeiro dia de E3, a Sony chega ao pouco um pouco mais relaxada do que a Microsoft. Sem a necessidade de “provar nada” a respeito do PS4, há muito menos pressão em torno da empresa japonesa, e o clima em Los Angeles está bem mais leve do que estava à tarde. Talvez os jornalistas estejam mais otimistas à noite do que estavam à tarde. Ou talvez estejam mais cansados.
DROP THE BASS!
Como de praxe, uma apresentação descolada, com cenas de ação de franquias clássicas da Sony, ao som de Dubstep. O estilo está mesmo na moda.
O chairman da apresentação é Jack Tretton, CEO da Sony America. Ele entra no palco sorridente, com um terno classudo, mas que não consegue esconder a saliente barriguinha, rs.
Depois dos aplausos ensaiados, Jack começa a falar do PSVita, de como ele está apenas no início, e que ainda há muito espaço a ser explorado. Ele faz um paralelo com o PSP no início da trajetória, e fala algumas baboseiras, das quais já estamos fartos e acostumados. Em um vídeo, brevíssimo, são mostrados alguns títulos em desenvolvimento. A transição entre um jogo e outra era tão breve que eu nem conseguia assimilar os nomes. O único título realmente marcante foi Killzone. A última franquia a ser mostrada no vídeo, diga-se de passagem.
Autor: Luigi Olivieri Em: Especiais/ Eventos/ Sony Data: 10/06/2013 às 21:45
A última conferência do dia acabou. A Sony mostrou na janela abaixo o PS4, seu preço e jogos como Assassin’s Creed IV, Final Fantasy XV, Gran Turismo 6 e Destiny. Confira, ou veja nosso post completo sobre a conferência da Sony!
Autor: Luigi Olivieri Em: Especiais/ Eventos/ Microsoft/ Nintendo/ PC/ Sony Data: 10/06/2013 às 18:45
Tags: Assassin's Creed IV, E3 2013, Rayman Legends, The Crew, Ubisoft, Watch_Dogs
A conferência da Ubi acabou a pouco, e abaixo temos tudo que aconteceu nela: South Park, Rocksmith, The Crew, Assassin’s Creed IV e muito mais. Deem o play e confiram!
Autor: Luigi Olivieri Em: Especiais/ Eventos/ Microsoft/ PC/ Sony Data: 10/06/2013 às 16:45
Tags: Battlefield 4, Dragon Age, E3 2013, EA, Fifa, Mirror's Edge
Acabamos de sair da conferência da EA na E3 2013. Você pode conferir Plants vs Zombies: Garden Warfare, Dragon Age Inquisition, Battlefield 4, Mirror’s Edge e outros no registro de nosso live blogging abaixo.
Autor: André Cáceres Em: Brasil/ Entrevistas/ Microsoft/ Nintendo/ Sony Data: 05/06/2013 às 15:21
Tags: Brasil, Entrevista, Pablo Miyazawa
Pablo Miyazawa é o homem que revolucionou o chamado “jornalismo de games” no Brasil. Numa época em que esse gênero nem engatinhava, ele desbravou novas possibilidades através da primeira revista oficial do país. Graças ao veículo para o qual trabalhou no começo da carreira, pôde cultivar um público leitor que cresceu com seus textos. Hoje, Pablo Miyazawa é o editor-chefe da edição brasileira da revista Rolling Stone e um dos jornalistas mais respeitados em sua área. Já escreveu para publicações como a Folha de S.Paulo, EGM Brasil, Nintendo World, Herói, Clube, além de vários sites e blogs. Confira a entrevista com o cara!
É verdade que você estava em dúvida entre jornalismo e agronomia ao escolher que faculdade fazer?
Na verdade, foi uma dúvida que passou pela minha cabeça no ano em que eu tive que escolher a carreira para prestar o vestibular. Eu sempre quis fazer jornalismo. Meus pais se conheceram na faculdade de jornalismo. Nunca exerceram, mas eu tenho toda uma história relacionada à comunicação em casa, pois meu pai trabalhou numa editora, então sempre tive contato com livros, revistas, imprensa… Eu nunca tive dúvidas de que queria jornalismo. Mas quando chegou o momento de escolher o que eu ia prestar, resolvi pensar melhor, ver se não havia alguma outra coisa legal. Eu estava em crise. Não de achar que jornalismo não fosse bom, mas que talvez eu devesse fazer outra coisa. Como eu sempre fiquei com a ideia fixa do jornalismo, eu nunca questionei isso até a hora de ter que escolher. Mas eu não tinha nenhum contato com o mundo da agronomia, salvo umas viagens ao interior pra visitar a família, então pensei que pudesse ser divertido estudar em Piracicaba. Mas passou, foi uma dúvida que me acometeu só por alguns dias. O jornalismo sempre fez parte da minha vida, trabalhei em banca de jornal… O jornalismo me escolheu, na verdade. Eu só coloquei essa dúvida na minha cabeça pra ter mais um pouco de certeza que realmente o meu negócio era com jornalismo. E acabou sendo mesmo.
Principalmente no começo você trabalhava com videogames. Quando surgiu esse interesse pelos jogos?
Minha relação com videogame é diferente. Acho que todo mundo teve essa fase de jogar muito videogame a partir dos 6 ou 7 anos de idade. Eu sempre joguei muito, era o que eu mais gostava de fazer. Eu nunca tive os videogames que eu queria ter, tive o Atari muito atrasado; o Nintendo quando já estava surgindo o Super Nintendo e o Mega Drive, então eu sempre fui meio atrasado. Eu sempre gostei de jogar, até meus 13 anos de idade eu só queria saber de videogame. Mas lá pelos 13, 14 anos eu comecei a ouvir rock e me interessar por música. Vendi meu videogame e comprei um contrabaixo elétrico, montei uma banda e só queria saber de rock. Parei de jogar videogame mesmo. Foram uns 4 anos que eu não joguei, tava muito por fora e nem me interessava em saber o que estava acontecendo. Foi na época em que o Playstation foi lançado. Eu trabalhava numa loja de CDs na época em que eu comecei a faculdade e estava interessado em música. Até que comecei a trabalhar na Gradiente atendendo telefonemas e dando dicas sobre jogos, sobre como passar das fases. Era um emprego bem interessante, muito mais pelo ineditismo da coisa do que pelo fato de ser com videogames.
Autor: Luigi Olivieri Em: Brasil/ Especiais/ Eventos/ Vídeos Data: 03/06/2013 às 20:52
Tags: Brasil, Eventos, Minecraft, Vídeos, Youtubers gamers
[Atualização: Hoje de manhã mudaram os tipos de ingresso, tendo agora o Pista por 50 reais a meia e que dá direito a entrar no evento, e o Gold, que passa a custar 100 reais a meia e dá acesso ao meet and greet (tirar foto e pedir autógrafo). O ingresso Platinum de 600 reais desapareceu misteriosamente, então tratem de levar algo para comer no dia!]
Até algumas horas atrás os chamados “youtubers gamers” eram território neutro para mim: não gostava deles bloqueando os corredores da BGS com seus fãs e não via o motivo de todos fazerem seus vídeos mais ou menos igual, mas achava bacana eles conseguirem atingir com suas palavras milhares e milhares de pessoas, um público maior do que esse blog terá em toda sua vida. Essa opinião tendia a se manter a mesma até a Brasil Game Show desse ano, quando eu finalmente ia ficar cheio de não conseguir transitar pelo evento e declararia meu repúdio a eles, mas ele teve que ser adiantado alguns meses.
Entre um tuíte sobre The Last Guardian aparecer na E3 e outro sobre Plants vs. Zombies 2 ser exclusivo para iOS, eis que surge a grande pérola do dia, talvez até do mês. Algum gênio do marketing resolveu reunir três dos mais queridos do meio, Monark, Venon Extreme e Leon, em um teatro em Campinas para uma reunião com 500 fãs, com direito a “interagir pessoalmente com os artistas”, pegar autógrafos e tirar fotos, a um preço mínimo de 1oo reais a meia-entrada ou 200 a inteira.
Pagando esse valor, o comprador conseguirá entrar no evento e tirar uma foto com os caras. O segundo tipo de ingresso, o Gold, dá os lugares mais à frente do teatro, a foto e uma camiseta oficial do acontecimento por 300 reais a inteira, enquanto o simpático ingresso Platinum, a 600 reais a inteira, dá acesso à primeira fila do teatro, aos bastidores para os fãs tietarem os youtubers e a um lanche junto com eles.
Esse evento é tão ultrajante que fica até difícil saber onde começar a criticar. Se um chão de 100 reais para ver três pessoas falando ao vivo, tirar uma foto e pegar autógrafo já é um valor bizarro, 600 reais, ou 300 para estudantes, para fazer as mesmas coisas mais de perto e tomar um kissuco é surreal. A razão para o valor elevado é que o custo de botar 3 pessoas sentadas para conversar em um palco e depois dar comida a eles é muito alto, algo em torno de um show do Bon Jovi ou dois dias de Lollapalooza. Indo um pouco menos longe, um stand up do Sérgio Mallandro (sim, estou usando o Sérgio Mallandro como parâmetro de comparação em um post) não chega a R$100,00.
O que me deixa mais indignado não é nem o preço abusivo, e sim saber que Monark, Leon e Venom Extreme levaram para frente um evento que extorque tanto as pessoas que fazem sua fama. Me perdoem se vocês não quiserem se envolver nessa, mas o pessoal do Games on the Rocks e do Amigos do Fórum são os mais fáceis de se comparar com o caso todo: eles nunca pediram nada mais que uma dose de tequila para jantar e beber com os ouvintes, que aparecem as dezenas nos encontros.
É bem triste ver que tem gente fazendo fama na internet, não aproveitando isso do jeito que se é esperado e provavelmente dando continuidade, já que no site encontra-se a frase “A primeira edição do evento”. Uma dica para o futuro é: os fãs não tem idade para bar? O Parque do Ibirapuera está aberto todos os dias.