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	<title>PLAYER TWO &#187; Reviews</title>
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	<description>Jogue, leia e participe.</description>
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	<itunes:subtitle>Two Players, o podcast do PlayerTwo.com.br! Meia hora de conversa entre dois jogadores, que debatem sobre este louco mundo gamer.</itunes:subtitle>
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		<title>Review &#8211; Final Fantasy XIII (PS3)</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 21:30:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luigi Olivieri</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A franquia Final Fantasy está ai há mais de 20 anos, mas poucos de seus jogos tiveram uma repercussão tão ambígua quanto o décimo terceiro da série principal. Há um equilíbrio curioso entre pessoas que se referem ao game como a maior catástrofe produzida por Yoshinori Kitase e sua turma e aqueles que idolatram-no. Esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/FFXIIIimg5.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5957" title="FFXIIIimg5" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/FFXIIIimg5.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>A franquia <em>Final Fantasy</em> está ai há mais de 20 anos, mas poucos de seus jogos tiveram uma repercussão tão ambígua quanto o décimo terceiro da série principal. Há um equilíbrio curioso entre pessoas que se referem ao game como a maior catástrofe produzida por Yoshinori Kitase e sua turma e aqueles que idolatram-no.</p>
<p>Esse equilíbrio não é em vão: <em>Final Fantasy XIII</em> é cheio de altos e baixos, que se alteram bastante dependendo de quem está na frente da televisão. Por isso já justifico que será difícil manter a imparcialidade, e já recomendo que todos joguem algumas horas só para ter uma opinião formada. Dito isso, vamos ao que interessa.</p>
<p><span id="more-5893"></span><em><strong>Final Fantasy XIII</strong></em><br />
<strong>Desenvolvedora:</strong> Square Enix<br />
<strong>Publisher:</strong> Square Enix<br />
<strong>Plataforma:</strong> PlayStation 3 (versão analisada), Xbox 360</p>
<p>Quando fora lançado, <em>FFXIII</em> não tinha apenas a missão de fazer a franquia tomar um ar novo depois do baque que foi <em>X-2</em> e <em>XI</em>, mas também de fazer bonito na estreia offline de <em>Final Fantasy</em> nos consoles da Microsoft.</p>
<p>No quesito gráfico ele definitivamente alcançou o esperado, mesmo recebendo limitações técnicas no Xbox 360. Cada cena do jogo foi feita para mostrar que os consoles dessa geração são bem poderosos e um bocado melhores que os anteriores e o Wii.</p>
<p>Os personagens e inimigos, ambos com aquele estilo meio louco da série, têm traços suficientemente incríveis para deixar os nostálgicos boquiabertos e pensando “há algum tempo atrás esse bicho era um emaranhado de pixels”.</p>
<p>A mesma perfeição é aplicada nos mapas, cheios de monumentos e cores brilhantes para chamar a atenção do mais cego da família, mas é ai que os problemas tem início. Não, ninguém teve um ataque epilético enquanto jogava, o lado negativo está na linearidade desses mapas.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/FFXIIIimg1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5953" title="FFXIIIimg1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/FFXIIIimg1.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Durante umas 20h de gameplay (até o capítulo 11) não há mais de um caminho para se seguir, e, se existe, ele dura no máximo cinco segundos para ser percorrido. O trajeto principal é quase sempre comprido e estreito, e é bem complicado escapar dos bichos ou guardas que ficam de ronda.</p>
<p>A partir dai, a ladeira passa a ficar bem mais íngreme para <em>Final Fantasy XIII</em>. Mesmo enfrentando tantos inimigos no caminho, vira e mexe é necessário grindar um pouco para conseguir enfrentar um boss ou algum monstro mais complicado, e essa dificuldade cresce exponencialmente.</p>
<p>Uma vez li um texto que dizia algo muito interessante sobre duração de jogos: não adianta um ter 40 horas de gameplay se 20 delas o jogador passa treinando seus personagens. Apertar um botão sem parar só para ganhar um pouco de experiência é muito fácil e degrada muito mais um game do que ajuda, ou existe alguém que gosta de ficar grindando level no single player?</p>
<p>Antes de continuar, é preciso abrir um parêntese para explicar como funciona o sistema de níveis. Existem seis classes diferentes que um char pode optar, mas ao invés de escolher uma para todo o jogo, é possível trocar entre elas a qualquer hora, inclusive dentro de batalhas. Um exemplo rápido: o jogo começa com dois personagens de Synergist para dar buffs e um de Saboteur para chamar a atenção do inimigo, e após os buffs estarem completos, eles mudam para um de Commando e um de Ravenger (ambos ataque) e um Medic.</p>
<p>Isso permite uma gama enorme de estratégias, mas não é tão fácil sustentar várias classes em um mesmo char como parece. Ao término de uma batalha os monstros dão a boa e velha experiência, que agora chama-se CP, e é gasta num esquema chamado Crystarium, um substituto para os níveis.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/FFXIIIimg2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5954" title="FFXIIIimg2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/FFXIIIimg2.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>O Crystarium é composto de uma árvore (vide figura) para cada classe, cada uma com um caminho e vários pontos nele. Quando o jogador gasta CPs suficientes para alcançar um ponto, o personagem engloba o que está descrito no ponto, seja um bônus de status (HP, Strenght e Magic) ou uma habilidade nova. Vale destacar que os status ganhos em qualquer árvore são adicionados ao personagem na hora, mas as habilidades só funcionam com a classe em que foram liberadas.</p>
<p>Sabendo disso, é só admitir que quanto mais avançado está o Crystarium, mais pontos são precisos para conseguir avançar, e, consequentemente, mais tempo de grind. Jogar aos poucos pode ser uma opção, mas quem pretende ficar horas seguidas com o controle em mãos terá que ter paciência, principalmente após o capítulo 11, quando algumas lutas passam a durar mais de 10 minutos.</p>
<p>Apesar de parecer um pouco desanimador,<em> Final Fantasy XIII</em> compensa com a diversão que é ficar trocando de classes durante a batalha. É meio complicado decidir de início quais personagens pegar e quais classes usar, mas com um pouco de prática e uma tática pronta na cabeça fica até que bacana espancar soldados e tartarugas monumentais, principalmente as tartarugas monumentais. Bom, chega de falar bem do jogo antes que ele fique confiante demais.</p>
<p>O último ponto que vale a pena ser mencionado é a história, que segue a mesma ambiguidade de todo o resto do game. O que melhor explica esse fato é a suposição de que o roteirista estava muito louco de ácido quando pegou seu lápis para escrever o texto de <em>FFXIII</em>.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/FFXIIIimg3.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5955" title="FFXIIIimg3" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/FFXIIIimg3.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Logo de cara já temos uma ruiva desconhecida dando trabalho aos guardas de uma nave, aparentemente de prisioneiros, primeiro com seus pés, passando para uma arma, uma metralhadora e um lança foguetes. Um pouco de jogo de verdade e volta-se a cutscenes, e a ação e o mistério continuam quando muda-se de personagem para um loiro desconhecido.</p>
<p>Isso perdura por todo o capítulo 1, e pelo 2, e pelo 3 etc, até que chega uma hora que começa a cansar a mente de tanta informação nova que chega e não é explicada. Falaram tantas vezes seguidas de l’Cie, Fal’Cie, Cocoon, Pulse sem dar uma definição de cada um que eu fui ler o enredo de <em>FFXII</em> para ver se eu tinha perdido alguma coisa. Spoiler: não tinha.</p>
<p>Essa loucura é levada também aos personagens: Snow, o herói que pensa que é deus; Lightning, a heroína mal-humorada; Sazh, o negão que ninguém consegue escrever o nome corretamente; Vanille, a random do grupo; e Hope, o fardo completamente irritante do grupo.</p>
<p>Assim como o efeito das drogas vão passando com o tempo, o enredo passa a ser cada vez menos chato, até um ponto que acham uma vaga para Vanille e Sazh, surge uma nova personagem bem bacana, Fang, e Hope para de reclamar a cada instante e vira o menino corajoso e com esperança (pegaram essa?). Pena que esse progresso demora 15 horas para acontecer, que foram divididas em quase um ano para mim.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/FFXIIIimg4.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5956" title="FFXIIIimg4" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/FFXIIIimg4.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<h2><strong>VEREDITO FINAL:</strong></h2>
<p><strong><em>Final Fantasy XIII</em> não é nem de longe o melhor jogo analisado aqui no blog, e nem tentem entender como a Famitsu dá 39/40 para ele. É uma boa experiência para quem estiver sem fazer nada e gostar muito de RPG e ação, tem seus pontos positivos, mas não é motivo nem para começar <em>FFXIII-2</em>: vídeos e playthroughs no Youtube já dão background suficiente.</strong></p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/fimffxiii-copy.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5958" title="fimffxiii copy" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/04/fimffxiii-copy.png" alt="" width="520" height="150" /></a></p>
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		<title>Review &#8211; WWE &#8217;12 (PS3)</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Feb 2012 15:12:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luigi Olivieri</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Existe um bom número de jogos de luta por ai, cada um com uma característica que o torna único. Em Marvel vs. Capcom temos as batalhas em trios, Mortal Kombat apresenta uma violência que atinge o cômico e Super Smash Bros. o fato de não ser um fighter. Os jogos da WWE nunca foram iguais [...]]]></description>
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<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/imagem4.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5643" style="border-style: initial; border-color: initial;" title="imagem4" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/imagem4.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<div>
<p>Existe um bom número de jogos de luta por ai, cada um com uma característica que o torna único. Em <em>Marvel vs. Capcom</em> temos as batalhas em trios, <em>Mortal Kombat</em> apresenta uma violência que atinge o cômico e <em>Super Smash Bros.</em> o fato de não ser um fighter.</p>
<p>Os jogos da WWE nunca foram iguais aos outros, mesmo porque o professional wrestling já é um gênero a parte com milhões de fãs que o assistem semanalmente na TV &#8211; incluindo quem vos fala -. O problema é que isso faz com que eles entrem na mesma categoria dos filmes: como transmitir algo tão querido para os videogames sem estragar tudo?</p>
<p><span id="more-5638"></span><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/imagem1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5641" title="imagem1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/imagem1.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p><em><strong>WWE &#8217;12<br />
</strong></em><strong>Desenvolvedora:</strong> Yuke&#8217;s<br />
<strong>Publisher:</strong> THQ<br />
<strong>Plataforma:</strong> PlayStation 3 (versão analisada), Xbox 360, Wii</p>
<p>Assim como os longas, os jogos de luta-livre tiveram um bom tempo nos anos 90, principalmente no Nintendo 64, mas acabaram perdendo muita força na década seguinte. Foram alguns anos sem chamar aquela atenção necessária para os <em>WWE Smackdown vs. Raw</em>, que finalmente foi conquistada, junto com a mudança de nome para <em>WWE ‘12</em>.</p>
<p>Para alcançar essa visibilidade, o jogo se sustentou em três pilares bem definidos, sendo eles a mecânica, o multiplayer e a personalização. Na verdade, os dois últimos estão um pouco conectados, mas vamos falar dos pilares na ordem.</p>
<p>Quem já assiste Raw ou Smackdown toda a semana já conhece como as lutas funcionam, basicamente dois caras destilando golpes um no outro até que um caia com os dois ombros no chão e o que sobrou consiga dar o pin &#8211; cobri-lo por três segundos sem que ele levante um dos ombros -. Pode parecer bem fácil conquistar esse objetivo, mas esquecemos de adicionar alguns fatores essenciais.</p>
<p>Quando o inimigo é coberto, uma barra aparece em sua tela para ele tentar se salvar, e se ele conseguir carregar a barra e soltá-la enquanto está numa área demarcada (vide imagem abaixo) ele volta. E como fazemos para a “área de salvamento” diminuir ao longo da luta? Dando mais porrada, lógico.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/imagem3.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5642" title="imagem3" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/imagem3.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Agora entra a parte interessante do game: mesmo que o oponente esteja dominando o jogo, tudo que precisamos para contra-atacar é apertar o R2 no momento certo e não dormir no ponto para começarmos nossa própria sequência de sopapos. Por causa disso, a troca de momentum entre jogadores é bem comum, não tem aquela história de uma pessoa começar um combo gigante e acabar a luta em 10 segundos sem chance alguma para a outra.</p>
<p>A facilidade de soltar um golpe também ajuda a equilibrar a luta, já que se baseiam em dar socos com quadrado e combinações de bolinha e X. Claro que tem toda a parte de subir nas cordas, dar Finishers e jogar o inimigo numa mesa, mas tudo isso também é feito com um ou dois cliques.</p>
<p>Talvez o jeito mais fácil de aprender os golpes, além de jogando, é usando o sistema de criação, o segundo ponto forte de <em>W’12</em>. É incrível como a Yuke’s investiu no modo de criação, que não se limita a fazer um personagem do zero, mas também subir ringues, golpes finais, filmes de entrada e até uma história inteira.</p>
<p>Quem curte essa parte de personalizar pode preparar muitas horas na agenda. Ao entrar na criação de personagens o game apresenta todas as características possíveis para edição, desde as roupas dele até se a torcida vai comemorar ou xingar durante a entrada do boneco.</p>
<p>Podemos escolher cada golpe que o char usará para cada uma das combinações de botões, tanto em pé quanto nas cordas ou no chão. Somos nós que atribuímos um ataque a uma combinação, então depois de editar alguém já sabemos como aplicar qualquer golpe. Foi assim que aprendi a jogar, ainda que muito mal.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/imagem-21.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5640" title="imagem 2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/imagem-21.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Acabamos de preparar o personagem? Que tal fazer upload na rede do game para qualquer um baixar? Assim chegamos no terceiro e último pilar do jogo: sua rede online.</p>
<p>A THQ pode estar com muitos problemas de segurar o modo online de seus jogos, tanto de <em>W’12</em> quanto do <em>UFC Undisputed 3</em>, mas isso não tira seu mérito. Além de colocar a opção de upload e download de tudo que se cria no modo single player, a empresa implementou lutas online de todo tipo contra pessoas randômicas ou com amigos.</p>
<p>Com certeza a melhor experiência que se tem no game é reunir uma galera no skype, fechar um servidor de todos contra todos valendo marretada e cadeirada e começar a pancadaria (quase) gratuita. Dá até para reproduzir algumas cenas clássicas, como o Undertaker derrubando Mankind em um Hell in a Cell.</p>
<p>Como eu disse, precisamos ter um bom timing para jogar online devido às quedas constantes da rede, tanto no PS3 quanto no Xbox 360, mas nada que jogar contra o PC não resolva de vez em quando. É até que divertido jogar contra a inteligência artificial do game, principalmente por nos depararmos algumas vezes com a frase “Nossa, já vi fulano dando essa sequência de golpes na TV!”.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/imagem5.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5645" title="imagem5" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/imagem5.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<h2><strong>VEREDITO FINAL:</strong></h2>
<p><strong>Deu para perceber que <em>WWE ’12</em> foi feito de fãs para fãs, mas mesmo quem não se importa muito com wrestling pode se aventurar no jogo. Quando funciona, o modo online é muito bom, e a perfeição de detalhes colocados nos personagens existentes e na criação de novos é surpreendente. Quem pegá-lo com a mente aberta, esperando um jogo de luta diferente dos que vemos por ai, só tem a ganhar.</strong></p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/nota1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5644" title="nota" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/nota1.png" alt="" width="520" height="150" /></a></p>
</div>
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		<title>Review &#8211; Batman: Arkham City (PS3)</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 15:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luigi Olivieri</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Prepare a capa, a máscara e o cinto de utilidades, pois após bater em vários capangas e vilões no fantástico Batman: Arkham Asylum, a Rocksteady mandou para os fãs de aventura e heróis uma sequência com encrenca, encrenca em dobro. Pode ser difícil acreditar que ela conseguiu se superar com Arkham City, principalmente sendo uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/imagem-topo.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5567" title="imagem topo" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/imagem-topo.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Prepare a capa, a máscara e o cinto de utilidades, pois após bater em vários capangas e vilões no fantástico <em>Batman: Arkham Asylum</em>, a Rocksteady mandou para os fãs de aventura e heróis uma sequência com encrenca, encrenca em dobro.</p>
<p>Pode ser difícil acreditar que ela conseguiu se superar com <em>Arkham City</em>, principalmente sendo uma empresa com apenas três jogos no currículo, mas passa a ser bem difícil duvidar de alguma coisa depois de jogar <em>AC</em>.</p>
<p><span id="more-5543"></span><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/imagem-1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5568" title="imagem 1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/imagem-1.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p><em><strong>Batman: Arkham City<br />
</strong></em><strong>Desenvolvedora:</strong> Rocksteady Studios<br />
<strong>Publisher:</strong> Warner Bros. Interactive Entertainment<br />
<strong>Plataforma:</strong> Windows, PlayStation 3 (versão analisada), Xbox 360, Wii U</p>
<p>Não foi só em um ou dois pontos que houve progresso, ínúmeros detalhes evoluiram desses dois anos de produção para cá. O mapa é um dos primeiros que dá para notar, obviamente, passando a ser bem maior que o anterior e totalmente livre de acessos para ir de uma área externa para outra, a principal desvantagem no transporte durante o primeiro game.</p>
<p>É mais ou menos como se você soltasse um pássaro &#8211; ou um morcego, no caso &#8211; da gaiola e jogasse na floresta. A movimentação do personagem ficou bem mais fluída, podendo usar a garra enquanto está no ar para se pendurar em algum prédio.</p>
<p>Os testes de Realidade Aumentada melhoram ainda mais seu movimento, ensinado a mergulhar para ganhar velocidade e melhorando a garra após completa-los para poder dar impulso com ela sem pisar nos edifícios. Agora é a hora da pergunta “Espera, prédios? Mas não era um manicômio?”.</p>
<p>Como o nome já diz, houve uma mudança de ambiente no jogo. Após o fim de <em>AA</em>, o administrador do local, Quincy Sharp, toma os créditos por ter salvo o Asilo das piadas do Coringa. Com isso ele consegue se tornar prefeito de Gothan e, para resolver os problemas de segurança da cidade, compra uma favela do município e transforma num presídio com centenas e centenas de vilões e criminosos.</p>
<p>Quem fica no comando é Hugo Strange, outro vilão da série, cuja ordem máxima aos presos é “Tomem armas e sejam felizes, só não escapem, ou vai ter treta”. O problema é que qualquer um que é contra Arkham City é jogado dentro da prisão, e nessa pegam Bruce Wayne fazendo campanha para fechar o local. Claro que ele dá um pau nos delinquentes que pensam que ele está indefeso e entra em contato com Alfred, pedindo que mande seu traje em um jato. E não, ainda não chegou a hora de controlar algum batveículo.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/imagem-2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5569" title="imagem 2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/imagem-2.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Agora o morcegão tem que descobrir o que é o tal Protocolo 10 que Strange planeja, enquanto procura uma cura o mais rápido possível para o Titan Virus que ele recebe por transfusão de sangue de um Coringa em fase terminal.</p>
<p>Como a cidade reúne os presos tanto do Arkham Asylum quanto os da Blackgate Penitentiary, vários chefões novos aparecem para atrapalhar seu passeio. Mr. Freeze, Ra&#8217;s al Ghul, Duas Caras e Pinguim, por exmeplo, dão a cara a tapa, e outros aparecem em side quests apenas para captura, novidade bem legal para adicionar tempo de jogo.</p>
<p>Diferente de alguns games onde as missões secundárias mandam apenas matar um peão aqui ou ali para ganhar um pouco de experiência, as de <em>AC</em> são todas encabeçadas por um vilão. Um deles é o Charada, que apresenta centenas de novos desafios espalhados pelo mapa e ainda tem sua storyline própria.</p>
<p>Além dos troféus e charadas padrão postos estrategicamente em Arkham City pelo personagem, ele também instalou vários troféus protegidos por uma grade, e para obte-los é necessário resolver alguma sistema que envolve plataformas e switches elétricos. Há também uma série de reféns que você deve resgatar, e para saber onde eles estão é preciso por a mão na massa e completar os desafios do vilão.</p>
<p>Como deu para perceber, não é possível depender apenas de agilidade e força, você vai precisar durante todo o jogo mostrar que sabe usar o cérebro e os utensílios do Batman. O game tem muitos desafios que não dependem de dar porrada em um monte de capangas, mas sim usar stealth ou um dos itens novos: a arma de choque, a bomba de congelar, a granada de fumaça, entre outros.</p>
<p>Alguns gadgets antigos ganham novos horizontes, como é o caso do Line Launcher, que agora permite que o personagem entre em câmera lenta e solte outra linha durante o percurso ou então suba em cima dela buscando novos métodos de remover inimigos. Seguindo a mesma linha, o Cryptographic Sequencer tanto hackeia campos protegidos como detecta sinais de rádio para ouvir a comunicação entre os vilões.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/imagem-3.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5570" title="imagem 3" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/imagem-3.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Algo que existia apenas para o batrang no jogo anterior, mas implementaram muito bem em <em>AC,</em> foi atalhos para os gadgets. Três itens determinados pelo jogo podem ser acionados apertando L1 e triângulo/bola/quadrado, deixando o combate tão dinânico quanto o movimento.</p>
<p>Isso sem falar de alguns golpes especiais que o morcego aprendeu nas férias, como usar batrangs para inutilizar todos os inimigos que estão no chão ou então invocar dezenas de morcegos para deixar a galera confusa.</p>
<p>Esses atalhos e especiais são muito bem-vindos no robusto modo Challenge. São 24 desafios ranqueados com leaderboards e mais 12 chamados Campaign Challenges, que colocam três mapas da campanha em sequência para testar os mais aptos.</p>
<p>Se você não é desses que curte sofrer, termine o game e vá começar o New Game Plus. Imagine o modo normal, só que agora os inimigos raciocinam um pouco mais e estão doidos para balear a primeira alma viva que aparecer na frente. Mas esse nem é o maior atrativo dessa campanha extra.</p>
<p>O que fez metade das pessoas jogarem-na, tirando o troféu de platina, é o final. Curtiu o Coringa cantando &#8220;Only You&#8221; nos créditos? Prepare o coração para o que acontece nos créditos do NG+.</p>
<p>Talvez a única carência de <em>Arkham City</em> seja um modo multiplayer, mesmo com o game já sendo muito bom. Aquele trailer que saiu há um bom tempo com Batman e Joker lutando lado-a-lado não virou nada, e um coop com o morcego e o Robin entraria bem, nem que viesse como DLC, já que o aprendiz só é jogável ao custo de 7 dólares.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/imagem-4.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5571" title="imagem 4" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/imagem-4.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<h2><strong>VEREDITO FINAL:</strong></h2>
<p><strong>Se <em>AA</em> era o &#8220;Batman Begins&#8221; dos games, a produtora conseguiu entregar aos jogadores o seu &#8220;The Dark Knight&#8221;. <em>Batman: Arkham City</em> aperfeiçoou os prós de seu predecessor, corrigiu os contras e tudo isso enquanto fazia piada com o final de Lost.</strong></p>
<p><strong><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/nota.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5572" title="nota" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/02/nota.png" alt="" width="520" height="150" /></a></strong></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fplayertwo.com.br%252Fconteudo%252Freview-batman-arkham-city-ps3%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Review%20-%20Batman%3A%20Arkham%20City%20%28PS3%29%22%20%7D);"></div>

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		<title>Review &#8211; Portal 2 (PC)</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 14:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luigi Olivieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[PC]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Portal 2]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Valve]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproveitando o sucesso crescente de Half-Life e Team Fortress, a Valve lançou em 2007 a Orange Box, que trazia Portal, HL2, Episode One e Episode Two e TF2. Com a atenção voltada aos dois últimos antes, os grandes exclusivos da caixa antes de sua chegada, a empresa surpreendeu mais com outro joguinho. Não porque os dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/topo.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5517" title="topo" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/topo.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Aproveitando o sucesso crescente de <em>Half-Life</em> e <em>Team Fortress</em>, a Valve lançou em 2007 a Orange Box, que trazia <em>Portal, </em><em>HL2</em>, <em>Episode One</em> e <em>Episode Two </em>e <em>TF2</em>. Com a atenção voltada aos dois últimos antes, os grandes exclusivos da caixa antes de sua chegada, a empresa surpreendeu mais com outro joguinho.</p>
<p>Não porque os dois destaques eram ruins &#8211; ambos possuem legiões enormes de fãs -, mas <em>Portal</em> foi tão simples e inovador que teve a mesma importância que eles. Claro que Valve enxergou o potencial da franquia, e mostrou que não só vê o que sua comunidade quer como também consegue realizar seus desejos.</p>
<p><span id="more-5512"></span><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/imagem1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5518" title="imagem1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/imagem1.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p><em><strong>Portal 2<br />
</strong></em><strong>Desenvolvedora:</strong> Valve Software<br />
<strong>Publisher:</strong> Valve Software<br />
<strong>Plataforma:</strong> Windows (versão analisada), Mac OS X, PlayStation 3, Xbox 360</p>
<p>Depois de um pequeno tutorial para os comandos básicos vemos que a Aperture não está em sua melhor época. Torres inteiras caindo, mato tomando conta do local, câmaras de testes aos pedaços e ainda temos que aguentar o afobado Wheatley, uma das personalidades que estavam presas à GLaDOS, tentando ajudar a arrumar a zona e libertar Chell.</p>
<p>Após colocar alguns portais aqui e ali, terminar uns testes e andar pelo interior da facilidade, claro que o robozinho acaba fazendo uma bobagem monumental e acorda nossa velha amiga GLaDOS. Pelo menos ela é uma das personagens mais geniais dos games, então não é tão ruim assim.</p>
<p>A língua afiada da personagem continua genial, com frases dignas de prêmios e sarcasmo vindo por todos os lados. Em alguns casos, como a explicação de todos os métodos de tortura que ela usará em Wheatley, é de gargalhar.</p>
<p>O único problema do despertar é que o primeiro pensamento que vem à cabeça quando não estamos dentro das câmaras de testes é “Eu vou ser morto a qualquer momento”. E, olha, tem muito mapa para explorar e temer além das câmaras clássicas.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/imagem3.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5516" title="imagem3" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/imagem3.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p><em>Portal</em> era um jogo pequeno, apenas 20 níveis e um abraço, mas sua sequência é um game de verdade. São diversas chambers organizadas pela GLaDOS, algumas antes de acordá-la, outras narradas pelo ex-CEO da Aperture Science, Cave Johnson, e mais umas que não podem ser reveladas para evitar spoilers.</p>
<p>Além de todos os testes, há vários trechos em que acabamos andando por escombros da Aperture ou em seu interior, o que rende imagens belíssimas e algum background sobre como funcionava a empresa em seu passado e o que aconteceu para ela ficar deserta e assustadora.</p>
<p>As seis horas extras que <em>Portal 2</em> tem em relação ao primeiro não trazem só mais história, diversas ferramentas novas foram introduzidas para ajudar Chell a sobreviver. São cinco no total, e todos encaixam bem no game, nada de pontas duplas. Jogar o gel de repulsão nas turrets e vê-las voando por ai é uma das coisas mais gratificantes que os itens possibilitam, por sinal.</p>
<p>O multiplayer &#8211; sim, existe um mp e coop &#8211; também faz bom uso dessas ferramentas, como dar a possibilidade de matar seu companheiro de jogatina redirecionando o laser nele.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/imagem2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5515" title="imagem2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/imagem2.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Brincadeiras e assassinatos a parte, o coop coloca dois robôs para completar as câmaras juntos, desfrutando das várias novidades que vemos durante a campanha. Um dos únicos extras é que cada um tem uma portal gun com entrada e saída, ou seja, é preciso usar quatro portais em praticamente todos os níveis, e dá-lhe coordenação para mandar o parceiro para o fim da fase e não para o líquido tóxico. Spoiler: em 99% das vezes ele cai no líquido tóxico.</p>
<p>Tirando isso, as diferenças que restam entre single player e multi são a interação entre os dois robôs (tirar a cabeça do outro, fazer comemorações, indicar onde colocar um portal etc) e os itens para equipar, duas coisas que não fariam muito sentido ao jogar sozinho.</p>
<p>Se quisermos mesmo uma boa experiência online, os Challenges estão ai para jogar: há dezenas deles, é engraçado ficar fazendo palhaçada em dois e eles são, bem, desafiantes. Um excelente complemento à já sensacional campanha.</p>
<h2><strong>VEREDITO FINAL:</strong></h2>
<p><strong>A progressão que ocorreu de <em>Portal</em> para<em> Portal 2</em> foi incrível. Seu estilo simples foi mantido, ao mesmo tempo que houve um ótimo trabalho na construção da história, dos personagens e do ambiente em si. Para fechar, o multiplayer sacia a vontade de mais jogo após o fim da campanha, até que a Valve anuncie um jogo novo para endoidar os fãs.</strong></p>
<p><strong><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fim1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5514" title="fim" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fim1.png" alt="" width="520" height="150" /></a></strong></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fplayertwo.com.br%252Fconteudo%252Freview-portal-2-pc%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Review%20-%20Portal%202%20%28PC%29%22%20%7D);"></div>

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		<title>Review &#8211; Pokémon Black (DS)</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 16:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luigi Olivieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nintendo]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[DS]]></category>
		<category><![CDATA[Pokémon Black & White]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Vocês podem até ter cansado de Pokémon, mas ainda tenho vitalidade de sobra para escrever sobre assunto. Talvez porque passei minha infância toda vendo o seriado, ou porque a versão Yellow me iniciou no inglês. Mas isso não vem ao caso, o que importa é que Pokémon Black/White tem mais 156 monstrinhos andando pelo mundo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/bridge.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5379" title="bridge" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/bridge.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Vocês podem até ter cansado de <em>Pokémon</em>, mas ainda tenho vitalidade de sobra para escrever sobre assunto. Talvez porque passei minha infância toda vendo o seriado, ou porque a versão <em>Yellow</em> me iniciou no inglês.</p>
<p>Mas isso não vem ao caso, o que importa é que <em>Pokémon Black/White</em> tem mais 156 monstrinhos andando pelo mundo, uma nova região e uma nova Equipe Rocket esperando por japoneses fanáticos ou pessoas que não conseguem contar até 252 para ser jogada e analisada.</p>
<p><span id="more-5372"></span><em><strong><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/inicio.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5381" title="inicio" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/inicio.png" alt="" width="520" height="300" /></a></strong></em></p>
<p><em><strong>Pokémon Black</strong></em><br />
<strong>Desenvolvedora:</strong> Game Freak<br />
<strong>Publisher:</strong> Nintendo<br />
<strong>Plataforma:</strong> Nintendo DS</p>
<p>Apesar de vermos exatamente essas novidades surgindo em cada jogo novo há mais de uma década, a quinta geração conseguiu algo que talvez só a de <em>Gold/Silver/Crystal</em> alcançou: um uma evolução incrível em relação ao passado. E essa evolução foi em tantos aspectos que precisamos ir com calma no assunto.</p>
<p>As imagens, por exemplo, conseguiram acompanhar bem a melhora entre <em>Platinum</em> e<em> HeartGold</em>. Os gráficos estão na mesma linha dos remakes, mas com a adição de construções grandiosas, como pontes gigantes onde a câmera até se afasta para vermos o tamanho e arranha-céus dentro da maior cidade do game.</p>
<p>Pode parecer fútil, mas detalhes como esse fazem com que nos sentimos em um jogo de verdade. Agora temos até cut-scenes durante a história, junto com a abertura do jogo que é um show a parte.</p>
<p>Pela primeira vez na história do mundo a abertura não é um monte de pokémon randômico aparecendo em cenários bonitinhos, mas sim um prelúdio da história, mostrando a coroação de uma pessoa de cabelo verde, que por acaso é um dos líderes do Team Plasma, os inimigos da vez.</p>
<p>O objetivo inicial da facção dessa vez é libertar todos os pokémons para eles viverem como quiserem, nada de dominar o mundo ou coisa do tipo. Para isso ela conta com sete sábios, o principal deles Ghetsis, e um rei, N, e adicionam um peso muito grande na história e a jogabilidade.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/castelia.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5373" title="castelia" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/castelia.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>No entanto, o peso não é completamente bom. A introdução de um enredo mais complexo e de dois rivais tirou toda a fluidez do game, e me impede até hoje de zerá-lo. Normalmente você encontra o rival 4 vezes para batalhar e o Team alguma coisa umas outras 4, mas em <em>Black/White</em> é um encontro com ambos a cada ginásio, cansa.</p>
<p>Eu desisti de terminá-lo por hora, mas talvez saber que existe uma série de coisas para fazer após terminá-lo incentive as pessoas a a fazer isso. Praticamente metade do mapa só é acessível após o fechamento da história principal, aparecendo novos desafios e pokémons para capturar.</p>
<p>Os monstrinhos antigos só começam a aparecer a partir dai, então pode se esforçar pra conseguir chegar até esse ponto, pois aguentar pokémons como <a href="http://images.wikia.com/pokemon/images/3/3c/Dasutodasu.png">esse</a> está ficando complicado. Nintendo, relaxa no crack ou para de criar novos bichos, por favor.</p>
<p>Ainda sobre eles, existem três itens interessantes apesar da falta de criatividade na criação dos 156 novos. Há um bom tempo existem pokémons exclusivos da noite, mas agora adicionaram exclusivos de temporadas, como alguns de gelo que aparecem mais no inverno. A mesma coisa para algumas regiões, que ganham passagens novas por causa de pilhas de neve.</p>
<p>As Triple Battles simples são bem sem graça, mas as de Rotação divertem bastante. Nelas, três pokémons de cada lado entram na batalha, mas só o que está na frente de cada lado luta. Durante a fase de escolha de golpes, o jogador pode optar por trocar o seu da frente por um dos dois que estão de lado, isso sem perder a rodada &#8211; ou seja, podendo atacar com o novo -. E os mind games que rolam durante uma partida dessas?</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/rotation.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5376" title="rotation" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/rotation.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>O destaque mesmo fica para o DreamWorld, algo paralelo ao PokéWalker de <em>HeartGold/SoulSilver</em>. Após conseguir o C-Gear, um aparelinho que abriga várias funções em relação ao Wi-Fi, qualquer jogador cadastrado no site do Global Link pode entrar no DreamWorld com um de seus pokémons do box.</p>
<p>Depois de colocar o pokémon pra dormir, a brincadeira se transfere para o PC. Dentro do DreamWorld, cada jogador ganha uma casa para personalizar e pode visitar diversos mapas para encontrar pokémon e itens, que são transferidos para o DS na próxima sincronização.</p>
<p>Para não lotar muito os servidores, e como os pokémons de lá possuem habilidades e golpes especiais, há um limite de uma hora de jogo por dia para cada cartucho, nada muito trágico. Após esse tempo, você pode sincronizar de novo o jogo e capturar o pokémon transferido.</p>
<p>Os metagamers e jogadores casuais podem ficar felizes com os duelos em rotação, o DreamWorld e o reequilíbrio nos golpes e status, pois a parte batalhas está bem divertida. Já quem não aguenta mais ver Pokémon pela frente, a sugestão é pegar um pouco <em>HeartGold</em>, renovar as esperanças e jogar <em>Black &amp; White</em> de uma vez, e colocar <a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/magikarplol.png">essa imagem</a> como inspiração (só os bons entenderão).</p>
<h2><strong><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/dreamworld.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5375" title="dreamworld" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/dreamworld.png" alt="" width="520" height="300" /></a></strong></h2>
<h2><strong>VEREDITO FINAL:</strong></h2>
<p><strong>Pokémon está envelhecendo, e a Game Freak percebeu isso. Tentou implementar um punhado de novidades, algumas citadas aqui como boas ou ruins e outras que nem tiveram espaço na análise, mas ela conseguiu fazer a quinta geração passar no controle de qualidade dos fãs. Mesmo com o caminho até a Liga sendo um pouco pesado, <em>Pokémon Black</em> consegue ser bom, ultrapassando as versões passadas e parando apenas na muralha de Ouro e Prata.</strong></p>
<p><strong><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fim.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5380" title="fim" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fim.png" alt="" width="520" height="150" /></a></strong></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fplayertwo.com.br%252Fconteudo%252Freview-pokemon-black-ds%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FxqdMrc%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Review%20-%20Pok%C3%A9mon%20Black%20%28DS%29%22%20%7D);"></div>

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		<title>Review &#8211; Dungeon Defenders (PC)</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 23:47:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luigi Olivieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[PC]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Dungeon Defenders]]></category>

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		<description><![CDATA[Ultimamente um dos jogos que eu mais espero para ter &#8211; ou ganhar no Steam &#8211; é Skyrim. Após assistir tantos vídeos sobre o game ele me conquistou, mas é um amor recente, pós-lançamento. Na verdade, havia apenas um jogo o qual eu esperava ansiosamente desde o anúncio: Dungeon Defenders. Em 2010 ele entrou para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/imagem6.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5329" title="imagem6" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/imagem6.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Ultimamente um dos jogos que eu mais espero para ter &#8211; ou ganhar no Steam &#8211; é <em>Skyrim</em>. Após assistir tantos vídeos sobre o game ele me conquistou, mas é um amor recente, pós-lançamento.</p>
<p>Na verdade, havia apenas um jogo o qual eu esperava ansiosamente desde o anúncio: <em>Dungeon Defenders</em>. Em 2010 ele entrou para a minha wishlist, e depois de uma semana de jogo já ocupa o Top 5 horas jogadas no meu PC.</p>
<p><span id="more-5322"></span><em><strong><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/imagem2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5326" title="imagem2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/imagem2.png" alt="" width="520" height="300" /></a></strong></em></p>
<p><em><strong>Dungeon Defenders</strong></em><br />
<strong>Desenvolvedora:</strong> Trendy Entertainment<br />
<strong>Publisher:</strong> Reverb Communications<br />
<strong>Plataforma:</strong> Windows (foco da análise), Xbox Live Arcade, PlayStation Network, iOS, Android</p>
<p>Apesar do hype antes do lançamento, pouco sabia eu como o jogo funcionava, somente que era um Tower Defense que dava o controle de personagens para atacar as hordas de inimigos.</p>
<p>Depois de tê-lo fiz a incrível observação que o game é exatamente isso, só havia esquecido que eles invocavam torres também. Ao entrar no jogo você escolhe uma classe das quatro que já vem com ele para defender os cristais de Etheria, cada uma delas com suas próprias armas, torres e habilidades para usar.</p>
<p>Como falamos de um game de estratégia, todas as quatro são essenciais para um bom jogo. Guerreiros e magos destroem a linha de frente, enquanto a caçadora coloca armadilhas pelo mapa e o monge dá suporte aos aliados. Na teoria é tudo muito lindo, mas raramente funciona.</p>
<p>Além de consumir a mana do jogador, as torres utilizam Unidades de Defesa compartilhadas por todos e limitadas pelo mapa, ou seja, os jogadores podem construir um número limitado de torres e sempre terá alguém &#8211; normalmente o mago &#8211; que vai tomar a maioria desses pontos e ter mais delas, além de que são poucas as vezes que conseguimos entrar numa partida online em que as quatro classes coexistem.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/imagem1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5325" title="imagem1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/imagem1.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Isso se aplica quando falamos do modo online livre, tanto o oficial quanto o liberado para modificações, mas <em>DD</em> conta com a opção de jogos em rede privados e um multiplayer local de até quatro jogadores, utilizando teclado ou joystick. Para aumentar a inclusão, o game é cross-plataform entre PC, PS3, iOS e Android, uma conquista impressionante.</p>
<p>A parte ruim é que as saves não são compartilhadas (eles não são deus), então os personagens e a mana, usada também para melhorar equipamentos e comprar pets na taverna, ficam apenas no console jogado. E pode acreditar, você vai querer investir uma mana em pets e melhoramentos.</p>
<p>Vários itens podem ser achados durante as batalhas, mas para eles ficarem num nível bacana e condizentes com sua build é necessário atualizar seus stats. Já os pets conseguem ser de extrema ajuda, dando diversos bônus para seu dono e ainda atacando para ele.</p>
<p>Há possibilidade de conseguir bichinhos após matar um boss, comprando por mana, ou &#8211; e ai aparece a vantagem da versão de PC &#8211; apenas adquirindo o jogo. Todos que compram o game via Steam ganham quatro personagens de <em>Team Fortress 2</em> como pet e uma Portal Gun, exclusiva para a caçadora, que funciona mesmo como uma Portal Gun!</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/imagem5.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5328" title="imagem5" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/imagem5.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Como todo o jogo, esse também apresenta algumas falhas, como o fato de eu não experienciar tanto crash desde o Playstation 1. Em fullscreen o problema nem é tão grande, mas como o jogo encrenca quando você quer usar o alt+tab no modo janela.</p>
<p>Outros erros bastante encontrados são dele não te deixar entrar em algumas partidas porque acionou filtros completamente do nada ou o misterioso crash quando se passa do fim de um mapa direto para a taverna, que derruba todo mundo menos o host.</p>
<p>Ainda assim, quem curte uma ação/estratégia e consegue deixar o twitter de lado por um tempo para jogar em fullscreen pode encontrar um ótimo passatempo para ocupar pelo menos 30 horas na primeira semana de jogo. Ou fazer igual a um cara que encontrei em uma partida e alcançar level 70 com oito personagens em sete dias.</p>
<h2><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/imagem3.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5327" title="imagem3" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/imagem3.png" alt="" width="520" height="300" /></a></h2>
<h2><strong><br />
VEREDITO FINAL:</strong></h2>
<p><strong>Extremamente recomendado aos fãs de Tower Defense, mesmo para quem já possui <em>Sanctum</em> ou <em>Orcs Must Die!</em>. Há possibilidade de jogar tanto online como single player ou um coop local e, apesar de bugs ou uma concentração de chars de uma mesma classe, <em>DD</em> definitivamente não deixa o jogador na mão no quesito diversão.</strong></p>
<p><strong><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/fim.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5324" title="fim" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/fim.png" alt="" width="520" height="150" /></a><br />
</strong></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fplayertwo.com.br%252Fconteudo%252Freview-dungeon-defenders-pc%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Review%20-%20Dungeon%20Defenders%20%28PC%29%22%20%7D);"></div>

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		<title>Review &#8211; Terraria (PC)</title>
		<link>http://playertwo.com.br/conteudo/review-terraria-pc/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 21:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luigi Olivieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[PC]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Terraria]]></category>

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		<description><![CDATA[Minecraft certamente abriu novas portas para o mundo dos games, mostrando uma alternativa à infinidade de shooters que são lançados hoje em dia. Chegou de mansinho, na fase alpha, e antes mesmo de seu lançamento completo, explodiu, cravando a marca de 3 milhões de cópias vendidas. Essa explosão deixou um rastro incrível chamado Terraria, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/TERRARIAHEAD.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-4989" title="TERRARIAHEAD" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/TERRARIAHEAD.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Minecraft certamente abriu novas portas para o mundo dos games, mostrando uma alternativa à infinidade de shooters que são lançados hoje em dia. Chegou de mansinho, na fase alpha, e antes mesmo de seu lançamento completo, explodiu, cravando a marca de 3 milhões de cópias vendidas.</p>
<p>Essa explosão deixou um rastro incrível chamado Terraria, o jogo mais vendido no Steam logo em sua primeira semana disponível na loja virtual. Diferente das cópias de Minecraft que apareciam a torto e a direito pela internet, os produtores do game procuraram pontos para melhorar e inovar.</p>
<p><em><strong><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/TERRARIA1.png"><span id="more-4988"></span><img class="aligncenter size-full wp-image-4990" title="TERRARIA1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/TERRARIA1.png" alt="" width="520" height="292" /></a></strong></em></p>
<p><em><strong>Terraria</strong></em><br />
<strong>Desenvolvedora:</strong> Re-Logic<br />
<strong>Publisher:</strong> Re-Logic<br />
<strong>Plataforma:</strong> PC (Windows)</p>
<p>O mais notável deles, à primeira vista, é a aparência, que rendeu ao título a fama de “Castlevania sandbox”. A equipe resolveu sacrificar um pouco do poder de construção de monumentos e mudou a visão do jogo para um 2D sidescroll, bem característico da franquia de vampiros.</p>
<p>A visão em terceira pessoa, no entanto, enfatizou consideravelmente o quesito aventura. Poder olhar o personagem a distância e ver com clareza o que vem pela frente e o que acontece atrás ao adentrar em cavernas dá uma certa segurança ao jogador, suficiente para dar mais de dez passos sem medo de algum monstro explodir nas costas, ou, no caso de Terraria, uma minhoca gigante surgir de alguma direção qualquer.</p>
<p>Quem ainda não se sente seguro, ou tem um protagonista claustrofóbico, pode testar os outros vários biomas que o jogo apresenta. São doze no total, sete deles acima da terra e os outros cinco abaixo, e cada um com um nível de dificuldade específico.</p>
<p>Ambientes distintos trazem novos monstros, itens exclusivos, mais ervas para preparar poções e papéis de parede diferentes. Alguns lugares são bem tranquilos de acessar e sobreviver, mas o Underworld e a Dungeon, por exemplo, são incrivelmente desafiadores, mesmo para quem já está avançado no game.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/TERRARIA3.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-4991" title="TERRARIA3" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/TERRARIA3.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<p>Este último, inclusive, é protegido pelo chefão mais difícil do jogo, um velhinho que se transforma em um esqueleto enorme. Perto dele, os outros dois chefes são brinquedos, mas há uma alternativa muito boa para derrotá-lo: o multiplayer, a melhor parte de <em>Terraria</em>.</p>
<p>É bem legal explorar o mundo e conseguir se virar sozinho, mas dividir o tempo de jogo com um ou mais amigos é muito mais divertido. Mesmo com mais inimigos aparecendo, as tarefas, como defender a região, mineirar e caçar baús, podem ser divididas entre os jogadores.</p>
<p>Isso torna a evolução de personagens muito mais rápida, facilitando a entrada em biomas mais complicados. Conforme todos vão evoluindo, os jogadores podem começar a explorar o sistema de classes, determinado pela sua armadura.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/TERRARIA4.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-4992" title="TERRARIA4" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/TERRARIA4.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<p>Algumas armaduras aumentam o ataque com espadas, enquanto outros tratam de melhorar o poder das magias lançadas pelos jogadores. Há um número enorme de armas no game, incluindo espadas, boomerangs, lanças, armas de fogo e até sabres de luz, então é só escolher o equipamento que mais agrada e sair matando monstros.</p>
<p>Após um bom tempo, quando todos estiverem armados e equipados, o modo PvP pode ser acionado a qualquer momento para disputas entre os jogadores. A comunidade de <em>Terraria</em> disponibiliza pelo fórum oficial muitos mapas com construções especiais para PvPs, cada um com uma característica que melhora a disputa entre os personagens.</p>
<p>Chegar a esse ponto parece ser o final de tudo, mas é difícil sandboxes apresentarem algum. A maioria deles, incluindo <em>Terraria</em>, recebem atualizações esporádicas, aumentando o número de itens, monstros e aventuras. O tempo de vida do título também cresce, e o que já tinha horas e horas de diversão para todos os tipos de jogadores fica ainda maior.</p>
<h2><strong><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/TERRARIA2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-4993" title="TERRARIA2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/TERRARIA2.png" alt="" width="520" height="292" /></a></strong></h2>
<h2><strong>VEREDITO FINAL: Nota <strong>8.5</strong></strong></h2>
<p><strong>Sem dúvidas o conjunto acaba valendo muito mais do que os dez dólares pelos quais é vendido no Steam, devido a incrível variedade e diversão, com um jogador ou em vários. Uma obrigação para aqueles que não saem do <em>Minecraft</em> e curtem uma boa ação.</strong></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fplayertwo.com.br%252Fconteudo%252Freview-terraria-pc%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Review%20-%20Terraria%20%28PC%29%22%20%7D);"></div>

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		<title>Review &#8211; Final Fantasy (NES)</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Apr 2011 20:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luigi Olivieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nintendo]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Final Fantasy]]></category>
		<category><![CDATA[NES]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Square]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando comprei o PS3, um dos jogos que estava na lista must have era Final Fantasy XIII. Já havia visto alguns vídeos do jogo, que mostravam gráficos excelentes e uma jogabilidade bem dinâmica, que somavam muito bem à minha inclinação para jogos de RPG e de estratégia. Consegui o game umas duas semanas depois do console, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/TOPOFF.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-4149" title="TOPOFF" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/TOPOFF.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Quando comprei o PS3, um dos jogos que estava na lista <em>must have</em> era <em>Final Fantasy XIII</em>. Já havia visto alguns vídeos do jogo, que mostravam gráficos excelentes e uma jogabilidade bem dinâmica, que somavam muito bem à minha inclinação para jogos de RPG e de estratégia.</p>
<p>Consegui o game umas duas semanas depois do console, mas não entendia nada da história ou dos nomes que os personagens falavam. Como o único FF que joguei nos consoles foi o Crystal Chronicles de GC, decidi voltar para o primeiro título da franquia para ver se aprendia um pouco. Ok, eu sabia que eles não tinham ligação, mas mais cedo ou mais tarde eu teria que fazer isso.</p>
<p><span id="more-4130"></span><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/5.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-4146" title="5" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/5.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<p><em><strong>Final Fantasy</strong></em><br />
<strong>Desenvolvedora:</strong> Square<br />
<strong>Publisher:</strong> Square<br />
<strong>Plataforma:</strong> Nintendo Entertainment System</p>
<p>Não é possível compararmos as técnicas que temos hoje às dos anos 80, quando <em>Final Fantasy</em> foi lançado, mas pode-se dizer que elas não limitam a produção de um jogo, ou pelo menos desse. Afinal, não foi à toa que a versão original vendeu 400 mil cópias e ganhou remakes em mais de seis consoles diferentes.</p>
<p>Muito disso veio por causa das diversas inovações que o game trás. Logo ao começar o jogo, por exemplo, você já precisa escolher quatro personagens de seis classes distintas para darem rumo à jornada, algo que normalmente já vinha pré-definido.</p>
<p>Uma pessoa podia terminar o jogo usando tanto um grupo básico de White e Black Mage, Thief e Soldier quanto com quatro soldiers, tudo era possível se houvesse treino suficiente. A história foi ajustada para dar essa liberdade total de escolha, dizendo apenas que os quatro Guerreiros da Luz precisam salvar o mundo do mal, sem requerer nenhuma classe especial.</p>
<p>Inclusive, ela é tão livre que é difícil imaginar uma criança passando de algumas partes. Para descobrir o que fazer, para onde ir e como pegar um item específico é preciso ter muita persistência e buscar informações com várias pessoas, o que traz uma dificuldade ótima a <em>Final Fantasy</em> e prende quem está jogando como poucos conseguem.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/6.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-4148" title="6" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/6.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<p>Para incrementar essa dificuldade, a equipe de Sakaguchi preparou diversos obstáculos aos guerreiros. Só se pode salvar o progresso e recuperar vida em hotéis ou com determinados itens. Para conseguir derrotar alguns monstros é preciso construir bem o personagem com equipamentos e magias e deixá-lo em um nível alto para não errar os golpes desferidos &#8211; grande problema no começo do game &#8211; e conseguir desviar dos sofridos.</p>
<p>Obviamente isso custa bastante tempo e dinheiro, o que obriga o jogador a saber onde treinar e planejar bem as batalhas para terminá-las rápido e ir para a próxima. O planejamento também é necessário pois, se o monstro escolhido para ataque já foi derrotado por outro personagem, o golpe é desperdiçado.</p>
<p>Pelo menos o modo de batalha não requer prática ou habilidade, só uns dois ou três neurônios. Os comandos são: Ataque físico, Magia, Poção, Item ou Correr, sendo que algumas armas têm habilidades especiais se usadas como itens e as magias não consomem MP como estamos acostumados, e sim pontos que dependem dos níveis dela &#8211; de 1 a 8 &#8211; e do personagem.<a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/4.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-4145" title="4" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/4.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<p>Nas lutas também há inovações em comparação a RPGs anteriores, mas elas fogem do sistema e vão para a apresentação. Pela primeira vez a visão saia da primeira pessoa e colocava protagonistas e inimigos frente a frente para duelar até que um dos lados caísse, sem contar da possibilidade de encontrar até nove monstros de uma vez só, sempre organizados por um padrão. Quebrar esse padrão e derrotar todos que estavam à esquerda da tela rendia um pouco de experiência e dinheiro, junto com uma das maiores heranças da série Final Fantasy: a música <a href="http://www.youtube.com/watch?v=PZ_7ipJ6Cx8">Victory Fanfare</a>.</p>
<p>Não só Fantasy Warfare, mas outras 19 músicas formavam a trilha sonora de <em>Final Fantasy</em>, lançada separadamente em 1989 e possuidora de sons conhecidos até hoje, como <a href="http://www.youtube.com/watch?v=iUs_6-d5T3g">Prelude</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=6W9opgwTXKw">Opening Theme</a>. Todas elas foram compostas por Nobuo Uematsu, já experiente na época e que trabalharia com a Square muitas outras vezes no futuro.</p>
<p>E foi por causa de Uematsu, Hironobu Sakaguchi e toda a equipe envolvida nesse game que a Square não foi à falência em 1987. Com várias falhas ao longo dos anos, Sakaguchi quis dar o último golpe para tentar salvar a empresa: deixar de lado os jogos de ação e colocar uma história no lugar. Como seria seu fim se o game não desse certo, resolveu chamá-la sua<em> </em>fantasia final.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/3.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-4144" title="3" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/3.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<h2><strong>VEREDITO FINAL</strong></h2>
<p><strong>Final Fantasy é sem dúvidas um dos jogos mais influentes que já existiram. Trouxe muitas inovações aos games, fez um sucesso incrível, ajudou os RPGs a crescerem e tudo isso enquanto salvava sua produtora da falência. Quem é fã do gênero e ainda não teve a oportunidade de experimentá-lo deve fazer assim que puder, mesmo com uma parte chata de passar ou uma dificuldade nas batalhas de vez em quando.</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4147" title="ff_final" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/ff_final.png" alt="" width="520" height="150" /></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fplayertwo.com.br%252Fconteudo%252Freview-final-fantasy-nes%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Review%20-%20Final%20Fantasy%20%28NES%29%22%20%7D);"></div>

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		<title>Review &#8211; Super Mario Galaxy 2 (Wii)</title>
		<link>http://playertwo.com.br/conteudo/review-galaxy-2/</link>
		<comments>http://playertwo.com.br/conteudo/review-galaxy-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 May 2010 01:07:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Camolez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Nintendo]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Nintendo EAD]]></category>
		<category><![CDATA[Super Mario Galaxy 2]]></category>

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		<description><![CDATA[Super Mario Galaxy 2 é um dos grandes títulos da Nintendo para o Wii este ano, os outros sendo o próximo Zelda e Metroid: Other M. Produzido pela Nintendo EAD Software Group Tokyo, de Donkey Kong Jungle Beat e do primeiro Super Mario Galaxy, o game chegou às lojas da América no dia 23 de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><em><img class="alignnone size-full wp-image-3388" title="SUPERMARIOGALAXY2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/SUPERMARIOGALAXY21.png" alt="" width="520" height="300" /></em></p>
<p><em>Super Mario Galaxy 2</em> é um dos grandes títulos da Nintendo para o Wii este ano, os outros sendo o próximo<em> Zelda</em> e <em>Metroid: Other M</em>. Produzido pela Nintendo EAD Software Group Tokyo, de <em>Donkey Kong Jungle Beat</em> e do primeiro <em>Super Mario Galaxy</em>, o game chegou às lojas da América no dia 23 de maio.</p>
<p>A Nintendo, com o primeiro <em>Galaxy</em>, elevou a barra no gênero plataforma. Muitos o consideraram o melhor jogo de 2007. Com uma criatividade fora de série, jogabilidade quase perfeita, músicas orquestradas emocionantes e gráficos surpreendentes,<em> Galaxy</em> foi abocanhando diversos prêmios na mídia especializada.</p>
<p>E se eu te disser que <em>Super Mario Galaxy 2</em> é ainda melhor?</p>
<p><span id="more-3380"></span><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_4.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3385" title="galaxy2_4" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_4.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<p><strong><em>Super Mario Galaxy 2</em></strong><br />
<strong>Desenvolvedora:</strong> Nintendo EAD Software Group Tokyo<br />
<strong>Publisher:</strong> Nintendo<br />
<strong>Plataforma:</strong> Nintendo Wii</p>
<p>Após a revelação surpreendente da existência do game na E3 do ano passado, muitos se mostraram céticos. “Ah, a Nintendo está se repetindo”. “Acabou a criatividade de Miyamoto e companhia”, comentaram. Acontece que <em>Super Mario Galaxy 2</em> utiliza as mecânicas geniais do game anterior para criar um jogo AINDA mais criativo e divertido.</p>
<p>O jogo começa “esquecendo” tudo que aconteceu no seu antecessor. Rosalie e o observatório gigante não estão presentes. A história, bem, é tudo que você espera: a princesa Peach foi raptada pelo malvado Bowser, que agora está do tamanho de um planeta e quer construir um império no centro do universo.</p>
<p>Ao invés do jogo ser liberado de uma vez só, <em>Galaxy 2</em> começa como um Mario sidescroller, sem a terceira dimensão. Depois de algumas instruções dadas ao jogador, a terceira dimensão é adicionada. Um pouco mais tarde, Mario começa a brincar com a gravidade. É um jeito genial de ir dando o controle pouco a pouco e não bombardear o jogador com informações propensas a serem esquecidas.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3382" title="galaxy2_1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_1.png" alt="" width="520" height="292" /></p>
<p>Quando Peach é sequestrada, Mario, obviamente, vai atrás dela. Ajudando-o, está uma nova personagem, Lubba, que constrói a Spaceship Mario, uma nave espacial com o desenho e formato da cabeça do encanador mais famoso do mundo. Esta nave é o instrumento utilizado para ir para as galáxias e coletar as estrelas, para dar energia a espaço-nave ir atrás de Bowser.</p>
<p>Ao invés de ter o confuso observatório gigante como no game original, <em>Galaxy 2</em> utiliza a Starship Mario para ir às galáxias, em uma forma bastante parecida a dos clássicos como <em>Super Mario Bros. 3</em>: com um mapa ligando todas as fases de uma forma linear. Isso diminui muito a confusão causada ao jogador, que, quando voltava ao game depois de um tempo sem jogar, não sabia a localização de galáxias específicas e ficava completamente perdido. A simplicidade do mapa de <em>Galaxy 2</em> ajuda muito.</p>
<p>Para dar uma ajuda ao público casual, a Nintendo adicionou um recurso chamado de Cosmic Guide no game, igual ao Super Guide de <em>New Super Mario Bros. Wii</em>. Após morrer algumas vezes seguidas em uma fase, Mario poderá deixar o jogo se auto-controlar, passando por uma parte em que o jogador havia falhado diversas vezes.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_5.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3383" title="galaxy2_2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_2.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<p>Se você quiser, o guia pode ir até o final da fase, coletando a estrela. Porém, de forma perspicaz, a estrela coletada pelo Cosmic Guide é de bronze, ao contrário do lindo outro das estrelas normais, coletadas com o trabalho árduo do jogador.</p>
<p>Além disso, existem pequenas televisões espalhadas pelo mapa que dão dicas sobre como passar por algumas partes do game mais complicadas.</p>
<p>Por causa disso, você deve estar achando que <em>Galaxy 2</em> é um jogo fácil, certo? Errado. O game fica realmente difícil mais próximo do final. Alguns momentos chegam a ser até um pouco frustrantes, mas o jogador fica realmente recompensado ao passar aquela fase difícil e ver Mario e Yoshi girando alegremente em volta da estrela coletada.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_5.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3386" title="galaxy2_5" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_5.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<p>Falando no dinossaurinho verde, Yoshi está finalmente de volta como um personagem, não como um veículo. Quando montado nele, a jogabilidade do game muda radicalmente. Além de poder usar sua língua para comer monstros, atirar projéteis e dar golpes, em alguns momentos Yoshi também vira um balão cheio de ar, para alcançar lugares mais altos. Quando come uma pimenta, então, Yoshi fica rápido como uma bala de canhão. Quando engole uma luz, serve para iluminar caminhos invisíveis. É divertidíssimo jogar com ele, e a adaptação aos seus controles é instantânea e natural.</p>
<p>Os power-ups desta vez estão muito melhores. Cloud Mario é o “Mario das Nuvenzinhas”, em bom português. Com ele, o encanador tem a possibilidade de criar três nuvens para ajudá-lo a chegar em locais mais altos, ou a se locomover, quando há vento. Já Rock Mario, o “Mario Pedreira”, se transforma em uma pedra que rola super rápido e é capaz de passar por cima de objetos e inimigos. Há também o Drill Mario, o “Mario Tatuzão”, que adquire uma espécie de furadeira que pode ser utilizada para chegar ao lado oposto de planetas, derrotar inimigos e acabar com chefes guardando uma estrelinha bacana.</p>
<p>Todos os power-ups são usados de diversas maneiras criativíssimas. Nunca causam o sentimento que estão no lugar errado e não são usados sem parar; existem diversas fases que são Mario contra todos, nada de itens ou Yoshi.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_6.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3387" title="galaxy2_6" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_6.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<p>A música desse jogo pode ser resumida em algumas palavras: Brilhante, incrível, excepcional e uma das melhores trilhas sonoras já colocadas em um game. Ouça <a href="http://www.youtube.com/watch?v=P29JNk7945k" target="_blank">isso</a> ou <a href="http://www.youtube.com/watch?v=swfVw7Xprpk" target="_blank">isso</a> e diga se não concorda comigo. Koji Kondo e Mahito Yokota, junto com a Mario Galaxy Orchestra, criaram a obra-prima das soundtracks originais da Nintendo. Os efeitos sonoros também não ficam para trás, com a dublagem do divertidíssimo Charles Martinet e os barulhos clássicos de moedas tilintando.</p>
<p>Já os gráficos são os melhores já apresentados no Nintendo Wii. Usando a mesma engine que o game original, <em>Galaxy 2</em> melhora levemente alguns aspectos do primeiro <em>Galaxy</em> que já era lindo em 2007, fazendo você esquecer que se trata de um jogo no Wii. As cores são brilhantes e interessantes e os personagens muitíssimo bem desenhados e detalhados, com alguns efeitos nunca antes vistos na plataforma.</p>
<p>Algo digno de nota é que Luigi é jogável neste game a partir de vinte estrelas coletadas. Ele aparecerá em algumas galáxias perguntando se Mario precisa de uma ajuda, e você poderá assumir o controle. Há algumas pequenas diferenças dele para Mario, porém: Luigi demora um pouco mais para parar após uma corrida, derrapando um pouco, mas também é um pouco mais alto e consegue chegar em plataformas mais altas facilmente. Depois do game ser completado, o irmão-verde pode ser usado em todas as fases.</p>
<p>Uma grande surpresa é aberta após 120 estrelas coletadas. Como sou um cara legal, só vou dizer que vai te dar bastante trabalho e muito tempo de diversão.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3384" title="galaxy2_3" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_3.png" alt="" width="520" height="292" /></p>
<h2><strong>VEREDITO FINAL:</strong></h2>
<p><strong><em>Super Mario Galaxy 2</em> é um game que realmente merece uma nota 10. É provavelmente o melhor game com o bigodudo Mario da história, e uma excelente prova que não é preciso armas e sangue para fazer um game incrível.</strong></p>
<p><strong>Com gráficos impressionantes, jogabilidade empolgante beirando a perfeição, músicas orquestradas magníficas, durabilidade muito acima da média e diversão garantida,<em> Super Mario Galaxy 2 </em>pode ser considerado a obra-prima da Nintendo, e o melhor título da empresa desde <em>The Legend of Zelda: Ocarina of Time</em>.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Arrume um Wii e saia correndo para jogar <em>Galaxy 2</em>. Você não se arrependerá.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> Jogabilidade perfeita, melhores gráficos já vistos no Wii, trilha sonora de tirar o fôlego de qualquer um, diversão garantida e sensação de recompensa constante<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> Power-ups e Yoshi dão mais variedade ao game e são divertidíssimos.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> O jogo dura bem mais que o Galaxy original ou Super Mario 64.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> Criatividade em todos as galáxias. Toda fase é diferente, usando diversos mecanismos e personagens conhecidos</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3390   aligncenter" title="galaxy_score" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy_score.png" alt="" width="301" height="157" /></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fplayertwo.com.br%252Fconteudo%252Freview-galaxy-2%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2Fbnku2H%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Review%20-%20Super%20Mario%20Galaxy%202%20%28Wii%29%22%20%7D);"></div>

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		<title>Review &#8211; Heavy Rain (PS3)</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 03:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Monsev</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Sony]]></category>
		<category><![CDATA[Heavy Rain]]></category>
		<category><![CDATA[Quantic Dream]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembro nos meados dos anos 2000, quando joguei Indigo Prophecy. De cara, pude notar que aquela não seria uma experiência qualquer. Aquele jogo me marcou, me impressionou, mostrou do que um bom jogo, bem montado, estruturado e com uma boa história, é capaz. A única coisa que não tinha me agradado, era o contexto meio [...]]]></description>
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<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavyrainreview.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3199" title="heavyrainreview" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavyrainreview.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Lembro nos meados dos anos 2000, quando joguei<em> Indigo Prophecy</em>. De cara, pude notar que aquela não seria uma experiência qualquer. Aquele jogo me marcou, me impressionou, mostrou do que um bom jogo, bem montado, estruturado e com uma boa história, é capaz. A única coisa que não tinha me agradado, era o contexto meio sobrenatural demais. Pois alguns anos depois, a Quantic Dream aparece com seu novo jogo, bem mais sóbrio e, sem dúvida, interessante. <em>Heavy Rain </em>surgiu para agradar a gamers e cinéfilos, e marcar presença como um game no mínimo inovador.</p>
<p>Um início monótono. Você controla um personagem que acorda num belo dia de sol, escova os dentes, toma banho, se veste, desce e faz o que quer. Seus filhos chegam, e é aniversário de um deles. Vocês almoçam, mais tarde vão no shopping. Um acontecimento muda toda a ordem, e dá início à uma sucessão de eventos. Isso tudo cria um completo caos. É essa clássica jornada do herói – a transição da vida comum, a nossa vida, rotina, o dia a dia que estamos acostumados &#8211; para dias sucessivos, intensos e repletos de surpresas desagradáveis, que é apresentada em <em>Heavy Rain.</em></p>
<p><em><span id="more-3192"></span></em><img class="alignnone size-full wp-image-3201" title="heavy1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavy1.png" alt="" width="520" height="150" /></p>
<p>O clima é criado, e os personagens são apresentados. Cada um partindo de sua própria realidade, com suas principais suspeitas, para então chegar em um momento em que todos seus destinos se cruzam, em torno de um mesmo objetivo: capturar o Assassino do Origami, cada qual com seus motivos.</p>
<p>Essa promissora trama consegue se manter firme até o final, sendo o suficiente para o interesse no jogo crescer mais a cada capítulo completado. Há algumas pequenas falhas de roteiro – como a morte de um passarinho de estimação no início do jogo que não faz sentido algum, e também personagens que aparentam não ter nenhuma verdadeira importância, com aparições repentinas – mas digamos que tudo isso pode ser contornado com bom senso. Fora dos detalhes bobos, o que se tem é uma trama bem traçada, consistente e instigante. A sugestão que pode ser dada é algo como começar a jogar em algum momento que você tenha tempo no dia seguinte para dar sequência, ou então morrer de curiosidade.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavy2.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3202" title="heavy2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavy2.png" alt="" width="520" height="150" /></a></p>
<p>Quem jogou<em> Indigo Prophecy</em> já pode ter noções do que se trata a jogabilidade. Um game voltado totalmente para a história e a influência do jogador para o desfecho dela, adicionando comandos básicos de andar – naquele jeito meio <em>Resident Evil</em> clássico, <em>Silent Hill </em>e afins – aliado a momentos de pura empolgação com eventos em quick-time super bem construídos e desafiantes. A grande vantagem perante ao antigo game da Quantic Dream é que há menos situações repetitivas. Claro, existe a repetição mas de uma forma compreensiva dentro do contexto e, mesmo assim, ela não chega a atrapalhar ou entediar. Além disso, não há qualquer estresse com os comandos.</p>
<p>De qualquer modo, eu considero a jogabilidade do game um dos pontos mais altos, junto da história. Isso porque além dela ser adequada para a proposta do jogo, há momentos de pura euforia. Lutas, perseguições, fugas. Momentos de pura adrenalina, que em diversas partes do jogo te deixarão na ponta da poltrona, sem piscar, com os olhos vidrados na tela. As mãos suam, e a tensão é total. Aliás, é bem normal depois de um momento de muito estresse e ação frenética – que o jogo consegue desenvolver tão bem – pausar para dar uma respirada. É como acordar de um pesadelo e pensar “ainda bem que não era real”.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3203" title="heavy3" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavy3.png" alt="" width="520" height="150" /></p>
<p>Se a proposta é realmente ser um filme, então graficamente falando temos um jogo que, mais uma vez, conseguiu cumprir o objetivo. Os efeitos são muito bons, ótimas texturas, movimentos quase sempre bem trabalhados, com exceção ao andar dos personagens que pode parecer um tanto quanto robótico às vezes. Mas, é claro que tem também alguns momentos de baixa no jogo: alguns objetos estão com visual meio ultrapassado – com um design muito quadradão ou uma textura mal finalizada. As mãos também podem em determinados momentos parecerem artificiais demais. Nada que vá atrapalhar a experiência, pelo menos.</p>
<p>Sonoramente falando, o jogo é muito bom. O único defeito é de algumas dublagens serem meio forçadas demais. Quero dizer, elas de uma forma geral são boas, mas alguns diálogos pareceram um pouco sem verdade. Mas, novamente, são alguns momentos apenas, o que não compromete a experiência do jogo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3204" title="heavy4" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavy4.png" alt="" width="520" height="150" /></p>
<p>Quanto à trilha sonora, esta é um espetáculo a parte. Músicas bem orquestradas com uma capacidade de criar um perfeito clima para o filme, digo, jogo.</p>
<p>Algumas pessoas alegaram na internet estarem sofrendo com bugs, crashes e sabe-se lá mais o que. Situações em que elas tem de até mesmo reiniciar o PS3. Comprei o meu recentemente e não sei se é por isso, mas felizmente não tive nenhum probleminha, nem gráfico, nem de funcionamento com o jogo. Um ou outro raro momento que os frames baixaram um pouquinho, mas sempre durante alguma cutscene.</p>
<p>Infelizmente o jogo não é longo. Não sei quanto tempo tem exato, mas joguei em média umas 10 horas, talvez um pouquinho mais. A experiência vale muito a pena, mas a vontade de continuar é tremenda. Mesmo assim, apesar dos 18 finais e dos troféus para se conquistar, alguns podem não sentir tanta vontade de repetir toda a história. Quero dizer, há a curiosidade pelos outros finais, mas passar por absolutamente todos os momentos do game pode não soar tão recompensador como na primeira vez, afinal, muito do mistério (talvez todo ele) já foi respondido. Isso faz com que o jogo tenha uma vida relativamente curta, deixando-nos à mercê de DLC’s. Felizmente, o primeiro foi anunciado e sairá em abril. Infelizmente e obviamente, ele é pago. Custava colocar direto no jogo, Quantic?</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3205" title="heavy5" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavy5.png" alt="" width="520" height="150" /></p>
<h2>VEREDITO FINAL</h2>
<p><strong>Esse é um título obrigatório para todos que tenham um PS3, nem mesmo que seja apenas para experimentá-lo. É um jogo muito único, com muita personalidade, e com uma história daquelas que realmente tem o poder de mexer com a mente. É intrigante, desafiador e repleto de mistério e ansiedade para “ver o que vem a seguir”.</strong></p>
<p><strong>Com uma capacidade de imersão incomum nos jogos,<em> Heavy Rain</em> cativa e emociona, aliando as melhores emoções presentes no cinema de qualidade, com toda uma interatividade e liberdade de escolha que só poderia ser experienciada através de um jogo bem estruturado.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> Cativante, emocionante, desafiador e inovador.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> Gráficos bem desenhados, com expressão e vida.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> História interessante, digna de excelentes filmes de suspense.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="" width="16" height="16" /> Furos de roteiro bobos.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="" width="16" height="16" /> Problemas com bugs e glitches afetando os jogadores<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="" width="16" height="16" /> Apesar dos diversos finais possíveis e dos troféus, o jogo em si tem pouca duração.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3200 aligncenter" title="scoreheavyrain" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/scoreheavyrain.png" alt="" width="301" height="157" /></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fplayertwo.com.br%252Fconteudo%252Freview-heavy-rain-ps3%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Review%20-%20Heavy%20Rain%20%28PS3%29%22%20%7D);"></div>

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