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	<title>PLAYER TWO &#187; Reviews</title>
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	<description>Jogue, leia e participe.</description>
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		<title>PLAYER TWO</title>
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	<itunes:subtitle>Two Players, o podcast do PlayerTwo.com.br! Meia hora de conversa entre dois jogadores, que debatem sobre este louco mundo gamer.</itunes:subtitle>
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	<itunes:author>Two Players - Player Two</itunes:author>
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		<title>Review &#8211; Portal 2 (PC)</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 14:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luigi Olivieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[PC]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Portal 2]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Valve]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproveitando o sucesso crescente de Half-Life e Team Fortress, a Valve lançou em 2007 a Orange Box, que trazia Portal, HL2, Episode One e Episode Two e TF2. Com a atenção voltada aos dois últimos antes, os grandes exclusivos da caixa antes de sua chegada, a empresa surpreendeu mais com outro joguinho. Não porque os dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/topo.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5517" title="topo" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/topo.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Aproveitando o sucesso crescente de <em>Half-Life</em> e <em>Team Fortress</em>, a Valve lançou em 2007 a Orange Box, que trazia <em>Portal, </em><em>HL2</em>, <em>Episode One</em> e <em>Episode Two </em>e <em>TF2</em>. Com a atenção voltada aos dois últimos antes, os grandes exclusivos da caixa antes de sua chegada, a empresa surpreendeu mais com outro joguinho.</p>
<p>Não porque os dois destaques eram ruins &#8211; ambos possuem legiões enormes de fãs -, mas <em>Portal</em> foi tão simples e inovador que teve a mesma importância que eles. Claro que Valve enxergou o potencial da franquia, e mostrou que não só vê o que sua comunidade quer como também consegue realizar seus desejos.</p>
<p><span id="more-5512"></span><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/imagem1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5518" title="imagem1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/imagem1.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p><em><strong>Portal 2<br />
</strong></em><strong>Desenvolvedora:</strong> Valve Software<br />
<strong>Publisher:</strong> Valve Software<br />
<strong>Plataforma:</strong> Windows (versão analisada), Mac OS X, PlayStation 3, Xbox 360</p>
<p>Depois de um pequeno tutorial para os comandos básicos vemos que a Aperture não está em sua melhor época. Torres inteiras caindo, mato tomando conta do local, câmaras de testes aos pedaços e ainda temos que aguentar o afobado Wheatley, uma das personalidades que estavam presas à GLaDOS, tentando ajudar a arrumar a zona e libertar Chell.</p>
<p>Após colocar alguns portais aqui e ali, terminar uns testes e andar pelo interior da facilidade, claro que o robozinho acaba fazendo uma bobagem monumental e acorda nossa velha amiga GLaDOS. Pelo menos ela é uma das personagens mais geniais dos games, então não é tão ruim assim.</p>
<p>A língua afiada da personagem continua genial, com frases dignas de prêmios e sarcasmo vindo por todos os lados. Em alguns casos, como a explicação de todos os métodos de tortura que ela usará em Wheatley, é de gargalhar.</p>
<p>O único problema do despertar é que o primeiro pensamento que vem à cabeça quando não estamos dentro das câmaras de testes é “Eu vou ser morto a qualquer momento”. E, olha, tem muito mapa para explorar e temer além das câmaras clássicas.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/imagem3.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5516" title="imagem3" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/imagem3.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p><em>Portal</em> era um jogo pequeno, apenas 20 níveis e um abraço, mas sua sequência é um game de verdade. São diversas chambers organizadas pela GLaDOS, algumas antes de acordá-la, outras narradas pelo ex-CEO da Aperture Science, Cave Johnson, e mais umas que não podem ser reveladas para evitar spoilers.</p>
<p>Além de todos os testes, há vários trechos em que acabamos andando por escombros da Aperture ou em seu interior, o que rende imagens belíssimas e algum background sobre como funcionava a empresa em seu passado e o que aconteceu para ela ficar deserta e assustadora.</p>
<p>As seis horas extras que <em>Portal 2</em> tem em relação ao primeiro não trazem só mais história, diversas ferramentas novas foram introduzidas para ajudar Chell a sobreviver. São cinco no total, e todos encaixam bem no game, nada de pontas duplas. Jogar o gel de repulsão nas turrets e vê-las voando por ai é uma das coisas mais gratificantes que os itens possibilitam, por sinal.</p>
<p>O multiplayer &#8211; sim, existe um mp e coop &#8211; também faz bom uso dessas ferramentas, como dar a possibilidade de matar seu companheiro de jogatina redirecionando o laser nele.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/imagem2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5515" title="imagem2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/imagem2.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Brincadeiras e assassinatos a parte, o coop coloca dois robôs para completar as câmaras juntos, desfrutando das várias novidades que vemos durante a campanha. Um dos únicos extras é que cada um tem uma portal gun com entrada e saída, ou seja, é preciso usar quatro portais em praticamente todos os níveis, e dá-lhe coordenação para mandar o parceiro para o fim da fase e não para o líquido tóxico. Spoiler: em 99% das vezes ele cai no líquido tóxico.</p>
<p>Tirando isso, as diferenças que restam entre single player e multi são a interação entre os dois robôs (tirar a cabeça do outro, fazer comemorações, indicar onde colocar um portal etc) e os itens para equipar, duas coisas que não fariam muito sentido ao jogar sozinho.</p>
<p>Se quisermos mesmo uma boa experiência online, os Challenges estão ai para jogar: há dezenas deles, é engraçado ficar fazendo palhaçada em dois e eles são, bem, desafiantes. Um excelente complemento à já sensacional campanha.</p>
<h2><strong>VEREDITO FINAL:</strong></h2>
<p><strong>A progressão que ocorreu de <em>Portal</em> para<em> Portal 2</em> foi incrível. Seu estilo simples foi mantido, ao mesmo tempo que houve um ótimo trabalho na construção da história, dos personagens e do ambiente em si. Para fechar, o multiplayer sacia a vontade de mais jogo após o fim da campanha, até que a Valve anuncie um jogo novo para endoidar os fãs.</strong></p>
<p><strong><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fim1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5514" title="fim" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fim1.png" alt="" width="520" height="150" /></a></strong></p>
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		<title>Review &#8211; Pokémon Black (DS)</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 16:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luigi Olivieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nintendo]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[DS]]></category>
		<category><![CDATA[Pokémon Black & White]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>

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		<description><![CDATA[Vocês podem até ter cansado de Pokémon, mas ainda tenho vitalidade de sobra para escrever sobre assunto. Talvez porque passei minha infância toda vendo o seriado, ou porque a versão Yellow me iniciou no inglês. Mas isso não vem ao caso, o que importa é que Pokémon Black/White tem mais 156 monstrinhos andando pelo mundo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/bridge.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5379" title="bridge" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/bridge.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Vocês podem até ter cansado de <em>Pokémon</em>, mas ainda tenho vitalidade de sobra para escrever sobre assunto. Talvez porque passei minha infância toda vendo o seriado, ou porque a versão <em>Yellow</em> me iniciou no inglês.</p>
<p>Mas isso não vem ao caso, o que importa é que <em>Pokémon Black/White</em> tem mais 156 monstrinhos andando pelo mundo, uma nova região e uma nova Equipe Rocket esperando por japoneses fanáticos ou pessoas que não conseguem contar até 252 para ser jogada e analisada.</p>
<p><span id="more-5372"></span><em><strong><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/inicio.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5381" title="inicio" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/inicio.png" alt="" width="520" height="300" /></a></strong></em></p>
<p><em><strong>Pokémon Black</strong></em><br />
<strong>Desenvolvedora:</strong> Game Freak<br />
<strong>Publisher:</strong> Nintendo<br />
<strong>Plataforma:</strong> Nintendo DS</p>
<p>Apesar de vermos exatamente essas novidades surgindo em cada jogo novo há mais de uma década, a quinta geração conseguiu algo que talvez só a de <em>Gold/Silver/Crystal</em> alcançou: um uma evolução incrível em relação ao passado. E essa evolução foi em tantos aspectos que precisamos ir com calma no assunto.</p>
<p>As imagens, por exemplo, conseguiram acompanhar bem a melhora entre <em>Platinum</em> e<em> HeartGold</em>. Os gráficos estão na mesma linha dos remakes, mas com a adição de construções grandiosas, como pontes gigantes onde a câmera até se afasta para vermos o tamanho e arranha-céus dentro da maior cidade do game.</p>
<p>Pode parecer fútil, mas detalhes como esse fazem com que nos sentimos em um jogo de verdade. Agora temos até cut-scenes durante a história, junto com a abertura do jogo que é um show a parte.</p>
<p>Pela primeira vez na história do mundo a abertura não é um monte de pokémon randômico aparecendo em cenários bonitinhos, mas sim um prelúdio da história, mostrando a coroação de uma pessoa de cabelo verde, que por acaso é um dos líderes do Team Plasma, os inimigos da vez.</p>
<p>O objetivo inicial da facção dessa vez é libertar todos os pokémons para eles viverem como quiserem, nada de dominar o mundo ou coisa do tipo. Para isso ela conta com sete sábios, o principal deles Ghetsis, e um rei, N, e adicionam um peso muito grande na história e a jogabilidade.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/castelia.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5373" title="castelia" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/castelia.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>No entanto, o peso não é completamente bom. A introdução de um enredo mais complexo e de dois rivais tirou toda a fluidez do game, e me impede até hoje de zerá-lo. Normalmente você encontra o rival 4 vezes para batalhar e o Team alguma coisa umas outras 4, mas em <em>Black/White</em> é um encontro com ambos a cada ginásio, cansa.</p>
<p>Eu desisti de terminá-lo por hora, mas talvez saber que existe uma série de coisas para fazer após terminá-lo incentive as pessoas a a fazer isso. Praticamente metade do mapa só é acessível após o fechamento da história principal, aparecendo novos desafios e pokémons para capturar.</p>
<p>Os monstrinhos antigos só começam a aparecer a partir dai, então pode se esforçar pra conseguir chegar até esse ponto, pois aguentar pokémons como <a href="http://images.wikia.com/pokemon/images/3/3c/Dasutodasu.png">esse</a> está ficando complicado. Nintendo, relaxa no crack ou para de criar novos bichos, por favor.</p>
<p>Ainda sobre eles, existem três itens interessantes apesar da falta de criatividade na criação dos 156 novos. Há um bom tempo existem pokémons exclusivos da noite, mas agora adicionaram exclusivos de temporadas, como alguns de gelo que aparecem mais no inverno. A mesma coisa para algumas regiões, que ganham passagens novas por causa de pilhas de neve.</p>
<p>As Triple Battles simples são bem sem graça, mas as de Rotação divertem bastante. Nelas, três pokémons de cada lado entram na batalha, mas só o que está na frente de cada lado luta. Durante a fase de escolha de golpes, o jogador pode optar por trocar o seu da frente por um dos dois que estão de lado, isso sem perder a rodada &#8211; ou seja, podendo atacar com o novo -. E os mind games que rolam durante uma partida dessas?</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/rotation.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5376" title="rotation" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/rotation.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>O destaque mesmo fica para o DreamWorld, algo paralelo ao PokéWalker de <em>HeartGold/SoulSilver</em>. Após conseguir o C-Gear, um aparelinho que abriga várias funções em relação ao Wi-Fi, qualquer jogador cadastrado no site do Global Link pode entrar no DreamWorld com um de seus pokémons do box.</p>
<p>Depois de colocar o pokémon pra dormir, a brincadeira se transfere para o PC. Dentro do DreamWorld, cada jogador ganha uma casa para personalizar e pode visitar diversos mapas para encontrar pokémon e itens, que são transferidos para o DS na próxima sincronização.</p>
<p>Para não lotar muito os servidores, e como os pokémons de lá possuem habilidades e golpes especiais, há um limite de uma hora de jogo por dia para cada cartucho, nada muito trágico. Após esse tempo, você pode sincronizar de novo o jogo e capturar o pokémon transferido.</p>
<p>Os metagamers e jogadores casuais podem ficar felizes com os duelos em rotação, o DreamWorld e o reequilíbrio nos golpes e status, pois a parte batalhas está bem divertida. Já quem não aguenta mais ver Pokémon pela frente, a sugestão é pegar um pouco <em>HeartGold</em>, renovar as esperanças e jogar <em>Black &amp; White</em> de uma vez, e colocar <a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/magikarplol.png">essa imagem</a> como inspiração (só os bons entenderão).</p>
<h2><strong><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/dreamworld.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5375" title="dreamworld" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/dreamworld.png" alt="" width="520" height="300" /></a></strong></h2>
<h2><strong>VEREDITO FINAL:</strong></h2>
<p><strong>Pokémon está envelhecendo, e a Game Freak percebeu isso. Tentou implementar um punhado de novidades, algumas citadas aqui como boas ou ruins e outras que nem tiveram espaço na análise, mas ela conseguiu fazer a quinta geração passar no controle de qualidade dos fãs. Mesmo com o caminho até a Liga sendo um pouco pesado, <em>Pokémon Black</em> consegue ser bom, ultrapassando as versões passadas e parando apenas na muralha de Ouro e Prata.</strong></p>
<p><strong><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fim.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5380" title="fim" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2012/01/fim.png" alt="" width="520" height="150" /></a></strong></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fplayertwo.com.br%252Fconteudo%252Freview-pokemon-black-ds%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FxqdMrc%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Review%20-%20Pok%C3%A9mon%20Black%20%28DS%29%22%20%7D);"></div>

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		<title>Review &#8211; Dungeon Defenders (PC)</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 23:47:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luigi Olivieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[PC]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Dungeon Defenders]]></category>

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		<description><![CDATA[Ultimamente um dos jogos que eu mais espero para ter &#8211; ou ganhar no Steam &#8211; é Skyrim. Após assistir tantos vídeos sobre o game ele me conquistou, mas é um amor recente, pós-lançamento. Na verdade, havia apenas um jogo o qual eu esperava ansiosamente desde o anúncio: Dungeon Defenders. Em 2010 ele entrou para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/imagem6.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5329" title="imagem6" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/imagem6.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Ultimamente um dos jogos que eu mais espero para ter &#8211; ou ganhar no Steam &#8211; é <em>Skyrim</em>. Após assistir tantos vídeos sobre o game ele me conquistou, mas é um amor recente, pós-lançamento.</p>
<p>Na verdade, havia apenas um jogo o qual eu esperava ansiosamente desde o anúncio: <em>Dungeon Defenders</em>. Em 2010 ele entrou para a minha wishlist, e depois de uma semana de jogo já ocupa o Top 5 horas jogadas no meu PC.</p>
<p><span id="more-5322"></span><em><strong><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/imagem2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5326" title="imagem2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/imagem2.png" alt="" width="520" height="300" /></a></strong></em></p>
<p><em><strong>Dungeon Defenders</strong></em><br />
<strong>Desenvolvedora:</strong> Trendy Entertainment<br />
<strong>Publisher:</strong> Reverb Communications<br />
<strong>Plataforma:</strong> Windows (foco da análise), Xbox Live Arcade, PlayStation Network, iOS, Android</p>
<p>Apesar do hype antes do lançamento, pouco sabia eu como o jogo funcionava, somente que era um Tower Defense que dava o controle de personagens para atacar as hordas de inimigos.</p>
<p>Depois de tê-lo fiz a incrível observação que o game é exatamente isso, só havia esquecido que eles invocavam torres também. Ao entrar no jogo você escolhe uma classe das quatro que já vem com ele para defender os cristais de Etheria, cada uma delas com suas próprias armas, torres e habilidades para usar.</p>
<p>Como falamos de um game de estratégia, todas as quatro são essenciais para um bom jogo. Guerreiros e magos destroem a linha de frente, enquanto a caçadora coloca armadilhas pelo mapa e o monge dá suporte aos aliados. Na teoria é tudo muito lindo, mas raramente funciona.</p>
<p>Além de consumir a mana do jogador, as torres utilizam Unidades de Defesa compartilhadas por todos e limitadas pelo mapa, ou seja, os jogadores podem construir um número limitado de torres e sempre terá alguém &#8211; normalmente o mago &#8211; que vai tomar a maioria desses pontos e ter mais delas, além de que são poucas as vezes que conseguimos entrar numa partida online em que as quatro classes coexistem.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/imagem1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5325" title="imagem1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/imagem1.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Isso se aplica quando falamos do modo online livre, tanto o oficial quanto o liberado para modificações, mas <em>DD</em> conta com a opção de jogos em rede privados e um multiplayer local de até quatro jogadores, utilizando teclado ou joystick. Para aumentar a inclusão, o game é cross-plataform entre PC, PS3, iOS e Android, uma conquista impressionante.</p>
<p>A parte ruim é que as saves não são compartilhadas (eles não são deus), então os personagens e a mana, usada também para melhorar equipamentos e comprar pets na taverna, ficam apenas no console jogado. E pode acreditar, você vai querer investir uma mana em pets e melhoramentos.</p>
<p>Vários itens podem ser achados durante as batalhas, mas para eles ficarem num nível bacana e condizentes com sua build é necessário atualizar seus stats. Já os pets conseguem ser de extrema ajuda, dando diversos bônus para seu dono e ainda atacando para ele.</p>
<p>Há possibilidade de conseguir bichinhos após matar um boss, comprando por mana, ou &#8211; e ai aparece a vantagem da versão de PC &#8211; apenas adquirindo o jogo. Todos que compram o game via Steam ganham quatro personagens de <em>Team Fortress 2</em> como pet e uma Portal Gun, exclusiva para a caçadora, que funciona mesmo como uma Portal Gun!</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/imagem5.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5328" title="imagem5" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/imagem5.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Como todo o jogo, esse também apresenta algumas falhas, como o fato de eu não experienciar tanto crash desde o Playstation 1. Em fullscreen o problema nem é tão grande, mas como o jogo encrenca quando você quer usar o alt+tab no modo janela.</p>
<p>Outros erros bastante encontrados são dele não te deixar entrar em algumas partidas porque acionou filtros completamente do nada ou o misterioso crash quando se passa do fim de um mapa direto para a taverna, que derruba todo mundo menos o host.</p>
<p>Ainda assim, quem curte uma ação/estratégia e consegue deixar o twitter de lado por um tempo para jogar em fullscreen pode encontrar um ótimo passatempo para ocupar pelo menos 30 horas na primeira semana de jogo. Ou fazer igual a um cara que encontrei em uma partida e alcançar level 70 com oito personagens em sete dias.</p>
<h2><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/imagem3.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5327" title="imagem3" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/imagem3.png" alt="" width="520" height="300" /></a></h2>
<h2><strong><br />
VEREDITO FINAL:</strong></h2>
<p><strong>Extremamente recomendado aos fãs de Tower Defense, mesmo para quem já possui <em>Sanctum</em> ou <em>Orcs Must Die!</em>. Há possibilidade de jogar tanto online como single player ou um coop local e, apesar de bugs ou uma concentração de chars de uma mesma classe, <em>DD</em> definitivamente não deixa o jogador na mão no quesito diversão.</strong></p>
<p><strong><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/fim.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-5324" title="fim" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/12/fim.png" alt="" width="520" height="150" /></a><br />
</strong></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fplayertwo.com.br%252Fconteudo%252Freview-dungeon-defenders-pc%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Review%20-%20Dungeon%20Defenders%20%28PC%29%22%20%7D);"></div>

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		<title>Review &#8211; Terraria (PC)</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 21:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luigi Olivieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[PC]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Terraria]]></category>

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		<description><![CDATA[Minecraft certamente abriu novas portas para o mundo dos games, mostrando uma alternativa à infinidade de shooters que são lançados hoje em dia. Chegou de mansinho, na fase alpha, e antes mesmo de seu lançamento completo, explodiu, cravando a marca de 3 milhões de cópias vendidas. Essa explosão deixou um rastro incrível chamado Terraria, o [...]]]></description>
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<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/TERRARIAHEAD.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-4989" title="TERRARIAHEAD" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/TERRARIAHEAD.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Minecraft certamente abriu novas portas para o mundo dos games, mostrando uma alternativa à infinidade de shooters que são lançados hoje em dia. Chegou de mansinho, na fase alpha, e antes mesmo de seu lançamento completo, explodiu, cravando a marca de 3 milhões de cópias vendidas.</p>
<p>Essa explosão deixou um rastro incrível chamado Terraria, o jogo mais vendido no Steam logo em sua primeira semana disponível na loja virtual. Diferente das cópias de Minecraft que apareciam a torto e a direito pela internet, os produtores do game procuraram pontos para melhorar e inovar.</p>
<p><em><strong><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/TERRARIA1.png"><span id="more-4988"></span><img class="aligncenter size-full wp-image-4990" title="TERRARIA1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/TERRARIA1.png" alt="" width="520" height="292" /></a></strong></em></p>
<p><em><strong>Terraria</strong></em><br />
<strong>Desenvolvedora:</strong> Re-Logic<br />
<strong>Publisher:</strong> Re-Logic<br />
<strong>Plataforma:</strong> PC (Windows)</p>
<p>O mais notável deles, à primeira vista, é a aparência, que rendeu ao título a fama de “Castlevania sandbox”. A equipe resolveu sacrificar um pouco do poder de construção de monumentos e mudou a visão do jogo para um 2D sidescroll, bem característico da franquia de vampiros.</p>
<p>A visão em terceira pessoa, no entanto, enfatizou consideravelmente o quesito aventura. Poder olhar o personagem a distância e ver com clareza o que vem pela frente e o que acontece atrás ao adentrar em cavernas dá uma certa segurança ao jogador, suficiente para dar mais de dez passos sem medo de algum monstro explodir nas costas, ou, no caso de Terraria, uma minhoca gigante surgir de alguma direção qualquer.</p>
<p>Quem ainda não se sente seguro, ou tem um protagonista claustrofóbico, pode testar os outros vários biomas que o jogo apresenta. São doze no total, sete deles acima da terra e os outros cinco abaixo, e cada um com um nível de dificuldade específico.</p>
<p>Ambientes distintos trazem novos monstros, itens exclusivos, mais ervas para preparar poções e papéis de parede diferentes. Alguns lugares são bem tranquilos de acessar e sobreviver, mas o Underworld e a Dungeon, por exemplo, são incrivelmente desafiadores, mesmo para quem já está avançado no game.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/TERRARIA3.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-4991" title="TERRARIA3" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/TERRARIA3.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<p>Este último, inclusive, é protegido pelo chefão mais difícil do jogo, um velhinho que se transforma em um esqueleto enorme. Perto dele, os outros dois chefes são brinquedos, mas há uma alternativa muito boa para derrotá-lo: o multiplayer, a melhor parte de <em>Terraria</em>.</p>
<p>É bem legal explorar o mundo e conseguir se virar sozinho, mas dividir o tempo de jogo com um ou mais amigos é muito mais divertido. Mesmo com mais inimigos aparecendo, as tarefas, como defender a região, mineirar e caçar baús, podem ser divididas entre os jogadores.</p>
<p>Isso torna a evolução de personagens muito mais rápida, facilitando a entrada em biomas mais complicados. Conforme todos vão evoluindo, os jogadores podem começar a explorar o sistema de classes, determinado pela sua armadura.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/TERRARIA4.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-4992" title="TERRARIA4" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/TERRARIA4.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<p>Algumas armaduras aumentam o ataque com espadas, enquanto outros tratam de melhorar o poder das magias lançadas pelos jogadores. Há um número enorme de armas no game, incluindo espadas, boomerangs, lanças, armas de fogo e até sabres de luz, então é só escolher o equipamento que mais agrada e sair matando monstros.</p>
<p>Após um bom tempo, quando todos estiverem armados e equipados, o modo PvP pode ser acionado a qualquer momento para disputas entre os jogadores. A comunidade de <em>Terraria</em> disponibiliza pelo fórum oficial muitos mapas com construções especiais para PvPs, cada um com uma característica que melhora a disputa entre os personagens.</p>
<p>Chegar a esse ponto parece ser o final de tudo, mas é difícil sandboxes apresentarem algum. A maioria deles, incluindo <em>Terraria</em>, recebem atualizações esporádicas, aumentando o número de itens, monstros e aventuras. O tempo de vida do título também cresce, e o que já tinha horas e horas de diversão para todos os tipos de jogadores fica ainda maior.</p>
<h2><strong><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/TERRARIA2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-4993" title="TERRARIA2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/10/TERRARIA2.png" alt="" width="520" height="292" /></a></strong></h2>
<h2><strong>VEREDITO FINAL: Nota <strong>8.5</strong></strong></h2>
<p><strong>Sem dúvidas o conjunto acaba valendo muito mais do que os dez dólares pelos quais é vendido no Steam, devido a incrível variedade e diversão, com um jogador ou em vários. Uma obrigação para aqueles que não saem do <em>Minecraft</em> e curtem uma boa ação.</strong></p>
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		<title>Review &#8211; Final Fantasy (NES)</title>
		<link>http://playertwo.com.br/conteudo/review-final-fantasy-nes/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Apr 2011 20:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luigi Olivieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nintendo]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Final Fantasy]]></category>
		<category><![CDATA[NES]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[Square]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando comprei o PS3, um dos jogos que estava na lista must have era Final Fantasy XIII. Já havia visto alguns vídeos do jogo, que mostravam gráficos excelentes e uma jogabilidade bem dinâmica, que somavam muito bem à minha inclinação para jogos de RPG e de estratégia. Consegui o game umas duas semanas depois do console, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/TOPOFF.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-4149" title="TOPOFF" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/TOPOFF.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Quando comprei o PS3, um dos jogos que estava na lista <em>must have</em> era <em>Final Fantasy XIII</em>. Já havia visto alguns vídeos do jogo, que mostravam gráficos excelentes e uma jogabilidade bem dinâmica, que somavam muito bem à minha inclinação para jogos de RPG e de estratégia.</p>
<p>Consegui o game umas duas semanas depois do console, mas não entendia nada da história ou dos nomes que os personagens falavam. Como o único FF que joguei nos consoles foi o Crystal Chronicles de GC, decidi voltar para o primeiro título da franquia para ver se aprendia um pouco. Ok, eu sabia que eles não tinham ligação, mas mais cedo ou mais tarde eu teria que fazer isso.</p>
<p><span id="more-4130"></span><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/5.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-4146" title="5" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/5.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<p><em><strong>Final Fantasy</strong></em><br />
<strong>Desenvolvedora:</strong> Square<br />
<strong>Publisher:</strong> Square<br />
<strong>Plataforma:</strong> Nintendo Entertainment System</p>
<p>Não é possível compararmos as técnicas que temos hoje às dos anos 80, quando <em>Final Fantasy</em> foi lançado, mas pode-se dizer que elas não limitam a produção de um jogo, ou pelo menos desse. Afinal, não foi à toa que a versão original vendeu 400 mil cópias e ganhou remakes em mais de seis consoles diferentes.</p>
<p>Muito disso veio por causa das diversas inovações que o game trás. Logo ao começar o jogo, por exemplo, você já precisa escolher quatro personagens de seis classes distintas para darem rumo à jornada, algo que normalmente já vinha pré-definido.</p>
<p>Uma pessoa podia terminar o jogo usando tanto um grupo básico de White e Black Mage, Thief e Soldier quanto com quatro soldiers, tudo era possível se houvesse treino suficiente. A história foi ajustada para dar essa liberdade total de escolha, dizendo apenas que os quatro Guerreiros da Luz precisam salvar o mundo do mal, sem requerer nenhuma classe especial.</p>
<p>Inclusive, ela é tão livre que é difícil imaginar uma criança passando de algumas partes. Para descobrir o que fazer, para onde ir e como pegar um item específico é preciso ter muita persistência e buscar informações com várias pessoas, o que traz uma dificuldade ótima a <em>Final Fantasy</em> e prende quem está jogando como poucos conseguem.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/6.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-4148" title="6" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/6.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<p>Para incrementar essa dificuldade, a equipe de Sakaguchi preparou diversos obstáculos aos guerreiros. Só se pode salvar o progresso e recuperar vida em hotéis ou com determinados itens. Para conseguir derrotar alguns monstros é preciso construir bem o personagem com equipamentos e magias e deixá-lo em um nível alto para não errar os golpes desferidos &#8211; grande problema no começo do game &#8211; e conseguir desviar dos sofridos.</p>
<p>Obviamente isso custa bastante tempo e dinheiro, o que obriga o jogador a saber onde treinar e planejar bem as batalhas para terminá-las rápido e ir para a próxima. O planejamento também é necessário pois, se o monstro escolhido para ataque já foi derrotado por outro personagem, o golpe é desperdiçado.</p>
<p>Pelo menos o modo de batalha não requer prática ou habilidade, só uns dois ou três neurônios. Os comandos são: Ataque físico, Magia, Poção, Item ou Correr, sendo que algumas armas têm habilidades especiais se usadas como itens e as magias não consomem MP como estamos acostumados, e sim pontos que dependem dos níveis dela &#8211; de 1 a 8 &#8211; e do personagem.<a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/4.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-4145" title="4" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/4.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<p>Nas lutas também há inovações em comparação a RPGs anteriores, mas elas fogem do sistema e vão para a apresentação. Pela primeira vez a visão saia da primeira pessoa e colocava protagonistas e inimigos frente a frente para duelar até que um dos lados caísse, sem contar da possibilidade de encontrar até nove monstros de uma vez só, sempre organizados por um padrão. Quebrar esse padrão e derrotar todos que estavam à esquerda da tela rendia um pouco de experiência e dinheiro, junto com uma das maiores heranças da série Final Fantasy: a música <a href="http://www.youtube.com/watch?v=PZ_7ipJ6Cx8">Victory Fanfare</a>.</p>
<p>Não só Fantasy Warfare, mas outras 19 músicas formavam a trilha sonora de <em>Final Fantasy</em>, lançada separadamente em 1989 e possuidora de sons conhecidos até hoje, como <a href="http://www.youtube.com/watch?v=iUs_6-d5T3g">Prelude</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=6W9opgwTXKw">Opening Theme</a>. Todas elas foram compostas por Nobuo Uematsu, já experiente na época e que trabalharia com a Square muitas outras vezes no futuro.</p>
<p>E foi por causa de Uematsu, Hironobu Sakaguchi e toda a equipe envolvida nesse game que a Square não foi à falência em 1987. Com várias falhas ao longo dos anos, Sakaguchi quis dar o último golpe para tentar salvar a empresa: deixar de lado os jogos de ação e colocar uma história no lugar. Como seria seu fim se o game não desse certo, resolveu chamá-la sua<em> </em>fantasia final.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/3.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-4144" title="3" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/3.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<h2><strong>VEREDITO FINAL</strong></h2>
<p><strong>Final Fantasy é sem dúvidas um dos jogos mais influentes que já existiram. Trouxe muitas inovações aos games, fez um sucesso incrível, ajudou os RPGs a crescerem e tudo isso enquanto salvava sua produtora da falência. Quem é fã do gênero e ainda não teve a oportunidade de experimentá-lo deve fazer assim que puder, mesmo com uma parte chata de passar ou uma dificuldade nas batalhas de vez em quando.</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4147" title="ff_final" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2011/04/ff_final.png" alt="" width="520" height="150" /></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fplayertwo.com.br%252Fconteudo%252Freview-final-fantasy-nes%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Review%20-%20Final%20Fantasy%20%28NES%29%22%20%7D);"></div>

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		<title>Review &#8211; Super Mario Galaxy 2 (Wii)</title>
		<link>http://playertwo.com.br/conteudo/review-galaxy-2/</link>
		<comments>http://playertwo.com.br/conteudo/review-galaxy-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 May 2010 01:07:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Camolez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Nintendo]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Nintendo EAD]]></category>
		<category><![CDATA[Super Mario Galaxy 2]]></category>

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		<description><![CDATA[Super Mario Galaxy 2 é um dos grandes títulos da Nintendo para o Wii este ano, os outros sendo o próximo Zelda e Metroid: Other M. Produzido pela Nintendo EAD Software Group Tokyo, de Donkey Kong Jungle Beat e do primeiro Super Mario Galaxy, o game chegou às lojas da América no dia 23 de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><em><img class="alignnone size-full wp-image-3388" title="SUPERMARIOGALAXY2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/SUPERMARIOGALAXY21.png" alt="" width="520" height="300" /></em></p>
<p><em>Super Mario Galaxy 2</em> é um dos grandes títulos da Nintendo para o Wii este ano, os outros sendo o próximo<em> Zelda</em> e <em>Metroid: Other M</em>. Produzido pela Nintendo EAD Software Group Tokyo, de <em>Donkey Kong Jungle Beat</em> e do primeiro <em>Super Mario Galaxy</em>, o game chegou às lojas da América no dia 23 de maio.</p>
<p>A Nintendo, com o primeiro <em>Galaxy</em>, elevou a barra no gênero plataforma. Muitos o consideraram o melhor jogo de 2007. Com uma criatividade fora de série, jogabilidade quase perfeita, músicas orquestradas emocionantes e gráficos surpreendentes,<em> Galaxy</em> foi abocanhando diversos prêmios na mídia especializada.</p>
<p>E se eu te disser que <em>Super Mario Galaxy 2</em> é ainda melhor?</p>
<p><span id="more-3380"></span><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_4.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3385" title="galaxy2_4" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_4.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<p><strong><em>Super Mario Galaxy 2</em></strong><br />
<strong>Desenvolvedora:</strong> Nintendo EAD Software Group Tokyo<br />
<strong>Publisher:</strong> Nintendo<br />
<strong>Plataforma:</strong> Nintendo Wii</p>
<p>Após a revelação surpreendente da existência do game na E3 do ano passado, muitos se mostraram céticos. “Ah, a Nintendo está se repetindo”. “Acabou a criatividade de Miyamoto e companhia”, comentaram. Acontece que <em>Super Mario Galaxy 2</em> utiliza as mecânicas geniais do game anterior para criar um jogo AINDA mais criativo e divertido.</p>
<p>O jogo começa “esquecendo” tudo que aconteceu no seu antecessor. Rosalie e o observatório gigante não estão presentes. A história, bem, é tudo que você espera: a princesa Peach foi raptada pelo malvado Bowser, que agora está do tamanho de um planeta e quer construir um império no centro do universo.</p>
<p>Ao invés do jogo ser liberado de uma vez só, <em>Galaxy 2</em> começa como um Mario sidescroller, sem a terceira dimensão. Depois de algumas instruções dadas ao jogador, a terceira dimensão é adicionada. Um pouco mais tarde, Mario começa a brincar com a gravidade. É um jeito genial de ir dando o controle pouco a pouco e não bombardear o jogador com informações propensas a serem esquecidas.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3382" title="galaxy2_1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_1.png" alt="" width="520" height="292" /></p>
<p>Quando Peach é sequestrada, Mario, obviamente, vai atrás dela. Ajudando-o, está uma nova personagem, Lubba, que constrói a Spaceship Mario, uma nave espacial com o desenho e formato da cabeça do encanador mais famoso do mundo. Esta nave é o instrumento utilizado para ir para as galáxias e coletar as estrelas, para dar energia a espaço-nave ir atrás de Bowser.</p>
<p>Ao invés de ter o confuso observatório gigante como no game original, <em>Galaxy 2</em> utiliza a Starship Mario para ir às galáxias, em uma forma bastante parecida a dos clássicos como <em>Super Mario Bros. 3</em>: com um mapa ligando todas as fases de uma forma linear. Isso diminui muito a confusão causada ao jogador, que, quando voltava ao game depois de um tempo sem jogar, não sabia a localização de galáxias específicas e ficava completamente perdido. A simplicidade do mapa de <em>Galaxy 2</em> ajuda muito.</p>
<p>Para dar uma ajuda ao público casual, a Nintendo adicionou um recurso chamado de Cosmic Guide no game, igual ao Super Guide de <em>New Super Mario Bros. Wii</em>. Após morrer algumas vezes seguidas em uma fase, Mario poderá deixar o jogo se auto-controlar, passando por uma parte em que o jogador havia falhado diversas vezes.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_5.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3383" title="galaxy2_2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_2.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<p>Se você quiser, o guia pode ir até o final da fase, coletando a estrela. Porém, de forma perspicaz, a estrela coletada pelo Cosmic Guide é de bronze, ao contrário do lindo outro das estrelas normais, coletadas com o trabalho árduo do jogador.</p>
<p>Além disso, existem pequenas televisões espalhadas pelo mapa que dão dicas sobre como passar por algumas partes do game mais complicadas.</p>
<p>Por causa disso, você deve estar achando que <em>Galaxy 2</em> é um jogo fácil, certo? Errado. O game fica realmente difícil mais próximo do final. Alguns momentos chegam a ser até um pouco frustrantes, mas o jogador fica realmente recompensado ao passar aquela fase difícil e ver Mario e Yoshi girando alegremente em volta da estrela coletada.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_5.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3386" title="galaxy2_5" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_5.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<p>Falando no dinossaurinho verde, Yoshi está finalmente de volta como um personagem, não como um veículo. Quando montado nele, a jogabilidade do game muda radicalmente. Além de poder usar sua língua para comer monstros, atirar projéteis e dar golpes, em alguns momentos Yoshi também vira um balão cheio de ar, para alcançar lugares mais altos. Quando come uma pimenta, então, Yoshi fica rápido como uma bala de canhão. Quando engole uma luz, serve para iluminar caminhos invisíveis. É divertidíssimo jogar com ele, e a adaptação aos seus controles é instantânea e natural.</p>
<p>Os power-ups desta vez estão muito melhores. Cloud Mario é o “Mario das Nuvenzinhas”, em bom português. Com ele, o encanador tem a possibilidade de criar três nuvens para ajudá-lo a chegar em locais mais altos, ou a se locomover, quando há vento. Já Rock Mario, o “Mario Pedreira”, se transforma em uma pedra que rola super rápido e é capaz de passar por cima de objetos e inimigos. Há também o Drill Mario, o “Mario Tatuzão”, que adquire uma espécie de furadeira que pode ser utilizada para chegar ao lado oposto de planetas, derrotar inimigos e acabar com chefes guardando uma estrelinha bacana.</p>
<p>Todos os power-ups são usados de diversas maneiras criativíssimas. Nunca causam o sentimento que estão no lugar errado e não são usados sem parar; existem diversas fases que são Mario contra todos, nada de itens ou Yoshi.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_6.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3387" title="galaxy2_6" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_6.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<p>A música desse jogo pode ser resumida em algumas palavras: Brilhante, incrível, excepcional e uma das melhores trilhas sonoras já colocadas em um game. Ouça <a href="http://www.youtube.com/watch?v=P29JNk7945k" target="_blank">isso</a> ou <a href="http://www.youtube.com/watch?v=swfVw7Xprpk" target="_blank">isso</a> e diga se não concorda comigo. Koji Kondo e Mahito Yokota, junto com a Mario Galaxy Orchestra, criaram a obra-prima das soundtracks originais da Nintendo. Os efeitos sonoros também não ficam para trás, com a dublagem do divertidíssimo Charles Martinet e os barulhos clássicos de moedas tilintando.</p>
<p>Já os gráficos são os melhores já apresentados no Nintendo Wii. Usando a mesma engine que o game original, <em>Galaxy 2</em> melhora levemente alguns aspectos do primeiro <em>Galaxy</em> que já era lindo em 2007, fazendo você esquecer que se trata de um jogo no Wii. As cores são brilhantes e interessantes e os personagens muitíssimo bem desenhados e detalhados, com alguns efeitos nunca antes vistos na plataforma.</p>
<p>Algo digno de nota é que Luigi é jogável neste game a partir de vinte estrelas coletadas. Ele aparecerá em algumas galáxias perguntando se Mario precisa de uma ajuda, e você poderá assumir o controle. Há algumas pequenas diferenças dele para Mario, porém: Luigi demora um pouco mais para parar após uma corrida, derrapando um pouco, mas também é um pouco mais alto e consegue chegar em plataformas mais altas facilmente. Depois do game ser completado, o irmão-verde pode ser usado em todas as fases.</p>
<p>Uma grande surpresa é aberta após 120 estrelas coletadas. Como sou um cara legal, só vou dizer que vai te dar bastante trabalho e muito tempo de diversão.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3384" title="galaxy2_3" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_3.png" alt="" width="520" height="292" /></p>
<h2><strong>VEREDITO FINAL:</strong></h2>
<p><strong><em>Super Mario Galaxy 2</em> é um game que realmente merece uma nota 10. É provavelmente o melhor game com o bigodudo Mario da história, e uma excelente prova que não é preciso armas e sangue para fazer um game incrível.</strong></p>
<p><strong>Com gráficos impressionantes, jogabilidade empolgante beirando a perfeição, músicas orquestradas magníficas, durabilidade muito acima da média e diversão garantida,<em> Super Mario Galaxy 2 </em>pode ser considerado a obra-prima da Nintendo, e o melhor título da empresa desde <em>The Legend of Zelda: Ocarina of Time</em>.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Arrume um Wii e saia correndo para jogar <em>Galaxy 2</em>. Você não se arrependerá.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> Jogabilidade perfeita, melhores gráficos já vistos no Wii, trilha sonora de tirar o fôlego de qualquer um, diversão garantida e sensação de recompensa constante<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> Power-ups e Yoshi dão mais variedade ao game e são divertidíssimos.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> O jogo dura bem mais que o Galaxy original ou Super Mario 64.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> Criatividade em todos as galáxias. Toda fase é diferente, usando diversos mecanismos e personagens conhecidos</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3390   aligncenter" title="galaxy_score" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy_score.png" alt="" width="301" height="157" /></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fplayertwo.com.br%252Fconteudo%252Freview-galaxy-2%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2Fbnku2H%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Review%20-%20Super%20Mario%20Galaxy%202%20%28Wii%29%22%20%7D);"></div>

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		<title>Review &#8211; Heavy Rain (PS3)</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 03:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Monsev</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Sony]]></category>
		<category><![CDATA[Heavy Rain]]></category>
		<category><![CDATA[Quantic Dream]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembro nos meados dos anos 2000, quando joguei Indigo Prophecy. De cara, pude notar que aquela não seria uma experiência qualquer. Aquele jogo me marcou, me impressionou, mostrou do que um bom jogo, bem montado, estruturado e com uma boa história, é capaz. A única coisa que não tinha me agradado, era o contexto meio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavyrainreview.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3199" title="heavyrainreview" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavyrainreview.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Lembro nos meados dos anos 2000, quando joguei<em> Indigo Prophecy</em>. De cara, pude notar que aquela não seria uma experiência qualquer. Aquele jogo me marcou, me impressionou, mostrou do que um bom jogo, bem montado, estruturado e com uma boa história, é capaz. A única coisa que não tinha me agradado, era o contexto meio sobrenatural demais. Pois alguns anos depois, a Quantic Dream aparece com seu novo jogo, bem mais sóbrio e, sem dúvida, interessante. <em>Heavy Rain </em>surgiu para agradar a gamers e cinéfilos, e marcar presença como um game no mínimo inovador.</p>
<p>Um início monótono. Você controla um personagem que acorda num belo dia de sol, escova os dentes, toma banho, se veste, desce e faz o que quer. Seus filhos chegam, e é aniversário de um deles. Vocês almoçam, mais tarde vão no shopping. Um acontecimento muda toda a ordem, e dá início à uma sucessão de eventos. Isso tudo cria um completo caos. É essa clássica jornada do herói – a transição da vida comum, a nossa vida, rotina, o dia a dia que estamos acostumados &#8211; para dias sucessivos, intensos e repletos de surpresas desagradáveis, que é apresentada em <em>Heavy Rain.</em></p>
<p><em><span id="more-3192"></span></em><img class="alignnone size-full wp-image-3201" title="heavy1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavy1.png" alt="" width="520" height="150" /></p>
<p>O clima é criado, e os personagens são apresentados. Cada um partindo de sua própria realidade, com suas principais suspeitas, para então chegar em um momento em que todos seus destinos se cruzam, em torno de um mesmo objetivo: capturar o Assassino do Origami, cada qual com seus motivos.</p>
<p>Essa promissora trama consegue se manter firme até o final, sendo o suficiente para o interesse no jogo crescer mais a cada capítulo completado. Há algumas pequenas falhas de roteiro – como a morte de um passarinho de estimação no início do jogo que não faz sentido algum, e também personagens que aparentam não ter nenhuma verdadeira importância, com aparições repentinas – mas digamos que tudo isso pode ser contornado com bom senso. Fora dos detalhes bobos, o que se tem é uma trama bem traçada, consistente e instigante. A sugestão que pode ser dada é algo como começar a jogar em algum momento que você tenha tempo no dia seguinte para dar sequência, ou então morrer de curiosidade.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavy2.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3202" title="heavy2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavy2.png" alt="" width="520" height="150" /></a></p>
<p>Quem jogou<em> Indigo Prophecy</em> já pode ter noções do que se trata a jogabilidade. Um game voltado totalmente para a história e a influência do jogador para o desfecho dela, adicionando comandos básicos de andar – naquele jeito meio <em>Resident Evil</em> clássico, <em>Silent Hill </em>e afins – aliado a momentos de pura empolgação com eventos em quick-time super bem construídos e desafiantes. A grande vantagem perante ao antigo game da Quantic Dream é que há menos situações repetitivas. Claro, existe a repetição mas de uma forma compreensiva dentro do contexto e, mesmo assim, ela não chega a atrapalhar ou entediar. Além disso, não há qualquer estresse com os comandos.</p>
<p>De qualquer modo, eu considero a jogabilidade do game um dos pontos mais altos, junto da história. Isso porque além dela ser adequada para a proposta do jogo, há momentos de pura euforia. Lutas, perseguições, fugas. Momentos de pura adrenalina, que em diversas partes do jogo te deixarão na ponta da poltrona, sem piscar, com os olhos vidrados na tela. As mãos suam, e a tensão é total. Aliás, é bem normal depois de um momento de muito estresse e ação frenética – que o jogo consegue desenvolver tão bem – pausar para dar uma respirada. É como acordar de um pesadelo e pensar “ainda bem que não era real”.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3203" title="heavy3" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavy3.png" alt="" width="520" height="150" /></p>
<p>Se a proposta é realmente ser um filme, então graficamente falando temos um jogo que, mais uma vez, conseguiu cumprir o objetivo. Os efeitos são muito bons, ótimas texturas, movimentos quase sempre bem trabalhados, com exceção ao andar dos personagens que pode parecer um tanto quanto robótico às vezes. Mas, é claro que tem também alguns momentos de baixa no jogo: alguns objetos estão com visual meio ultrapassado – com um design muito quadradão ou uma textura mal finalizada. As mãos também podem em determinados momentos parecerem artificiais demais. Nada que vá atrapalhar a experiência, pelo menos.</p>
<p>Sonoramente falando, o jogo é muito bom. O único defeito é de algumas dublagens serem meio forçadas demais. Quero dizer, elas de uma forma geral são boas, mas alguns diálogos pareceram um pouco sem verdade. Mas, novamente, são alguns momentos apenas, o que não compromete a experiência do jogo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3204" title="heavy4" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavy4.png" alt="" width="520" height="150" /></p>
<p>Quanto à trilha sonora, esta é um espetáculo a parte. Músicas bem orquestradas com uma capacidade de criar um perfeito clima para o filme, digo, jogo.</p>
<p>Algumas pessoas alegaram na internet estarem sofrendo com bugs, crashes e sabe-se lá mais o que. Situações em que elas tem de até mesmo reiniciar o PS3. Comprei o meu recentemente e não sei se é por isso, mas felizmente não tive nenhum probleminha, nem gráfico, nem de funcionamento com o jogo. Um ou outro raro momento que os frames baixaram um pouquinho, mas sempre durante alguma cutscene.</p>
<p>Infelizmente o jogo não é longo. Não sei quanto tempo tem exato, mas joguei em média umas 10 horas, talvez um pouquinho mais. A experiência vale muito a pena, mas a vontade de continuar é tremenda. Mesmo assim, apesar dos 18 finais e dos troféus para se conquistar, alguns podem não sentir tanta vontade de repetir toda a história. Quero dizer, há a curiosidade pelos outros finais, mas passar por absolutamente todos os momentos do game pode não soar tão recompensador como na primeira vez, afinal, muito do mistério (talvez todo ele) já foi respondido. Isso faz com que o jogo tenha uma vida relativamente curta, deixando-nos à mercê de DLC’s. Felizmente, o primeiro foi anunciado e sairá em abril. Infelizmente e obviamente, ele é pago. Custava colocar direto no jogo, Quantic?</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3205" title="heavy5" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavy5.png" alt="" width="520" height="150" /></p>
<h2>VEREDITO FINAL</h2>
<p><strong>Esse é um título obrigatório para todos que tenham um PS3, nem mesmo que seja apenas para experimentá-lo. É um jogo muito único, com muita personalidade, e com uma história daquelas que realmente tem o poder de mexer com a mente. É intrigante, desafiador e repleto de mistério e ansiedade para “ver o que vem a seguir”.</strong></p>
<p><strong>Com uma capacidade de imersão incomum nos jogos,<em> Heavy Rain</em> cativa e emociona, aliando as melhores emoções presentes no cinema de qualidade, com toda uma interatividade e liberdade de escolha que só poderia ser experienciada através de um jogo bem estruturado.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> Cativante, emocionante, desafiador e inovador.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> Gráficos bem desenhados, com expressão e vida.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> História interessante, digna de excelentes filmes de suspense.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="" width="16" height="16" /> Furos de roteiro bobos.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="" width="16" height="16" /> Problemas com bugs e glitches afetando os jogadores<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="" width="16" height="16" /> Apesar dos diversos finais possíveis e dos troféus, o jogo em si tem pouca duração.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3200 aligncenter" title="scoreheavyrain" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/scoreheavyrain.png" alt="" width="301" height="157" /></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fplayertwo.com.br%252Fconteudo%252Freview-heavy-rain-ps3%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Review%20-%20Heavy%20Rain%20%28PS3%29%22%20%7D);"></div>

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		<title>Review &#8211; No More Heroes 2 (Wii)</title>
		<link>http://playertwo.com.br/conteudo/review-no-more-heroes-2-desperate-struggle-wii/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 20:16:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Camolez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nintendo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[No More Heroes]]></category>
		<category><![CDATA[Suda 51]]></category>
		<category><![CDATA[Ubisoft]]></category>

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		<description><![CDATA[Um milagre aconteceu. No More Heroes, jogo aclamado pela crítica mas que obteve vendas pífias, ganha uma sequência, surpreendentemente. Resta sabermos se No More Heroes 2: Desperate Struggle consegue superar o seu antecessor. Leia o nosso review completo para saber. No More Heroes 2: Desperate Struggle Desenvolvedora: Grasshopper Manufacture Publisher: Ubisoft Plataformas: Nintendo Wii A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/NOMOREHEROES2.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3093" title="NOMOREHEROES2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/NOMOREHEROES2.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Um milagre aconteceu. <em>No More Heroes</em>, jogo aclamado pela crítica mas que obteve vendas pífias, ganha uma sequência, surpreendentemente. Resta sabermos se <em>No More Heroes 2: Desperate Struggle</em> consegue superar o seu antecessor. Leia o nosso review completo para saber.</p>
<p><span id="more-3091"></span></p>
<p><em><strong>No More Heroes 2: Desperate Struggle</strong></em><br />
<strong>Desenvolvedora:</strong> Grasshopper Manufacture<br />
<strong>Publisher:</strong> Ubisoft<br />
<strong>Plataformas:</strong> Nintendo Wii</p>
<p>A história de <em>NMH2</em> continua seguindo Travis Touchdown, um assassino profissional. Após chegar ao primeiro lugar no ranking de assassinos no primeiro game, Travis se aposenta e cai para a 51ª posição. Depois do assassinato de seu amigo Bishop, Travis fica puto da vida, sai da sua aposentadoria querendo pegar quem matou seu amigo a qualquer custo e voltar a primeira posição.</p>
<p>Algo que anima todos que jogaram o primeiro game é que<em> No More Heroes 2</em> continua tão sangrento, sádico e engraçado quanto o anterior. Apesar disso, <em>Desperate Struggle</em> adiciona mais sensualidade, afinal, é um jogo masculino. Os efeitos de física nos peitos também melhoraram bastante. Boa, Suda 51!</p>
<p>O jogo é muito mais polido e detalhado que o original. A física, como dito anteriormente, é muito melhor, os personagens tem expressões muito bem definidas e o cenário é bastante detalhado.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/nmh2_1.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3097" title="nmh2_1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/nmh2_1.png" alt="" width="520" height="150" /></a></p>
<p>Uma mudança muito bem-vinda em <em>Desperate Struggle</em> é a remoção do free roaming, uma das características mais odiadas do game original. A cidade de Santa Destroy era muito mal produzida e completamente sem vida. Nesta sequência, ao invés do jogador ter de ficar meia hora circulando por uma cidade sem emoção, ele tem acesso as missões principais, side-jobs e lojas por meio de um menu simples e bem legal. O apartamento no hotel continua presente com sua gata, que engordou bastante, seus animês, mangás e roupas.</p>
<p>Falando em side-jobs, os pequenos empregos que Travis realiza para ganhar dinheiro, que servem para comprar novas armas e roubas, foram completamente mudados. No game original, os empregos eram chatos e forçados ao jogador. Em <em>Desperate Struggle</em>, os side-jobs são joguinhos opcionais em estilo oito bits. Alguns deles são tão divertidos que o jogador pode até esquecer da história principal do game e ficar jogando-os por diversas horas. É como se você tivesse uma coleção de jogos para NES disponíveis a qualquer momento.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3098" title="nmh2_2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/nmh2_2.png" alt="" width="520" height="150" /></p>
<p>O trabalho de som em <em>No More Heroes 2</em> é fantástico. A dublagem é excepcional. Todos os dubladores convencem muito bem como seus personagens. As músicas são maravilhosas, em um estilo rock&#8217;n'roll misturado com música eletrônica. O resultado é uma experiência sonora muito acima da média. Muitos procurarão a soundtrack do jogo no YouTube.</p>
<p>Apesar dos gráficos serem bastante detalhados, o jogo sofre com algumas quedas de framerate bastante perceptíveis, que pioram a experiência do jogador em alguns momentos.</p>
<p>A jogabilidade continua como a do seu antecessor, e quem já jogou <em>No More Heroes</em> sabe: É excelente.  O botão A dá ataques de espada, enquanto o B faz movimentos de luta. Para finalizar o seu oponente, o jogador deve balançar o Wii Remote para o lado correspondente. O waggle é mantido no mínimo e é bastante divertido. Afinal, balançar o Wii Remote para arrancar as cabeças de seus inimigos é algo que qualquer um pode apreciar. Violência gratuita e divertidíssima.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/nmh2_3.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3099" title="nmh2_3" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/nmh2_3.png" alt="" width="520" height="150" /></a></p>
<p>O fator replay não é dos melhores. Após o término do game, não há muito o que fazer. É bacana jogar os side-jobs novamente, mas como o jogo não possui um modo multiplayer, você vai jogar a mesma coisa de novo e de novo.</p>
<p>Os chefões em<em> Desperate Struggle</em> são excelentes, cada um com uma personalidade, tipos de batalhas e ataques diferentes. Tudo muito menos repetitivo que no primeiro <em>No More Heroes</em>. Há até uma luta de megazords, amantes de Power Rangers!</p>
<h2><strong>VEREDITO FINAL:</strong></h2>
<p><strong>Apesar de possuir alguns problemas, o sexy <em>No More Heroes 2 Desperate Struggle</em> é uma experiência incrível e um jogo que qualquer gamer que se diz hardcore deveria jogar. Um dos melhores games na biblioteca do Nintendo Wii.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> Sangrento, divertido e engraçado<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> É ainda melhor que o primeiro<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> Side-jobs que são mais legais que qualquer minigame de <em>Mario Party</em><br />
<a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="" width="16" height="16" /></a> Quedas de frame-rate pioram a experiência<br />
<a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="" width="16" height="16" /></a> Alguém pode se ofender por tanta violência grátis e peitos balançantes<br />
<a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="" width="16" height="16" /></a> O fator replay não é dos melhores</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3095 aligncenter" title="SCORENMH2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/SCORENMH2.png" alt="" width="301" height="157" /></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fplayertwo.com.br%252Fconteudo%252Freview-no-more-heroes-2-desperate-struggle-wii%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Review%20-%20No%20More%20Heroes%202%20%28Wii%29%22%20%7D);"></div>

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		<title>Review &#8211; DiRT2 (Multi)</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 17:24:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[Nintendo]]></category>
		<category><![CDATA[PC]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Sony]]></category>
		<category><![CDATA[Codemasters]]></category>
		<category><![CDATA[DiRT]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando o assunto é jogos de Drift nos games todos os olhares se direcionam para GRID e quando o assunto é corridas do estilo Rally todos se voltam para DiRT da Codemasters. A empresa fez um ótimo trabalho com seu primeiro jogo e agora volta com uma sequência sensacional para os fãs de corrida. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Quando o assunto é jogos de Drift nos games todos os olhares se direcionam para GRID e quando o assunto é corridas do estilo Rally todos se voltam para DiRT da Codemasters. A empresa fez um ótimo trabalho com seu primeiro jogo e agora volta com uma sequência sensacional para os fãs de corrida. Em relação ao seu antecessor é notável uma grande melhora visual, um novo esquema de se pilotar e agora com um sistema de batidas com um realismo espetacular.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Logo de início temos uma ótima apresentação ao mundo das corridas com uma visão em primeira pessoa do seu trailer que funcionará como Menu ao longo do game, lá você escolhe onde irá correr, pode ver os vídeos-tutoriais de como cada partida vai funcionar e fazer diversas decisões ao longo do seu progresso. A imersão de detalhes desse menu é totalmente maravilhosa, tudo é muito bem colocado e explicado. Os menus não são focados apenas dentro de seu trailer e, também, fora dele com o lugar onde você escolherá seu carro, terá a opção de fazer alguma mudança visual no carro e ir para correr.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Antes de que você vá de fato pilotar o carro será sempre perguntado o nível de dificuldade e que vai influenciar no número de Flashbacks que poderão ser usados e, óbvio, no nível da corrida. Esse Flashback que citei agora é grande nova mecânica de DiRT2 que como o nome já sugere o jogador tem a opção de voltar no tempo por meio de um “player” de vídeo que vai surgir na tela quando for acionado ou quando seu carro der perca total por causa de alguma batida. Ter controle sobre esse flashback é bem simples, é apenas ir avançando ou voltando e selecionar em que parte do vídeo você deseja recomeçar e pronto.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O número de pistas ao longo do jogo é assustador, serão diversas experiências diferentes ao redor do mundo e com carros diferentes. Porém ao longo do jogo você vai perceber que elas acabam se repetindo inúmeras vezes e, de longe, é o que mais peca no jogo. Estará disponível diversas maneiras de se percorrer o mundo, seja pelo modo carreira onde você pode viajar para Ásia, Europa e América ou por diversos outros modos que estão disponíveis no jogo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Em um quesito de aúdio e visual o jogo não deixa a desejar em ambos, seja tanto na trilha sonora que se encaixa muito bem com o gênero do jogo ou nos detalhes que ocorrem quando você passa sobre uma poça de água e seu para-brisa fica completamente sujo. Tudo está em uma sintonia perfeita, que acaba trazendo cada vez mais uma imersão mais perfeita para o jogo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A Codemasters soube trabalhar muito bem na continuação de DiRT e fazendo com que a versão de Pcs para o jogo precise um processador I7 para que que consiga tirar o potêncial gráfico máximo do jogo. Os efeitos de iluminação estão cada vez mais impressionantes e isso fica mais óbvio ainda quando se tem corridas em um fim de tarde ou quando os faróis iluminam a pista em cenários a noite. Em certas batidas será possível ver os pedaços os carros serem despedaçados em tempo real e tudo aquilo vindo pra cima do seu carro. Só é uma pena a mudança visual dos carros não ser tão customizavel como a de outros jogos, mesmo que você ganhe mais pinturas para o carro ao longo da jogatina fica bem visível que os mesmos patrocinadores sempre permanecem e só tenha uma pequena renovação visual.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">É bom deixar bem claro que DiRT2 tem uma variação de pistas enorme, você pode passar desde as clássicas corridas de Rally mais comuns ou simplesmente ir viajando pelo mundo pelo modo World Tour e sair desbravando as pistas ao redor do mundo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O game também conta com um sistema de níveis – algo bem semelhante ao dos RPGs – só que nesse caso esse seu nível serve para poder que você consiga correr em determinadas pistas. Após cada corrida o corredor ganha experiência para avançar de nível e dinheiro para comprar determinados itens e dar uma melhorada na parte interna do carro.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Para finalizar o review só tenho que parabenizar a Codemasters pelo ótimo trabalho e pela grande superação que ela conseguiu desde o primeiro título de DiRT. Mesmo pecando em ser repetitivo as qualidades do jogo conseguem se sobressair os seus defeitos. É um grande game para quem já é fã de longa data do gênero ou para quem está iniciando apenas nessa geração.</div>
<p><strong><img class="alignnone size-full wp-image-2804" title="dirttopo" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/12/dirttopo.png" alt="dirttopo" /></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Colin McRae: DiRT2</strong><br />
<strong>Desenvolvedora:</strong> Codemasters<br />
<strong>Publisher:</strong> Codemasters<br />
<strong>Plataformas:</strong> PC, Wii, DS, PSP, Xbox 360, Playstation 3 (versão testada)</p>
<p>Quando o assunto é jogos de corrida arcade-simulação todos os olhares se direcionam para GRID e quando o assunto é corridas do estilo rally todos se voltam para DiRT da Codemasters. A empresa fez um ótimo trabalho com seu primeiro jogo e agora volta com uma sequência sensacional para os fãs de corrida. Em relação ao seu antecessor é notável uma grande melhora visual, um novo esquema de se pilotar e  um sistema de batidas com um realismo ainda mais  espetacular.</p>
<p>Logo de início temos uma ótima apresentação ao mundo das corridas com uma visão em primeira pessoa do seu trailer que funcionará como Menu ao longo do game. Lá você escolhe onde irá correr, pode ver os vídeo-tutoriais de como cada partida vai funcionar e fazer diversas decisões ao longo do seu progresso. A imersão de detalhes desse menu é  maravilhosa, tudo é muito bem colocado e explicado. Os menus não são focados apenas dentro de seu trailer e, também, fora dele com o lugar onde você escolherá seu carro, terá a opção de fazer alguma mudança visual no carro e ir correr.</p>
<p>Antes de que você vá de fato pilotar o carro é sempre perguntado o nível de dificuldade, que vai influenciar no número de Flashbacks que poderão ser usados e, óbvio, no nível de dificuldade da corrida. Esse Flashback que citei agora é uma mecânica presente em GRID, que também está em DiRT2. Como o nome já sugere o jogador tem a opção de voltar no tempo por meio de um “player” de vídeo que vai surgir na tela quando for acionado ou quando seu carro der perda total por causa de alguma batida. Ter controle sobre esse flashback é bem simples, é apenas ir avançando ou voltando e selecionar em que parte do vídeo você deseja recomeçar e pronto.</p>
<p><span id="more-2797"></span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2802" title="dirt1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/12/dirt1.png" alt="dirt1" /></p>
<p>O número de pistas ao longo do jogo é assustador, serão diversas experiências diferentes ao redor do mundo e com carros diferentes. Porém ao longo do jogo você vai perceber que elas acabam se repetindo inúmeras vezes e é, de longe, o aspecto em que o game peca mais. Existem diversas maneiras de se percorrer o mundo, seja pelo modo carreira onde você pode viajar para Ásia, Europa e América ou por diversos outros modos que estão disponíveis no jogo.</p>
<p>Em um quesito de aúdio e visual o jogo não deixa a desejar em ambos, seja tanto na trilha sonora que se encaixa muito bem com o gênero do jogo ou nos detalhes mostrandos quando você passa sobre uma poça de água e seu para-brisa fica completamente sujo. Tudo está em uma sintonia perfeita, que acaba trazendo cada vez mais uma imersão cada vez melhor para o jogo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2803" title="dirt2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/12/dirt2.png" alt="dirt2" /></p>
<p>A Codemasters soube trabalhar muito bem os gráficos na continuação de DiRT. Os efeitos de iluminação estão cada vez mais impressionantes e isso fica mais óbvio ainda quando se tem corridas em um fim de tarde ou quando os faróis iluminam a pista em cenários a noite. Em certas batidas é possível ver  pedaços saindo de carros em tempo real, e tudo aquilo vindo pra cima do seu carro. Só é uma pena a mudança visual dos carros não ser tão customizável como a de outros jogos, mesmo que você ganhe mais pinturas para o carro ao longo da jogatina fica bem visível que os mesmos patrocinadores sempre permanecem e só tenha uma pequena renovação visual.</p>
<p>O game também conta com um sistema de níveis – algo bem semelhante ao dos RPGs – só que nesse caso os níveis só  servem para que você consiga correr em determinadas pistas. Após cada corrida o corredor ganha experiência para avançar de nível e dinheiro para comprar determinados acessórios e carros.</p>
<h2>VEREDITO FINAL</h2>
<p><strong>Só tenho que parabenizar a Codemasters pelo ótimo trabalho e pela grande superação que ela conseguiu desde o primeiro título de DiRT. Mesmo pecando em ser repetitivo as qualidades do jogo conseguem se sobressair &#8211; e muito &#8211; os seus defeitos. É um grande game para quem já é fã de longa data do gênero ou para quem está iniciando em jogos de corrida.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="mais" /><span style="font-weight: normal;"> Gráficos e som sensacionais<br />
</span><span style="font-weight: normal;"><span style="font-weight: normal;"><img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="mais" /> Curva de aprendizado bem desenvolvida<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="mais" /> Sistema de flashback muito bem incorporado<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="menos" /> É repetitivo em alguns momentos<br />
</span><span style="font-weight: normal;"><strong><span style="font-weight: normal;"><strong><span style="font-weight: normal;"><img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="menos" /> A parte de fora do carro não é muito customizável<br />
</span><span style="font-weight: normal;"><strong><span style="font-weight: normal;"><strong><span style="font-weight: normal;"><strong><span style="font-weight: normal;"><strong><span style="font-weight: normal;"><img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="menos" /> O sistema de Menu pode não agradar algumas pessoas</span><br />
</strong></span></strong></span></strong></span></strong></span></strong></span></strong></span></span></p>
<p><strong><strong> </strong></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p align="center"><img class="alignnone size-full wp-image-2799" title="finaldirt2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/12/finaldirt2.png" alt="finaldirt2" /></p>
<h2>GALERIA DE IMAGENS (8)</p>
<p><span style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, 'Bitstream Vera Sans', sans-serif; font-weight: normal; line-height: 12px; font-size: 12px; color: #333333;">
<div class="ngg-galleryoverview" id="ngg-gallery-7-2797">


	
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	<!-- Pagination -->
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</div>

</span></h2>
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		<title>Review &#8211; Batman: Arkham Asylum (Multi)</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 00:28:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Monsev</dc:creator>
				<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[PC]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Sony]]></category>
		<category><![CDATA[Batman Arkham Asylum]]></category>
		<category><![CDATA[Eidos]]></category>

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		<description><![CDATA[Batman: Arkham Asylum Desenvolvedora: Rocksteady Studios Publisher: Eidos Interactive Plataformas: Xbox 360, PS3, PC (versão testada) Cheguei aos créditos finais de Batman: Arkham Asylum com um sorriso estampado no rosto e uma vontade imensa de uma sequência. Fazia tempo que um jogo não me prendia tanto do início ao fim, fazendo com que eu terminasse-o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2511" title="topoarkhamreview" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/topoarkhamreview.png" alt="topoarkhamreview" /></p>
<p><strong>Batman: Arkham Asylum</strong><br />
<strong>Desenvolvedora:</strong> Rocksteady Studios<br />
<strong>Publisher:</strong> Eidos Interactive<br />
<strong>Plataformas:</strong> Xbox 360, PS3, PC (versão testada)</p>
<p>Cheguei aos créditos finais de Batman: Arkham Asylum com um sorriso estampado no rosto e uma vontade imensa de uma sequência. Fazia tempo que um jogo não me prendia tanto do início ao fim, fazendo com que eu terminasse-o em pouco tempo. Não que o jogo seja extremamente pequeno &#8211; ele não é um jogo grande em termos de horas de duração, também &#8211; mas é um jogo intenso a ponto de te prender por horas a fio, ansioso para o próximo problema a ser resolvido. Não é um jogo do último filme do Batman (que, vamos combinar, é o melhor filme do homem-morcego), mas faz também o papel de melhor jogo do herói. Aliás, jogos sobre heróis têm voltado, e muitos surpreendendo como o Wolverine. E felizmente, com o morcegão não foi diferente.</p>
<p>Passado as minhas impressões e opiniões iniciais devo dizer que o clima desse game é simplesmente perfeito e fiel a todo o universo de Gotham. O hospital psiquiátrico Arkham foi recriado de uma forma muito competente e detalhada, além de inteligente. Tudo no jogo sempre acaba se encaixando bem e se complementando e é por esse motivo que o jogador &#8220;se transporta&#8221; para a história. Indo mais a fundo nos cenários, pode-se notar áreas especiais e mais &#8220;escondidas&#8221; e diversos caminhos alternativos &#8211; que se assemelham a uma espécie de mundo aberto, porém sem deixar a história de lado, nesse caso &#8211; e assim criam um número bem variado de possibilidades de exploração e realização dos objetivos.</p>
<p><span id="more-2507"></span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2512" title="ss1batman" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ss1batman.jpg" alt="ss1batman" /></p>
<p>Algo que eu não contava: bons combates. Esse tipo de jogo, muitas vezes, sempre parte para uma combinação absurdamente grande de botões, o que é uma porcaria para muita gente como eu que simplesmente não gravará os comandos e consequentemente será incapaz de executá-los no momento que for necessário. Isso, pra mim, é sempre um motivo grande de frustração. Mas, em Batman: Arkham Asylum isso não acontece. Com maestria, o game utiliza um sistema simples, intuitivo mas que não deixa um ar de repetição. Ou seja, nem muito complexo, nem muito repetitivo: na medida certa. É isso mesmo. O jogo acerta em tudo quanto ao que diz sobre sua jogabilidade. Movimentos precisos, nenhum bug aburdo, e aquela combinação “gostosa” de botões que levam o jogador de fato para nada mais, nada menos, que para a pele do homem-morcego.</p>
<p>Dentro dessa área a ser explorada, há também a câmera que em momento algum falha. É bom lembrar que há um comando chamado &#8220;detective mode&#8221; em que Batman fica apto a enxergar com uma espécie de &#8220;detecção de calor&#8221;, sabendo onde está cada inimigo, se está com armas de fogo ou não. Além disso, também pode ser utilizado para encontrar meios alternativos de caminhos e fugas, essenciais para a ação &#8220;às escondidas&#8221; do homem-morcego. Isso pode ser uma idéia considerada idiota no início mas, ao longo do jogo, é notável o porquê dela ser acrescentada, se tornando fundamental e essencial para o jogo fluir bem e o jogador realmente se sentir como o herói.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2513" title="ss2batman" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ss2batman.jpg" alt="ss2batman" /></p>
<p>Os gráficos, que tanta gente se importa, também não estão nada mal. Os ambientes são praticamente todos escuros, mas toda essa penumbra do jogo foi feita com muita dedicação e elegância, causando um clima de suspense e escuridão. Ou seja, o mundo de Batman é sombrio, e o jogo cumpre bem essa característica. Mas não só isso: as animações e movimentos de luta também são espetaculares. Não há movimentações muito bruscas e outras claramente &#8220;falsas&#8221;, ou seja, não existe simplesmente aquele tipo de artificial que chega a dar um desconforto. As ações do herói são realmente naturais e dá para notar que, apesar de muito poderoso, ele é feito de carne e osso (mesmo que, no caso, esteja sendo representado por polígonos).</p>
<p>De nada adiantaria os belos gráficos, animações e modelagem se o jogo apresentasse uma trama muito simplória. Para a sorte de todos, não é isso que acontece. O jogo começa com o Coringa sendo preso e com Batman acompanhando todo o processo. No entanto, ninguém contava que a prisão do palhaço fosse apenas o início de seus planos. A partir de determinado momento, seu plano entra em ação e a ilha Arkham sai do controle e é isolada. Cabe a Batman o dever de impor a ordem em meio a todo o caos que é criado. O interessante é que esse caos não simplesmente aparece do nada, pois é notável a evolução ao longo da história. Por exemplo, no início, andar no lado de fora das instalações ainda era seguro &#8211; e inclusive policiado &#8211; mas com o passar do tempo (e das missões que vão sendo realizadas) Arkham vai cada vez sucumbindo mais ao poder do Coringa e de seus capangas, eliminando qualquer tipo de vida racional que esteja do lado da justiça.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2514" title="ss3batman" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ss3batman.jpg" alt="ss3batman" /></p>
<p>Através de um vírus (denominado de &#8220;venom&#8221;, mas nada a ver com Homem-Aranha, né), o Coringa vai consumindo a tudo e a todos, deixando Batman fadado a sua própria capacidade, inteligência e habilidade e, é claro, contando com a pequena ajuda da filha do comissário Gordon através de um &#8220;rádio-comunicador&#8221;. Mas, como Arkham Asylum abriga os mais perigosos vilões de Gotham, a missão do homem-morcego não será nada fácil. Diversos vilões aparecem na história, como a Arlequina, Croc, Bane, Espantalho e Hera Venenosa. Ainda há algumas participações &#8220;indiretas&#8221; como do Charada &#8211; que constitui apenas em charadas que cabe ao jogador descobrí-las ao longo do jogo, se quiser. O importante é que todos os vilões estão muito bem representados e com dublagens excelentes. Simplesmente um ambiente totalmente fiel a todo o universo de Gotham.</p>
<p>Como dito anteriormente, o jogo não é muito longo. Ele é sempre muito intenso, com ação a cada minuto e variando nas formas de se controlar Batman &#8211; como as fases do Espantalho em que, ao soltar o gás do medo, o objetivo do homem-morcego é chegar até o holofote com o símbolo que o representa e virar contra o Espantalho &#8220;gigante&#8221; (e o jogo ganha uma visão mais de “plataforma”). Só assim, Batman consegue enfrentar seu medo e sair do mundo apocalíptico de Espantalho e voltar para o seu mundo que não está lá muito diferente.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2515" title="ss4batman" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ss4batman.jpg" alt="ss4batman" /></p>
<p>Além disso, é bom lembrar que existem momentos para a pancadaria rolar solta, momentos para bancar o detetive e momentos para dar uma de Hitman fantasiado de herói da DC e incapacitar cada capanga do Coringa silenciosamente. Essa variação pode, no entanto, cansar o jogador. Se no início a fase do Espantalho é algo de se espantar (trocadilho infame), depois começa a ser um tanto quanto cansativa. Mas, a participação do vilão vale a pena por trazer momentos assustadores ao colocar Batman cara-a-cara com o fato mais traumático de sua vida: a morte de seus pais. Mais detalhes disso não revelarei para evitar spoilers.</p>
<p>O jogo conta também com gravações de entrevistas feitas com os vilões pelos cientistas e médicos que trabalham em Arkham. É bem legal de ouví-las, e realmente funciona como um extra muito divertido e interessante. Além disso, há outras peças espalhadas e escondidas pelos locais que contam sobre a construção, planejamento e história do Arkham Asylum. Mas confesso que, apesar de muito legais, não são muito motivadores para continuar o jogo após derrotar o Coringa e &#8220;não ter nada mais para se fazer&#8221;. É legal apenas ao longo do jogo, quando o jogador vai encontrando as peças pelas fases mas ainda tem que, no final das contas, trazer a paz de volta. Isso faz com que o jogo não sobreviva muito mais depois de completar toda a história, o que é uma pena. Ainda há o modo &#8220;challenge&#8221; em que o jogador é desafiado a combater os capangas do Coringa e tentar a melhor pontuação possível. É extremamente divertido pois as lutas são muito boas &#8211; e os motivos disso eu já citei &#8211; mas depois de feito algumas vezes, também fica um tanto quanto supérfulo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2516" title="ss5batman" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ss5batman.jpg" alt="ss5batman" /></p>
<h2><strong>VEREDITO FINAL</strong></h2>
<p><strong>Apesar desses defeitinhos finais não dá para tirar muitos pontos desse que veio para se tornar um jogo clássico. É o melhor jogo do Batman e, quem sabe, o melhor jogo sobre super-heróis da história. Batman: Arkham Asylum não só correspondeu às expectativas, como também as superou, trazendo uma história concisa, uma trama inteligente, jogabilidade não inovadora, mas muito bem executada e criando um clima totalmente fiel ao universo do personagem. É sem dúvida um jogo essencial para quem goste do homem-morcego e para quem gosta de jogos de aventura/ação. Recomendadíssimo por ser, simplesmente, um dos melhores games que joguei nos últimos tempos, e um dos que mais me prendeu.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="mais" /> Jogabilidade intuitiva e bastante agradável.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="mais" /> Clima do universo de Batman recriado com perfeição.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="mais" /> Jogo bastante intenso do começo ao fim.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="menos" /> Apesar de enredo e trama consistentes, o game acaba deixando uma vontade de “quero mais”.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="menos" /> Extras não são suficientes para continuar o jogo após finalizar a história.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="menos" /> Por que diabos não há sequer UM MODO para jogar com pelo menos mais uma pessoa?</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2510" title="batman_nota" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/batman_nota.png" alt="batman_nota" /></p>
<h2><strong>GALERIA DE IMAGENS (14)<br />
</strong></h2>

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