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	<title>PLAYER TWO &#187; Reviews</title>
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	<description>Jogue, leia e participe.</description>
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		<itunes:subtitle>Two Players, o podcast do PlayerTwo.com.br! Meia hora de conversa entre dois jogadores, que debatem sobre este louco mundo gamer.</itunes:subtitle>
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		<title>Review &#8211; Super Mario Galaxy 2 (Wii)</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 01:07:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Camolez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Nintendo]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Nintendo EAD]]></category>
		<category><![CDATA[Super Mario Galaxy 2]]></category>

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Super Mario Galaxy 2 é um dos grandes títulos da Nintendo para o Wii este ano, os outros sendo o próximo Zelda e Metroid: Other M. Produzido pela Nintendo EAD Software Group Tokyo, de Donkey Kong Jungle Beat e do primeiro Super Mario Galaxy, o game chegou às lojas da América no dia 23 de [...]]]></description>
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<p><em><img class="alignnone size-full wp-image-3388" title="SUPERMARIOGALAXY2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/SUPERMARIOGALAXY21.png" alt="" width="520" height="300" /></em></p>
<p><em>Super Mario Galaxy 2</em> é um dos grandes títulos da Nintendo para o Wii este ano, os outros sendo o próximo<em> Zelda</em> e <em>Metroid: Other M</em>. Produzido pela Nintendo EAD Software Group Tokyo, de <em>Donkey Kong Jungle Beat</em> e do primeiro <em>Super Mario Galaxy</em>, o game chegou às lojas da América no dia 23 de maio.</p>
<p>A Nintendo, com o primeiro <em>Galaxy</em>, elevou a barra no gênero plataforma. Muitos o consideraram o melhor jogo de 2007. Com uma criatividade fora de série, jogabilidade quase perfeita, músicas orquestradas emocionantes e gráficos surpreendentes,<em> Galaxy</em> foi abocanhando diversos prêmios na mídia especializada.</p>
<p>E se eu te disser que <em>Super Mario Galaxy 2</em> é ainda melhor?</p>
<p><span id="more-3380"></span><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_4.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3385" title="galaxy2_4" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_4.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<p><strong><em>Super Mario Galaxy 2</em></strong><br />
<strong>Desenvolvedora:</strong> Nintendo EAD Software Group Tokyo<br />
<strong>Publisher:</strong> Nintendo<br />
<strong>Plataforma:</strong> Nintendo Wii</p>
<p>Após a revelação surpreendente da existência do game na E3 do ano passado, muitos se mostraram céticos. “Ah, a Nintendo está se repetindo”. “Acabou a criatividade de Miyamoto e companhia”, comentaram. Acontece que <em>Super Mario Galaxy 2</em> utiliza as mecânicas geniais do game anterior para criar um jogo AINDA mais criativo e divertido.</p>
<p>O jogo começa “esquecendo” tudo que aconteceu no seu antecessor. Rosalie e o observatório gigante não estão presentes. A história, bem, é tudo que você espera: a princesa Peach foi raptada pelo malvado Bowser, que agora está do tamanho de um planeta e quer construir um império no centro do universo.</p>
<p>Ao invés do jogo ser liberado de uma vez só, <em>Galaxy 2</em> começa como um Mario sidescroller, sem a terceira dimensão. Depois de algumas instruções dadas ao jogador, a terceira dimensão é adicionada. Um pouco mais tarde, Mario começa a brincar com a gravidade. É um jeito genial de ir dando o controle pouco a pouco e não bombardear o jogador com informações propensas a serem esquecidas.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3382" title="galaxy2_1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_1.png" alt="" width="520" height="292" /></p>
<p>Quando Peach é sequestrada, Mario, obviamente, vai atrás dela. Ajudando-o, está uma nova personagem, Lubba, que constrói a Spaceship Mario, uma nave espacial com o desenho e formato da cabeça do encanador mais famoso do mundo. Esta nave é o instrumento utilizado para ir para as galáxias e coletar as estrelas, para dar energia a espaço-nave ir atrás de Bowser.</p>
<p>Ao invés de ter o confuso observatório gigante como no game original, <em>Galaxy 2</em> utiliza a Starship Mario para ir às galáxias, em uma forma bastante parecida a dos clássicos como <em>Super Mario Bros. 3</em>: com um mapa ligando todas as fases de uma forma linear. Isso diminui muito a confusão causada ao jogador, que, quando voltava ao game depois de um tempo sem jogar, não sabia a localização de galáxias específicas e ficava completamente perdido. A simplicidade do mapa de <em>Galaxy 2</em> ajuda muito.</p>
<p>Para dar uma ajuda ao público casual, a Nintendo adicionou um recurso chamado de Cosmic Guide no game, igual ao Super Guide de <em>New Super Mario Bros. Wii</em>. Após morrer algumas vezes seguidas em uma fase, Mario poderá deixar o jogo se auto-controlar, passando por uma parte em que o jogador havia falhado diversas vezes.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_5.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3383" title="galaxy2_2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_2.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<p>Se você quiser, o guia pode ir até o final da fase, coletando a estrela. Porém, de forma perspicaz, a estrela coletada pelo Cosmic Guide é de bronze, ao contrário do lindo outro das estrelas normais, coletadas com o trabalho árduo do jogador.</p>
<p>Além disso, existem pequenas televisões espalhadas pelo mapa que dão dicas sobre como passar por algumas partes do game mais complicadas.</p>
<p>Por causa disso, você deve estar achando que <em>Galaxy 2</em> é um jogo fácil, certo? Errado. O game fica realmente difícil mais próximo do final. Alguns momentos chegam a ser até um pouco frustrantes, mas o jogador fica realmente recompensado ao passar aquela fase difícil e ver Mario e Yoshi girando alegremente em volta da estrela coletada.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_5.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3386" title="galaxy2_5" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_5.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<p>Falando no dinossaurinho verde, Yoshi está finalmente de volta como um personagem, não como um veículo. Quando montado nele, a jogabilidade do game muda radicalmente. Além de poder usar sua língua para comer monstros, atirar projéteis e dar golpes, em alguns momentos Yoshi também vira um balão cheio de ar, para alcançar lugares mais altos. Quando come uma pimenta, então, Yoshi fica rápido como uma bala de canhão. Quando engole uma luz, serve para iluminar caminhos invisíveis. É divertidíssimo jogar com ele, e a adaptação aos seus controles é instantânea e natural.</p>
<p>Os power-ups desta vez estão muito melhores. Cloud Mario é o “Mario das Nuvenzinhas”, em bom português. Com ele, o encanador tem a possibilidade de criar três nuvens para ajudá-lo a chegar em locais mais altos, ou a se locomover, quando há vento. Já Rock Mario, o “Mario Pedreira”, se transforma em uma pedra que rola super rápido e é capaz de passar por cima de objetos e inimigos. Há também o Drill Mario, o “Mario Tatuzão”, que adquire uma espécie de furadeira que pode ser utilizada para chegar ao lado oposto de planetas, derrotar inimigos e acabar com chefes guardando uma estrelinha bacana.</p>
<p>Todos os power-ups são usados de diversas maneiras criativíssimas. Nunca causam o sentimento que estão no lugar errado e não são usados sem parar; existem diversas fases que são Mario contra todos, nada de itens ou Yoshi.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_6.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3387" title="galaxy2_6" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_6.png" alt="" width="520" height="292" /></a></p>
<p>A música desse jogo pode ser resumida em algumas palavras: Brilhante, incrível, excepcional e uma das melhores trilhas sonoras já colocadas em um game. Ouça <a href="http://www.youtube.com/watch?v=P29JNk7945k" target="_blank">isso</a> ou <a href="http://www.youtube.com/watch?v=swfVw7Xprpk" target="_blank">isso</a> e diga se não concorda comigo. Koji Kondo e Mahito Yokota, junto com a Mario Galaxy Orchestra, criaram a obra-prima das soundtracks originais da Nintendo. Os efeitos sonoros também não ficam para trás, com a dublagem do divertidíssimo Charles Martinet e os barulhos clássicos de moedas tilintando.</p>
<p>Já os gráficos são os melhores já apresentados no Nintendo Wii. Usando a mesma engine que o game original, <em>Galaxy 2</em> melhora levemente alguns aspectos do primeiro <em>Galaxy</em> que já era lindo em 2007, fazendo você esquecer que se trata de um jogo no Wii. As cores são brilhantes e interessantes e os personagens muitíssimo bem desenhados e detalhados, com alguns efeitos nunca antes vistos na plataforma.</p>
<p>Algo digno de nota é que Luigi é jogável neste game a partir de vinte estrelas coletadas. Ele aparecerá em algumas galáxias perguntando se Mario precisa de uma ajuda, e você poderá assumir o controle. Há algumas pequenas diferenças dele para Mario, porém: Luigi demora um pouco mais para parar após uma corrida, derrapando um pouco, mas também é um pouco mais alto e consegue chegar em plataformas mais altas facilmente. Depois do game ser completado, o irmão-verde pode ser usado em todas as fases.</p>
<p>Uma grande surpresa é aberta após 120 estrelas coletadas. Como sou um cara legal, só vou dizer que vai te dar bastante trabalho e muito tempo de diversão.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3384" title="galaxy2_3" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy2_3.png" alt="" width="520" height="292" /></p>
<h2><strong>VEREDITO FINAL:</strong></h2>
<p><strong><em>Super Mario Galaxy 2</em> é um game que realmente merece uma nota 10. É provavelmente o melhor game com o bigodudo Mario da história, e uma excelente prova que não é preciso armas e sangue para fazer um game incrível.</strong></p>
<p><strong>Com gráficos impressionantes, jogabilidade empolgante beirando a perfeição, músicas orquestradas magníficas, durabilidade muito acima da média e diversão garantida,<em> Super Mario Galaxy 2 </em>pode ser considerado a obra-prima da Nintendo, e o melhor título da empresa desde <em>The Legend of Zelda: Ocarina of Time</em>.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Arrume um Wii e saia correndo para jogar <em>Galaxy 2</em>. Você não se arrependerá.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> Jogabilidade perfeita, melhores gráficos já vistos no Wii, trilha sonora de tirar o fôlego de qualquer um, diversão garantida e sensação de recompensa constante<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> Power-ups e Yoshi dão mais variedade ao game e são divertidíssimos.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> O jogo dura bem mais que o Galaxy original ou Super Mario 64.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> Criatividade em todos as galáxias. Toda fase é diferente, usando diversos mecanismos e personagens conhecidos</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3390   aligncenter" title="galaxy_score" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/05/galaxy_score.png" alt="" width="301" height="157" /></p>
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		<title>Review &#8211; Heavy Rain (PS3)</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 03:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Monsev</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Sony]]></category>
		<category><![CDATA[Heavy Rain]]></category>
		<category><![CDATA[Quantic Dream]]></category>

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Lembro nos meados dos anos 2000, quando joguei Indigo Prophecy. De cara, pude notar que aquela não seria uma experiência qualquer. Aquele jogo me marcou, me impressionou, mostrou do que um bom jogo, bem montado, estruturado e com uma boa história, é capaz. A única coisa que não tinha me agradado, era o contexto meio [...]]]></description>
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<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavyrainreview.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3199" title="heavyrainreview" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavyrainreview.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Lembro nos meados dos anos 2000, quando joguei<em> Indigo Prophecy</em>. De cara, pude notar que aquela não seria uma experiência qualquer. Aquele jogo me marcou, me impressionou, mostrou do que um bom jogo, bem montado, estruturado e com uma boa história, é capaz. A única coisa que não tinha me agradado, era o contexto meio sobrenatural demais. Pois alguns anos depois, a Quantic Dream aparece com seu novo jogo, bem mais sóbrio e, sem dúvida, interessante. <em>Heavy Rain </em>surgiu para agradar a gamers e cinéfilos, e marcar presença como um game no mínimo inovador.</p>
<p>Um início monótono. Você controla um personagem que acorda num belo dia de sol, escova os dentes, toma banho, se veste, desce e faz o que quer. Seus filhos chegam, e é aniversário de um deles. Vocês almoçam, mais tarde vão no shopping. Um acontecimento muda toda a ordem, e dá início à uma sucessão de eventos. Isso tudo cria um completo caos. É essa clássica jornada do herói – a transição da vida comum, a nossa vida, rotina, o dia a dia que estamos acostumados &#8211; para dias sucessivos, intensos e repletos de surpresas desagradáveis, que é apresentada em <em>Heavy Rain.</em></p>
<p><em><span id="more-3192"></span></em><img class="alignnone size-full wp-image-3201" title="heavy1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavy1.png" alt="" width="520" height="150" /></p>
<p>O clima é criado, e os personagens são apresentados. Cada um partindo de sua própria realidade, com suas principais suspeitas, para então chegar em um momento em que todos seus destinos se cruzam, em torno de um mesmo objetivo: capturar o Assassino do Origami, cada qual com seus motivos.</p>
<p>Essa promissora trama consegue se manter firme até o final, sendo o suficiente para o interesse no jogo crescer mais a cada capítulo completado. Há algumas pequenas falhas de roteiro – como a morte de um passarinho de estimação no início do jogo que não faz sentido algum, e também personagens que aparentam não ter nenhuma verdadeira importância, com aparições repentinas – mas digamos que tudo isso pode ser contornado com bom senso. Fora dos detalhes bobos, o que se tem é uma trama bem traçada, consistente e instigante. A sugestão que pode ser dada é algo como começar a jogar em algum momento que você tenha tempo no dia seguinte para dar sequência, ou então morrer de curiosidade.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavy2.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3202" title="heavy2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavy2.png" alt="" width="520" height="150" /></a></p>
<p>Quem jogou<em> Indigo Prophecy</em> já pode ter noções do que se trata a jogabilidade. Um game voltado totalmente para a história e a influência do jogador para o desfecho dela, adicionando comandos básicos de andar – naquele jeito meio <em>Resident Evil</em> clássico, <em>Silent Hill </em>e afins – aliado a momentos de pura empolgação com eventos em quick-time super bem construídos e desafiantes. A grande vantagem perante ao antigo game da Quantic Dream é que há menos situações repetitivas. Claro, existe a repetição mas de uma forma compreensiva dentro do contexto e, mesmo assim, ela não chega a atrapalhar ou entediar. Além disso, não há qualquer estresse com os comandos.</p>
<p>De qualquer modo, eu considero a jogabilidade do game um dos pontos mais altos, junto da história. Isso porque além dela ser adequada para a proposta do jogo, há momentos de pura euforia. Lutas, perseguições, fugas. Momentos de pura adrenalina, que em diversas partes do jogo te deixarão na ponta da poltrona, sem piscar, com os olhos vidrados na tela. As mãos suam, e a tensão é total. Aliás, é bem normal depois de um momento de muito estresse e ação frenética – que o jogo consegue desenvolver tão bem – pausar para dar uma respirada. É como acordar de um pesadelo e pensar “ainda bem que não era real”.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3203" title="heavy3" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavy3.png" alt="" width="520" height="150" /></p>
<p>Se a proposta é realmente ser um filme, então graficamente falando temos um jogo que, mais uma vez, conseguiu cumprir o objetivo. Os efeitos são muito bons, ótimas texturas, movimentos quase sempre bem trabalhados, com exceção ao andar dos personagens que pode parecer um tanto quanto robótico às vezes. Mas, é claro que tem também alguns momentos de baixa no jogo: alguns objetos estão com visual meio ultrapassado – com um design muito quadradão ou uma textura mal finalizada. As mãos também podem em determinados momentos parecerem artificiais demais. Nada que vá atrapalhar a experiência, pelo menos.</p>
<p>Sonoramente falando, o jogo é muito bom. O único defeito é de algumas dublagens serem meio forçadas demais. Quero dizer, elas de uma forma geral são boas, mas alguns diálogos pareceram um pouco sem verdade. Mas, novamente, são alguns momentos apenas, o que não compromete a experiência do jogo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3204" title="heavy4" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavy4.png" alt="" width="520" height="150" /></p>
<p>Quanto à trilha sonora, esta é um espetáculo a parte. Músicas bem orquestradas com uma capacidade de criar um perfeito clima para o filme, digo, jogo.</p>
<p>Algumas pessoas alegaram na internet estarem sofrendo com bugs, crashes e sabe-se lá mais o que. Situações em que elas tem de até mesmo reiniciar o PS3. Comprei o meu recentemente e não sei se é por isso, mas felizmente não tive nenhum probleminha, nem gráfico, nem de funcionamento com o jogo. Um ou outro raro momento que os frames baixaram um pouquinho, mas sempre durante alguma cutscene.</p>
<p>Infelizmente o jogo não é longo. Não sei quanto tempo tem exato, mas joguei em média umas 10 horas, talvez um pouquinho mais. A experiência vale muito a pena, mas a vontade de continuar é tremenda. Mesmo assim, apesar dos 18 finais e dos troféus para se conquistar, alguns podem não sentir tanta vontade de repetir toda a história. Quero dizer, há a curiosidade pelos outros finais, mas passar por absolutamente todos os momentos do game pode não soar tão recompensador como na primeira vez, afinal, muito do mistério (talvez todo ele) já foi respondido. Isso faz com que o jogo tenha uma vida relativamente curta, deixando-nos à mercê de DLC’s. Felizmente, o primeiro foi anunciado e sairá em abril. Infelizmente e obviamente, ele é pago. Custava colocar direto no jogo, Quantic?</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3205" title="heavy5" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/heavy5.png" alt="" width="520" height="150" /></p>
<h2>VEREDITO FINAL</h2>
<p><strong>Esse é um título obrigatório para todos que tenham um PS3, nem mesmo que seja apenas para experimentá-lo. É um jogo muito único, com muita personalidade, e com uma história daquelas que realmente tem o poder de mexer com a mente. É intrigante, desafiador e repleto de mistério e ansiedade para “ver o que vem a seguir”.</strong></p>
<p><strong>Com uma capacidade de imersão incomum nos jogos,<em> Heavy Rain</em> cativa e emociona, aliando as melhores emoções presentes no cinema de qualidade, com toda uma interatividade e liberdade de escolha que só poderia ser experienciada através de um jogo bem estruturado.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> Cativante, emocionante, desafiador e inovador.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> Gráficos bem desenhados, com expressão e vida.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> História interessante, digna de excelentes filmes de suspense.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="" width="16" height="16" /> Furos de roteiro bobos.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="" width="16" height="16" /> Problemas com bugs e glitches afetando os jogadores<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="" width="16" height="16" /> Apesar dos diversos finais possíveis e dos troféus, o jogo em si tem pouca duração.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3200 aligncenter" title="scoreheavyrain" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/04/scoreheavyrain.png" alt="" width="301" height="157" /></p>
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		<title>Quick Look &#8211; ODD Society (PC)</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 03:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luigi Olivieri</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ODD-Society]]></category>

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		<description><![CDATA[

Mais um Quick Look chegando ao Player Two para tirar aquela duvida de comprar ou não comprar um certo game. E o de hoje é Odd Society, um indie game de aventura produzido e distribuído pela ODD1 (distribuição online pelo site deles).
Nele você controla ODD Boy, um garoto que tenta construir uma vila para morar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/topo.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-3117" title="topo" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/topo.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Mais um Quick Look chegando ao Player Two para tirar aquela duvida de comprar ou não comprar um certo game. E o de hoje é Odd Society, um indie game de aventura produzido e distribuído pela ODD1 (distribuição online pelo <a href="http://www.oddsociety.net/oddsociety.html">site deles</a>).</p>
<p>Nele você controla ODD Boy, um garoto que tenta construir uma vila para morar com seus colegas após fugirem das “mãos” de uma fábrica que os explorava ao limite. Depois dessa pequena intro, vamos ao Quick Look desse jogo bem divertido para PC.</p>
<p><span id="more-3113"></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><strong><span style="color: #000000;"><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-3114" title="1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/1.png" alt="" width="520" height="140" /></a></span></strong></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><strong><span style="color: #000000;"><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/1.png"></a>++</span> Pontos Positivos:</strong></span></p>
<p><span style="color: #339966;"><strong>[Som]</strong></span> Para eu colocar som como ponto positivo podem ter certeza que é bom. A trilha sonora é bem agradável, mas o que mais gostei foi que, quando a música que está tocando acaba, o jogo fica mudo por um tempo e depois começa a tocar <strong>outra </strong>música! Com esse revezamento é bem mais difícil a música enjoar o jogador.</p>
<p><span style="color: #339966;"><strong>[Câmera]</strong></span> O modo que se controla a câmera é bem legal. Com um clique do botão direto do mouse ela vira 90º e com outro ela volta à posição inicial. Pode parecer que você não terá uma visão completa do mapa, mas não encontrei problemas em relação a isso.</p>
<p><span style="color: #339966;"><strong>[Simplicidade]</strong></span> O seu objetivo, basicamente, é construir sua vila em 6 dias com os mais variados recursos (prata, madeira etc), além de algumas side-quests bobinhas. Essa simplicidade chama muito a atenção, como ele consegue prender-nos com um objetivo tão simples.</p>
<p><strong><span style="color: #339966;">[Rapidez]</span> </strong>Já que não tem muito que fazer, ele se torna rápido, tendo entre 6h~8h de jogatina, um tempo ótimo para tal jogo. Temos tempo de viciar e, quando começa a enjoar, ele já está no final. Isso faz com que o jogo não perca sua “mágica”.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><span style="color: #000000;"><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-3115" title="2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/2.png" alt="" width="520" height="140" /></a></span></strong></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><span style="color: #000000;">– </span></strong></span><strong>–</strong><span style="color: #ff0000;"><strong><span style="color: #000000;"> </span> Pontos negativos:</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>[Batalhas mal trabalhadas]</strong></span> Monstros são fonte de moeda e tecido, materiais necessários para algumas quests e só obtidos dilascerando os pobres animaizinhos. O grande problema é que, ao entrar numa batalha, o personagem já leva dois ataques do inimigo (normalmente). Quando só tem um monstro fraco pra matar, ok, mas quando aparece um mob isso se torna uma desvantagem imensa.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>[Câmera]</strong></span> Apesar do tipo de câmera ser bem pensada, tem um problema&#8230; estranho. As vezes a tela começa a tremer enquanto o personagem anda. Não sei por que disso, mas começa a incomodar depois de um tempo, você andando e a câmera tremendo.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>[Opções]</strong></span> Normalmente gostamos de configurar um jogo conforme a qualidade de nosso pc, mas terá problemas quem quiser fazer isso com esse game. Pode-se mudar apenas a resolução (1440&#215;900, 1280&#215;1024 ou 1024&#215;768), colocar Anti-Aliasing, VSync e High-Res Textures. Quem tem um pc não muito bom deverá encontrar lag.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">[Limitação]</span> </strong>Mapa meio pequeno, jogo rápido, simples, se não fosse limitado ia ser muito anormal. Talvez se tivessem deixado-o mais longo e colocassem algo a mais (como mais side-quests ou conteúdo pós-ending) no game ele conquistaria mais fãs.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/3.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-3116" title="3" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/3.png" alt="" width="520" height="140" /></a></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fplayertwo.com.br%252Fconteudo%252Fquick-look-odd-society%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Quick%20Look%20-%20ODD%20Society%20%28PC%29%22%20%7D);"></div>

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		<title>Review &#8211; No More Heroes 2 (Wii)</title>
		<link>http://playertwo.com.br/conteudo/review-no-more-heroes-2-desperate-struggle-wii/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 20:16:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Camolez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nintendo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[No More Heroes]]></category>
		<category><![CDATA[Suda 51]]></category>
		<category><![CDATA[Ubisoft]]></category>

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		<description><![CDATA[

Um milagre aconteceu. No More Heroes, jogo aclamado pela crítica mas que obteve vendas pífias, ganha uma sequência, surpreendentemente. Resta sabermos se No More Heroes 2: Desperate Struggle consegue superar o seu antecessor. Leia o nosso review completo para saber.

No More Heroes 2: Desperate Struggle
Desenvolvedora: Grasshopper Manufacture
Publisher: Ubisoft
Plataformas: Nintendo Wii
A história de NMH2 continua seguindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/NOMOREHEROES2.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3093" title="NOMOREHEROES2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/NOMOREHEROES2.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Um milagre aconteceu. <em>No More Heroes</em>, jogo aclamado pela crítica mas que obteve vendas pífias, ganha uma sequência, surpreendentemente. Resta sabermos se <em>No More Heroes 2: Desperate Struggle</em> consegue superar o seu antecessor. Leia o nosso review completo para saber.</p>
<p><span id="more-3091"></span></p>
<p><em><strong>No More Heroes 2: Desperate Struggle</strong></em><br />
<strong>Desenvolvedora:</strong> Grasshopper Manufacture<br />
<strong>Publisher:</strong> Ubisoft<br />
<strong>Plataformas:</strong> Nintendo Wii</p>
<p>A história de <em>NMH2</em> continua seguindo Travis Touchdown, um assassino profissional. Após chegar ao primeiro lugar no ranking de assassinos no primeiro game, Travis se aposenta e cai para a 51ª posição. Depois do assassinato de seu amigo Bishop, Travis fica puto da vida, sai da sua aposentadoria querendo pegar quem matou seu amigo a qualquer custo e voltar a primeira posição.</p>
<p>Algo que anima todos que jogaram o primeiro game é que<em> No More Heroes 2</em> continua tão sangrento, sádico e engraçado quanto o anterior. Apesar disso, <em>Desperate Struggle</em> adiciona mais sensualidade, afinal, é um jogo masculino. Os efeitos de física nos peitos também melhoraram bastante. Boa, Suda 51!</p>
<p>O jogo é muito mais polido e detalhado que o original. A física, como dito anteriormente, é muito melhor, os personagens tem expressões muito bem definidas e o cenário é bastante detalhado.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/nmh2_1.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3097" title="nmh2_1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/nmh2_1.png" alt="" width="520" height="150" /></a></p>
<p>Uma mudança muito bem-vinda em <em>Desperate Struggle</em> é a remoção do free roaming, uma das características mais odiadas do game original. A cidade de Santa Destroy era muito mal produzida e completamente sem vida. Nesta sequência, ao invés do jogador ter de ficar meia hora circulando por uma cidade sem emoção, ele tem acesso as missões principais, side-jobs e lojas por meio de um menu simples e bem legal. O apartamento no hotel continua presente com sua gata, que engordou bastante, seus animês, mangás e roupas.</p>
<p>Falando em side-jobs, os pequenos empregos que Travis realiza para ganhar dinheiro, que servem para comprar novas armas e roubas, foram completamente mudados. No game original, os empregos eram chatos e forçados ao jogador. Em <em>Desperate Struggle</em>, os side-jobs são joguinhos opcionais em estilo oito bits. Alguns deles são tão divertidos que o jogador pode até esquecer da história principal do game e ficar jogando-os por diversas horas. É como se você tivesse uma coleção de jogos para NES disponíveis a qualquer momento.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-3098" title="nmh2_2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/nmh2_2.png" alt="" width="520" height="150" /></p>
<p>O trabalho de som em <em>No More Heroes 2</em> é fantástico. A dublagem é excepcional. Todos os dubladores convencem muito bem como seus personagens. As músicas são maravilhosas, em um estilo rock&#8217;n'roll misturado com música eletrônica. O resultado é uma experiência sonora muito acima da média. Muitos procurarão a soundtrack do jogo no YouTube.</p>
<p>Apesar dos gráficos serem bastante detalhados, o jogo sofre com algumas quedas de framerate bastante perceptíveis, que pioram a experiência do jogador em alguns momentos.</p>
<p>A jogabilidade continua como a do seu antecessor, e quem já jogou <em>No More Heroes</em> sabe: É excelente.  O botão A dá ataques de espada, enquanto o B faz movimentos de luta. Para finalizar o seu oponente, o jogador deve balançar o Wii Remote para o lado correspondente. O waggle é mantido no mínimo e é bastante divertido. Afinal, balançar o Wii Remote para arrancar as cabeças de seus inimigos é algo que qualquer um pode apreciar. Violência gratuita e divertidíssima.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/nmh2_3.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3099" title="nmh2_3" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/nmh2_3.png" alt="" width="520" height="150" /></a></p>
<p>O fator replay não é dos melhores. Após o término do game, não há muito o que fazer. É bacana jogar os side-jobs novamente, mas como o jogo não possui um modo multiplayer, você vai jogar a mesma coisa de novo e de novo.</p>
<p>Os chefões em<em> Desperate Struggle</em> são excelentes, cada um com uma personalidade, tipos de batalhas e ataques diferentes. Tudo muito menos repetitivo que no primeiro <em>No More Heroes</em>. Há até uma luta de megazords, amantes de Power Rangers!</p>
<h2><strong>VEREDITO FINAL:</strong></h2>
<p><strong>Apesar de possuir alguns problemas, o sexy <em>No More Heroes 2 Desperate Struggle</em> é uma experiência incrível e um jogo que qualquer gamer que se diz hardcore deveria jogar. Um dos melhores games na biblioteca do Nintendo Wii.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> Sangrento, divertido e engraçado<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> É ainda melhor que o primeiro<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="" width="16" height="16" /> Side-jobs que são mais legais que qualquer minigame de <em>Mario Party</em><br />
<a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="" width="16" height="16" /></a> Quedas de frame-rate pioram a experiência<br />
<a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="" width="16" height="16" /></a> Alguém pode se ofender por tanta violência grátis e peitos balançantes<br />
<a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="" width="16" height="16" /></a> O fator replay não é dos melhores</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-3095 aligncenter" title="SCORENMH2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/02/SCORENMH2.png" alt="" width="301" height="157" /></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fplayertwo.com.br%252Fconteudo%252Freview-no-more-heroes-2-desperate-struggle-wii%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Review%20-%20No%20More%20Heroes%202%20%28Wii%29%22%20%7D);"></div>

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		<title>Quick Look &#8211; Torchlight (PC)</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 06:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luigi Olivieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[PC]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Perfect World Entertainment]]></category>
		<category><![CDATA[Runic Games]]></category>
		<category><![CDATA[Torchlight]]></category>

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Depois de muito tempo parada, a coluna mais rápida, mais esclarecedora, mais equilibrada, mais sensacional, mais brilhante, mais incrível, mais foda e mais um monte de adjetivos está de volta aqui no Player Two! Na coluna Quick Look damos alguns pontos positivos e alguns negativos para tentar ajudá-lo a escolher (ou não) certo jogo.
E o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/torchlight.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3022" title="torchlight" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/torchlight.png" alt="" width="520" height="300" /></a></p>
<p>Depois de muito tempo parada, a coluna mais rápida, mais esclarecedora, mais equilibrada, mais sensacional, mais brilhante, mais incrível, mais foda e mais um monte de adjetivos está de volta aqui no Player Two! Na coluna Quick Look damos alguns pontos positivos e alguns negativos para tentar ajudá-lo a escolher (ou não) certo jogo.</p>
<p>E o game de hoje é <em>Torchlight</em>, produzido pela Runic Games e lançado para PC pelas empresas Perfect World Entertainment e Encore no final de outubro de 2009 por distribuição digital e em janeiro de 2010 nas lojas. O jogo foi bem recepcionado pela crítica, principalmente por sua semelhança com a série <em>Diablo</em>. Depois do pulo você confere a matéria completa.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;"><span id="more-3008"></span><span style="color: #339966;"><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/torch3.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3017" title="torch3" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/torch3.png" alt="" width="520" height="140" /></a></p>
<p>++ </span></span><span style="color: #339966;">Pontos Positivos:</span></strong></p>
<p><span style="color: #339966;"><strong>[Jogabilidade]</strong></span> Ande pela dungeon e derrote os monstros &#8211; que normalmente caem em único golpe. Senti-me jogando um Beat ‘em Up em 3D com elementos de RPG, e o que, no começo, me pareceu fútil, mas me conquistou ao longo das minhas horas de jogatina. Jogo bastante recomendado para os amantes da série <em>Diablo</em>.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>[Tamanho]</strong></span> A principio achei os 800 MB que o Steam pedia para download e a instalação do jogo algo normal, mas após começar minha aventura tive que rever se estava certo. Se alguém puder, explique-me como <em>Torchlight</em> consegue ter gráficos tão bons tendo esse tamanho?</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>[Custo-benefício]</strong></span> Mesmo tendo comprado o game enquanto custava meros 5 dólares, o preço normal de 20 pratas é bom pelo que o jogo tem a oferecer. Nove tipos de personagens, grande quantidade de andares na dungeon principal e várias side-dungeons e gráficos de qualidade valorizam bastante o game.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/torch1.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3018" title="torch1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/torch1.png" alt="" width="520" height="140" /></a></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">[Hardcore Mode]</span> </strong>Esse é um recurso que, na minha vida gamer, é inédito: um modo em que o jogo termina caso o jogador morra uma vez. Sim, não tem check-points nem múltiplas vidas, morreu, game over,  atraindo os jogadores mais hardcores por causa do desafio.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>[Compartilhamento de itens]</strong> </span>Em <em>Torchlight</em> temos dois baús que servem como armazém, sendo o primeiro local e o segundo, que fica no topo da cidade, disponíveis para todos os personagens que você possui. Isso é bom quando conseguimos um item raro para uma classe diferente da que você está jogando, é só colocar o item no segundo baú e pegá-lo com o personagem desejado. Uma função de grande ajuda.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>– Pontos negativos:</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>[Falta de um mapa grande]</strong></span> Esse ponto negativo é tão marcante para mim por eu ter saído de dezenas de horas de <em>Dragon Age Origins</em>, onde apertando “M” o mapa do lugar onde você está aparece, e ter ido direto a <em>Torchlight</em>, onde o mapa é bem restrito. Outra coisa que me incomodou em relação ao mapa é que, quando ele está no meio da tela e você numa dungeon, ele fica praticamente invisível. Tente se guiar por um mapa invisível, é <a href="http://hzero.files.wordpress.com/2009/11/doingitwrong6.jpg" target="_blank">complicado</a>.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/torch2.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3019" title="torch2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/torch2.png" alt="" width="520" height="140" /></a></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>[Easy Mode]</strong></span> Sempre que começo um jogo procuro aprender o básico para não começar perdido. Por isso escolhi o modo mais fácil, nesse caso o “easy mode”.  Mas ao começar a jogar eu me deparo com inimigos raquíticos de fracos, drop rate absurdamente alta e ganho de experiência muito acentuado. Depois de jogar o segundo nível de dificuldade fiquei me perguntando por que não chamaram esse easy mode de <em>Torchlight</em> for Morons.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>[História pouco envolvente]</strong> </span>Cada uma das três classes diferentes tem um motivo, mas todos querem por as mãos numa fonte de Ember, um minério poderosíssimo, que fica nas minas da cidade de Torchlight. Logo ao começar o jogo já entramos nas minas em busca de um monstro que estava atacando a cidade. Ao chegar a esse monstro descobrimos que um vilão é responsável por isso e vamos atrás dele. Chegamos a ele, enfrentamos um boss e ele escapa. Coloquem a última frase em looping e terão boa parte do jogo desvendado. Será que não dava pra fazer melhor, Runic Games?</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">[Poucas side-quests]</span> </strong>Apesar do foco do jogo ser descer o máximo possível na caverna principal atrás do vilão, side-quests são essenciais para não enjoarmos rápido, principalmente se a história é fraca. Infelizmente, a produção do game esqueceu disso, deixando apenas várias quests de recolher itens e de derrotar monstros especiais, sendo que ambas são completadas na caverna principal. Temos também algumas dungeons paralelas, mas nada de diferente do normal.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/torch4.png"><img class="alignnone size-full wp-image-3020" title="torch4" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2010/01/torch4.png" alt="" width="520" height="140" /></a></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fplayertwo.com.br%252Fconteudo%252Fquick-look-torchlight-pc%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Quick%20Look%20-%20Torchlight%20%28PC%29%22%20%7D);"></div>

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		<title>Review &#8211; DiRT2 (Multi)</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Dec 2009 17:24:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[Nintendo]]></category>
		<category><![CDATA[PC]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Sony]]></category>
		<category><![CDATA[Codemasters]]></category>
		<category><![CDATA[DiRT]]></category>

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Quando o assunto é jogos de Drift nos games todos os olhares se direcionam para GRID e quando o assunto é corridas do estilo Rally todos se voltam para DiRT da Codemasters. A empresa fez um ótimo trabalho com seu primeiro jogo e agora volta com uma sequência sensacional para os fãs de corrida. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Quando o assunto é jogos de Drift nos games todos os olhares se direcionam para GRID e quando o assunto é corridas do estilo Rally todos se voltam para DiRT da Codemasters. A empresa fez um ótimo trabalho com seu primeiro jogo e agora volta com uma sequência sensacional para os fãs de corrida. Em relação ao seu antecessor é notável uma grande melhora visual, um novo esquema de se pilotar e agora com um sistema de batidas com um realismo espetacular.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Logo de início temos uma ótima apresentação ao mundo das corridas com uma visão em primeira pessoa do seu trailer que funcionará como Menu ao longo do game, lá você escolhe onde irá correr, pode ver os vídeos-tutoriais de como cada partida vai funcionar e fazer diversas decisões ao longo do seu progresso. A imersão de detalhes desse menu é totalmente maravilhosa, tudo é muito bem colocado e explicado. Os menus não são focados apenas dentro de seu trailer e, também, fora dele com o lugar onde você escolherá seu carro, terá a opção de fazer alguma mudança visual no carro e ir para correr.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Antes de que você vá de fato pilotar o carro será sempre perguntado o nível de dificuldade e que vai influenciar no número de Flashbacks que poderão ser usados e, óbvio, no nível da corrida. Esse Flashback que citei agora é grande nova mecânica de DiRT2 que como o nome já sugere o jogador tem a opção de voltar no tempo por meio de um “player” de vídeo que vai surgir na tela quando for acionado ou quando seu carro der perca total por causa de alguma batida. Ter controle sobre esse flashback é bem simples, é apenas ir avançando ou voltando e selecionar em que parte do vídeo você deseja recomeçar e pronto.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O número de pistas ao longo do jogo é assustador, serão diversas experiências diferentes ao redor do mundo e com carros diferentes. Porém ao longo do jogo você vai perceber que elas acabam se repetindo inúmeras vezes e, de longe, é o que mais peca no jogo. Estará disponível diversas maneiras de se percorrer o mundo, seja pelo modo carreira onde você pode viajar para Ásia, Europa e América ou por diversos outros modos que estão disponíveis no jogo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Em um quesito de aúdio e visual o jogo não deixa a desejar em ambos, seja tanto na trilha sonora que se encaixa muito bem com o gênero do jogo ou nos detalhes que ocorrem quando você passa sobre uma poça de água e seu para-brisa fica completamente sujo. Tudo está em uma sintonia perfeita, que acaba trazendo cada vez mais uma imersão mais perfeita para o jogo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A Codemasters soube trabalhar muito bem na continuação de DiRT e fazendo com que a versão de Pcs para o jogo precise um processador I7 para que que consiga tirar o potêncial gráfico máximo do jogo. Os efeitos de iluminação estão cada vez mais impressionantes e isso fica mais óbvio ainda quando se tem corridas em um fim de tarde ou quando os faróis iluminam a pista em cenários a noite. Em certas batidas será possível ver os pedaços os carros serem despedaçados em tempo real e tudo aquilo vindo pra cima do seu carro. Só é uma pena a mudança visual dos carros não ser tão customizavel como a de outros jogos, mesmo que você ganhe mais pinturas para o carro ao longo da jogatina fica bem visível que os mesmos patrocinadores sempre permanecem e só tenha uma pequena renovação visual.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">É bom deixar bem claro que DiRT2 tem uma variação de pistas enorme, você pode passar desde as clássicas corridas de Rally mais comuns ou simplesmente ir viajando pelo mundo pelo modo World Tour e sair desbravando as pistas ao redor do mundo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O game também conta com um sistema de níveis – algo bem semelhante ao dos RPGs – só que nesse caso esse seu nível serve para poder que você consiga correr em determinadas pistas. Após cada corrida o corredor ganha experiência para avançar de nível e dinheiro para comprar determinados itens e dar uma melhorada na parte interna do carro.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Para finalizar o review só tenho que parabenizar a Codemasters pelo ótimo trabalho e pela grande superação que ela conseguiu desde o primeiro título de DiRT. Mesmo pecando em ser repetitivo as qualidades do jogo conseguem se sobressair os seus defeitos. É um grande game para quem já é fã de longa data do gênero ou para quem está iniciando apenas nessa geração.</div>
<p><strong><img class="alignnone size-full wp-image-2804" title="dirttopo" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/12/dirttopo.png" alt="dirttopo" /></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Colin McRae: DiRT2</strong><br />
<strong>Desenvolvedora:</strong> Codemasters<br />
<strong>Publisher:</strong> Codemasters<br />
<strong>Plataformas:</strong> PC, Wii, DS, PSP, Xbox 360, Playstation 3 (versão testada)</p>
<p>Quando o assunto é jogos de corrida arcade-simulação todos os olhares se direcionam para GRID e quando o assunto é corridas do estilo rally todos se voltam para DiRT da Codemasters. A empresa fez um ótimo trabalho com seu primeiro jogo e agora volta com uma sequência sensacional para os fãs de corrida. Em relação ao seu antecessor é notável uma grande melhora visual, um novo esquema de se pilotar e  um sistema de batidas com um realismo ainda mais  espetacular.</p>
<p>Logo de início temos uma ótima apresentação ao mundo das corridas com uma visão em primeira pessoa do seu trailer que funcionará como Menu ao longo do game. Lá você escolhe onde irá correr, pode ver os vídeo-tutoriais de como cada partida vai funcionar e fazer diversas decisões ao longo do seu progresso. A imersão de detalhes desse menu é  maravilhosa, tudo é muito bem colocado e explicado. Os menus não são focados apenas dentro de seu trailer e, também, fora dele com o lugar onde você escolherá seu carro, terá a opção de fazer alguma mudança visual no carro e ir correr.</p>
<p>Antes de que você vá de fato pilotar o carro é sempre perguntado o nível de dificuldade, que vai influenciar no número de Flashbacks que poderão ser usados e, óbvio, no nível de dificuldade da corrida. Esse Flashback que citei agora é uma mecânica presente em GRID, que também está em DiRT2. Como o nome já sugere o jogador tem a opção de voltar no tempo por meio de um “player” de vídeo que vai surgir na tela quando for acionado ou quando seu carro der perda total por causa de alguma batida. Ter controle sobre esse flashback é bem simples, é apenas ir avançando ou voltando e selecionar em que parte do vídeo você deseja recomeçar e pronto.</p>
<p><span id="more-2797"></span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2802" title="dirt1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/12/dirt1.png" alt="dirt1" /></p>
<p>O número de pistas ao longo do jogo é assustador, serão diversas experiências diferentes ao redor do mundo e com carros diferentes. Porém ao longo do jogo você vai perceber que elas acabam se repetindo inúmeras vezes e é, de longe, o aspecto em que o game peca mais. Existem diversas maneiras de se percorrer o mundo, seja pelo modo carreira onde você pode viajar para Ásia, Europa e América ou por diversos outros modos que estão disponíveis no jogo.</p>
<p>Em um quesito de aúdio e visual o jogo não deixa a desejar em ambos, seja tanto na trilha sonora que se encaixa muito bem com o gênero do jogo ou nos detalhes mostrandos quando você passa sobre uma poça de água e seu para-brisa fica completamente sujo. Tudo está em uma sintonia perfeita, que acaba trazendo cada vez mais uma imersão cada vez melhor para o jogo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2803" title="dirt2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/12/dirt2.png" alt="dirt2" /></p>
<p>A Codemasters soube trabalhar muito bem os gráficos na continuação de DiRT. Os efeitos de iluminação estão cada vez mais impressionantes e isso fica mais óbvio ainda quando se tem corridas em um fim de tarde ou quando os faróis iluminam a pista em cenários a noite. Em certas batidas é possível ver  pedaços saindo de carros em tempo real, e tudo aquilo vindo pra cima do seu carro. Só é uma pena a mudança visual dos carros não ser tão customizável como a de outros jogos, mesmo que você ganhe mais pinturas para o carro ao longo da jogatina fica bem visível que os mesmos patrocinadores sempre permanecem e só tenha uma pequena renovação visual.</p>
<p>O game também conta com um sistema de níveis – algo bem semelhante ao dos RPGs – só que nesse caso os níveis só  servem para que você consiga correr em determinadas pistas. Após cada corrida o corredor ganha experiência para avançar de nível e dinheiro para comprar determinados acessórios e carros.</p>
<h2>VEREDITO FINAL</h2>
<p><strong>Só tenho que parabenizar a Codemasters pelo ótimo trabalho e pela grande superação que ela conseguiu desde o primeiro título de DiRT. Mesmo pecando em ser repetitivo as qualidades do jogo conseguem se sobressair &#8211; e muito &#8211; os seus defeitos. É um grande game para quem já é fã de longa data do gênero ou para quem está iniciando em jogos de corrida.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="mais" /><span style="font-weight: normal;"> Gráficos e som sensacionais<br />
</span><span style="font-weight: normal;"><span style="font-weight: normal;"><img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="mais" /> Curva de aprendizado bem desenvolvida<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="mais" /> Sistema de flashback muito bem incorporado<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="menos" /> É repetitivo em alguns momentos<br />
</span><span style="font-weight: normal;"><strong><span style="font-weight: normal;"><strong><span style="font-weight: normal;"><img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="menos" /> A parte de fora do carro não é muito customizável<br />
</span><span style="font-weight: normal;"><strong><span style="font-weight: normal;"><strong><span style="font-weight: normal;"><strong><span style="font-weight: normal;"><strong><span style="font-weight: normal;"><img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="menos" /> O sistema de Menu pode não agradar algumas pessoas</span><br />
</strong></span></strong></span></strong></span></strong></span></strong></span></strong></span></span></p>
<p><strong><strong> </strong></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p align="center"><img class="alignnone size-full wp-image-2799" title="finaldirt2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/12/finaldirt2.png" alt="finaldirt2" /></p>
<h2>GALERIA DE IMAGENS (8)</p>
<p><span style="font-family: 'Lucida Grande', Verdana, Arial, 'Bitstream Vera Sans', sans-serif; font-weight: normal; line-height: 12px; font-size: 12px; color: #333333;">
<div class="ngg-galleryoverview" id="ngg-gallery-7-2797">


	
	<!-- Thumbnails -->
		
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	<!-- Pagination -->
 	<div class="ngg-clear"></div> 	
</div>

</span></h2>
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		<title>Quick Look &#8211; The House of the Dead: Overkill</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 21:35:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luigi Olivieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nintendo]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Sega]]></category>
		<category><![CDATA[The House of the Dead]]></category>

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		<description><![CDATA[

Um tipo de jogo eu que não curtia muito até comprar meu Wii era OnRail Shooter, mas com uma quantidade enorme de títulos desse tipo para o console, eu comecei a gostar. Um desses, e acho que o melhor que joguei até agora, é The House of the Dead: Overkill. Ele mistura uma paródia de [...]]]></description>
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<p><img class="alignnone size-full wp-image-2581" title="topohotdoverkill" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/11/topohotdoverkill.png" alt="topohotdoverkill" /></p>
<p>Um tipo de jogo eu que não curtia muito até comprar meu Wii era OnRail Shooter, mas com uma quantidade enorme de títulos desse tipo para o console, eu comecei a gostar. Um desses, e acho que o melhor que joguei até agora, é The House of the Dead: Overkill. Ele mistura uma paródia de games de terror com a seriedade de shooters de um modo genial.</p>
<p>Depois do break você confere o Quick Look completo de THotD:Overkill.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;"><span id="more-2561"></span>++</span> Pontos Positivos:</strong></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>[Humor]</strong> </span>O intúito da Headstrong Games ao criar o jogo era explorar o humor por trás dos shooters clássicos, o que funcionou com esplendor. As músicas, personagens e história arrancam muitas risadas a toda hora.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>[Personagens] </strong></span>Os personagens foram bem trabalhados no game, mas não sua aparência, e sim sua personalidade. Temos um agente secreto sem nome, um chefe do crime e um detetive insano (o mais legal), clássicos de todos os jogos do estilo, mas com características bem legais (o policial por exemplo, a cada 5 palavras ditas por ele, 3 são xingamentos).</p>
<p><span style="color: #008000;"> </span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>[Director's Cut]</strong> </span>É o modo de jogo mais legal. O Story Mode é fácil demais se você está jogando de dupla, mas após terminá-lo e liberar o Director&#8217;s Cut fica explícito que esse era o foco da equipe produtora. As fases são muito mais longas e desafiadoras, fazendo que o jogador use pelo menos um &#8220;Continue&#8221;.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>[Músicas]</strong> </span>Elas são inspiradas em Rap, Hip Hop e Country, além do Rock básico. Algumas músicas também vão pro lado da brincadeira, como uma com o nome muito peculiar: &#8220;What The Fuck?!&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2565" title="hotd1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/11/hotd1.jpg" alt="hotd1" width="480" height="329" /></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">–</span> Pontos negativos:</strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">[Gráficos]</span></strong> Apesar dos gráficos fazerem parte do figurino palhaçada de House of the Dead: Overkill, ele devia ser um pouco mais trabalhado. O game tem partes que os erros na imagem são bizarros, como acessórios de personagens que desaparecem e reaparecem na próxima cena.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">[Story  Mode]</span></strong> Como eu disse antes, o Story Mode é muito fácil de terminar. As fases são curtas, os boss não oferecem o mínimo perigo e você mata os não muitos zumbis com facilidade.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">[Zumbis com alvo fixo]</span></strong> É incrível como os zumbis preferem muito mais bater no player 1 do que no 2º player, sempre que jogo como player 1 apanho muito mais. Não sei se isso é de propósito, mas deviam ter corrigido esse fato.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">[Queda de framerate]</span></strong> As quedas de framerate são ridículas e acontecem com uma certa frequência. Elas acontecem mais quando a tela se move, lagando demais o jogo.</p>
<p><span style="color: #808080;">Curiosidade sobre<em> The House of the Dead: Overkill</em>: O jogo tem o recorde no Guinness de  &#8220;maior número de palavrões ditos em um game&#8221;, contabilizando 189 vezes que a palavra &#8220;fuck&#8221; foi pronunciada.</span></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fplayertwo.com.br%252Fconteudo%252Fquick-look-thotdo%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Quick%20Look%20-%20The%20House%20of%20the%20Dead%3A%20Overkill%22%20%7D);"></div>

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		</item>
		<item>
		<title>Review &#8211; Batman: Arkham Asylum (Multi)</title>
		<link>http://playertwo.com.br/conteudo/review-batman-arkham-asylum-multi/</link>
		<comments>http://playertwo.com.br/conteudo/review-batman-arkham-asylum-multi/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 00:28:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Monsev</dc:creator>
				<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[PC]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Sony]]></category>
		<category><![CDATA[Batman Arkham Asylum]]></category>
		<category><![CDATA[Eidos]]></category>

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		<description><![CDATA[

Batman: Arkham Asylum
Desenvolvedora: Rocksteady Studios
Publisher: Eidos Interactive
Plataformas: Xbox 360, PS3, PC (versão testada)
Cheguei aos créditos finais de Batman: Arkham Asylum com um sorriso estampado no rosto e uma vontade imensa de uma sequência. Fazia tempo que um jogo não me prendia tanto do início ao fim, fazendo com que eu terminasse-o em pouco tempo. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2511" title="topoarkhamreview" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/topoarkhamreview.png" alt="topoarkhamreview" /></p>
<p><strong>Batman: Arkham Asylum</strong><br />
<strong>Desenvolvedora:</strong> Rocksteady Studios<br />
<strong>Publisher:</strong> Eidos Interactive<br />
<strong>Plataformas:</strong> Xbox 360, PS3, PC (versão testada)</p>
<p>Cheguei aos créditos finais de Batman: Arkham Asylum com um sorriso estampado no rosto e uma vontade imensa de uma sequência. Fazia tempo que um jogo não me prendia tanto do início ao fim, fazendo com que eu terminasse-o em pouco tempo. Não que o jogo seja extremamente pequeno &#8211; ele não é um jogo grande em termos de horas de duração, também &#8211; mas é um jogo intenso a ponto de te prender por horas a fio, ansioso para o próximo problema a ser resolvido. Não é um jogo do último filme do Batman (que, vamos combinar, é o melhor filme do homem-morcego), mas faz também o papel de melhor jogo do herói. Aliás, jogos sobre heróis têm voltado, e muitos surpreendendo como o Wolverine. E felizmente, com o morcegão não foi diferente.</p>
<p>Passado as minhas impressões e opiniões iniciais devo dizer que o clima desse game é simplesmente perfeito e fiel a todo o universo de Gotham. O hospital psiquiátrico Arkham foi recriado de uma forma muito competente e detalhada, além de inteligente. Tudo no jogo sempre acaba se encaixando bem e se complementando e é por esse motivo que o jogador &#8220;se transporta&#8221; para a história. Indo mais a fundo nos cenários, pode-se notar áreas especiais e mais &#8220;escondidas&#8221; e diversos caminhos alternativos &#8211; que se assemelham a uma espécie de mundo aberto, porém sem deixar a história de lado, nesse caso &#8211; e assim criam um número bem variado de possibilidades de exploração e realização dos objetivos.</p>
<p><span id="more-2507"></span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2512" title="ss1batman" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ss1batman.jpg" alt="ss1batman" /></p>
<p>Algo que eu não contava: bons combates. Esse tipo de jogo, muitas vezes, sempre parte para uma combinação absurdamente grande de botões, o que é uma porcaria para muita gente como eu que simplesmente não gravará os comandos e consequentemente será incapaz de executá-los no momento que for necessário. Isso, pra mim, é sempre um motivo grande de frustração. Mas, em Batman: Arkham Asylum isso não acontece. Com maestria, o game utiliza um sistema simples, intuitivo mas que não deixa um ar de repetição. Ou seja, nem muito complexo, nem muito repetitivo: na medida certa. É isso mesmo. O jogo acerta em tudo quanto ao que diz sobre sua jogabilidade. Movimentos precisos, nenhum bug aburdo, e aquela combinação “gostosa” de botões que levam o jogador de fato para nada mais, nada menos, que para a pele do homem-morcego.</p>
<p>Dentro dessa área a ser explorada, há também a câmera que em momento algum falha. É bom lembrar que há um comando chamado &#8220;detective mode&#8221; em que Batman fica apto a enxergar com uma espécie de &#8220;detecção de calor&#8221;, sabendo onde está cada inimigo, se está com armas de fogo ou não. Além disso, também pode ser utilizado para encontrar meios alternativos de caminhos e fugas, essenciais para a ação &#8220;às escondidas&#8221; do homem-morcego. Isso pode ser uma idéia considerada idiota no início mas, ao longo do jogo, é notável o porquê dela ser acrescentada, se tornando fundamental e essencial para o jogo fluir bem e o jogador realmente se sentir como o herói.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2513" title="ss2batman" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ss2batman.jpg" alt="ss2batman" /></p>
<p>Os gráficos, que tanta gente se importa, também não estão nada mal. Os ambientes são praticamente todos escuros, mas toda essa penumbra do jogo foi feita com muita dedicação e elegância, causando um clima de suspense e escuridão. Ou seja, o mundo de Batman é sombrio, e o jogo cumpre bem essa característica. Mas não só isso: as animações e movimentos de luta também são espetaculares. Não há movimentações muito bruscas e outras claramente &#8220;falsas&#8221;, ou seja, não existe simplesmente aquele tipo de artificial que chega a dar um desconforto. As ações do herói são realmente naturais e dá para notar que, apesar de muito poderoso, ele é feito de carne e osso (mesmo que, no caso, esteja sendo representado por polígonos).</p>
<p>De nada adiantaria os belos gráficos, animações e modelagem se o jogo apresentasse uma trama muito simplória. Para a sorte de todos, não é isso que acontece. O jogo começa com o Coringa sendo preso e com Batman acompanhando todo o processo. No entanto, ninguém contava que a prisão do palhaço fosse apenas o início de seus planos. A partir de determinado momento, seu plano entra em ação e a ilha Arkham sai do controle e é isolada. Cabe a Batman o dever de impor a ordem em meio a todo o caos que é criado. O interessante é que esse caos não simplesmente aparece do nada, pois é notável a evolução ao longo da história. Por exemplo, no início, andar no lado de fora das instalações ainda era seguro &#8211; e inclusive policiado &#8211; mas com o passar do tempo (e das missões que vão sendo realizadas) Arkham vai cada vez sucumbindo mais ao poder do Coringa e de seus capangas, eliminando qualquer tipo de vida racional que esteja do lado da justiça.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2514" title="ss3batman" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ss3batman.jpg" alt="ss3batman" /></p>
<p>Através de um vírus (denominado de &#8220;venom&#8221;, mas nada a ver com Homem-Aranha, né), o Coringa vai consumindo a tudo e a todos, deixando Batman fadado a sua própria capacidade, inteligência e habilidade e, é claro, contando com a pequena ajuda da filha do comissário Gordon através de um &#8220;rádio-comunicador&#8221;. Mas, como Arkham Asylum abriga os mais perigosos vilões de Gotham, a missão do homem-morcego não será nada fácil. Diversos vilões aparecem na história, como a Arlequina, Croc, Bane, Espantalho e Hera Venenosa. Ainda há algumas participações &#8220;indiretas&#8221; como do Charada &#8211; que constitui apenas em charadas que cabe ao jogador descobrí-las ao longo do jogo, se quiser. O importante é que todos os vilões estão muito bem representados e com dublagens excelentes. Simplesmente um ambiente totalmente fiel a todo o universo de Gotham.</p>
<p>Como dito anteriormente, o jogo não é muito longo. Ele é sempre muito intenso, com ação a cada minuto e variando nas formas de se controlar Batman &#8211; como as fases do Espantalho em que, ao soltar o gás do medo, o objetivo do homem-morcego é chegar até o holofote com o símbolo que o representa e virar contra o Espantalho &#8220;gigante&#8221; (e o jogo ganha uma visão mais de “plataforma”). Só assim, Batman consegue enfrentar seu medo e sair do mundo apocalíptico de Espantalho e voltar para o seu mundo que não está lá muito diferente.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2515" title="ss4batman" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ss4batman.jpg" alt="ss4batman" /></p>
<p>Além disso, é bom lembrar que existem momentos para a pancadaria rolar solta, momentos para bancar o detetive e momentos para dar uma de Hitman fantasiado de herói da DC e incapacitar cada capanga do Coringa silenciosamente. Essa variação pode, no entanto, cansar o jogador. Se no início a fase do Espantalho é algo de se espantar (trocadilho infame), depois começa a ser um tanto quanto cansativa. Mas, a participação do vilão vale a pena por trazer momentos assustadores ao colocar Batman cara-a-cara com o fato mais traumático de sua vida: a morte de seus pais. Mais detalhes disso não revelarei para evitar spoilers.</p>
<p>O jogo conta também com gravações de entrevistas feitas com os vilões pelos cientistas e médicos que trabalham em Arkham. É bem legal de ouví-las, e realmente funciona como um extra muito divertido e interessante. Além disso, há outras peças espalhadas e escondidas pelos locais que contam sobre a construção, planejamento e história do Arkham Asylum. Mas confesso que, apesar de muito legais, não são muito motivadores para continuar o jogo após derrotar o Coringa e &#8220;não ter nada mais para se fazer&#8221;. É legal apenas ao longo do jogo, quando o jogador vai encontrando as peças pelas fases mas ainda tem que, no final das contas, trazer a paz de volta. Isso faz com que o jogo não sobreviva muito mais depois de completar toda a história, o que é uma pena. Ainda há o modo &#8220;challenge&#8221; em que o jogador é desafiado a combater os capangas do Coringa e tentar a melhor pontuação possível. É extremamente divertido pois as lutas são muito boas &#8211; e os motivos disso eu já citei &#8211; mas depois de feito algumas vezes, também fica um tanto quanto supérfulo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2516" title="ss5batman" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ss5batman.jpg" alt="ss5batman" /></p>
<h2><strong>VEREDITO FINAL</strong></h2>
<p><strong>Apesar desses defeitinhos finais não dá para tirar muitos pontos desse que veio para se tornar um jogo clássico. É o melhor jogo do Batman e, quem sabe, o melhor jogo sobre super-heróis da história. Batman: Arkham Asylum não só correspondeu às expectativas, como também as superou, trazendo uma história concisa, uma trama inteligente, jogabilidade não inovadora, mas muito bem executada e criando um clima totalmente fiel ao universo do personagem. É sem dúvida um jogo essencial para quem goste do homem-morcego e para quem gosta de jogos de aventura/ação. Recomendadíssimo por ser, simplesmente, um dos melhores games que joguei nos últimos tempos, e um dos que mais me prendeu.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="mais" /> Jogabilidade intuitiva e bastante agradável.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="mais" /> Clima do universo de Batman recriado com perfeição.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="mais" /> Jogo bastante intenso do começo ao fim.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="menos" /> Apesar de enredo e trama consistentes, o game acaba deixando uma vontade de “quero mais”.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="menos" /> Extras não são suficientes para continuar o jogo após finalizar a história.<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="menos" /> Por que diabos não há sequer UM MODO para jogar com pelo menos mais uma pessoa?</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-2510" title="batman_nota" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/batman_nota.png" alt="batman_nota" /></p>
<h2><strong>GALERIA DE IMAGENS (14)<br />
</strong></h2>

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		<title>Review: Final Fantasy Tactics A2 (DS)</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 19:24:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luigi Olivieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nintendo]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Final Fantasy]]></category>
		<category><![CDATA[Square Enix]]></category>

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		<description><![CDATA[

Após 6 anos do lançamento de Final Fantasy Tactics Advance para GBA, a Square Enix traz de volta para um console da Nintendo um novo jogo de RPG/Estratégia de sua maior franquia.
Final Fantasy Tactics A2: Grimoire of the Rift traz dezenas de novidades em relação ao seu antecessor. Mapas totalmente redesenhados, várias classes e personagens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2442" title="ffta" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ffta.png" alt="ffta" /></p>
<p>Após 6 anos do lançamento de Final Fantasy Tactics Advance para GBA, a Square Enix traz de volta para um console da Nintendo um novo jogo de RPG/Estratégia de sua maior franquia.</p>
<p>Final Fantasy Tactics A2: Grimoire of the Rift traz dezenas de novidades em relação ao seu antecessor. Mapas totalmente redesenhados, várias classes e personagens novos, um sistema de leilão de regiões, desafios para o clã, mudança nos shops e muito mais.</p>
<p>A história também mudou, mas manteve sua essência. Você é Luso Clemens, um garoto normal que, antes de poder cair nas férias de verão, deve arrumar a biblioteca por ter chegado atrasado na aula. Enquanto espera um professor na biblioteca para poder trabalhar, ele começa a ver um livro bem velho, mas por algum motivo estranho ele só está preenchido até a metade.</p>
<p>Quando Luso vai até a última página ele vê escrito: “Alguém está destinado a preencher as páginas em branco. Você sabe seu nome?” Só pelo prazer de escrever em um livro da biblioteca, Luso escreve: “O nome é: Luso Clemens”. Ao escrever isso algo muito estranho acontece. O livro começa a brilhar e o menino some da escola.</p>
<p><span id="more-2437"></span></p>
<p>Do nada a personagem se vê em uma floresta com um pássaro gigantesco a suas costas. Por sorte lá estava Cid e seu clã de caçadores. O guerreiro pede para que Luso entre em seu clã para poder ter chances contra o pássaro.</p>
<p>Após jurar lealdade ao clã, a roupa de Luso muda e eles enfim derrotam o pássaro gigante. A partir daí, Luso e seus companheiros entram em uma aventura para saber como ele foi parar em Ivalice/St. Ivalice, como nosso protagonista pode voltar ao mundo humano e o que é esse livro misterioso que viajou com ele até o novo mundo e é preenchido magicamente quando você descobre algo diferente.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2443" title="ffta_2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ffta_2.png" alt="ffta_2" /></p>
<p>Como eu disse, o game se passa tanto em Ivalice como em St. Ivalice. A parte de Ivalice está cronologicamente localizada um pouco depois de Final Fantasy XII, sendo que você até encontra Vaan, e a parte de St. Ivalice uns 10 anos depois de FFTA.</p>
<p>Na jogabilidade o game possui duas grandes inovações, sendo que o estilo continua sendo de RPG/Estratégia baseada em turnos. A primeira é que não é mais com 100 pontos de EXP que os personagens passam de nível, a quantidade varia. O quanto de experiência que o jogador ganha por golpe dado também mudou.</p>
<p>A segunda é uma maior atenção dada aos clãs. Foram adicionados quatro Clan Talents, sendo eles: Negotiation, Aptitude, Teamwork e Adaptability. Em algumas batalhas ou missões são dados pontos em determinados atributos. Algumas missões só podem ser feitas com um número de pontos determinado em um ou mais talents.</p>
<p>Um modo rápido de ganhar pontos é via Clan Trials. Esses desafios são comprados com clan points, uma moeda especial só para isso, ganhada no final de cada missão junto com os clássicos Gil, que, além de te dar talent points, também dão descontos em shops e nos pubs. Quanto mais alto o nível do trial que você escolher mais pontos você ganha e mais descontos também.</p>
<p>Como eu disse antes, os shops mudaram um pouco. Agora o único jeito do jogador liberar uma arma para comprar é forjando-a no Bazaar. Uma novidade é o Fiting Room, um lugar onde o jogador pode comprar armas e equipamentos escolhendo um personagem como base. Se ele não gostar do que comprar, pode sair do Fiting Room sem selecionar a opção de compra definitiva, não perdendo dinheiro nenhum. Já os pubs não mudaram quase nada, só adicionando uma área para a compra de Clan Trials.</p>
<p>As Auction Houses também fazem sua primeira aparição em Final Fantasy Tactics. Nelas é possível participar periodicamente de leilões para comprar uma região. Isso serve para você ganhar descontos nos pubs e shops nas regiões compradas.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2444" title="ffta_3" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ffta_3.png" alt="ffta_3" /></p>
<p>Cada Auction House tem mais ou menos 4 regiões que são leiloadas uma atrás da outra a partir do momento que você entra no jogo. Sabendo disso, fique esperto para não torrar seus tokens, a moeda especial para leilões, logo no primeiro mapa, já que eles não serão recuperados até o último mapa ser “vendido”.</p>
<p>As leis devem ser uma lembrança para jogadores mais antigos. No primeiro Final Fantasy Tactics Advance, o personagem que quebrasse uma lei era mandado para a cadeia. Era necessário esperar ou pagar fiança para libertá-lo. O sistema continua, mas mudou um pouco.</p>
<p>Quando o jogador quebra uma regra fica proibido o uso de Phoenix Down dentro dessa batalha e os bônus que ele ganharia no final dela, por quebrar uma lei, são obviamente dispensados. Além disso, ele perde o Clan Privilege, escolhido pelo jogador no início do confronto, como Speed Up e EXP Up<em>.</em></p>
<p>Final Fantasy Tactics A2 também recebeu algumas raças e jobs novos. Além dos clássicos Bangaa, Human, Moogle, Nu Mou e Viera foram introduzidos os Seeq de FFXII e as Gria, uma raça exclusiva. Outras novas classes são Spellblade, Viking, Cannoner e quinze outras que não estavam no primeiro FFTA.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2445" title="ffta_1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/ffta_1.png" alt="ffta_1" /></p>
<p>O grande pecado do jogo é a falta de um multiplayer onde você luta com clãs inimigos, principalmente via Wi-Fi. Acho que o sonho dos jogadores de Final Fantasy Tactics era poder enfrentar outras pessoas com seu grupo. Mesmo que o multiplayer fosse somente via wireless, diversão não ia faltar em derrotar seu amigo. Não sei por que raios a Square Enix deixou isso passar.</p>
<p>Os gráficos do game não são muito bonitos. Tudo bem que a imagem é característica desse tipo de jogo, mas só melhorar o brilho e alguns detalhes aqui e ali não é o suficiente. Mesmo com um potencial baixo, o DS pode fazer mais do que isso.</p>
<p>Outro ponto fraco do jogo é o som. No mapa principal temos uma musica típica de Final Fantasy. No primeiro mapa de batalha também uma música no estilo clássico da série. E no segundo, no terceiro, no quarto e aí por diante. Todas as músicas são parecidas com de outros jogos da série, sendo que algumas músicas da OST parece que foram ripadas de FFTA e Final Fantasy XII. A Square-Enix poderia ter inovado neste aspecto.</p>
<p>Outro problema com o jogo é que ele nunca muda. Você batalha, compra equipamentos e vai nos pubs até o final do game, o que pode-se tornar enjoativo e entediante para alguns jogadores.</p>
<h2>VEREDITO FINAL:<strong></strong></h2>
<p><strong>Mesmo longe da perfeição, Final Fantasy Tactics A2 merece ser experimentado. É um jogo que difere bastante do seu antecessor por causa de suas diversas novidades mas mantendo a essência da versão de GBA, o que agrada a jogadores mais antigos.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="mais" /> Melhora da jogabilidade em relação a versão de GBA<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="mais" /> Novas classes e novos Jobs<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2438" title="mais" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/mais.png" alt="mais" /> Maior atenção dada aos Clãs</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="menos" /> Falta de um multiplayer<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="menos" /> Músicas que você já ouviu anteriormente dezenas de vezes<br />
<img class="alignnone size-full wp-image-2439" title="menos" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/menos.png" alt="menos" /> Pode se tornar repetitivo demais</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2440 aligncenter" title="notaffta2" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/10/notaffta2.png" alt="notaffta2" /></p>
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fplayertwo.com.br%252Fconteudo%252Freview-final-fantasy-tactics-a2-ds%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22small%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Review%3A%20Final%20Fantasy%20Tactics%20A2%20%28DS%29%22%20%7D);"></div>

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		<title>Quick Look: O que gostei e o que n&#227;o gostei sobre a WCG Brasil 09</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 21:29:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Camolez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Cyber-Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[WCG]]></category>

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A World Cyber Games Brasil 2009 aconteceu neste sábado e domingo no Shopping Eldorado, em São Paulo. Fui lá ontem e encontrei com os colegas do Continue, agora, conto pra vocês as minhas opiniões sobre o evento.
++ Pontos Positivos
[Guitar Hero] A maior disputa desta edição do evento ficou por conta de Guitar Hero World Tour. [...]]]></description>
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<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/09/wcg09.png"><img style="border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" title="wcg09" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/09/wcg09_thumb.png" border="0" alt="wcg09" width="520" height="300" /></a></p>
<p>A World Cyber Games Brasil 2009 aconteceu neste sábado e domingo no Shopping Eldorado, em São Paulo. Fui lá ontem e encontrei com os colegas do <a href="http://continue.com.br" target="_blank">Continue</a>, agora, conto pra vocês as minhas opiniões sobre o evento.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">++ Pontos Positivos</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #008000;">[Guitar Hero]</span></strong> A maior disputa desta edição do evento ficou por conta de Guitar Hero World Tour. Diversos competidores no nível mais alto possível disputavam uma vaga para a China. O nervosismo tomava conta de todos, pois todas as partidas eram exibidas em um telão, e a imprensa enfiava câmeras na cara dos competidores a todo momento.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">[Sorteios e Brindes]</span></strong> Bem pro final do evento, depois da premiação, alguns itens foram sorteados, como camisas do Palmeiras, do Chelsea, mochilas, bolas e placas de vídeo – low end, é claro. Nada muito caro ou legal, mas serviu para segurar o público. Durante o evento também eram distribuidos brindes, como bolinhas e chaveiros.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>[Free Play]</strong></span> Qualquer um que estivesse no evento poderia jogar diversos games de graça e na hora que quisesse. O evento contava com games como Street Fighter IV, MMOs da Level Up, Guitar Hero 5, Guitar Hero Aerosmith, Need For Speed Shift, Halo ODST e Rock Band.</p>
<p><span id="more-2418"></span></p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>[Ambiente]</strong></span> Não há nada melhor do que ficar rodeado de pessoas que compartilham interesses com você. Na WCG, você pode sentir na atmosfera que todo mundo que esta lá compartilha a sua paixão por videogames.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;">[Divulgação]</span></strong> A presença da imprensa não-gamer foi mais do que maciça. Globo, Band, Sportv, ESPN Brasil, PlayTV e Cultura estavam no evento. Essa divulgação é excelente para a WCG, que ganha prestígio e pode esperar mais visitantes ano que vem.</p>
<p><a href="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/09/wcg_1.png"><img style="border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" title="wcg_1" src="http://playertwo.com.br/wp-content/uploads/2009/09/wcg_1_thumb.png" border="0" alt="wcg_1" width="520" height="390" /></a><br />
<strong><span style="color: #ff0000;"><br />
&#8211; Pontos Negativos</span></strong></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>[Counter-Strike]</strong></span> A final de Counter-Strike foi uma vergonha. Para tornar o evento menos “polêmico” e mais “voltado para a família”, os organizadores resolveram mandar os dois times finalistas para uma lan house. Enquanto estávamos lá, alguns trechos da final eram exibidos em uma TV que estava mostrando o live streaming. Nada de telão exibindo as partidas completas como todas as outras finais.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>[Carom 3D]</strong></span> Não quero desmerecer os jogadores deste jogo de bilhar, mas existem tantos jogos mais interessantes e competitivos para estarem um evento mundial que ninguém estava dando a mínima para este game.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>[Ausência de jogos de luta e estratégia]</strong></span> Fighters são o pão-com-manteiga de campeonatos de videogame. Games de estratégia então, nem se fala. Embora Virtua Fighter 5, Starcraft e Warcraft III: The Frozen Throne sejam disputados na final internacional da WCG, não houve disputa de nenhum destes jogos aqui no Brasil, apenas free play de SFIV.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>[Level Up Games]</strong></span> O estande da Level Up era uma confusão sem tamanho. Não teve uma hora do dia em que os arredores dele não ficassem lotados de pessoas sem-educação fazendo uma puta algazarra, atrapalhando os competidores e quem estava lá para assistir e se divertir.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">[Espaço]</span></strong> Acho que nem os organizadores previam que o espaço iria ser um problema. O evento ficou lotado o dia inteiro, com pessoas, câmeras e repórteres se esbarrando a todo momento.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">[Ausência de ligação com o Twitter]</span></strong> Eu, particularmente, senti falta do twitter no evento. A plataforma poderia ser muito bem empregada. Por exemplo, uma hashtag, como #WCGBrasil, poderia ser criada e todos os tweets com estes termos poderiam ser exibidos no telão no intervalo de partidas.</p>
<p>No final das contas, a WCG Brasil 09 foi muito divertida, mostrando que o cyber-esporte continua em alta no nosso país. Mas o evento ainda tem muito potencial que ainda não foi utilizado. Espere ele melhor ainda ano que vem.</p>
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