Boteco da equipe #2: Ismos e istas

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Sonysta, Nintendista, Caixista, PCista. Nomes criados ao longo dos anos para se referir àqueles que têm sua preferência bem definidas no mundo dos games, ou, em outras palavras, fanboys. E como nossa familia é muito unida e também muito ouriçada, nós do P2 mostramos nossos gostos, sejam eles influenciados pelas novas tendências do mercado ou simplesmente pelo fator nostalgia!

Luigi: Sempre fui devoto dos consoles, de comprar jogo na caixinha e colocar no aparelho pra jogar, mas a transição lenta da geração passada para a atual me converteu para o PC. Por mais de um ano os videogames atuais receberam apenas remakes e versões remasterizadas, sendo que até hoje é raro algum game tirar o máximo que um Xbox One ou PS4 podem oferecer.

O Steam e o Humble Bundle também ajudaram bastante na minha escolha: a praticidade da compra, a diversidade de jogos e o preço são características bem convidativas. O PC também é a casa dos indies, tendo uma vasta biblioteca desses títulos mais simples e diferentes, uma ótima opção para quem não liga muito para os AAA.

Hoje, se fosse para comprar um console, eu iria de PS4 ou de Wii U, mas como o primeiro ainda pesa no bolso e o segundo nem suporte no Brasil tem mais, eles terão que esperar um pouco mais.

André: Na atual geração, eu fui de PS4 porque o Wii U, na minha opinião, tem pouquíssimos títulos que realmente valem a pena e o Xbox One não tem uma biblioteca de jogos tão interessante para mim. Os exclusivos do console da Sony, como InFamous Second Son, Until Dawn, The Order 1886, Bloodborne e em breve Uncharted 4, Street Fighter V, The King of Fighters XIV, Horizon: Zero Dawn me atraem muito. Mas não tem como me nomear como fanboy ou sonysta.

Comecei a geração passada com um Wii, depois adquiri um Xbox 360 e agora tenho um PS3 (Mas o DS e agora 3DS se mantiveram firmes até hoje). A duração da geração permitiu que eu aproveitasse os três lados da força nos consoles.

Não sou chegado em jogar no PC, entre outras razões, porque meus computadores dão problema demais, eu nunca confiaria minhas jogatinas a uma máquina que quebra a cada dois meses e fica mais e mais obsoleta a cada dia.

Já no celular, eu jogaria mais se minha bateria permitisse jogatinas mais elaboradas.

Verônica: Como diria o Kaio, sou sim Sonicista! Eu poderia agora contar sobre todo o meu amor pelo primeiro mega drive, por emuladores que nos permitem jogar até no navegador quando sem job, mas, quero falar do videogame com os amigos, que é o que realmente mais gosto!

Não sou competitiva como o Foka, mas jogatina sempre foi uma das coisas mais legais desde que eu nunca soube jogar bola. Acredito que o console não faça diferença pra isso, já faz tempo que eles permitem 4 jogadores, e mesmo que o jogo te restrinja a apenas 2, revezar as vezes e criar times é o normal de qualquer jogo – da canastra ao futebol, convenhamos.

Posso até admitir que um dia Mario ganhou de Sonic nesse quesito por ter o Mario Party (btw, melhor jogo destruidor de amizades), mas Sonic já está no Super Smash Bros então temos um empate até, nessa discussão eterna, vai. Enfim, não tenho posição nessa guerra toda pois sou pacifista, o que conta muito é a boa companhia.

Júlia: Até o momento eu só tive um console (PS1), e era basicamente ele que fazia a alegria dos meus primos quando nós nos encontrávamos, mas bem, esse era basicamente a única atração que os consoles me davam, poder jogar com a galerinha presente sem precisar se espremer em um teclado, e até aceito o fato dos jogos rodarem melhor nos consoles, afinal de contas é uma ferramenta voltada unicamente para isso. Mas o PC ainda é minha grande paixão (até tomar tela azul, aí o coração dói um pouco), desde que consigo me lembrar tinha uma máquina por perto onde eu poderia passar horas e horas me divertindo, e como o console sendo a melhor opção para divertir uma multidão, eu normalmente jogava solo e o PC era o bastante para me satisfazer.

Vez ou outra ainda jogo em um console ou outro quando estou com colegas, mas se tiver de escolher somente um meu ponto iria para os PC’s.

Kaio: Dizer que não sou Nintendista é o mesmo que dizer que Mario é da Sony, uma vez que fui criado com meu Super Nintendo e tive contato com grande parte da sua biblioteca que praticamente fizeram minha formação gamer.

Apesar de ter ficado anos com o PSX e PS2 (convenhamos, ter o luxo de possuir um Nintendo 64 e um Game Cube com o preço de seus jogos era coisa para poucos), sempre acompanhei o rumo dos portáteis e seus títulos que nada deviam para os consoles de mesa. O tempo passou, a geração mudou e hoje posso dizer que sou um PCista. Concordo com o que o André disse sobre ser uma “plataforma que fica mais obsoleta a cada dia”, mas é com ele que posso desfrutar de praticamente todas as gerações até hoje com os benefícios de melhoria gráfica entre outros aspectos.

Mas se fosse pra definir meus gostos em um console, o escolhido sem sombra de dúvidas seria o Game Boy Advance, o melhor console de todos os tempos.

About Kaio Rodrigues

Único sobrevivente dessa página maravilhosa chamada PlayerTwo.com.br, junto com o fundador. Amante de jogos independentes de fan-made, passo parte do meu tempo sonhando em um dia ser jornalista de games.