Na onda dos remakes: 3 jogos de PS2 que deveriam ser refeitos

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Com o aprimoramento gráfico e técnico dos últimos anos na indústria do entretenimento, cada vez os jogos são mais longos, bonitos e variados. Entretanto, os games da geração antepassada, aquela que começou no inicio dos anos 2000, também marcaram história, mesmo sem os avançados recursos de hoje em dia. Imaginem se tivessem tais recursos!

Pensando nisso, resolvi fazer uma breve lista de três jogos do amado PS2, que deveriam passar pelo processo conhecido com Remake, ou seja, deveriam ser refeitos por conta de sua qualidade original e possibilidade de aprimoramento. Escolhi alguns não tão unanimes, para fugir um pouco da mesmice de sempre. Vamos aos escolhidos:

Prince of Persia: The Sands of Time

A Ubisoft já fez remakes de Prince of Persia mais antigos, então por que não fazer de um dos jogos de maior sucesso na era Play 2?

O game conta a história de um príncipe que encontra uma misteriosa adaga. Tal adaga servia para liberar as Areias do Tempo, um poder misterioso que estava por trás da própria criação do mundo.  O príncipe é traído pelo conselheiro de seu pai, que abre as areias do tempo e espalha o mal pela localidade.

O jogo em si se baseia em fazer acrobacias nas paredes, derrotar monstros e resolver enigmas, se utilizando do poder de voltar no tempo. Com a tecnologia atualmente disponível é possível criar um mundo ainda mais vasto e um jogo ainda mais atraente e variado. Também seria possível dar uma recauchutada no sistema de luta, este já ultrapassado com relação aos atuais.

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Fahrenheit

Está obra prima da Quantic Dream foi lançada em 2005 e estará para sempre em nossos corações. O ponto forte do jogo é a história e o fato de você se sentir um ator de cinema.

A obra apresenta uma jogabilidade baseada na interação com cenários e em comandos de Quick Time Event. Os personagens são bem desenvolvidos e suas história singulares. Não vou revelar mais detalhes do enredo, pois do contrário o jogo perde seu principal atrativo.

O remake pode ter espaço para introduzir uma alternativa ao Quick Time Event no jogo, controles específicos para a hora da ação deixariam o jogo ainda melhor. Em adição a isso, podem ser introduzidos ainda mais finais para a obra, que originalmente já contava com três.

Fatal Frame 2: The Crimson Butterfly

Um dos jogos mais aterrorizantes da história não poderia ficar fora dessa lista. Fatal Frame 2 conta com uma boa história, jogabilidade atrativa e sustos prá lá de inesquecíveis

O enredo gira basicamente ao redor de lendas japonesas antigas, todas sempre sobre assombrações e entidades sobrenaturais.  Você é uma personagem indefesa, que se usa de uma câmera especial para capturar a alma penada que te ameaça. As personagens são bem desenvolvidas e cada inimigo parece ter uma história tenebrosa por trás de seu passado.

Existe espaço para aprimoramento gráfico, para um aumento no mapa e quem sabe adicionar algumas mecânicas novas. Outra opção, também viável, é unir as novas tecnologias de realidade aumentada com a já aterrorizante história, criando um ambiente extremamente assustador para o  jogador, que será desafiado a enfrentar as criaturas, mas dessa vez se sentindo uma vitima. Ou quem sabe desafiar um jogador de Wii U a ter que tirar as fotos dos espíritos com seu Gamepad. Tal remake poderia também vir a ocupar o espaço deixado em branco após o cancelamento de Silent Hills. Seria um baixo investimento com roteiro, alto com programação e com retorno monetário concreto.

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