The Last Guardian: será que o resultado compensará a espera?

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Foram nove anos de produção, 14 novelas televisivas da rede global começaram e terminaram nesse periodo, mas a da qual queremos saber o final ainda não tem sua data de encerramento definida. Mas uma coisa os produtores garantem: não passa de 2016.

Anunciado em 2009, mas em produção desde 2007, The Last Guardian é um dos grandes lançamentos de 2016. Originalmente planejado para ser um exclusivo do Playstation 3 (isso mesmo! exclusivo para a geração passada) o game foi adiado inúmeras vezes, acabou se tornando um exclusivo do PS4 e lançou um hiato na industria mundial de jogos.

O game tem tudo para ser bem sucedido, afinal é produzido pelo lendário Team Ico, um estúdio pequeno se comparado a outros da gigante japonesa Sony. Entretanto, o grupo é responsável por dois dos maiores sucessos da história: Ico e Shadow of the Colossus, ambos lançados na primeira metade dos anos 2000 para o Playstation 2. Mas será que é possível atender a toda a “Hype” gerada?

The Last Guardian segue claramente a linha dos jogos-arte, que não pregam a ação excessiva mas sim a vivencia da história e do ambiente de maneira reflexiva e principalmente bela. É preciso, portanto, entender que o jogador não vai sair por ai destruindo monstros com seu machado gigante ou com sua arma de alta tecnologia. Existem desafios e até quem sabe “inimigos” (como é o caso de Shadow of the Colossus), mas tudo com  um ritmo mais lento  e bem dosado.

As criticas, baseadas nas demonstrações realizadas, já foram lançadas, principalmente com relaçãoa demora para o lançamento (estas com uma razão bem clara) aos gráficos da obra que, segundo algumas fontes, deixam a desejar com relação a obras da nova geração. No entanto, nunca se pode duvidar de Fumito Ueda e sua equipe quando o assunto são paisagens e provavelmente teremos uma visão muito mais trabalhada na versão definitiva, afinal, sem esse quesito, a obra perde grande parte de seu apelo..

A expectativa dos consumidores está nas alturas como em poucas vezes na história da indústria. Se o game conseguir atender as expectativas teremos um seríssimo candidato a jogo do ano e um trunfo para as mãos da Sony na venda de seu console, mas a chance de decepção existe e o tombo, se houver, pode ser grande demais para o estúdio e para a gigante nipônica. Resta esperar e conferir o resultado final seja ele o esperado ou não.

  • Cassio Gomes

    Parabéns pelo blog, show de bola!