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Hololens

A tecnologia da moda agora é a realidade virtual. Assim como o sensor de movimento prometeu revolucionar a maneira de jogar há dez anos, com o lançamento do Wii, os óculos de realidade virtual, que já deram as caras em ocasiões anteriores, agora são novamente as meninas dos olhos das empresas de tecnologia. Do Facebook à HTC, passando por Sony e Microsoft, todo mundo quer mostrar que está mergulhando de cabeça nessa nova onda.

No entanto, as coisas não parecem ser tão simples quanto se imagina. O custo do desenvolvimento dessa tecnologia é robusto e os óculos não terão um preço agradável, especialmente logo após o lançamento. Naturalmente, os consoles não virão com os acessórios, portanto quem quiser jogar em realidade virtual vai precisar comprar o dispositivo separadamente.


sgrb

Embalada pela AGDQ, maratona norte-americana de speedruns que acumulou mais de um milhão de dólares à caridade, a Speed Games Record Brasil está com uma maratona própria ao vivo nesse final de semana, dias 29, 30 e 31 de Janeiro.

Começando já as 14h da sexta-feira no canal da SGRB na Twitch (ao vivo agora!), mais de quarenta jogos serão terminados o mais rápido possível em diversas categorias até a noite de domingo, que encerra com Undertale e um jogo surpresa.

Os principais momentos da Maratona ocorrerão na tarde e noite do sábado: as 15h começa Chrono Trigger, seguido de Goldeneye 007 e um bloco com quatro jogos da série Mega Man X, sendo que o primeiro será uma corrida entre Luiz Miguel (ex-recordista mundial) e EaBTasRaiul. Nos outros dias ainda haverá demonstrações de Resident Evil, Super Mario World, Dragon Ball Xenoverse e Pokémon Red. Veja o cronograma completo aqui.

Essa já é a terceira maratona online organizada pelo grupo brasileiro, além de já terem sediado uma local em uma lan house de São Paulo no final de 2015. Quem tiver interesse em entrar para a comunidade, seja jogando ou só para conhecer os participantes, a página abriga notícias sobre a comunidade, o grupo no facebook é onde jogadores e espectadores interagem e o site guarda os melhores tempos dos membros da SGRB.


Vídeos da Semana #10

Autor: Em: Artigos/ Vídeos Data: 27/01/2016 às 22:05

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Rolaram problemas técnicos e não deu pra postar mais cedo, mas agora vai! E fiquem mais pertinho da gente nos seguindo nas redes sociais: Twitter, Facebook, TwitchYoutube.

Kills/Deaths – Análises

Essa semana o KDA contou com o Luigi e o João, além da participação do Karukato.

-Notícias

-Jogos da Semana

Lembrando que o KDA acontece todas as segundas as 19h (horário de Brasília).


laura

A terceira personagem brasileira vem ai em Street Fighter V. Laura, profissional em Jiu-Jitsu e irmã de Sean, foi bem recebida pelos fãs ao ser anunciada na BGS, mas o tiro acabou se voltando contra a Capcom após a descoberta de uma roupa alternativa para a personagem. A pequena quantidade de pixels no conjunto top e shortinho, que profissionais afirmam ser menor do que o traje de Ryu no primeiro Street Fighter, rendeu diversas reclamações de sua sexualização extrema, e hoje é a vez da nossa equipe dar os seus dois centavos sobre o assunto!

Kaio – Eu não ligo pra roupas dos personagens. Vejo esse tipo de coisa desde de tempos atrás com Dead or Alive, Soul Calibur, Tekken. Quando o jogo é bom, minha preocupação é me divertir com ele. Vários jogos mudam as roupas de suas personagens quando vem pro ocidente. Vide Fire Emblem e Xenoblade Chronicles X, e Dead or Alive não tá vindo pra cá por isso.

Luigi – Apenas não faz sentido. A caracterização dos personagens de Street Fighter é feita de acordo com suas origens e características que os definem: Ryu tem seu quimono de karatê, Chun-Li mostra sua origem chinesa pelo qipao, Dhalsim flutua com pinturas Hindús – e sua aparência mais do que nunca o aproxima da Índia. A descrição dada para Laura é a de vir de uma família extremamente tradicional do Jiu-Jitsu brasileiro, mas ela se veste com algumas roupas de capoeira e outras casuais após um acidente grave com uma tesoura de costura. É até que comum para os personagens de SF mostrar pele, tanto homens quanto mulheres, mas erraram a mão com Laura.

Verônica – Que guria não usa isso todos os dias pra lutar, não é mesmo? Acho que as roupas em personagens femininas são esperadas assim mesmo. Se você seguir a lógica em que pessoas querem ser/ver personagens você: 1 – faz um personagens com roupas que gostaria de ver mulheres usando; 2 – espera que elas se vistam assim de cosplay; 3 – vai nos eventos ver as meninas vestidas da personagem gata.


Vídeos da Semana #9

Autor: Em: Artigos/ Vídeos Data: 19/01/2016 às 14:52

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This was a triumph. I’m making a note here: HUGE SUCCESS“. Estamos de volta! Lembrem-se de nos seguir nas nossas redes sociais: Twitter, Facebook, TwitchYoutube.

Kills/Deaths – Análises

O Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLoL) 2016 recomeçou neste fim de semana e, com ele, o KDA volta do período de férias. Nesse primeiro KDA conversamos sobre o Pré-CBLoL, a primeira semana e algumas novidades que estão por vir.

-Pré-CBLoL 2016

-Semana 1

-Novidades e “Talk Shit, Get Hit”

O Kills/Deaths – Análises está com horário novo por conta do Circuito Desafiante. O programa vai ao ar agora toda segunda-feira às 19h (horário de Brasília).

VOD Review

O nosso querido Fokinha convidou o seu amigo Caio Barili e os dois fizeram a análise de dois jogos da primeira semana dos jogos do League of Legends Champions Korea (LCK), o campeonato coreano de League of Legends.

-CJ Entus vs SKT T1: Game 1

-CJ Entus vs SKT T1: Game 2

-Afreeca vs KT Rolster

Nota: esse vídeo está somente o áudio no início, mas depois tudo se normaliza.


viloes

Recentemente o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, como reportado pela BBC, expôs suas opiniões acerca de videogames num evento da Organização dos Estados Americanos e atraiu polêmica com sua fala.

Para ele, jogos eletrônicos e esportes incitam a violência e fazem apologia ao crime. Demonstrando desconhecimento acerca do tema e uma ignorância constrangedora, o titular da pasta da Justiça no Governo Federal afirmou que um especialista o confidenciou que não existem games em que o objetivo é salvar vidas, pois “o vencedor é sempre quem mata”.

Existe a possibilidade de o ilustríssimo político ter se confundido durante a entrevista, ou talvez o nobre especialista tenha se esquecido de um ou outro jogo, como Trauma Center e Surgeon Simulator, dois games em que o jogador toma o papel de um médico para justamente salvar vidas — ou dizimá-las dependendo da sua falta de habilidade.

É possível que o especialista em questão também não conheça franquias de pouco sucesso como FIFA, Guitar Hero, The Sims, Just Dance, Portal, Tony Hawk, NBA, Forza, Phoenix Wright, Professor Layton, Journey, Ico, Wii Sports, Splatoon, Inazuma Eleven, Animal Crossing, entre muitos outros jogos em que o objetivo principal passa longe de matar pessoas.

Talvez seja interessante citar o caso em que jogadores salvaram um garoto de se suicidar por meio de um game online. Ou o jogo que ajuda astrônomos a descobrir planetas novos. Ou o que ajuda cientistas a conhecer as estruturas de proteínas e contribui para, entre outras coisas, a cura da AIDS. Ou os inúmeros games utilizados como instrumento de aprendizagem em escolas ao redor do mundo. Enfim.

Além disso, a violência está escancarada e estampada em capas de jornal, programas de TV, novelas, filmes, séries e até em algumas músicas, de maneira mais crua e perversa do que em qualquer game.

A grande questão, no entanto, não é essa. Existem sim muitos jogos violentos. Brutalmente violentos, diga-se de passagem. O problema é que a fala do ministro Cardozo vai na contramão da esmagadora maioria das pesquisas, que não relacionam games ao comportamento agressivo. Eu falei mais sobre isso há algum tempo.

Por essa perspectiva, parece um pouco inexplicável que alguns dos jogos mais violentos do mundo sejam produtos japoneses, sendo que a terra do sol nascente é um dos países mais seguros do globo. Entre os maiores mercados de games estão os países mais seguros e civilizados do planeta. Por outro lado, o Brasil tem alguns dos piores índices de educação e desigualdade social do mundo, o que talvez tenha um pouco mais a ver com a taxa de criminalidade do que o bom e velho GTA.


lastguardian

Foram nove anos de produção, 14 novelas televisivas da rede global começaram e terminaram nesse periodo, mas a da qual queremos saber o final ainda não tem sua data de encerramento definida. Mas uma coisa os produtores garantem: não passa de 2016.

Anunciado em 2009, mas em produção desde 2007, The Last Guardian é um dos grandes lançamentos de 2016. Originalmente planejado para ser um exclusivo do Playstation 3 (isso mesmo! exclusivo para a geração passada) o game foi adiado inúmeras vezes, acabou se tornando um exclusivo do PS4 e lançou um hiato na industria mundial de jogos.

O game tem tudo para ser bem sucedido, afinal é produzido pelo lendário Team Ico, um estúdio pequeno se comparado a outros da gigante japonesa Sony. Entretanto, o grupo é responsável por dois dos maiores sucessos da história: Ico e Shadow of the Colossus, ambos lançados na primeira metade dos anos 2000 para o Playstation 2. Mas será que é possível atender a toda a “Hype” gerada?

The Last Guardian segue claramente a linha dos jogos-arte, que não pregam a ação excessiva mas sim a vivencia da história e do ambiente de maneira reflexiva e principalmente bela. É preciso, portanto, entender que o jogador não vai sair por ai destruindo monstros com seu machado gigante ou com sua arma de alta tecnologia. Existem desafios e até quem sabe “inimigos” (como é o caso de Shadow of the Colossus), mas tudo com  um ritmo mais lento  e bem dosado.

As criticas, baseadas nas demonstrações realizadas, já foram lançadas, principalmente com relaçãoa demora para o lançamento (estas com uma razão bem clara) aos gráficos da obra que, segundo algumas fontes, deixam a desejar com relação a obras da nova geração. No entanto, nunca se pode duvidar de Fumito Ueda e sua equipe quando o assunto são paisagens e provavelmente teremos uma visão muito mais trabalhada na versão definitiva, afinal, sem esse quesito, a obra perde grande parte de seu apelo..

A expectativa dos consumidores está nas alturas como em poucas vezes na história da indústria. Se o game conseguir atender as expectativas teremos um seríssimo candidato a jogo do ano e um trunfo para as mãos da Sony na venda de seu console, mas a chance de decepção existe e o tombo, se houver, pode ser grande demais para o estúdio e para a gigante nipônica. Resta esperar e conferir o resultado final seja ele o esperado ou não.


Steam precisará se provar em 2016

Autor: Em: Artigos/ PC Data: 12/01/2016 às 10:20

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greenlight

Se você se achou sortudo por começar o ano ganhando 15 reais na quadra da Mega Sena, a Valve tem que comemorar como se conseguisse o prêmio principal. No dia 3 de Janeiro, o Steam conseguiu bater seu recorde de usuários ativos simultaneamente, com mais de 12 milhões de pessoas online nos aplicativos e no navegador.

Essa marca, no entanto, chega uma semana depois do maior bug que o sistema já teve: durante 90 minutos, era possível acessar dados como histórico de compras, email, ID do PayPal e até endereço de usuários aleatórios. O problema aconteceu por uma bagunça no cache após um ataque DoS*, ou seja, essas páginas eram geradas para outros usuários, mas o ataque sobrecarregou o sistema terceirizado de cache do Steam, que começou a enviar uma página qualquer a quem fizesse um pedido. Quem usa a loja precisou esperar quase uma semana para que fosse explicado o motivo por traz do problema, já que a empresa não se manifestava por nenhum meio conhecido.

Ainda que não fosse possível realizar compras ou pegar usuário e senha de login, é responsabilidade legal da Valve manter em segurança quaisquer dados que ela tenha sobre uma pessoa. Isso porque as informações expostas podem ser usadas para pequenos trotes, como pedir pizza para um endereço obtido, ou até fraudes nas contas de PayPal e casos de swatting, o ato de enviar as forças especiais para um endereço privado alegando casos de sequestro e outros crimes graves.

Não bastasse essa situação, 2015 foi marcado por decisões duvidosas no Steam Greenlight. Criado inicialmente para desenvolvedores pequenos exporem seus jogos e usuários avaliarem quais são ou não dignos de subir à loja, não demorou muito para o sistema entrar em decadência, com Valve e desenvolvedores compartilhando da culpa.

Os únicos requisitos para começar no Greenlight são pagar uma taxa e ter pelo menos o conceito de um game. Se esse conceito não infringir nenhuma lei de direitos autorais, ou se nenhum dos três funcionários que cuidam da ferramenta descobrirem que infringe, ele está dentro.

A facilidade e a ineficiência da Valve para controlar um pouco o sistema criaram um ambiente lotado de conceitos falhos e jogos plagiados. Uma prática que se tornou comum é pegar um modelo de jogo da Unity, compilar e publicar como se fosse novidade – um deles até subiu para o Steam como Uncrowded. Não é difícil de imaginar, portanto, a quantidade de lixo que alguém deve varrer até achar um jogo que pareça valer o voto a favor.

Sem incentivo algum para os usuários se sujeitarem a esse trabalho todo, a queda no interesse e nos votos é constante desde 2013, em que era preciso ao menos 100 mil votos para chegar no Top 50. Para chegar nos 7000 sofridos necessários hoje, muitos devs prometem cópias grátis para quem ajudar a subir seu título, atitude que a Valve reprova, mas não se levanta para punir quem faz ou para evitar que aconteça.

É difícil encontrar uma razão para continuar com o Greenlight no seu modelo atual. Na verdade, é difícil conseguir comemorar um recorde de usuários quando se está envolto por problemas tão complicados. Pelo menos o Steam não tem um concorrente capaz de se aproveitar desses erros e fazer com que a Valve trabalhe um pouco para se levantar e entregar uma experiência melhor para seus clientes.

*Quer saber um pouco mais sobre um ataque DoS? Ouça nosso pequeno podcast, que aborda o assunto!


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Quando Hyrule Warriors foi lançado no ano passado muita gente se perguntou o que esperar da mistura da já conhecida série de jogos Dynasty Warriors com Link e sua turma. O jogo então saiu e, para a surpresa de muitos, cumpriu bem seu papel, dando a liberdade para o jogador realizar combos frenéticos e – mais importante – jogar com seus personagens favoritos.

E querendo uma fatia dessa nova “moda”, eis que a Square Enix entra nesse novo estilo – chamado de Musou – com um título que pegou muita gente de surpresa: Dragon Quest Heroes: The World Tree Woe and the Blight Below (haja nome grande!). Se ela acertou ou não, o resultado é conferido nas linhas abaixo!


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O ano de 2015 vai se despedindo como um dos mais proveitosos para os gamers, com grandes lançamentos como The Witcher III: Wild Hunt, Metal Gear Solid V: The Phantom Pain, Batman Arkham Knight, Fallout 4, Super Mario Maker, Splatoon, Star Wars Battlefront, Tom Clancy’s Rainbow Six: Siege, Assassin’s Creed Syndicate, Bloodborne, The Order: 1886, Until Dawn, Rise of the Tomb Raider e Halo 5: Guardians, entre outros.

No entanto, 2016 não deixa a desejar em relação a grandes games que estão a caminho. Algumas surpresas muito positivas foram reveladas na E3 e estão prometidas para o ano que vem, como Horizon: Zero Dawn, exclusivo de PS4 que tem uma ambientação muito interessante, em uma idade da pedra futurista com robôs dinossauros e uma protagonista interessante. No Man’s Sky, outro game do console da Sony, promete elevar a exploração espacial nos jogos a um nível nunca antes testemunhado.

Mais um jogo que chamou atenção foi Quantum Break, exclusivo de Xone, que dá ao jogador a habilidade de parar o tempo por um intervalo limitado e cria possibilidades incríveis de sequências de ação. Outro exclusivo do console da Microsoft que parece bem instigante é ReCore, mas ainda não sabemos quase nada sobre ele. Uma nova propriedade intelectual que promete bastante é Tom Clancy’s The Division, que une elementos de RPG e tiro em terceira pessoa em um mundo aberto expansivo pós-apocalíptico.

Algumas franquias consagradas receberão novos títulos muito bem-vindos, como Uncharted 4: A Thief’s End e Street Fighter V, ambos exclusivos de PS4, Gears of War 4, exclusivo de Xone, e os multiplataformas Deus Ex: Mankind Divided, Hitman, Dark Souls III e Final Fantasy XV. Jogos excelentes dos últimos anos ganharão suas primeiras sequências, como Mirror’s Edge Catalyst e Dishonored 2.

Outras séries de sucesso se reinventarão, como Doom, que ganha um reboot merecido; Mass Effect: Andromeda, que se passa algum tempo após a trilogia original; Tom Clancy’s Ghost Recon: Wildlands, que ganha novos ares ao tratar do narcotráfico; Star Fox Zero, que resgata a icônica franquia de naves da Nintendo; e Mario & Luigi: Paper Jam, que une as duas principais séries de RPG de Mario em um único jogo.

Já os mais nostálgicos poderão matar as saudades de Mega Man e Banjo-Kazooie com os “indies de luxo” Mighty No. 9 e Yooka-Laylee, que prometem resgatar o espírito desses dois games clássicos.

Qual é o seu jogo mais aguardado para 2016?


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