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Autor: André Silva Em: Especiais/ Nintendo Data: 27/03/2013 às 19:25
Tags: Mês Competitivo, Nintendo, Sega

No mês competitivo do Player Two, nós falamos sobre muita coisa. Desde campeonatos oficiais até disputas em locadoras, desde uma amistosa partida de futebol virtual até speedruns malucos, mas tudo sempre focando nos jogadores. Neste post, vou abordar um tema um pouco diferente: a competição, não entre pessoas, mas entre duas empresas, que se tornou uma rivalidade imensa de vários anos.
Muitas vezes os gamers não podem se dar ao luxo de comprar dois títulos do mesmo gênero, e portanto têm de escolher apenas um, o que gera concorrência entre jogos como FIFA e PES, Street Fighter e Tekken, Final Fantasy e Dragon Quest, Pokémon e Digimon, entre outras franquias. Mas a rivalidade mais acirrada da história dos games se deu entre um certo encanador bigodudo e um ouriço azul, especialmente nos anos 90. Os dois mascotes de duas gigantes da indústria se enfrentaram por gerações, cada qual com sua legião de fãs, sendo o ponto central de grande parte das discussões da época.
O que nós vemos hoje entre Samsung e Apple nem chega perto do que acontecia na década de 1990 com Nintendo e Sega. Ambas são duas empresas bem antigas, e que não começaram vendendo consoles logo de cara. A Big N foi fundada em 1889, mais de 120 anos atrás, e originalmente era uma fábrica de cartas para um jogo japonês chamado hanafuda. Com o tempo, passou a explorar outros negócios, desde táxis, utensílios domésticos e arroz instantâneo até – acredite – uma rede de motéis. Entretanto foi fabricando brinquedos que a Nintendo descobriu o caminho das pedras para se tornar uma gigante dos games mais tarde.
Já a Sega foi fundada em 1940 e começou fazendo máquinas de entretenimento como jukeboxes e caça níqueis, algo mais próximo dos jogos eletrônicos, mas só entrou nesse mercado bem mais tarde, em 1982 com empreitadas menores como o SG-1000. Porém o sucesso veio apenas alguns anos mais tarde com o lançamento de seu primeiro grande console caseiro, o Master System, e com ele o seu primeiro mascote: Alex Kidd. Porém o menino cabeçudo não tinha uma missão fácil, afinal o concorrente Nintendo Entertainment System contava com ninguém menos que Mario. Que Mario?
Mais tarde, a competição passou a ser entre Super Nintendo e Mega Drive, também conhecido como Genesis. A rivalidade se consolidou mais ainda e as campanhas de marketing bombardeavam as pessoas tentando convertê-las. “Genesis does what Nintendon’t” e “Now you’re playing with power… super power” se tornaram bordões das empresas. Eventualmente, graças aos exclusivos e ao apoio das thirds, o SNES acabou por enfraquecer o Mega Drive a ponto do Sega Saturn ser lançado precocemente para tentar combatê-lo, sendo esse um dos piores erros de planejamento da Sega, que pode ter levado ao seu declínio anos depois.
Mais tarde, a Big N lançaria seu Nintendo 64 e a Sega, o Dreamcast. Dois consoles que não tiveram vida fácil, especialmente quando surgiu um novo concorrente após anos de rivalidade polarizada. A Sony, que havia trabalhado com a Nintendo num projeto de console que roda CDs, resolveu entrar na briga e lançar seu Playstation, e a partir daí o cenário mudou completamente. A maior disputa da história dos games apresentou um desfecho triste, com a Sega encerrando suas atividades no mercado de hardwares e passando a se dedicar somente aos jogos.
Hoje, mais de dez anos depois, nós pudemos ver Mario e Sonic juntos no mesmo game em mais de uma ocasião, algo impensável no auge da década de 90. Contudo graças ao Super Smash Bros Brawl, muitas pessoas puderam realizar o sonho de ver os dois lendários mascotes rivais se enfrentando na base da porrada após anos de uma guerra fria que contribuiu muito para o avanço dos videogames.
Autor: Luigi Olivieri Em: Brasil/ Entrevistas/ Especiais/ PC Data: 25/03/2013 às 18:38
Tags: Entrevista, League of Legends, Leko, Mês Competitivo
O último ano foi muito bom para o eSport no Brasil, e o maior responsável por isso foi o League of Legends. A vinda da Riot para cá trouxe muito investimento em campeonatos e os jogadores só cresceram nesse ínterim, e isso refletiu positivamente em outros jogos também – BGL e Razer Challenge Brasil estão ai para provar isso -.
Dos top players que temos hoje, um dos principais é o top laner Whesley “Leko” Holler, novo contratado da Nex Impetus. Sua entrada na equipe é bem recente, mas ele já é bem conhecido por sua atuação na vTi Nox e na Insight eSports, além da famosa stream que mantem nos dias de semana. Sem mais delongas, vamos à entrevista!
PlayerTwo: Antes do League of Legends, qual era sua relação com os games?
Leko: Jogos em geral, joguei desde pequeno, sempre fui fascinado por jogos, antes do League of Legends, jogava DOTA…
Gostava bastante, mas o problema que não tinha tanta manutenção e a quantidade de players tóxicos era absurda, quando lançou o LoL fui um pouco contra, mas acabei gostando e continuo jogando até hoje.
Autor: Luigi Olivieri Em: Microsoft/ Nintendo/ PC/ Sony/ Two Players Data: 24/03/2013 às 18:33
Tags: Bomberman, Mês Competitivo, Two Players
O Two Players também está participando do Mês Competitivo aqui no blog, e mesmo que um pouco atrasado trazemos o nono episódio dessa epopeia (pelo menos pra conseguir gravar) em forma de som. Nessa edição temos de novo Luigi Olivieri e Tiago Santana na palavra, contando um pouco sobre o que andamos jogando, quais streams gostamos de assistir, a situação dos jogos splitscreen e o jogo online Bombermine.
Curtiu? Acompanhe-nos no facebook e no twitter, onde você pode sugerir temas e ver sempre que postamos algo novo. Leiam também o texto do Tiago sobre jogos que deveriam ter multiplayer e sobre nosso grande Mês Competitivo.
Autor: Filipe Salles Em: Brasil/ Especiais/ Eventos/ Nintendo/ Sony Data: 22/03/2013 às 17:00
Tags: GoldenEye 007, Mês Competitivo, Nintendo 64, Nostalgia Gamer
Dando continuidade ao mês competitivo da PlayerTwo, esta matéria é dedicada a todos os jogadores que viveram em sua infância ou adolescência a era dourada das locadoras de videogame. Numa época em que tínhamos pouco ou nenhum acesso à Internet, raramente se ouvia falar de campeonatos mundiais de nossos jogos favoritos e muito menos de podermos assisti-los no conforto de nosso lar.
Com a falta de acesso às competições oficiais, foi natural que os donos de locadoras começassem a perceber o potencial que eventos como a organização de pequenos torneios entre seus clientes pudessem ser mais uma fonte de lucro, e, porque não, uma fonte de diversão, pois nessa brincadeira até o anfitrião podia participar. Naquela época, se você fosse o melhor jogador do seu bairro, você era o rei. Depois disso, chegou a Internet e pudemos perceber que, na verdade, nem perto de sermos bons chegávamos, como podemos ver em nossa matéria sobre o Intel Extreme Masters 2013. Mas vamos falar de coisas boas – não, não é sobre novo modelo da famigerada câmera- e sim de cinco jogos que sempre figuravam nos saudosos torneios. Confira conosco mais uma matéria especial do nosso mês competitivo PlayerTwo!

Autor: André Silva Em: Especiais/ Nintendo Data: 20/03/2013 às 17:00
Tags: Gameboy, Mês Competitivo, Pokemon

Em um mês especial sobre jogos competitivos, como não falar de um dos games com o maior apelo para competição em todos os tempos? Desde muito antes do advento da internet nos consoles ou das jogatinas sem fios nos portáteis, os monstrinhos da Game Freak já se combatiam em batalhas épicas pelos cabos link dos Gameboys. Tudo começou em meados de 1995, quando o saudoso portátil recebeu o lançamento de Pokémon Red e Pokémon Green no Japão. Algum tempo depois, os games foram lançados internacionalmente mas como Red e Blue. E desde então começou a febre.
Para quem não conhece, Pokémon pode soar como um jogo infantil e simples, mas a campanha solitária não corresponde a nem 10% do que o jogo pode oferecer. A série tem um modo competitivo extremamente complexo e que vem evoluindo a cada novo lançamento, e quando se conhece esse lado da franquia, um novo mundo de possibilidades aparece. Portanto pense duas vezes antes de dizer que Pokémon é um game de criança, pois isso é um erro bastante comum.
O lançamento de dois títulos distintos com alguns monstrinhos exclusivos em cada um, que só poderiam ser obtidos na outra versão por meio de uma troca com outro jogador, já demonstrou o espírito agregador com o qual nasceu a franquia. Não bastava apenas ter os melhores, mas sim ter todos, como sugere o famoso slogan “Gotta Catch ‘em All”, e para completar a coleção era necessário trocar pokémon com outras pessoas. Pokémon foi um dos primeiros jogos a estimular a coletividade, muito antes das redes sociais e a mania de compartilhar experiências.
Com o avanço da tecnologia, os cabos tornaram-se obsoletos e ter amigos com o game perto de você não era mais uma necessidade, uma vez que a conexão com a internet possibilitou que os treinadores trocassem e batalhassem com qualquer pessoa ao redor do planeta sem colocar os pés fora do quarto. Toda essa facilidade, auxiliada por fóruns, blogs e sites especializados, culminou nas Ligas Pokémon e vários torneios em todo o Brasil e em vários países do mundo.
Os jogadores se organizaram, formaram uma liga nacional com suas respectivas filiais em vários estados, como São Paulo e Rio de Janeiro. Nesses torneios, existem regras rígidas e várias restrições quanto às estratégias. Alguns itens e golpes são proibidos, também não é permitido colocar mais de um monstrinho para dormir nem desferir mais de um OHKO, e, obviamente, qualquer tipo de código ou trapaça também é proibido, tudo para que o campeonato seja o mais justo possível. O Desafio à Elite dos 4 é o maior torneio do país, e existe desde 2001, reunindo os melhores treinadores do Brasil.
Mas se você não tem pretensão de se tornar o grande campeão num torneio oficial, também existem várias outras ligas não oficiais. Algumas com regras diferentes, menos restrições, e mais voltadas à diversão. É possível encontrar esse tipo de liga em fóruns de internet, comunidades em redes sociais, eventos de cultura geek, etc. Além de se divertir e conhecer novas pessoas, você pode acabar se tornando um grande mestre pokémon na vida real. Está esperando o que? “Gotta catch ‘em All!”
Revisão: Filipe Salles
Autor: Filipe Salles Em: Especiais/ Mobile/ PC Data: 18/03/2013 às 17:00
Tags: Coréia do Sul, eSports, Mês Competitivo, StarCraft II
A Coreia do Sul é um país localizado no Leste Asiático, que faz fronteira com China, Japão e Coreia do Norte. Um dos países mais desenvolvidos no mundo, suas áreas de destaque são em sua maioria relacionadas à tecnologia, e seus habitantes desfrutam de conexões de altíssima velocidade e muitos outros confortos, como a possibilidade de realizar suas compras de supermercado em uma estação de metrô e terem suas compras entregues no conforto do lar.
Embora atualmente o país esteja em alta na mídia por conta do aclamado hit Gangnam Style, do rapper Psy (e eu sei que você está aí, lendo esta matéria e fazendo o famigerado passo do cavalo), a grande paixão nacional dos sul coreanos são os eSports. Os esportes eletrônicos trazem uma maneira diferenciada de se jogar videogame, ao invés de se jogar com o simples propósito de se divertir, o objetivo, assim como em qualquer esporte como futebol, basquete ou corrida, é apenas ser o melhor. Para se ter uma pequena noção do impacto do cyber-esporte, jogadores de elite como Lee Jae-Dong, conhecido pelas alcunhas O Tirano ou Matador de Lendas são assediados da mesma maneira que jogadores de futebol ou atores famosos em nosso país.
A febre gamer se iniciou na Coreia do Sul em 1998, ano em que Starcraft, da Blizzard Entertainment, foi lançado. De uma maneira que até hoje é curiosa e nenhuma explicação realmente concreta foi encontrada – não que duvidemos da qualidade do jogo, que é uma das maiores referências dentro do gênero de estratégia em tempo real – o jogo conquistou os sul coreanos a ponto de até hoje, após quinze anos de seu lançamento, ser um dos títulos mais jogados no país.
Um ano antes do lançamento de Starcraft, a economia da Coreia do Sul, assim como a maioria dos países asiáticos entrou em crise. Como um plano para se recuperar da crise, o governo do país resolveu apostar na tecnologia como ferramenta para o crescimento de sua economia, o que em um futuro próximo provou ser um tiro certeiro. Surfando nessa onda, o governo coreano percebeu o potencial econômico cyber-esporte e em 2000 foi criado o KeSPA (a sigla traduzida do inglês significa “Associação Coreana de eSports”), com o objetivo de organizar o crescimento do esporte no país.
No ano 2000 também ocorreu a primeira edição do WCG (World Cyber Games), campeonato mundial que atraiu 174 competidores vindo de 17 países para Seul, a capital da Coreia do Sul. O torneio foi disputado em 5 modalidades, com Age of Empires II: The Age of Kings e Starcraft: Brood War figurando nos jogos de estratégia em tempo real, Unreal Tournament e Quake III Arena entre os FPS e FIFA 2000 entre os títulos de esporte. O prêmio para os vencedores na época era de duzentos mil dólares.
Autor: Kaio Rodrigues Em: Especiais/ Microsoft/ Nintendo/ PC/ Sony/ Vídeos Data: 16/03/2013 às 17:00
Tags: Mês Competitivo, Speedrun
Vocêprovavelmentejádevetervistoemalgumdeseusjogosummododejogochamado
“TimeAttack”,certo?Ummodosimplesquetemcomoobjetivodesafiarojogador,podendotorná-locompetitivo.
Sercompetitivonemsemprequerdizerseromelhoremalgumacoisa.
Podemuitobemseropior.Ounessecaso:omaisrápido!
Acompetitividadevaimuitoalémdehighscoreseexistempessoasqueconseguemmes
clarapressacomaperfeição.
Étendoestepensamentoqueinúmerosvídeosbombamnainternetmostrandojogos-geralmentehardcores-sendoterminadosemcurtíssimotempo,fazendocomquepareçamsimples.
Eéjustamenteissoquetrataremosnesseartigo.
Se você teve a paciência – além de achar que eu estava bêbado no momento que escrevia isso – para tentar entender o que está escrito no parágrafo acima já tem uma noção que esperar nas próximas linhas. Caso tenha pulado e veio conferir se os demais estavam devidamente formatados, saiba que aquilo foi um exemplo do que podemos chamar de Speedun!
Numa tradução não literal, podemos dizer que o termo Speedrun significa “a toda velocidade”. O objetivo é claro: completar os desafios – no caso, fechar um game – da maneira mais rápida possível, seja usando o próprio suor ou apelando para bugs, save states (no caso de emuladores, é uma ferramenta que permite salvar o progresso em qualquer ponto da jogatina) e até mesmo o uso de câmeras-lentas. A prática do Speedrunning é bastante popular entre os gamers de plantão e não se limita apenas a jogos de aventura; vemos isso em qualquer estilo, seja corrida, shooter e até mesmo em RPG’s.
A história por trás da prática dessa “atividade” não tem uma data definida. Ela provavelmente deve ter começado quando a integrantes de fóruns de discussões a respeito de jogos debatiam sobre os mesmos. Desde então esse estilo – se é que podemos chamar assim – de jogatina se popularizou e hoje é a meta de muitos. Indo além, podemos categorizar a maneira como é feito um Speedrun. São elas: quebra de sequência, planejamento de rotas, uso de glitch/bugs e a famosa Tool-assisted (assistência por ferramentas).
Autor: Luigi Olivieri Em: Brasil/ Eventos/ Notícias/ PC Data: 14/03/2013 às 17:01
Tags: Brasil, Eventos, Heart of the Swarm, Mês Competitivo, StarCraft II
Não é sempre que a Blizzard lança um game, então quando ela o faz é bom que tenha um evento para avisar todo mundo que tem coisa boa chegando. Na última segunda-feira a desenvolvedora reservou o auditório da Livraria Saraiva do Shopping Center Norte, em São Paulo, para o lançamento de StarCraft II: Heart of the Swarm, o segundo jogo da trilogia de SCII.
A principio, a apresentação seria exclusiva para imprensa e para quem comprou o game na pré-venda pelo site, mas acabaram liberando a entrada para os fãs que não pegaram o jogo, e o resultado foi um auditório com pessoas sentadas até no chão. Isso não foi sem motivo, pois logo que começou o evento deu para perceber que ele era extremamente voltado para os fãs.
Após algumas palavras do PR Manager da Blizzard BR, Andre de Abreu, Julien “Xuminator” de Lucca entrou no palco como host, já soltando algumas piadas e um vídeo com as principais novidades da expansão. Além dos 20 novos mapas de jogo e algumas tropas exclusivas, HotS introduz o sistema de grupos e clãs, traz melhorias no chat e permite que os jogadores possam escolher a região em que enfrentarão outros players a qualquer momento com o Global Play, entre outras.
Os visitantes puderam mostrar que manjavam de StarCraft com uma trivia que rolou logo depois, valendo camisetas, livros e até mouses – essa foi a parte que eu me culpei de não saber nada do jogo -. Seis corajosos da plateia também tiveram que se provar, agora no palco em um concurso para ver quem dançava melhor Gangnam Style para tentar conquistar um monitor da BenQ.
Foi no final do evento que a Blizzard mostrou sua carta na manga: Kris Barcase e Matt Morris, respectivamente art director e lead level designer de HotS. Xumi mandou duas perguntas sobre o game, e em seguida já liberou para o público fazer as suas, que abrangeram o visual sombrio da expansão, a história de seu desenvolvimento, alguma informação sobre Legacy of the Void e o ambiente de trabalho na Blizz. Quem estiver interessado pode ouvir a entrevista completa, mesmo que numa qualidade medíocre no player abaixo.
Para terminar, Kris e Matt passaram mais algum tempo no auditório dando autógrafos para uma fila imensa que se formou, que não deve ter durado muito tempo por já ser mais de dez da noite. Com ou sem autógrafo, os fãs que apareceram por lá saíram satisfeitos depois de tanta novidade e agitação, e mesmo conhecendo pouco desse universo, me deu uma vontade imensa de ver o que ele pode me oferecer.
Entrevista - Kris Barcase e Matt Morris (Evento StarCraft II: Heart of the Swarm) Play Now | Play in Popup | DownloadAutor: Matheus Zanetti Em: Brasil/ Entrevistas/ Especiais/ Nintendo Data: 13/03/2013 às 18:15
Tags: Brasil, Entrevistas, LOP, Mês Competitivo, Pokemon, Xaruto
Dando continuidade à nossa série sobre competitividade nos games, trago-lhes mais uma entrevista. Bem, eu poderia ter feito uma matéria falando sobre qualquer um dos n games que tem foco na jogabilidade multiplayer, mas eu escolhi a entrevista por ser algo muito mais dinâmico e, de certa forma, interessante. E porque eu adoro conversar também.
Para essa matéria, trago um bate papo com Luiz Cláudio Labriola, ou Xaruto, como é conhecido entre o pessoal que leva Pokémon um pouquinho a sério, à frente de diversos projetos envolvendo os monstrinhos de bolso, como a organização geral da LOP e diversos análises que lê na internet. Se você está assistindo a alguma batalha, de muito alto nível, é muito provável que o Xaruto esteja metido nela. Brincadeiras à parte, vamos começar a entrevista.
Autor: Luigi Olivieri Em: Especiais/ Eventos/ Microsoft/ Nintendo/ PC/ Sony Data: 11/03/2013 às 19:09
Tags: EVO, Mês Competitivo, Street
Qualquer que seja o eSport, todos eles têm um grande campeonato que faz o seu nome. League of Legends tem o World Championship, Starcraft tem a GSL e os jogos de luta têm a EVO, esta que consegue ultrapassar a barreira de “campeonato” e se tornar um acontecimento para os fãs de games de luta.
Criado em 1996 como um torneio de Super Street Fighter II Turbo e Street Fighter Alpha 2, o evento foi crescendo e sempre conquistando mais público, até mudar seu nome de Battle by the Bay para o atual Evolution Championship Series em 2002. A partir dai houveram três mudanças que tornaram o EVO do tamanho que é hoje: primeiro a troca de máquinas de arcade para consoles em 2004 – mesmo ano do sensacional full-parry de Daigo na semi-final de SFIII contra Justin Wong -. No ano seguinte ele passou a acontecer anualmente nos cassinos de Las Vegas, e em 2006 a Capcom finalmente deu sua benção à organização.
A EVO 2013 já tem data e local marcados, entre os dias 12 e 14 de julho no Paris Las Vegas Hotel & Cassino, mas para chegar lá é necessário muito treino para seguir na Road to EVO. O único modo de se classificar para o campeonato é ficando entre os 16 melhores em um dos cinco torneios da Road to EVO, SoCal Regionals, Winter Brawl 7, NoCal Regionals, UFGT e CEO, ou conseguindo vaga na Road to EVO internacional, com eventos na França, Kwait, Indonesia, Bolivia e até Brasil (Revox), entre outros. O CEO, da principal, é bem interessante, pois os jogos acontecem dentro de um ringue e os vencedores ganham cinturões, tudo ao estilo da luta livre norte-americana.
Todos os anos há a escolha dos jogos que farão parte do evento, e para 2013 os definidos foram Ultimate Marvel vs. Capcom 3, Super Street Fighter IV: Arcade Edition (Version 2012), Tekken Tag Tournament 2, Mortal Kombat, Street Fighter X Tekken (Version 2013), The King of Fighters XIII e Persona 4 Arena. A comunidade teve direito de escolher um oitavo game por meio de uma pesquisa – uma instituição de caridade era atribuída a cada um, a que recebesse mais doações tinha seu jogo no campeonato -, e o vencedor foi Super Smash Bros. Melee com mais de 90 mil dólares.
Quem estiver interessado na lista de classificados, o ranking das duas primeiras classificatórias, SoCal Regionals e Winter Brawl 7, estão disponíveis nos links, enquanto a próxima etapa, as NorCal Regionals, acontece entre 26 e 28 de abril. Na categoria SSFIV:AE, por exemplo, já temos Infiltration (o último campeão), Balrog, Justin Wong, Filipino Champ e Ricky Ortiz como classificados, mas ainda faltam nomes como Daigo Umehara e GamerBee. Os próximos eventos prometem!