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Vídeos da Semana #13

Autor: Em: Artigos Data: 23/02/2016 às 10:00

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Rosas são vermelhas, violetas são azuis. O PlayerTwo ama todos vocês e eu não sei rimar. Venham nos acompanhar em nossas redes sociais: Twitter, Facebook, Twitch e Youtube.

Kills/Deaths – Análises

E foi na trave! Quase que o KDA dessa semana estaria completo, mas, infelizmente, o nosso querido João não pôde participar. O programa dessa semana foi apresentado por Luigi, Diego e Bernardo.

-Bate Papo

-Jogos da Semana

Como sempre nessa nova temporada, o KDA vai ao ar todas as segundas-feiras as 19h.


Vídeos da Semana #12

Autor: Em: Artigos/ Vídeos Data: 16/02/2016 às 22:12

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Vocês sabiam que o “YouTube é um site que permite que os seus usuários carreguem e compartilhem vídeos em formato digital” e “foi fundado em fevereiro de 2005”? PlayerTwo é cultura.

Kills/Deaths – Análises

A equipe do KDA sofreu uma baixa e apenas o Luigi e o João participaram, mas não temam, a ótima qualidade continua a mesma.

-Notícias

-Jogos da Semana

Lembrando: o KDA vai ao ar todas as segundas-feiras as 19h (horário de Brasília).


MGSV

O advento do conteúdo extra disponível para download abriu um imenso leque de possibilidades para os desenvolvedores e estúdios, não apenas para criar novas oportunidades de negócio como para abrir caminhos para melhorar os jogos. Se por um lado, as empresas utilizaram as DLCs de modo a ganhar mais dinheiro, por outro são poucos os games que de fato se beneficiaram disso.

Um dos poucos e óbvios exemplos de trabalho bem feito nesse sentido é o de The Witcher III: Wild Hunt. A CD Projekt Red continuou trabalhando após o lançamento e forneceu nada menos que 16 peças de conteúdo extra gratuitamente. Agora, vem alimentando a base de fãs com DLCs pagas, mas com várias horas de duração, maior até que muitos jogos por aí – cof, cof, The Order 1886.

Grande parte dos games lançados atualmente acaba precisando de conteúdo para download não de maneira complementar, mas para tapar buracos. O tempo de desenvolvimento de alguns jogos vem sendo encurtado e as equipes não estão conseguindo entregar os títulos completos.

Recentemente, a Ubisoft anunciou que não haverá um novo Assassin’s Creed da série principal em 2016, o que é um alívio para os fãs. A série estava sofrendo com o desgaste após lançamentos anuais desde 2009. O fiasco de Unity foi a gota d’água para que a empresa revesse a política de sua franquia mais importante. Outro jogo da Ubi que foi lançado praticamente incompleto foi Watch Dogs, que terá uma sequência em 2017.

Um game que surpreendeu por ser praticamente incompleto foi Metal Gear Solid V: The Phantom Pain. Quem já jogou os outros títulos da série sabe do esmero com o qual Hideo Kojima tratava de cada lançamento, mas ele foi demitido da Konami no meio do desenvolvimento. Um jogo que tinha tudo para ser Game of the Year acabou tendo um final frustrante e claramente feito às pressas.

Por que esse tipo de coisa continua a acontecer hoje, quando tantos lançamentos bons estão por aí e os desenvolvedores têm acesso a tantos recursos para criar os jogos? Grande parte da culpa é das empresas que não dão liberdade criativa, tempo e independência para os estúdios, muitas vezes por pura ganância. Quem sai perdendo com isso são os jogadores, que só descobrem que compraram um jogo incompleto após horas de diversão.


Vídeos da Semana #11

Autor: Em: Artigos/ Vídeos Data: 02/02/2016 às 21:09

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♫ Olá, criançada, o post chegou! Trazendo alegria pra vocês e o vovô! ♫
Venham cantar com a gente nas nossas redes sociais: Twitter, Facebook, TwitchYoutube.

Kills/Deaths – Análises

Conseguimos! Depois de muito tempo a equipe completa está reunida. Bernardo, Diego, Luigi e João fazem análises e comentam sobre a terceira semana do CBLoL.

-Notícias

-Jogos da Semana

O KDA vai ao ar todas as segundas-feiras as 19h (horário de Brasília).


Hololens

A tecnologia da moda agora é a realidade virtual. Assim como o sensor de movimento prometeu revolucionar a maneira de jogar há dez anos, com o lançamento do Wii, os óculos de realidade virtual, que já deram as caras em ocasiões anteriores, agora são novamente as meninas dos olhos das empresas de tecnologia. Do Facebook à HTC, passando por Sony e Microsoft, todo mundo quer mostrar que está mergulhando de cabeça nessa nova onda.

No entanto, as coisas não parecem ser tão simples quanto se imagina. O custo do desenvolvimento dessa tecnologia é robusto e os óculos não terão um preço agradável, especialmente logo após o lançamento. Naturalmente, os consoles não virão com os acessórios, portanto quem quiser jogar em realidade virtual vai precisar comprar o dispositivo separadamente.


sgrb

Embalada pela AGDQ, maratona norte-americana de speedruns que acumulou mais de um milhão de dólares à caridade, a Speed Games Record Brasil está com uma maratona própria ao vivo nesse final de semana, dias 29, 30 e 31 de Janeiro.

Começando já as 14h da sexta-feira no canal da SGRB na Twitch (ao vivo agora!), mais de quarenta jogos serão terminados o mais rápido possível em diversas categorias até a noite de domingo, que encerra com Undertale e um jogo surpresa.

Os principais momentos da Maratona ocorrerão na tarde e noite do sábado: as 15h começa Chrono Trigger, seguido de Goldeneye 007 e um bloco com quatro jogos da série Mega Man X, sendo que o primeiro será uma corrida entre Luiz Miguel (ex-recordista mundial) e EaBTasRaiul. Nos outros dias ainda haverá demonstrações de Resident Evil, Super Mario World, Dragon Ball Xenoverse e Pokémon Red. Veja o cronograma completo aqui.

Essa já é a terceira maratona online organizada pelo grupo brasileiro, além de já terem sediado uma local em uma lan house de São Paulo no final de 2015. Quem tiver interesse em entrar para a comunidade, seja jogando ou só para conhecer os participantes, a página abriga notícias sobre a comunidade, o grupo no facebook é onde jogadores e espectadores interagem e o site guarda os melhores tempos dos membros da SGRB.


Vídeos da Semana #10

Autor: Em: Artigos/ Vídeos Data: 27/01/2016 às 22:05

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Rolaram problemas técnicos e não deu pra postar mais cedo, mas agora vai! E fiquem mais pertinho da gente nos seguindo nas redes sociais: Twitter, Facebook, TwitchYoutube.

Kills/Deaths – Análises

Essa semana o KDA contou com o Luigi e o João, além da participação do Karukato.

-Notícias

-Jogos da Semana

Lembrando que o KDA acontece todas as segundas as 19h (horário de Brasília).


laura

A terceira personagem brasileira vem ai em Street Fighter V. Laura, profissional em Jiu-Jitsu e irmã de Sean, foi bem recebida pelos fãs ao ser anunciada na BGS, mas o tiro acabou se voltando contra a Capcom após a descoberta de uma roupa alternativa para a personagem. A pequena quantidade de pixels no conjunto top e shortinho, que profissionais afirmam ser menor do que o traje de Ryu no primeiro Street Fighter, rendeu diversas reclamações de sua sexualização extrema, e hoje é a vez da nossa equipe dar os seus dois centavos sobre o assunto!

Kaio – Eu não ligo pra roupas dos personagens. Vejo esse tipo de coisa desde de tempos atrás com Dead or Alive, Soul Calibur, Tekken. Quando o jogo é bom, minha preocupação é me divertir com ele. Vários jogos mudam as roupas de suas personagens quando vem pro ocidente. Vide Fire Emblem e Xenoblade Chronicles X, e Dead or Alive não tá vindo pra cá por isso.

Luigi – Apenas não faz sentido. A caracterização dos personagens de Street Fighter é feita de acordo com suas origens e características que os definem: Ryu tem seu quimono de karatê, Chun-Li mostra sua origem chinesa pelo qipao, Dhalsim flutua com pinturas Hindús – e sua aparência mais do que nunca o aproxima da Índia. A descrição dada para Laura é a de vir de uma família extremamente tradicional do Jiu-Jitsu brasileiro, mas ela se veste com algumas roupas de capoeira e outras casuais após um acidente grave com uma tesoura de costura. É até que comum para os personagens de SF mostrar pele, tanto homens quanto mulheres, mas erraram a mão com Laura.

Verônica – Que guria não usa isso todos os dias pra lutar, não é mesmo? Acho que as roupas em personagens femininas são esperadas assim mesmo. Se você seguir a lógica em que pessoas querem ser/ver personagens você: 1 – faz um personagens com roupas que gostaria de ver mulheres usando; 2 – espera que elas se vistam assim de cosplay; 3 – vai nos eventos ver as meninas vestidas da personagem gata.


Vídeos da Semana #9

Autor: Em: Artigos/ Vídeos Data: 19/01/2016 às 14:52

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This was a triumph. I’m making a note here: HUGE SUCCESS“. Estamos de volta! Lembrem-se de nos seguir nas nossas redes sociais: Twitter, Facebook, TwitchYoutube.

Kills/Deaths – Análises

O Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLoL) 2016 recomeçou neste fim de semana e, com ele, o KDA volta do período de férias. Nesse primeiro KDA conversamos sobre o Pré-CBLoL, a primeira semana e algumas novidades que estão por vir.

-Pré-CBLoL 2016

-Semana 1

-Novidades e “Talk Shit, Get Hit”

O Kills/Deaths – Análises está com horário novo por conta do Circuito Desafiante. O programa vai ao ar agora toda segunda-feira às 19h (horário de Brasília).

VOD Review

O nosso querido Fokinha convidou o seu amigo Caio Barili e os dois fizeram a análise de dois jogos da primeira semana dos jogos do League of Legends Champions Korea (LCK), o campeonato coreano de League of Legends.

-CJ Entus vs SKT T1: Game 1

-CJ Entus vs SKT T1: Game 2

-Afreeca vs KT Rolster

Nota: esse vídeo está somente o áudio no início, mas depois tudo se normaliza.


viloes

Recentemente o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, como reportado pela BBC, expôs suas opiniões acerca de videogames num evento da Organização dos Estados Americanos e atraiu polêmica com sua fala.

Para ele, jogos eletrônicos e esportes incitam a violência e fazem apologia ao crime. Demonstrando desconhecimento acerca do tema e uma ignorância constrangedora, o titular da pasta da Justiça no Governo Federal afirmou que um especialista o confidenciou que não existem games em que o objetivo é salvar vidas, pois “o vencedor é sempre quem mata”.

Existe a possibilidade de o ilustríssimo político ter se confundido durante a entrevista, ou talvez o nobre especialista tenha se esquecido de um ou outro jogo, como Trauma Center e Surgeon Simulator, dois games em que o jogador toma o papel de um médico para justamente salvar vidas — ou dizimá-las dependendo da sua falta de habilidade.

É possível que o especialista em questão também não conheça franquias de pouco sucesso como FIFA, Guitar Hero, The Sims, Just Dance, Portal, Tony Hawk, NBA, Forza, Phoenix Wright, Professor Layton, Journey, Ico, Wii Sports, Splatoon, Inazuma Eleven, Animal Crossing, entre muitos outros jogos em que o objetivo principal passa longe de matar pessoas.

Talvez seja interessante citar o caso em que jogadores salvaram um garoto de se suicidar por meio de um game online. Ou o jogo que ajuda astrônomos a descobrir planetas novos. Ou o que ajuda cientistas a conhecer as estruturas de proteínas e contribui para, entre outras coisas, a cura da AIDS. Ou os inúmeros games utilizados como instrumento de aprendizagem em escolas ao redor do mundo. Enfim.

Além disso, a violência está escancarada e estampada em capas de jornal, programas de TV, novelas, filmes, séries e até em algumas músicas, de maneira mais crua e perversa do que em qualquer game.

A grande questão, no entanto, não é essa. Existem sim muitos jogos violentos. Brutalmente violentos, diga-se de passagem. O problema é que a fala do ministro Cardozo vai na contramão da esmagadora maioria das pesquisas, que não relacionam games ao comportamento agressivo. Eu falei mais sobre isso há algum tempo.

Por essa perspectiva, parece um pouco inexplicável que alguns dos jogos mais violentos do mundo sejam produtos japoneses, sendo que a terra do sol nascente é um dos países mais seguros do globo. Entre os maiores mercados de games estão os países mais seguros e civilizados do planeta. Por outro lado, o Brasil tem alguns dos piores índices de educação e desigualdade social do mundo, o que talvez tenha um pouco mais a ver com a taxa de criminalidade do que o bom e velho GTA.


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