>

Bloodborne

*Com colaboração de Bruna Meneguetti

Halloween, dia de finados… esse é um feriado macabro. Para aproveitar esse clima soturno, confira os melhores games baseados em livros de terror ou em obras inteiras de escritores do estilo!

H.P. Lovecraft
As histórias de H.P. Lovecraft revolucionaram a literatura de terror e são até hoje referência para grandes games assustadores – e outros nem tanto. Recente sucessor espiritual da série Demon/Dark Souls, Bloodborne bebe na fonte do escritor e capta diversos elementos de seus contos para criar o clima da narrativa.

Call of Cthulhu, Alone in the Dark e Eternal Darkness são outros games que se inspiram massivamente na escrita de Lovecraft. A obra do escritor foi tão influente nos videogames que existe uma tag na Steam chamada “Lovecraftian“, para classificar todos os jogos que têm elementos das histórias dele.

Parasite Eve
Sequência do livro homônimo de 1995 escrito pelo farmacologista Hideaki Sena. Traz um terror bastante original, que não apenas conta com ameaças biológicas, mas te faz temer suas próprias células. O livro abusa dos jargões médicos, mas consegue ser tão assustador quanto o game, apesar de poucos saberem que o jogo é baseado em um romance.

I Have No Mouth, and I Must Scream
Esse game não é inspirado exatamente em um livro, mas em um conto de mesmo nome publicado em 1967 por Harlan Ellison. O jogo é um adventure point-and-click lançado em 1995. Misto de ficção científica e terror, a história foi agraciada com o Prêmio Hugo de melhor conto. Num cenário pós-apocalíptico, supercomputadores criados por EUA, China e Rússia durante a III Guerra Mundial se unem em vingança e dizimam a raça humana, deixando apenas cinco pessoas vivas.

Metro 2033
Inspirado no romance de mesmo nome do russo Dmitry Glukhovsky publicado em 2005, Metro 2033 é outro game pós-apocalíptico. Ele se passa no metrô de Moscou e conta com o mesmo protagonista e muitos dos personagens do livro. O autor também assina o roteiro da adaptação para o videogame, que foi lançada junto com o livro nos EUA, em 2010.

The Dark Eye
Lançado para PC em 1996, The Dark Eye traz diversos pontos de vista para se explorar três contos diferentes de Edgar Allan Poe. Com temática sombria, direção de arte obscura e visual bastante peculiar, o jogo assusta bastante.

Alan Wake
Apesar de não ser baseado em um livro específico, Alan Wake se inspira em toda a obra de Stephen King para criar uma história de suspense regada a mistérios e muitos sustos. O próprio protagonista é um escritor cujos personagens começam a atormentar. Existem diversas referências a King, assim como é a relação entre Bioshock e Ayn Rand, Bloodborne e Lovecraft, The Division e Tom Clancy, etc.

Castlevania
Assim como em Alan Wake, não há relação direta com a obra de Bram Stoker, mas a franquia Castlevania calcou boa parte de seu sucesso bebendo na fonte do universo de Dracula. Além de contar com o próprio vampiro, a série apresenta personagens originais e novas histórias envolvendo a aura de terror, apesar de os games em si não serem desse gênero.

Frankenstein
Entre o final dos anos 80 e o fim da década de 90, vários games surgiram para diversas plataformas recontando a história de Frankenstein. Em 1987, o Commodore 64 ganhou Frankenstein, um jogo de aventura baseado em texto. Três anos depois, Frankenstein: The Monster Returns foi lançado para NES com bastante ação e elementos de beat ‘em up.

Em 1992, o Game Boy ganhou uma versão cartunesca da história com Dr. Franken.  Mary Shelley’s Frankenstein saiu com o filme de mesmo nome em 1994 para SNES, Genesis e Sega CD. No ano seguinte, o point-and-click Frankenstein: Through The Eyes of the Monster para Sega Saturn e PC.

Uma curiosidade é que o romance de terror gótico foi escrito por Mary Shelley quando ela tinha 19 anos (1816/1817), e não por um homem (seu marido), como muitos pensam até hoje. Outro fato intrigante é que esta obra é considerada a primeira ficção científica da história (há pessoas que discordam).

Falando em livros e games, eu escrevo para o PlayerTwo há mais de 3 anos e agora estou lançando um livro de ficção científica e distopia! Chama-se Cela 108 e será publicado pela editora Multifoco ainda em 2015. Se você curte meus artigos aqui no blog, não deixe de curtir a página do livro para ficar sabendo sobre o lançamento.

Se tiver interesse em ler o começo da história, confira o prólogo e os primeiros 4 capítulos aqui.
E se quiser contribuir com o projeto e já garantir um exemplar, você já pode fazer isso pela campanha de crowdfunding do livro.


textoff

2016, 2017, 2018… Ora, não podemos afirmar com precisão a data de lançamento de Final Fantasy XV (se tratando da Square é melhor nem arriscar), mas temos uma quase certeza: o próximo FF não terá um  sistema de turnos, seja qual for sua variação. O engajamento em combate será agora livre, você ainda será obrigado a derrotar monstros, mas a gameplay muda completamente de figura, seguindo uma linha mais próxima  aos RPGs modernos. Mas o que levou a isso?

Em 2005 a Square Enix lançou no mercado um de seus mais contraditórios títulos: Final Fantasy XII. A empresa era reconhecida internacionalmente por sucessos como FFVI, FFVII e FFX, talvez os títulos mais significativos para os gamers do ocidente. Os jogos entretanto tinham um ponto em comum: todos se utilizavam de um bom e velho sistema de turnos, o que na época era sucesso garantido ( o exemplo de FFXI não creio ser oportuno  por se tratar de um jogo essencialmente online, diferente da maioria dos outros jogos, e por se tratar de um fracasso).

O 12º título veio para quebrar esse paradigma e instituiu no game um estilo de jogo sem turnos, onde o jogador ainda possuía um pequeno menu de opções para dar os comandos, mas a liberdade era muito, mas muito grande, o que possibilitava pela primeira vez o uso dos terrenos para ajudar no combate  e a possibilidade de não lutar com a maioria dos inimigos. Outra aquisição interessante foi o sistema de Gambits, que permitia ao jogador programar automaticamente suas ações de combate , seja para atacar determinado oponente ou pra curar o personagem de sua escolha. A história era fraca, mas a jogabilidade era revolucionaria para a época, tanto que o game foi o primeiro FF e o primeiro título da era Playstation 2 a tirar 40/40 na revista Famitsu.

Após o  sucesso do título, a empresa retornou com FFXIII, com o velho sistema de turnos. O game ainda teve duas sequências, ambas com o velho sistema. O 13º nunca chegou a alcançar a popularidade de seus predecessores, por mais que a Square tenha se esforçado para que o título fosse aceito.


seaofthieves

A pirataria nos games sempre foi retratada como negativa e acabou se tornando praticamente um assunto tabu e estigmatizado. Mas vamos falar sobre um lado muito positivo: os jogos que te colocam na pele de um pirata. Encha sua caneca de rum e relembre os melhores games piratas de todos os tempos!

O primeiro título a trazer essa temática foi Pirate Adventure, de 1978, e era apenas um jogo de aventura baseado em textos da série de 12 games desse gênero criada por Scott Adams, programador de Adventureland. No entanto, os anos 70 e começo dos 80 foram tomados pela temática espacial e não havia muita demanda por histórias com piratas.

Dando um salto para 1984, já temos mais lançamentos de tapa-olho e perna de pau. O platformer Booty tinha 20 telas diferentes cheias de puzzles para resolver e foi um dos primeiros jogos a vender mais de 100 mil cópias no Reino Unido. No mesmo ano, Treasure Island foi lançado como um action adventure baseado no livro “A Ilha do Tesouro”, de 1883, de Robert Louis Stevenson, que definiu muito do nosso imaginário sobre pirataria. A Capcom, que ainda engatinhava, lançou Pirate Ship Higemaru, que te colocava no papel de um marinheiro encumbido de expulsar piratas de seu navio atirando barris contra ele. O jogo tinha uma visão de cima que lembra bastante Bomberman.

Porém foi na virada dos anos 80 para os 90 que alguns games de piratas ganharam bastante destaque. Em 1987, Sid Meier, que já havia participado de vários projetos, lançou o primeiro jogo com seu nome no título. Sid Meier’s Pirates uniu o universo dos mares aos elementos de estratégia característicos do desenvolvedor com um mundo aberto expansivo a ser explorado. O game abriu caminho para uma infinidade de jogos que seguiram a fórmula de trocas comerciais, combates de navio e temática pirata, como High Seas Trader (1995), Age of Sail (1996), Corsairs: Conquest at Sea (1999), Cutthroats: Terror on the High Seas (1999), Port Royale: Gold, Power and Pirates (2002) e Tropico 2: Pirate Cove (2003), além do próprio remake de Sid Meier’s Pirates em 2004.

Em 1990, surgiu uma das séries mais amadas da Lucasfilm Games. The Secret of Monkey Island inovou no gênero de aventura point-and-click apresentando uma narrativa envolvente e bem humorada, voltada completamente para a exploração, quase sem possibilidade de o jogador morrer, além de ter sido um dos pioneiros das cutscenes. Essa tradição se manteve nos jogos seguintes, apesar de a transição para o 3D ter sido bem traumática para a franquia Monkey Island.

Outra série que se deu bem explorando o universo da pirataria foi Uncharted Waters. Não tão conhecido em terras ocidentais, o game lançado para NES e MSX e posteriormente portado para SNES, Genesis e outros consoles trazia mecânicas RPG com bastante exploração marítma. O protagonista é um descendente da família real portuguesa que completava missões para aumentar a influência de Portugal nos mares.

Em 2005, o MMO Uncharted Waters Online foi lançado na Ásia, chegando às Américas apenas em 2010. O game foi portado recentemente para PS4 no Japão e deve chegar ao Ocidente no console em breve. Outro RPG com múltiplos jogadores online a explorar esse mesmo assunto na mesma época foi Pirates of the Burning Seas, de 2008.

Ainda no início dos anos 2000, The Legend of Zelda: The Wind Waker levou a gigantesca franquia da Nintendo para os mares com grande estilo – e uma incrível paleta de cores – no Gamecube. O sucesso foi tanto que influenciou outros lançamentos de jogos de ação sobre piratas como Pirates: The Legend of the Black Kat, que trazia uma protagonista feminina, e Galleon, jogo do designer dos primeiros Tomb Raider.

Com a decadência da série Monkey Island, um novo game chamou bastante a atenção em 2007. Exclusivo do Wii, Zack & Wiki: Quest for Barbaros’ Treasure se aproveitava muito bem das até então novas funcionalidades do controle por movimento para criar uma excelente experiência de point-and-click. Já nos anos 2010, duas franquias com forte apelo medieval migraram para a era da expansão marítma e tiveram jogos sobre piratas: Risen 2: Dark Waters e Assassin’s Creed IV Black Flag.

Recentemente, a Rare anunciou na E3 um novo MMO de pirataria exclusivo para Xbox One, intitulado Sea of Thieves. O desenvolvimento ainda está em um estágio inicial, mas pelo trailer já dá para ver que o game será colorido, cartunesco e deve trazer de volta das catacumbas essa que é uma das empresas mais amadas da indústria.

Claro que uma infinidade de jogos foram deixados de lado, mas pelo menos abordamos o assunto sem falar sobre roubo de propriedade intelectual.


vaynewpp

Que o meta muda todo mundo sabe: de um patch para outro saem de cena os magos na rota do meio e entram os assassinos. Em outro, somem os lutadores para dar lugar aos tanks na rota superior. O único papel que se manteve praticamente intocável foi a dos atiradores, pelo menos até agora.

Até um certo tempo atrás a esmagadora maioria dos atiradores eram baseados em princípios bem básicos: farmar por 30 minutos, se esconder atrás do próprio time, manter-se em uma posição segura, rezar para ter mais acertos críticos que o oponente e atacar quem estivesse mais próximo. Suas builds também sempre foram bem semelhantes, com excessão do Corki, Ezreal e, mais recentemente, Varus.

Veja só, a role sempre foi baseada em um conceito bem simples: causar o maior dano possível. Nenhum tipo de “tática complexa e cheia de cálculos” estava envolvida ao longo dos anos, sempre foi uma role que dependia muito mais do jogador individualmente. É importante lembrar que sim, os atiradores possuem habilidades focadas em utilidade (como a Bomba de Fumaça do Graves), mas esse nunca foi o foco. Tristana, Ezreal, Corki, Jinx, Kog’Maw, Lucian, Vayne, Twitch, enfim, todos esses personagens possuíam uma ou nenhuma habilidade que era focada em auxiliar seu próprio time.

É um fato incontestável que nunca foi necessário grande conhecimento tático ou espírito de equipe para jogar na posição, mas isso tem mudado bastante, começando pela reformulação da Sivir, passando pela introdução da Kalista e reformulação da Ashe. As três trouxeram algo além de dano: a utilidade.


Mais uma semana e mais vídeo pra vocês! Nós tínhamos uma análise de uma das partidas da paiN Gaming, mas, infelizmente, tiveram alguns problemas. Quem assistiu ao vivo pôde curtir a análise, mas ficou complicado fazer o highlight e mandar pro Youtube.

Kills/Deaths – Análises

Bernardo, João e Diego juntaram-se para falar sobre as Quartas de Finais do Mundial 2015 de League of Legends, além de comentar sobre a segunda semana da fase de grupos.

O Kills/Deaths – Análises vai ao ar nas segundas-feiras as 21h, horário de Brasília (lembrando que parte do Brasil está em horário de verão). Caso haja alguma alteração na programação, avisamos por nossas redes sociais (Twitter e Facebook).


Playertwo Novos jogos espaciais

Os computadores são produto direto da Segunda Guerra Mundial, como o brilhante filme “O Jogo da Imitação” mostra muito bem. Suas aplicações continuaram sendo aprimoradas e, com isso, os videogames surgiram no contexto da Guerra Fria. Por isso, grande parte dos games originais tinham como pano de fundo um mundo militarista em busca da conquista espacial.

Atualmente, vemos um novo crescimento dos títulos com essa temática devido à capacidade de processamento elevada dos novos consoles e PCs. Games como Adrift, que lembra bastante o filme Gravidade, e Alien Isolation, trazem narrativas de ficção científica pertencentes ao cinema para criar o clima de solidão próprio do espaço.

Star Wars Battlefront não é necessariamente espacial, mas se aproveita do universo mais famoso de todos os tempos com essa temática para dar uma experiência next-gen de tiro em primeira pessoa.

Já jogos como Kerbal Space Program e No Man’s Sky tentam simular a exploração do espaço e apontam para a imensidão do universo, coisa que games antigos como Ultima já tinham tentado, mas agora com capacidades infinitamente maiores.


topo

Em 2012 a Brasil Game Show pisou pela primeira vez em São Paulo, se instalando inicialmente em um único pavilhão do Expo Center Norte. Não era um espaço enorme, mas ela já vinha com o apoio das principais empresas do mercado – Sony, Microsoft, Nintendo, Activision e Ubisoft -, e superava tranquilamente o pequeno espaço onde a concorrente Game World acontecia. Segunda-feira aconteceu o encerramento da quarta edição paulista do evento, e uma pergunta ainda persiste após tantos anos: o que é a BGS?

Com seus 250 mil visitantes no ano passado, ela é definitivamente o maior evento de games da América Latina. Estandes gigantescos da Sony, Microsoft, EA/Warner e Ubisoft disponibilizam jogos recém-lançados para demonstração; NVidia, DXRacer, Corsair e HyperX mostram seus principais periféricos e hardwares; Youtube e Azubu fazem a ponte entre os famosos da internet e os fãs; um campeonato de Dota 2 acontece de um lado, enquanto independentes brazucas apresentam suas novidades do outro. A BGS oferece entretenimento para Gregos e Troianos, ou casuais e hardcores, e é nessa tentativa de abraçar todo público brasileiro que está o grande pecado e a principal vantagem do evento.

Quem pôde entrar na quinta-feira, o dia exclusivo para imprensa e VIPs, pegou filas consideravelmente pequenas para testar as (poucas) novidades, o que acabou resultando numa sensação de vazio num espaço tão grande. Halo 5, Rise of the Tomb Raider e Dark Souls 3 eram alguns dos poucos exclusivos do evento, com o resto do seu catálogo praticamente todo já nas lojas ou com versões parciais ou completas para download.

Para os profissionais poderia haver um certo desconforto ao ver tantos jogos recém-lançados no pavilhão, mas eles são de suma importância para o público geral, que não pode comprar todos assim que saem nas lojas. O problema é quando os dias abertos ao público ficam tão cheios que lembram parques de diversão num feriado, a ponto de muita gente nem tentar testar alguns títulos. Os já citados podiam custar até duas horas de fila, mas elas se estendiam pelo evento todo, até para jogar League of Legends ou FIFA. Era impossível entrar no estande superlotado de Xbox, e o da Sony tinha um raio três metros maior do que seu limite com pessoas esperando por algum game.

Na contra-mão, a área indie parecia estar sempre disponível para os visitantes. Existia espera, mas como a grande maioria era de jogos e desenvolvedores pouco conhecidos, ela era preenchida por uma apresentação dos criadores ou uma explicação das mecânicas e história das crias. Uma pena que eles foram alocados nos fundos do evento, então a visibilidade era bem baixa.

Ainda que todos os principais estandes estivessem lotados, os corredores principais se mantiveram livres para a circulação por grande parte da feira, já que youtubers e campeonatos conseguiram um pavilhão exclusivo. Enxames de fãs atrás de um grande ídolo da internet eram recorrentes, mas aconteciam separados da região dos games, o que ajudou muito a manter uma certa ordem.

Definitivamente a BGS 2015 foi a edição mais organizada até então, mas continua apresentando alguns problemas de foco. Depois de dois anos dando o maior destaque à presença de youtubers para atrair público, os games voltam a ser protagonistas na feira, que agora enfrenta um grande dilema de não ser nem voltada totalmente ao público e nem para a mídia. Poucos jogos exclusivos dividem lugar com uma maioria de já disponíveis para venda, sendo que ambos sofrem com filas e mais filas para poder testar um pouco. Fica a lição de casa para a próxima edição, que já está marcada para ter início no primeiro dia de setembro de 2016.


image

Aproveitando a onda da final da fase de grupos do Campeonato Mundial de League of Legends e de diversas listas que foram publicadas pareando os jogadores, algumas vezes de maneira polêmica, resolvi ressaltar uma lista com os melhores jogadores de cada posição me baseando em suas respectivas atuações nos primeiros oito dias de torneio (total de dias da fase de grupos)

Primeiramente, deve-se levar em conta que essa lista é, de certa maneira, uma opinião pessoal e não representa a verdade absoluta das coisas. Também é bom ressaltar que alguns nomes famosos estão fora dessa lista devido a atuações abaixo do esperado ou por não terem tido adversários que realmente os levassem ao seu potencial máximo ou até próximo dele.

A lista foi organizada separando os jogadores por rota e não se limitando a apenas um jogador por rota. Acredito que seria impossível me limitar a apenas um jogador por rota em algumas situações devido à grande atuações de diversos jogadores da mesma posição.

Enfim, ressalto novamente que essa lista não é base para nada e, do jeito que as coisas estão ocorrendo nesse Mundial, não deve condizer com a próxima fase do torneio.


Jogo Guerreiros Folclóricos, da Unique Digital Entertainment

Jogo Guerreiros Folclóricos, da Unique Digital Entertainment

Apesar do nome da feira, ainda não tínhamos dado sentido à letra B da sigla BGS. O Brasil vem ganhando cada vez mais espaço no cenário internacional de games nos últimos anos, e isso deve ser valorizado. Na edição 2015 da BGS, pudemos notar essa crescente de maneira bem clara.

A área voltada aos desenvolvedores independentes cresceu e ficou cinco vezes maior que no ano passado. Além disso, o interesse do público também foi um ponto positivo: os estandes indies estavam cheios.

A mitologia brasileira foi explorada de forma inventiva em games como KriaturaZ, do estúdio Messier, e Guerreiros Folclóricos, da Unique. Ambos os games resgatam o folclore para criar uma experiência AAA com elementos do Brasil.

Outros jogos nacionais que obtiveram destaque foram Horizon Chase, de corrida, e Get Over Here, de luta, apresentados pelos desenvolvedores, respectivamente André Chiappetta e Sandro Manfredini, na conferência da Sony, lado a lado de anúncios da Capcom, Konami, Treyarch e Electronic Arts.


mortal

Corrida, tênis, basquete, ginástica e até curling. A indústria dos games tenta sempre criar novas formas de abordar os mais variados esportes e relacionar o tema a franquias consagradas, como a do velho encanador, é sempre uma ótima maneira de impulsionar a obra e garantir o divertimento do público.

Inspirado por esse tema, resolvi fazer uma breve seleção desses crossovers esportivos, levando em conta os mais conhecidos pelo público e os que mais me marcaram. Se houver algum que achem interessante ou tenha marcado você, deixe nos comentários para enriquecer ainda mais o debate. Bom, sem mais delongas, vamos à eles:

Série Mario Kart

Um clássico da Nintendo e talvez o mais famoso game nesse estilo. O encanador encara seus amigos em corridas alucinantes e, por que não dizer, malucas. O automobilismo profissional é explorado de maneira simples e divertida. A condução do veículo é simplificada, permitindo que tanto os aficionados por jogos de corrida e os jogadores mais casuais tenham uma experiencia agradável.

O s dados comerciais também demonstram que Mario Kart é um sucesso, superando, por exemplo, o jogos oficiais da F1, que trazem uma experiencia mais real, no entanto, menos atraente para o público em geral, devido principalmente a repetição dos circuitos e dos desafios. Além disso, personagens de outras franquias também marcam presença no jogo da empresa japonesa. Dentre os que marcaram presença vale destacar mais recentemente a presença de Link, da série Zelda, em Mario Kart 8.

mario

Mario & Sonic at the Olympic Games

Alguns gostam, outros odeiam, mas é inegável que o jogo tem uma premissa pra lá de interessante. Duas das mais populares franquias de todos os tempos se juntam para uma competição olímpica. São diversas modalidades para para participar, tanto na versão de verão quanto na de inverno. Cada personagem tem suas próprias características, alguns são equilibrados, não tendo nenhuma dificuldade ou facilidade em qualquer modalidade, e existem os específicos, com atributos como força e velocidade mais elevados, levando vantagem em algumas competições e sendo prejudicados em outras.

 

Em termos de jogos olímpicos este talvez seja o game que mais se aproxima do ideal para o tema, propondo desafios variados, oferecendo diversos troféus e propondo uma jogabilidade simples mas interessante, que varia de esporte para esporte. Nos jogos de inverno o curling rouba a cena e se torna uma das modalidades mais divertidas da versão

Mortal Kombat Armaggedon: Motor Kombat

Por fim, este nunca chegou a ser um jogo único, é na verdade um game que faz parte de outro maior, mas em hipótese alguma pode ser relegado ao status de mini-game, já que essa obra é a melhor coisa de Mortal Kombat Armaggedon. Motor Kombat têm tudo para se tornar um jogo solo, já que mistura a criatividade de jogos como o próprio Mario Kart e a violência tipica da série de jogos de luta. Assim como nas lutas o personagem pode morrer de forma dolorosa, sofrendo um quase fatality. Infelizmente ainda não lançaram o game de forma independente, mas é uma ótima aposta para expandir a influencia e o estilo da franquia.

Esses 3 jogos são ótimos exemplos de como os esportes podem penetrar ou serem penetrados pelas grandes franquias de games, criando uma obra agradável e divertida. Entretanto é importante que sempre se considere as características próprias de cada franquia, para que não se criem aberrações e para que a experiencia seja a mais completa possível.


Destaque

  • lado2
  • lado3

Categorias

Twitch

Redes Sociais


Publicidade

Parceiro