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13 de julho é o dia do rock, e o gênero mais agressivo e rebelde da música tem muito mais a ver com o mundo dos videogames do que você pensa. Conheça alguns dos jogos mais roqueiros (ou nem tanto) de todos os tempos!

Um dos primeiros encontros entre os píxels e os solos de guitarra se deu no terrível Journey Escape, lançado em 1982 para Atari 2600. O game é homônimo ao disco lançado no ano anterior e serviu como parte da publicidade do álbum que contava com “Don’t Stop Believing”, música de abertura do jogo. O título era protagonizado pelos integrantes do grupo Journey, que tinham que fugir das groupies e dos fotógrafos para chegar a tempo ao próximo show. Outra pérola batizada com o mesmo nome da banda foi lançada no ano seguinte para arcade, na qual o objetivo era levar os membros do Journey pelo espaço em uma nave para que eles pudessem, através de minigames curtos, recuperar seus instrumentos.

Outro encontro episódico entre joysticks e riffs grudentos foi Rock ‘n’ Roll, de 1989, para Commodore 64, Atari ST, Amiga e PCs. A despeito do nome, o game não tinha nada a ver com jogos musicais. RnR era na verdade um grande trocadilho, pois o jogador controlava uma esfera que ia rolando pelos cenários, e assim progredindo pelas fases. A abertura do game mostrava uma banda pixelada tocando rock com o charme dos sons 8-bit, e era esse o tom da excelente trilha sonora do jogo.

Um dos games que mais mesclaram elementos de rock foi Rock ‘n’ Roll Racing, clássico jogo de corrida lançado para Super Nintendo em 1993. As disputas entre os carros estilizados são travadas ao som de hits como “Paranoid”, do Black Sabbath, ” Highway Star”, do Deep Purple, e “Born to be Wild”, de Steppenwolf.


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A primeira edição do Time Attack chega com tudo essa semana. Depois falar sobre a E3, Batman Arkham e outros assuntos no episódio Piloto, essa semana o Pod volta repleto de novidades e o conteúdo pode ser conferido abaixo:

Pokkén, Pokémon e seus spin-offs
Jogos estilo Sandboxes
O que estamos jogando
Bonus Stage
Assuntos aleatórios

Nessa edição estão presentes Kaio, Luigi e o estreante André, com temas e jogos diversos como Terraria, Pokémon Conquest, Starbound, indo também até por uma passagem do Guia do Mochileiro das Galáxias, mais especificamente da Baleia e do Vaso de Petúnias, e Eve Online. Além disso, também presente nessa edição, o Bonus Stage é apresentado! Bonus Stage é um assunto que originalmente não estava na pauta original, mas devido seu conteúdo interessante foi introduzido no Podcast. Mas você só vai descobrir o que é se ouvir essa edição!


Parece que Keiji Inafune não estava mesmo brincando quando decidiu ‘reviver’ seu robô azul favorito. Há quase dois anos Mighty No. 9 foi anunciado e, com o lançamento previsto para dia 15 de Setembro desse ano, os fãs que uma vez idolatraram o clássico Mega Man na época da Capcom vêm se mostrando bastante confiantes no sucesso e qualidade daquele que promete ser o novo Blue Bomber. E agora o sucessor espiritual de Mega Man Legends é a nova cartada da comcept, empresa fundada pelo criador do robô azul após sua saída da Capcom em 2010.

Com o título de Red Ash – The Indelible Legend -, Beck e seus companheiros irão se aventurar em um mundo onde uma grande guerra entre humanos e robôs praticamente destruiu o planeta deixando seus habitantes a mercê da extinção e da perseverança para lutar contra as dificuldades.

De acordo com o Kickstarter – que teve seu início no dia 3 desse mês -, os desenvolvedores têm por objetivo criar uma história maior e mais completa com um jogo de ação em terceira pessoa que conta com elementos shooter. Assim como foi com Mighty no. 9, a equipe presente também esbanja competência e credibilidade, com grandes talentos como: Masahiro Yasuma, como diretor de arte (com participação nos jogos The Misadventures of Tron Bonne, Mega Man Battle Network); Manimi Matsumae, responsável pela BGM (trabalhou nos títulos Mighty No. 9, Mega Man, Dragon Quest Swords: The Masked Queen and the Tower of Mirrors, Shovel Knight); Shusaku Uchiyama, atuando como compositor (com experiência em Mega Man 8, Resident Evil 2, Resident Evil 4, Devil May Cry 4), entre outros grandes nomes.

Ainda que um jogo não fosse suficiente, uma animação também está sendo desenvolvida, em paralelo ao game, chamada Red Ash – Magicicada, e quem está a cargo desse papel é a veterana Studio 4C. Muitos podem não estar familiarizados com o o estúdio, mas o mesmo também merece atenção estando presente em animações como a nova trilogia de filmes do anime Berserk, Liga da Justiça: Ponto de Ignição e em jogos como Rogue Galaxy, Lunar Knights, .hack entre outros.


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Se você achava que o Sonic era rápido o bastante para salvar o Mario no famigerado “Sonic 4″ para o SNES, nós vamos te provar o contrário com o Time Attack – o podcast mais rápido do Player Two!

Com teor informativo de qualidade e regado com uma boa dose de bom humor, apresentamos o quadro com com temas pré-definidos pela staff e, como plano posterior, com temas sugeridos por vocês, ouvintes. E é com grande orgulho que a primeira edição aborda os seguintes conteúdos:

E3 – O Bom, o Mal e o Fail
Batman: Arkham Knight
O que a staff está jogando
Entre outros assuntos aleatórios

Os destaques do dia ficam por conta dos participantes Diego – com sua brilhante recomendação do título HuniePop -, Kaio e Luigi, além de comentários sobre os jogos Final Fantasy XIII, The Witcher 3 – Wild Hunt, Deponia. Tudo isso em uma hora!

Lembrando a todos que o Podcast pode ser ouvido diretamente daqui ou, para sua conveniência, o download do mesmo pode ser feito nesse clicando aqui.

E pra quem gostou das músicas de fundo do Podcast, as mesmas podem ser encontradas totalmente gratuitas no site OverClocked Remix


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Não é segredo algum que 2015 é um ano importante para a indústria de games, com lançamentos de novos títulos, continuações de franquias consagradas, anúncios importantes na E3 e por aí vai. O último grande lançamento foi o Action-RPG “The Witcher 3: Wild Hunt”, jogo que narra o terceiro e último capítulo da saga de Geralt de Rivia.

É bom começar dizendo que o jogo é gigantesco em todos os aspectos da jogatina: desde o aspecto geográfico até a quantidade de horas jogadas. O mapa cobre diversos tipos de paisagens, que variam entre tundras geladas, campos ensolarados e pântanos sombrios. Uma boa parte do game se passa em viagens e exploração de ambiente, algo bastante comum para quem já está acostumado com o gênero.

Durante as primeiras horas de cavalgada é possível ver a quantidade de detalhes inseridos em cada local seja em uma caverna coberta de musgos e ossos que serve de abrigo para um animal selvagem, uma estrada de terra batida que pode ser palco de uma emboscada feita por bandidos ou um mercador disposto a negociar, uma estalagem na beira de estrada para comprar suprimentos para uma longa jornada, enfim, as possibilidades de cenários são múltiplos, todos com igual capricho e beleza.


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Jogos de estratégia podem parecer assustadores, indigestos ou até mesmo maçantes para alguns iniciantes no mundo dos games. Se títulos como Final Fantasy Tactics, Civilization ou Age of Empires afastam jogadores por sua complexidade, existe um subgênero de estratégia chamado tower defense que pode ser bastante convidativo para todos os gamers.

Esse estilo é relativamente recente, e teve como pioneiros jogos simples para browsers de computador como Flash Element Tower Defense e Desktop Tower Defense, ambos de 2007. A popularização do gênero os levou para outras plataformas, como o Xbox 360 e Playstation 3 e um marco do estilo foi a inclusão de elementos próprios desses games em Assassin’s Creed: Revelations. A relevância do gênero é tamanha que Fallout 4, um dos principais anúncios de 2015, vai oferecer a possibilidade de se montar uma base e defendê-la.

Plants Vs Zombies elevou à potência máxima as mecânicas para se tornar um título consagrado após seu lançamento em 2009. O game foi desenvolvido pela PopCap, mesmo estúdio que concebeu Bejeweled e Peggle, outros verdadeiros hits de mobile.

Plants Vs Zombies é um exemplo incontestável de como um game pode agradar a jogadores de todos os tipos, desde os casuais mais descompromissados até os hardcore mais experientes. Com um visual cartunesco, personagens e cenários caricatos e direção de arte bem descontraída, Plants Vs Zombies te convida para uma guerra infindável e divertida entre hordas de zumbis e bravos guerreiros vegetais.


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Sempre fui apaixonado por games. Desde meu primeiro console – o SNES – venho tentando me manter atualizado no quesito das tendências e lançamentos que essa grande empresa de entretenimento vem seguindo e mostrando. Seja sabendo de novidades por meio de amigos, revistas e sites especializados, a esperança e a curiosidade a respeito do que as industrias preparam para seus fãs é o que me move a continuar jogando.

Não consigo lembrar a primeira vez que acompanhei uma E3 ao vivo, mas sei que depois dela nunca mais perdi uma sequer. Apesar de nunca ter sido capaz de estar presente em algum evento, poder acompanhar em primeira mão na frente da tela do computador e vibrar e comemorar por cada título anunciado nunca teve e nunca terá preço. É um sentimento que mescla o desejo nostálgico de querer ver grandes clássicos retornando em seu melhor estilo com remakes (falaremos de um bem específico adiante) ou continuações, e a vontade de ter uma experiência nova. E é na Electronic Entertainment Expo que muitas das vezes isso se realiza.

O evento nunca foi uma disputa – mesmo que eu sempre ache que tenha um vencedor: aquele que conseguiu causar o maior impacto positivo no público. E no segundo dia do evento sou obrigado a dizer que já escolhi meu lado, apesar de que, no fundo, nós jogadores somos os principais ganhadores com isso.

A apresentação da Microsoft foi tímida, porém, com seus momentos marcantes. Em um primeiro momento vi como sua nova tecnologia de realidade virtual chamada Hololens pode ser usada para games. E, em uma belíssima demonstração utilizando o título Minecraft como teste, os resultados iniciais foram fantásticos. Como se não bastasse, por meio de uma atualização de software, agora o Xbox One possui retrocompatibilidade de forma nativa. Aqueles que possuem cópias físicas e digitais de jogos do Xbox 360 podem utilizá-las sem maiores problemas no console da nova gen da Microsoft. Será que isso vai dar uma esfriada nas remasterizações? Difícil dizer.


Em 1990 aconteceu o primeiro – e único – Nintendo World Championships, um evento onde os jogadores disputaram entre vários jogos do NES e aquele que obteve a maior pontuação entre eles foi o vencedor. O acontecimento foi marcante por vários motivos: primeiro porque os prêmios dos torneios foram cartuchos extremamente limitados com os jogos modificados para a realização do torneio e, segundo, porque a Nintendo introduziu ao mundo o glorioso Super Mario Bros. 3.

25 anos depois uma nova edição do NWC foi anunciada! No melhor estilo retro, o método de qualificação para o campeonato foi realizado em diversas lojas da Best Buy na América do Norte onde os participantes disputaram o Championship Mode do título Ultimate NES Remix, para o Nintendo 3DS e, obviamente, quem teve a maior pontuação se qualificou. Além dos 8 qualificados, estarão presentes na disputa 8 convidados pela própria Nintendo, sendo eles gamers e speedrunners famosos.

O hype para evento é grande porque, para a surpresa de quem vai participar e curiosidade para quem vai assistir, os jogos e modos de competição não foram anunciados. Vai ter Mario Kart? Donkey Kong? Duck Hunt? Ninguém sabe. Descrentes dizem que apenas jogos como Mario Kart 8 e Super Smash Bros Wii U farão parte do evento. Já entusiastas afirmam que surpresas envolvendo a famigerada Power Glove terão seu momento. Mas o que a grande maioria ainda se questiona é: será que a Nintendo preparou uma grande surpresa para o público e pretende mostrar um novo Super Mario Bros no melhor estilo do filme “O Rei do Video Game” (The Wizard, no original)?

Para quem quer a resposta para todas essas perguntas a transmissão ao vivo ocorrerá hoje às 19:00 do horário de Brasília e poderá ser assistida diretamente por esse post, no vídeo acima. E para aqueles que querem saber os nomes dos convidados, segue abaixo o vídeo de anúncio do evento.


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Presente nos consoles da geração passada e aguardada para essa geração, a retrocompatibilidade não deu as caras afinal de contas. No início de 2014, tanto Sony quanto Microsoft sinalizaram a possibilidade de incluir a reprodução de games do PS3 no PS4 e Xbox 360 no Xbox One, mas, mais de um ano depois, esse recurso parece mais distante do que nunca, ao mesmo tempo em que mais e mais coletâneas, remasterizações e versões especiais de games vêm à baila.

A capacidade de rodar títulos de videogames anteriores é muito importante para que, no lançamento, um aparelho já tenha, além de suas apostas iniciais, uma biblioteca já estabelecida, mesmo que formada por jogos antigos. É muito improvável que a maioria dos jogadores já tenham se aventurado por todos os games que gostariam de jogar de gerações passadas, ainda mais com a extensão da biblioteca acumulada por Sony, Microsoft e Nintendo ao longo dos anos.

Como Playstation 4 e Xbox One chegaram sem oferecer essa função, ambos os lançamentos foram marcados por uma certa escassez de conteúdo original, parcamente suprida pelos games relançados para as novas gerações quase sem nenhuma mudança ou adição. Além de não gerar incentivo para adquirir os consoles recentes, essa ausência pode fomentar a compra de um videogame anterior, já que agora seus jogos estão disponíveis por preços mais tentadores e em abundância.


 

fifa 16

Por Bruna Meneguetti e André Cáceres

Recentemente a Eletronic Arts anunciou que o próximo game da série FIFA vai contar com as modalidades de futebol masculino e feminino. Essa novidade foi muito bem recebida pela comunidade gamer, apesar de alguns comentários de cunho machista que foram desferidos na internet. O que é totalmente incoerente, já que na vida real também existem jogadoras de futebol, assim como em todos os âmbitos da vida. Então, por que deixar as mulheres de fora?

O mercado

A resposta para essa pergunta com certeza não está nos números. Pode até ser verdade que, de início, o número de jogadores era maior. Hoje, porém, a despeito do que muitos pensam, as mulheres representam uma fatia enorme do público gamer: 48%, segundo estudo da Entertainment Software Association (ESA), e esse número vem crescendo. No Brasil, isso também não é diferente. Em 2013 a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) divulgou uma pesquisa segundo a qual 43% do mercado de games é composto por mulheres aqui. E de acordo com um trabalho publicado pela Harris Interactive, nos Estados Unidos, elas são 55% do público online, contando computadores, redes sociais e dispositivos móveis.

Com uma parcela tão grande do mercado, por que as mulheres ainda são tratadas como um nicho pequeno e pouco explorado pela indústria de games? Mesmo com tantas jogadoras, as personagens femininas continuam, em sua maioria, sendo apenas princesas que precisam de resgate ou manequins com pouca roupa que servem de apelo sexual, tendo destaque apenas em casos raros e pontuais.


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