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Enfim estreia o CBLoL, e junto com o torneio que irá revelar o melhor time brasileiro de League of Legends, começamos efetivamente o Kills/Deaths – Análises. O programa semanal do PlayerTwo sobre o competitivo de League já dá as caras com um visual novo, horário definido e muito papo sobre a rodada dessa semana.

A partir de agora, o KDA vai ao ar toda segunda-feira as 21h, horário de Brasília, no canal PlayerTwoBR da Twitch com a mesma equipe fixa: Bernardo “Paradiso”, Diego “Dog”, João “Fokinha” e Luigi Olivieri (salvo alguns imprevistos). A estrutura também manterá um padrão, com uma análise detalhada de cada jogo da última rodada do CBLoL seguida de uma discussão sobre as posições na tabela. Logo depois vem uma prévia do que acontecerá na próxima rodada e as expectativas em relação aos jogos, finalizando então com perguntas enviadas pelo chat.

Esse sistema já foi adotado nessa edição, que pode ser assistida pelo vídeo acima ou então ouvida no player abaixo. Muito ocupado para se preocupar com isso agora? É possível baixar o Kills/Deaths – Análises no player também!


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Hoje dou início à minha nova coluna: Lendas do League. Os posts terão como foco times e jogadores que fizeram história no League Of Legends e que suas contribuições foram tão grandes ao ponto de poder chamá-los de lendas. A primeira equipe lendária será a da Moscow Five, um dos times mais dominantes do ano de 2012. A formação mágica era formada pelo top laner Eugene “Darien” Mazaev, o jungler Daniel “Diamondprox” Reshetnikov, o mid laner e capitão Alexey “Alex Ich” Ichetovkin e a bot lane era composta pelo AD Carry Eugene “Genja007” Andryushine e o support Edward “GoSu Pepper” Abgaryan. Os cinco jogadores permaneceram juntos desde Dezembro de 2011, quando ainda pertenciam ao Team Empire até Junho de 2013 quando GoSu Pepper, agora com o IGN de EdWard, saiu para jogar o LCS NA com o Team Curse.

O que mais impressiona nessa line-up é a quantidade de bons resultados e regularidade. No ano de 2012, o time jogou oito campeonatos presenciais, sempre ficando no top 4, chegaram à cinco finais e venceram quatro delas. No mesmo período, jogou 62 partidas tendo um cartel de 45 vitórias e 17 derrotas, consolidando um winrate de 73%. Somente três equipes tinham um histórico de vitória em confrontos diretos contra a Moscow Five: a Counter Logic Gaming EU (5 vitórias contra 4 da M5), a Taipei Assassins (5 vitórias contra 1) e o Team World Elite (2 vitórias contra nenhuma). Tendo como base séries melhor de três, os números continuam a impressionar: 15 vitórias e somente 5 derrotas. Quatro times realizaram a proeza de ganhar dos russos em uma MD3: Counter Logic Gaming EU (Dreamhack Summer 2012), Taipei Assassins (Season 2 World Championship e IPL5) e o Team World Elite (IPL5)

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Em uma entrevista antes do campeonato mundial de 2012, Alex Ich afirmou que a Moscow Five não tinha rivais e que os únicos obstáculos que eles tinham em seu caminho eram eles mesmos. Nesse ponto, vou tomar a liberdade de discordar em parte do jogador e listar dois grandes adversários dos russos no ano de 2012:

  • Counter Logic Gaming EU:

Em primeiro lugar, a CLG EU foi o time que mais jogou contra a Moscow Five no ano de 2012 (nove vezes) e um dos poucos capazes de ter um histórico de vitória contra eles. A rivalidade só aumenta quando eles se encontraram duas vezes em finais de campeonato sendo que cada um ganhou uma. Quatro vitórias para um lado, cinco para outro, um título pra cá e um pra lá. Se não bastassem os confrontos diretos entre os times ser tão parelhos, a cereja do bolo fica pelo fato que esses eles tinham estilos de jogo praticamente opostos: os russos sempre inovando e criando estratégias agressivas e o mix europeu jogando de forma conservadora ficando famosa por viradas e teamfights épicas no lategame.

  • Taipei Assassins:

Na minha opinião, os únicos que foram capazes de parar a máquina russa de forma convincente. A rivalidade surgiu no mundial quando se encontraram na semifinal do torneio e a Taipei Assassins ganhou de 2-1 avançando para a final. No IPL5 se enfrentaram duas vezes: uma na fase de grupos e uma na loser’s bracket, onde os asiáticos saíram vitoriosos em ambas as ocasiões. Das três vezes que a Moscow Five não chegou à final de um campeonato, duas foram por causa do time de Taiwan, se consolidando como a kriptonita dos russos.

Quando somamos a consistência que o time tinha em se manter no topo com as inúmeras inovações feitas no meta-game (sendo as mais famosas a consolidação de estratégias de snowball e o aperfeiçoamento do counter jungle) e o fato que nenhum jogador foi substituído durante seu período de ouro me faz considerar a Moscow Five como uma das equipes mais geniais da história do League of Legends.


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Depois de anos esperando, finalmente é chegada a hora: o Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLoL), organizado pela própria Riot e nos moldes da LCS, vai começar. Aproveitando o início do torneio em 17 de Janeiro, o PlayerTwo resolveu entrar nessa onda e começar seu próprio programa de análises sobre League, o Kills/Deaths-Análises.

A motivação de criar o K/D/A veio do entusiasmo de parte da equipe sobre League of Legends e da vontade dos mesmos em repassar um pouco de conhecimento, tanto para quem acompanha fervorosamente os torneios quanto para quem é muito ocupado para assistir os jogos ou se interessa apenas nos resultados.

O episódio piloto, gravado na terça-feira em nosso canal da Twitch, contou com uma apresentação dos membros-fixos Bernardo “Paradiso” Pereira, Diego “Dog” Couto, João “Fokinha” de Faria e Luigi Olivieri, uma explicação do formato do programa, análise do formato e dos times do CBLoL e uma rodada de perguntas com os espectadores da transmissão. A produção foi simples neste piloto, mas já estamos trabalhando para melhorar a qualidade visual.

Assim como em vídeo, o programa pode ser ouvido e baixado apenas em áudio como podcast, ambos disponíveis a seguir. Links importantes também estão dispostos abaixo para ajudar a acompanhar.


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Quais são as características que um jogo precisa ter para ser bom para você? Gráficos exuberantes? Trilhas sonoras composta por uma orquestra? One Finger Death Punch está aí para mostrar que você não precisa ter elementos muito complexos para se ter um bom e divertido jogo.

Se você já assistiu a uma animação do Xiao Xiao, saiba que você está velho você saberá do que esse jogo se trata. Ele é nada mais, nada menos, que bonecos de palito brigando entre si. Seu personagem encontra-se no meio da tela e terá de enfrentar ondas de inimigos vindo de ambos os lados.

Você precisa apertar apenas dois botões para controlar o seu personagem: botão esquerdo ou direito do mouse. Sim, somente isso, você apenas ataca para a esquerda ou para a direita. Seu personagem se movimenta de acordo para onde você ataca, logo, caso queira ir mais para a direita, você precisa ter sorte para vir mais inimigos por aquele lado.

A pontuação do jogo é dada considerando se você passou da fase sem levar um hit, sem errar um golpe e quantos inimigos derrotou. Como precisão é necessário para se dar bem e ganhar mais pontos, os comandos possuem um ótimo tempo de resposta, então ele irá de acordo com sua velocidade de apertar o mouse. Isso acaba tornando One Finger Death Punch uma boa forma de aquecer os dedos e os reflexos.


hardnewsplaceholder

Editor confunde manchete com machete, corta a mão e o notebook e cancela a coluna de hoje. Daqui duas semanas tem mais!

HARD NEWS! é uma coluna de humor. 95% do seu conteúdo é inventado por seu autor e os outros 5% aparecem misteriosamente no texto.


koftopo

No post anterior sobre The King of Fighters vimos como o game conquistou seu lugar entre os jogos de luta e ganhou uma legião de fãs. Seus personagens enigmáticos e carismáticos eram conhecidos por todo mundo, e o enredo da saga Orochi surpreendeu por ser um dos primeiros jogos de luta a se preocupar com o plano de fundo que envolvia o game. Depois deste sucesso, chegou a hora da franquia continuar e começar uma nova saga com novos personagens, surgindo a saga NESTS que até hoje é duramente criticada entre os fãs da série. Mas o que levou a saga a ser tão contestada? O que aconteceu com a SNK neste período? É que vamos ver nesta segunda parte do post da história de The King of Fighters.

KOF99 veio com várias mudanças na jogabilidade, entre elas, mudanças na esquiva, uso dos golpes especiais e alteração nos golpes de muitos personagens. A mudança mais perceptível foi a inclusão dos strikers como um quarto lutador para o time, onde ele fica na reserva e entra na briga quando chamado para ajudar. Com a adição de mais um lutador por time, vários personagens retornaram a franquia e outros foram adicionados, entre eles Whip, K’ e Máxima, além de dois Kyos aparecerem(??), cada um como uma versão clássica do personagem.

O torneio de KOF99 não é mais televisionado e passa a ser disputado no submundo das lutas podendo ser notado pelos cenários. Nesta saga conhecemos a NESTS, uma organização criminosa chefiada por Krizalid envolvida em atividades de biotecnologia e robótica. Logo após a saga Orochi, o cartel iniciou o projeto de clonagem de Kyo para criar um exército de super soldados e dominar o mundo, explicando o motivo de dois Kyos no jogo.

Ao final de KOF99 descobrimos o motivo de Krizalid ter arquitetado o novo torneio: ele queria coletar os dados de todos os lutadores para ser usado em seu uniforme, que o transfere esses dados para assim ser o guerreiro mais poderoso. Realmente Krizalid seria o mais poderoso se o verdadeiro Kyo não retornasse para ajudar o time dos heróis, revelando que após o torneio de 97 foi capturado e usado para experiências com os clones, mas conseguiu fugir e dedicou seu tempo a deter a organização criminosa. Após Krizalid ser derrotado, o exército de clones é desativado e descobrimos que o vilão estava apenas sendo usado pelos verdadeiros chefes da NESTS para coletar os dados dos lutadores, depois de tudo isso Krizalid é apenas descartado e morto pela organização.


psn live

Como se não bastasse o custo elevado de um console de nova geração, depois de adquirir a máquina, os jogos também consomem muito dinheiro. Mas se você está com um Xbox One ou Playstation 4 e não tem condições de comprar os lançamentos mais recentes e badalados, não se preocupe, o PlayerTwo tem a solução! Preparamos um guia de compras simples com vários jogos baratos que vão te divertir por muito tempo e gastando cerca de 100 reais apenas.

Xbox One

Para os donos do console da Microsoft, pedi para meu parceiro Cadu Tinoco, do canal Arkana Gamer, fazer uma lista de games que ele compraria com 100 dilmas na Xbox Live. Entre os diversos títulos – vale ressaltar que existe uma enormidade de games com preços acessíveis em ambas as lojas online – ele selecionou cinco, de valores bem variados.

Magic 2015 – Duels of the Planewalkers, nova edição da franquia que traz o universo das famosas cartas para os consoles, está saindo por R$19. Pure Pool, para os amantes do bom e velho jogo de sinuca ou bilhar, é diversão fácil por R$25. O público mais hardcore não sai perdendo nessa seleção, pois o survival horror Outlast custa meros R$39. A versão digital e online do eterno tabuleiro Monopoly vale R$9. O ambicioso construtor de jogos Project Spark é exclusivo da Microsoft e é gratuito na Live, sendo também uma excelente pedida. Com essa lista, você desembolsaria 92 reais e teria cinco jogos diversificados e divertidos à sua disposição.

Playstation 4

Este que vos escreve semanalmente preparou também uma seleção especial visando a Playstation Network. Muito do que será citado aqui faz parte da minha experiência própria, então posso dizer com propriedade sobre os títulos e a validade de sua compra.

É claro que tem muita coisa boa para se comprar, mas o game que eu sempre destaco aqui no PlayerTwo e acho que todo mundo deveria dar mais atenção é o RPG por turnos Child of Light, que está custando R$31, mas acabou de sair de uma promoção de 50%. O super indie Fez, platformer criativo que brinca com mudança de perspectiva bidimensional para tridimensional, sai por R$26. Se você gosta de Super Smash Bros., vai amar o game de luta Towerfall Ascension, exclusivo do PS4 e PC, que custa R$31. O puzzle de ficção científica que se passa no espaço The Swapper custa apenas R$12. Como jogo free to play, eu destacaria P.T., teaser de Silent Hills, que deixou muito marmanjo de cabelo em pé. Cinco jogos com replay altíssimo por 100 reais.

Vale lembrar que tanto a PSN Plus quanto a Live Gold dão jogos gratuitos a seus assinantes, o que também vale muito a pena.

E aí, ainda está com medo de comprar um console da nova geração e não ter o que jogar?


goty2014

Em 2013 fizemos um Melhores do Ano bem divertido, com algumas categorias bem peculiares. Neste ano – bom, não mais – estamos repetindo a fórmula passada, uma lista mais descontraída, mas com todos os motivos que cada um dos jogos foi escolhido para ser lembrado.

Ao invés de apresentarmos a opinião de apenas uma pessoa, fizemos uma reunião dos preferidos do ano por membros da equipe do PlayerTwo. Aproveitem nossa seleta lista de sucessos do ano


metal gear

O ano que passou prometeu muito, mas acabou se mostrando fraco para os games. A safra que tivemos teve algumas decepções, como Watch Dogs e The Crew, mas também surpresas, como Shadow of Mordor, Bravely Default e Child of Light. No geral, 2014 não cumpriu com as altas expectativas, mas não podemos negar que foi um período importante pela consolidação do PS4 e do XOne.

E o que esperar de 2015? Não vamos falar de títulos. Todos sabemos quais são os mais aguardados para o ano que vem. Em 2015, precisamos, antes de tudo, de uma mudança de atitude, tanto por parte das empresas como dos jogadores. Uma das reclamações sobre a nova geração é que os gráficos não mudaram tanto assim em relação aos consoles anteriores. É verdade, mas também é um motivo muito pobre para não gostar dos novos videogames.

Desde a primeira vez em que escrevi para o PlayerTwo, venho criticando essa sede insaciável por gráficos que acaba por engolir a necessidade de criar games divertidos. Desde que os consoles ganharam capacidade de reproduzir imagens tridimensionais, nossa relação com os jogos mudou substancialmente e talvez estejamos nos distanciando demais da verdadeira essência dos videogames.

Para 2015, espero também que o multiplayer local não seja tão negligenciado. Jogar online é incrível, mas nada nunca vai substituir o prazer de reunir os amigos e passar uma tarde jogando todos juntos. Já ouvi críticas ao Towerfall Ascension pela ausência de modo online, mas talvez essa seja uma forma de obrigar as pessoas a se verem à moda antiga. E isso é genial.

Que no ano que vem – e vamos precisar pular sete ondinhas e pedir para Iemanjá, pois isso está difícil de acontecer – as produtoras deixem de lado a ganância e a vontade de lançar os games rapidamente para obter lucro fácil e passem a trabalhar com mais carinho nos títulos, mesmo que alguns dos melhores jogos de 2015 só cheguem em 2016 por causa disso. Nós não nos importamos em esperar um pouco mais por um produto mais bem acabado.

Espero que as versões remasterizadas – por mais que eu tenha adorado jogar The Last of Us e Tomb Raider – parem de tomar conta dos lançamentos e deem lugar a jogos verdadeiramente novos, projetados para a geração atual. Perdoem-me os donos de PS3 e X360, mas tomara que PS4 e XOne sejam priorizados finalmente, pois a indústria tem que seguir em frente apesar de uma geração incrível que se passou.

Um dos fatores que faz com que 2015 seja bastante promissor é que a Nintendo está se reerguendo, e como sou contra qualquer tipo de “ismo” quando o assunto é videogame, acredito que só temos a ganhar com a volta dessa gigante. Há boatos até mesmo de um novo console da Big N, mas mesmo o Wii U que andava mal das pernas está engrenando novamente. Espero que o ano que começa traga bons ventos para a casa de Mario.

Enfim, 2015 pode ser um ano muito melhor que esse. Vamos todos torcer para que isso aconteça, e esperar pelo que esse ano nos reserva.


blogtopo

A equipe do PlayerTwo já está bem acostumada com meus textos enormes nos bastidores, movimentando alguma coisa ou trazendo novidades, e agora é a vez de trazer um desses para o público. Como o Facebook não liberou uma “retrospectiva” para páginas, o jeito é mandar uma com meus agradecimentos por escrito mesmo. Vai ser longo, mas vale a pena!

Todo início de ano nós preparamos uma listinha com algumas metas que queremos cumprir, só para não ficar completamente sem rumo nos dias que virão. Em 2014 tínhamos apenas 4 objetivos: chegar a 300 visitas diárias, começar algum conteúdo em áudio ou vídeo, ter 5 ou 6 pessoas escrevendo e subir 200 likes na página do facebook (alcançando 700). Enquanto a primeira está bem longe de ser atingida e a segunda ainda está no modo “soonTM”, as duas últimas foram um sucesso!

Hoje, a equipe de editores é composta por mim (Luigi), André, Everton, Diego e Bernardo, com Kaio e João voltando à ativa e Tiago, Verônica e Matheus ajudando na organização e outras paradas. É gente pra caramba, que faz tudo isso só pelo prazer de jogar e escrever. Com essa motivação conseguimos entrar há menos de um mês para a Network do GameHall, uma grande razão de termos conseguido bater a última meta e chegar nos aproximados 725 curtir que temos no momento. São todos esses que quero agradecer hoje.

Primeiramente aos nove que constroem o blog comigo, que mesmo sem receber nem 200 reais por ano continuam nessa e sempre melhorando. Cada um adiciona seu toque especial ao blog: eu tendo mais para o humor, André tem seus textos reflexivos, Kaio não larga os fan-games, João se dedica aos eSports e os três novatos dão um gás novo a todos. Tiago, Verônica e Matheus, cuidando respectivamente de redes sociais, marketing/SEO e pseudo-relações públicas, merecem tanto crédito quanto os outros, uma baita equipe e quero ver ralar em 2015.

Preciso agradecer também ao GameHall pela inclusão na network e pelo trabalho incrível que eles fazem, que tanto nos ajuda a crescer. Manter um blog pequeno por 6 anos com altos e baixos chega a ser um pouco desgastante, mas ser o primeiro escolhido num grupo de mais de 100 outros para entrar na network dá um sentimento de reconhecimento único.

Claro que não dá para fechar esse texto sem agradecer quem está lendo isso. Aos antigos, um obrigado por nos acompanhar mesmo depois de tantas mudanças ao longo dos anos, e aos novos, um bem-vindo e aproveitem o que virá em 2015. Não se esqueçam que nosso principal trabalho é fora de Facebook e Twitter, com palavras mais do que imagens, apesar de estarmos sempre de olho nas redes sociais. O melhor jeito de nos acompanhar, além de acessando o site diariamente, é assinando nossa newsletter, fica a dica.

2014 pode não ter começado perfeito e demorado para engatar, mas se depois de 31 de dezembro abrir um New Game +, o texto de 2015 vai ter que ser bem maior. De novo, obrigado a todos, e espero que mais do que duas pessoas tenham conseguido chegar até esse parágrafo!

Luigi.


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