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É possível fechar Super Mario Bros. em incríveis cinco minutos com muita habilidade. Se você souber muito bem para onde ir, consegue terminar The Legend of Zelda em meros vinte minutos. Ambos os jogos são dos anos 80, mas demonstram claramente que a duração nem sempre foi um fator muito valorizado pelos gamers.

Após a chegada de títulos mais extensos como os RPGs que dominaram a década de 1990, esse quadro mudou um pouco. A revolução, no entanto, veio com os jogos infinitos. SimCity, The Sims e Civilization foram alguns dos que deram o salto para que as narrativas fossem prolongadas.

Hoje em dia, os troféus e conquistas oferecidos aos jogadores ao cumprir objetivos secundários fornecem uma vasta gama de missões extras e permitem aumentar a vida útil dos games em até duas vezes a original em alguns casos. (Um exemplo atual é o de InFAMOUS Secon Son, um dos pouquíssimos jogos que me propus a fechar pela segunda vez, e esse milagre ocorreu apenas porque queria alguns troféus)

É claro que alguns games, como as franquias FIFA, PES, Call of Duty e Battlefield, têm um apelo multiplayer fortíssimo e por isso conseguem prender os jogadores por muito tempo. Outros games, como GTA, Fallout ou Elder Scrolls apresentam quantidades intermináveis de tarefas a ser cumpridas e, com isso, aumentam bastante a própria vida útil.

Com jogos cada vez mais caros, a importância da duração vem crescendo. O custo x benefício de um game está em poder ser aproveitado por muito tempo. Quanto mais rapidamente ele torna-se obsoleto, menor a vantagem de jogá-lo.

shooter generico

A Publisher Enorme de Video Games revelou hoje os primeiros detalhes do próximo jogo da franquia anual Shooter Genérico. O nome dado a essa nova saga, produzida pela desenvolvedora Boladona, é Shooter Genérico: Qualquer-Coisa Warfare, que promete quase nada de novo além disso!

O primeiro trailer serviu para introduzir a história: mais uma ameaça contra a Superpotência surge, e cabe ao jogador, no papel de um militar do serviço secreto, pegar suas armas e equipamentos ultra-futuristas e salvar o mundo. A novidade aqui é que Ator Famoso, conhecido por papéis em seriados e filmes, foi escalado para dar seu rosto ao vilão, com a esperança que alguém além dos jornalistas que analisam o game se interesse pela campanha.

Como Shooter Genérico: Qualquer-Coisa Warfare não seria nada sem um multiplayer robusto, a Boladona anunciou quarenta e seis novos modos de jogo online, mesmo que todo mundo só vá jogar Team Deathmatch e mais algum outro. Além disso, o modo Divertido com um Monstro Folclórico foi atalizado para continuar sendo o tripé para quem não tem internet boa, ou a quem chamou os amigos em casa para jogar e já cansou de jogos de luta e plataforma.

Em uma entrevista para o site gringo que todos usam de fonte, o desenvolvedor chefe comentou:

Estamos muito felizes em anunciar este novo passo na franquia Shooter Genérico, agora com a presença do Ator Famoso. Isto deve acarretar em milhares de novos compradores para jogar a mesma coisa que é reciclada há 7 anos, aumentando ainda mais a família Shooter Genérico.

Qualquer-Coisa Warfare deve chegar aos PCs, consoles da nova geração, consoles antigos – já que as vendas dos novos hardwares ainda não estão convencendo tanto assim -, tablets, celulares e radinhos de pilha em Novembro, quando a criançada começa a escolher o que vão pedir de Natal. A pré-pré-venda já está esgotada desde ontem, mas a pré-venda começa na semana que vem, junto com a do Season Pass.

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Sempre que a temporada vai chegando ao fim, as recompensas são anunciadas, começa a corrida pelo elo. “Dicas para subir de elo” brotam em fóruns, blogs e no youtube e esse tipo de conteúdo tem grande acesso durante esses períodos. O problema é que subir de elo é como perder peso: não existe fórmula mágica. A única saída pra subir de elo é ter disciplina e se esforçar até alcançar o que você almeja. Faltam aproximadamente seis meses para terminar a temporada então acho que é um bom momento para correr atrás de suas metas para as filas ranqueadas sem se desesperar. Não irei dar nenhuma dica diretamente sobre o jogo, esse post tem o objetivo de ajudar vocês à criar um método de aprendizado e preparação para seus jogos.

Um dos aspectos mais importantes para maximizar suas chances de vitória é a sua mentalidade: dentro do jogo e no processo de aprendizado e subir de elo.

Seja autocrítico.
O único jeito de você jogar melhor é corrigindo seus erros e para que isso aconteça o primeiro passo é você admitir que você errou. Pensar que perdeu uma partida por causa de outros jogadores pode te confortar após a partida porém isso não irá te ajudar a jogar melhor.

Seja perfeccionista.
Mesmo em partidas que você venceu com facilidade, erros foram cometidos. Eu diria que é impossível jogar sem cometer um erro sequer e mesmo essas pequenas correções fazem diferença no seu nível de jogo.

Seja persistente.
Perder não é motivo para desistir de tudo e parar de jogar ranked. Vamos tomar como exemplo o jogador Wild Turtle, atualmente rank 1 da ladder do servidor NA. Em seus 330 jogos, ele ganhou 197 e perdeu 133, isso significa que em média ele perde dois jogos à cada cinco. Se um dos melhores jogadores do mundo vence menos de 60% de suas partidas, estar próximo de 50% não é motivo para desistir.

Não desista de uma partida.
Já perdi a conta de jogos que um time deu surrender e perdeu uma partida mesmo tendo totais condições de vencer. Existem dois motivos para não desistir:

  • Se você cometeu erros e está perdendo o jogo, o time inimigo pode fazer o mesmo à qualquer momento e te dar a chance de virar a partida.
  • São nos jogos onde você está perdendo que você tem que ser criativo e encontrar formas de voltar para a partida. Essas tentativas podem falhar naquela partida porém podem funcionar em outras.

Além da mentalidade, estar com seu computador e seu corpo prontos irá te ajudar à subir de elo. É óbvio que ter um computador high-end não irá ser um fator decisivo pare vencer, mas jogar com lag (seja de vídeo ou de internet) com certeza pode fazer com que muitos jogos sejam perdidos.

Garanta que você não será interrompido.
Cada instante de uma partida de League of Legends é crucial então pequenas interrupções como fechar a janela, apagar a luz, levar o lixo podem ser a diferença entre a vitória e derrota dependendo do momento que você tenha que se ausentar do jogo.

Esteja com o corpo preparado.
Fome, sede, vontade de ir ao banheiro, dores no corpo, dor de cabeça: tudo isso influi no seu jogo e se seu objetivo é maximizar suas chances de vencer é importante estar com a saúde e corpo “em dia” antes de começar uma partida.

Teste sua internet.
Sites como o http://www.speedtest.net/ são muito bons para analisar se a banda de sua internet está boa o suficiente para você jogar.

Teste seu client.
Infelizmente o Client do League Of Legends não é a sétima maravilha do mundo então para evitar bugs, checar key bindings, checar sets de itens, crie um custom game com bots antes de jogar. Recomendo que esse procedimento seja feito sempre mas que ele seja feito com maior atenção na primeira vez que você joga após um patch, são inúmeros os casos de pessoas com problemas de ping, fps, bugs visuais depois de uma atualização do jogo.

O processo de aprendizado está muito além de preparar seu corpo, mente e computador antes do jogo, tudo que você faz após uma partida é extremamente importante também.

Faça tudo! Menos começar outra partida.
Se você venceu, aproveite um pouco essa sensação boa, se você perdeu tente fazer alguma coisa que te distraia por alguns minutos. Começar um jogo depois do outro pode ser prejudicial pois você ainda está no ritmo de sua partida anterior e essa confusão em sua mente pode fazer com que você perca.

Esfriou sua cabeça? Hora de analisar seus erros.
Na minha opinião, o melhor momento para analisar o que você fez de errado em sua ultima partida, é logo depois de esfriar a cabeça pois você ainda se lembra os motivos por trás de suas ações e está com a mente mais tranquila para analisar seus erros. Programas como LOL Replay e Baron Replay são autorizados pela Riot e gravam seus jogos permitindo que você possa observar cada um de seus erros e corrigir futuramente.

Registre seus erros.
Não basta identificar um erro, não cometer no jogo seguinte e duas partidas depois fazê-lo novamente. Anote tudo que você encontrou de problemas em seu jogo em um papel, post-it ou mesmo em um bloco de notas do computador, qualquer coisa que fique à vista enquanto você joga serve. No meu caso, eu sempre tinha uma folha de sulfite com meus principais erros escritos em letras enormes ao lado do teclado e sempre que eu ia base eu olhava para o lado e me lembrava das áreas do jogo que eu precisava melhorar.

Seja organizado.
Tente criar um “banco de dados” de seus erros, use uma página de caderno para cada partida analisada, anote o campeão usado, seu score naquela partida, seu farm, tudo que você achar relevante. Dessa forma é muito mais fácil você relacionar certos erros com estatísticas ou champions usados. Exemplo: Depois de jogar vários jogos de AD Carry, eu noto que em certas partidas eu tinha um número alto de mortes e coloquei erros de posicionamento na lista de correções à serem feitas enquanto em outros jogos não existia nenhuma menção sobre posicionamento. Analisando os heróis usados, percebi que maioria das partidas que eu tive problemas com posicionamento eu estava usando campeões como Kog’Maw que não tem nenhum escape. Sem essa organização, seria muito mais difícil eu notar essa tendência e seria mais difícil corrigir esse erro.

Para ser sincero, não acho que falei algo totalmente novo e revolucionário, mas como eu disse, não existe a fórmula mágica para subir de elo. Espero que esse post ajude e incentive muitos de vocês à criar seu método de aprender e jogar melhor.

infamous second son

Venho abordando a questão da nova geração bem intensamente nos últimos posts. O PlayerTwo já falou bastante sobre prós e contras dos consoles novos e especulou incessantemente a respeito do futuro próximo. Agora é uma boa hora para fazer uma análise fria com os pés no chão sobre tudo isso.

Este humilde blogueiro que vos escreve está jogando InFAMOUS Second Son e pode afirmar com propriedade: ainda não chegamos na nova geração. Que fique claro que isso não é um review. O jogo é incrível, estou viciado e parei de jogar por vinte minutinhos para escrever.

No entanto, tenho que dizer que, por melhor que seja, o game não chega perto de alcançar o cerne da geração. É claro que os gráficos são extremamente bonitos, os efeitos surpreendem e a localização para o público brasileiro foi muito bem feita, mas a questão é que nada disso parece destoar muito do que os consoles antigos faziam.

Outros jogos como Titanfall e Ryse também apelam para a capacidade gráfica, mas se esquecem de que a transição para uma nova geração depende de muito mais do que isso. Eu me lembro de quando joguei The Legend of Zelda: Twilight Princess pela primeira vez no Wii e tive a clara sensação de que nada daquilo poderia existir em um console anterior. Vale lembrar que esse game também foi lançado para o GameCube, então eu não me refiro aos gráficos, definitivamente.

A maior parte dos jogos bons da nova geração também estão disponíveis para a antecessora. Tomb Raider, Thief, Metal Gear Solid V: Ground Zeroes, Assassin’s Creed IV: Black Flag, além do esperado Watch Dogs, que deve sair mês que vem. Todos esses têm versões para PS3 e X360.

A nova geração ainda não caminha com as próprias pernas, mesmo que o PS4 e o XbOne tenham vendido, juntos, mais de 12 milhões de unidades. Isso não quer dizer que ela não possa nos surpreender positivamente, e muito. Quando será que ela vai começar para valer?

Tony Hawk's American Wasteland

Observe essa imagem bizarra, repleta de serrilhados e cercada por texturas sofríveis. Agora tente adivinhar de quando é esse game. 2003, você arrisca. 2004, talvez. Eu digo que se você, caro leitor, chutou isso, está redondamente enganado. Esse game é Tony Hawk’s American Wasteland, lançado em 2005 para Xbox 360, Xbox, PS2, PC e Game Cube. E por que eu estou mostrando isso?

Muito tem se falado a respeito da nova geração. Críticas vêm sendo feitas a várias características, especialmente a escassez de jogos exclusivos e o salto gráfico pouco perceptível em relação à anterior. No entanto, esses argumentos, apesar de válidos, estão um pouco forçados. Talvez pelo fato de termos saído de uma geração longa, de cerca de oito anos, não nos lembremos exatamente de como é essa transição.

No lançamento do X360, PS3 e Wii, poucos jogos exclusivos deles eram realmente bons. “Ah, mas já começou tendo um Zelda!”, grita alguém no fundo da sala. Ok, mas Twilight Princess também foi lançado no cubo azul da Big N. A maioria dos títulos ainda eram compartilhados com a geração antiga, até que os consoles novos tivessem autonomia para ter seus próprios games de peso.

Esse processo leva um certo tempo. Não é da noite para o dia que se cultiva uma base de consumidores suficientemente estável para lançar um grande blockbuster. O PS4, XbOne e Wii U ainda não alcançaram a maturidade para andar com as próprias pernas. Os próprios desenvolvedores têm sua parcela de culpa nessa situação, pois se fizessem mais games para a nova geração, atrairiam mais jogadores para ela, tornando-a independente dos primos mais velhos.

Com relação aos gráficos, role seu mouse para cima e observe atentamente a imagem no topo do post mais uma vez. Aquele era o grande salto da geração. É claro que, anos depois, as produtoras pegaram o jeito e aprimoraram o visual de seus jogos. É exatamente o mesmo que está acontecendo atualmente. Não há razão para se preocupar com a proximidade gráfica entre PS4/XbOne e PS3/X360. Precisamos aguardar alguns anos para analisar esse salto com precisão e segurança.

Não estou dizendo que não se deva ter um pé atrás quanto à nova geração. Sempre é bom esperar um ou dois anos após o lançamento dos consoles para tomar uma decisão. Comprar qualquer um nesse momento é extremamente equivocado. No entanto, o horizonte não parece tão tenebroso quanto alguns críticos andam pintando. A geração está apenas começando…

leadimage

Controle de visão é um dos aspectos mais importantes de uma partida de League Of Legends tanto em nível competitivo como casual. Acho um tema importante para todos os jogadores principalmente para os supports, posição que tem a maior responsabilidade em controlar visão do jogo (apesar das mudanças ter distribuído um pouco melhor essa tarefa entre os cinco players de um time). No post de hoje irei falar sobre os conceitos básicos de Controle de Visão e a importância de cada um deles, posicionamento de wards, pequenos truques e “hot spots” para elas serão o próximo assunto abordado.

Por que controle de visão é importante?

A posição de seus inimigos é uma informação importantíssima durante uma partida de League of Legends. Se você sabe a posição de seus inimigos é mais fácil tomar decisões corretas e quanto mais decisões corretas você tomar, maiores as suas chances de vencer.

locadoras

A rápida ascensão e o sofrível desaparecimento das locadoras foram fenômenos claramente perceptíveis ao longo dos anos. Com o surgimento do VHS, ir ao cinema não era mais imperativo para assistir a algum filme. A possibilidade de aproveitar as películas no conforto de casa criou um cenário propício à disseminação desse tipo de comércio, que brotou por toda a cidade e alcançou o auge durante a década de 1990. Vinte anos após o boom das locadoras, como sobrevivem esses estabelecimentos hoje em dia?

A popularização da rede mundial de computadores fez o negócio despencar. “Não só a internet, mas a pirataria também prejudicou muito as locadoras”, lembra Julio Cesar Borges, filho do dono da Comics, localizada em São Caetano do Sul. Na ativa desde 1994, o local deixou de alugar apenas filmes e voltou o olhar para os videogames. “Locação de jogos ainda é bastante lucrativa, e vai melhorar muito por que a pirataria está acabando”, acrescenta o rapaz que divide a atenção entre os aluguéis de games e a administração dos torneios que a Comics realiza todos os fins de semana.

As locadoras acabaram tornando-se ponto de encontro para aficionados por filmes ou games. Com o tempo, os clientes deixaram de consumir tanto, mas continuaram a frequentar os espaços. Organizar campeonatos entre o público foi uma ação que manteve a lucratividade e atraiu mais jovens. “A maioria dos que vêm aqui têm entre 12 e 19 anos”, afirma Julio Cesar.

Ambientes muito queridos pelos mais saudosistas, esses estabelecimentos se sentiram obrigados a mudar os rumos e passaram a alugar jogos de videogame ao invés de filmes. Por causa dessa nova demanda do mercado, muitos acabaram tendo que fechar as portas por não se adequar aos tempos modernos. Mesmo os que realizaram essa transição enfrentaram sérias dificuldades por alguns anos.

“Na época do Playstation 2, era complicado porque tinha muito jogo pirata e ninguém queria saber de comprar ou alugar os originais”, lamenta Fernando Alves, gerente da Game Store, no bairro do Tatuapé, em São Paulo. Ele reconhece que as restrições contra a pirataria implementadas pelas empresas de games salvaram as locadoras. “Com os videogames novos, praticamente não existem mais falsificações. Os jogos são muito caros, então o pessoal aluga primeiro para ter certeza de que gosta e só depois compra mesmo”, diz Fernando.

“Mas só oferecer para alugar não adianta. Pra ir pra frente, tem que vender também”, adverte Fernando. Diferente da maioria, essa locadora começou em 1999 já trabalhando com games. “Quando apareceu a onda dos jogos paralelos, que eram bem mais baratos, nós começamos a alugar filmes também para sobreviver”. Hoje o cenário é diferente, pois a pirataria está com os dias contados devido às novas medidas de segurança das fabricantes de consoles.

“Hoje em dia quem só faz locação de DVDs não tem mais como se manter, estão todos fechando. O tal do Netflix e os outros serviços que disponibilizam seriados e filmes pela internet quebraram as pernas de um monte de gente”. A afirmação parece ser verdadeira mesmo, porque a menos de cem metros dali, a locadora Renata Filmes, que antes só disponibilizava películas, hoje reserva uma parede inteira somente para videogames.

“No começo, a gente alugava só as fitas. Depois, começou a aparecer DVD e Blu-Ray, mas a clientela estava sumindo cada vez mais. O jeito foi migrar pros videogames, senão a loja ia falir. Hoje, ainda temos filmes, mas a procura pelos jogos está aumentando”, narra Luciana dos Santos, que trabalha no caixa da Renata Filmes. “Daqui pra frente, não sei o que vai acontecer, mas a tendência é que a busca pelos games continue crescendo”, acrescenta.

Essa é a tônica no mundo inteiro. Enquanto o filme mais bem-sucedido de Hollywood é “Avatar”, que desde 2009 já movimentou US$2,7 bilhões, o jogo “Grand Theft Auto V”, lançado no final de 2013, faturou US$1 bilhão nos primeiros três dias. Os números são impressionantes e indicam que a indústria de jogos vem se expandindo amplamente nos últimos anos.

Os consoles atuais, como o Playstation 4 e Xbox One precisam de conexão com a internet para funcionar, impedindo que jogos pirateados sejam executados, pois a fiscalização online ocorre constantemente. Esse fator, somado aos serviços de streaming de filmes pela internet fizeram com que as locadoras tomassem os games como principal produto.

Entretanto, o futuro parece trazer bons ventos, afinal quem trabalha no ramo demonstra otimismo em relação aos próximos anos. “Daqui pra frente, acho que os lucros só vão aumentar”, prevê Julio. Tomando as palavras do concorrente como suas, Fernando acrescenta: “agora devem aparecer cada vez mais locadoras de jogos”.

asas

Fechando o mês do Neo Retrô, esse post trará uma grande quantidade de jogos que merecem esse título. Como já dito, jogos Neo-Retrô são aqueles que sofreram remakes e/ou receberam uma nova cara nessa geração, mas sem perder sua essência. Aqui no blog três jogos já apareceram nessa categoria: Ducktales Remastered, TMNT: Turtles in Time Re-shelled e Castlevania: Dracula X Chronicles. Vamos conferir mais alguns que merecem destaque:

eggs

A terceira parte do guia do competitivo de Pokémon, lançada lá no mês de fevereiro, concluiu todo o plano de fundo que era preciso para começar a criar um pokémon “de verdade”. Com isso, existe apenas uma barreira para sair do treinamento individual e ir para a composição de times: como aperfeiçoá-lo.

Ao invés de seguir o modelo habitual da coluna, esta quarta parte do guia tem a função de reunir algumas dicas para que o treinamento individual seja um pouco mais rápido (leia-se menos chato). Os primeiros tópicos serão apenas citações do que já foi falado anteriormente, mas no final alguns assuntos farão sua estreia aqui.

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Estamos na semana em que o golpe militar completa 50 anos. Naquela época, os games mal engatinhavam, mas e se eles pudessem contar a história desse período sombrio do Brasil?

Tudo começaria com um Sid Meier’s Civilization, em que o presidente estaria tentando realizar reformas sociais para reduzir a miséria. No entanto, uma guerra ideológica estava em curso no cenário internacional, e, com isso, surge um Battlefield, em que o exército toma o poder para evitar que o país enverede por rumos duvidosos.

No começo, a ideia parecia boa e tanto a população quanto a imprensa apoiaram, como um Pac-Man correndo atrás de um fantasma azulado. Pouco tempo depois, contudo, o fantasma revelou sua face e o pobre herói redondo teve de se virar pelos labirintos para fugir das garras do inimigo.

Quando as pessoas se deram conta do que estava acontecendo, um grupo de artistas munidos de violões e belos acordes, como em Guitar Hero, começaram a caminhar e cantar e seguir a canção para conscientizar o povo de que estavam vivendo uma ditadura cruel. Porém os soldadinhos de Battlefield tentaram calar os músicos de todas as formas, e Guitar Hero acabou sendo descontinuado.

Durante os anos mais tensos do regime militar, algumas pessoas que tentavam resistir entravam em um portal, como no game de mesmo nome da Valve, e desapareciam. Alguns voltavam, outros acabavam se perdendo em algum porão sujo.

Claro que também haviam alegrias. Em um momento “FIFA”, o Brasil foi tricampeão mundial no México e levantou a taça para delírio da torcida, fazendo da seleção canarinho a primeira a ganhar três copas do mundo. Enquanto isso, a economia vivia um verdadeiro milagre, como aqueles conquistados em boas administrações do SimCity.

Nenhum tiro foi disparado – talvez alguns membros da ordem de Assassin’s Creed contribuíram para isso – e, aos poucos, o Brasil foi voltando a se redemocratizar. Quando tivemos a primeira eleição em muitos anos, a princesa estava em outro castelo, e o presidente não foi eleito diretamente pelo povo, além de ter falecido pouco tempo antes de assumir o cargo.

Com o tempo, porém, reconquistamos o direito de votar em nossos governantes e agora vivemos numa sociedade tão livre quanto uma jogatina descompromissada de GTA – com seus prós e contras, é claro.

Essa foi uma versão reduzida e condensada da história, contada de uma maneira didática, para que o PlayerTwo não deixe de relembrar essa data tão conturbada e importante para nosso país.