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Ubisoft, minha querida mas inconstante produtora. Gostaria de parabenizar-la pelos bons Far Cry Primal e Assassin’s Creed Syndicate, este último em especial resgatou um pouco da inovação e da qualidade que são esperadas da série, requisitos que não foram bem atendidos em Unity. Entretanto, após os elogios, devo revelar que o novo título da empresa, o aparentemente revolucionário The Division, gera ao mesmo tempo grande ansiedade e preocupação proporcional, pois como diz o ditado, “Gato escaldado tem medo de água fria“.

Com data de lançamento marcada para 8 de Março, The Division promete ser um marco na história dos jogos de tiro em terceira pessoa, contando também com elementos de RPG. O jogo bebe da mesma fonte do futurístico Destiny, entretanto, a Ubisoft parece ter aprendido com os erros e acertos da Bungie. Ao menos é o que esperamos…

As primeiras gameplays revelaram uma certa diminuição na qualidade gráfica do game, algo que já era esperado para um game que pretende ocupar algo em torno de 32 GB do HD e ao mesmo tempo promete ser enorme. Já no Beta, muitos criticaram a simplicidade do jogo e afirmaram que, ao que tudo indica, o game não fará justiça ao enorme projeto que foi prometido, deixando a desejar principalmente nas mecânicas de combate, algo essencial para um game do tipo. Mesmo assim, continuo esperançoso com relação ao game e creio que muito foi escondido durante o Beta, pois para a Ubisoft, o fracasso de um projeto tão caro não é uma opção.

No entanto, apesar de meu otimismo, devo ser cauteloso e lembrar de uma das maiores decepções de minha vida: Watch Dogs. O game não é ruim e no começo chega a ser cativante, tanto que vendeu em sua estreia 10 milhões de cópias. O game prossegue bem até nos darmos conta que o ato de hackear se tornou repetitivo e entediante, a partir desse ponto começa o sofrimento do gamer, que foi conquistado por tudo que foi prometido e não foi entregue. A história também não convence e não será ela que te fará jogar mais de uma vez. No fim, acabamos caindo no velho problema do “Eu comprei, então vou jogar até o final“.

Com potencial revolucionário e a desconfiança típica, The Division será lançado dia 8 de março para PS4, Xbox One e PC, custando entre 130 e 200 reais. Nesta data começaremos a conhecer a obra e poderemos dar o julgamento definitivo, deste que é o grande lançamento do mês e quem sabe, se corresponder as expectativas, um dos melhores jogos desta ótima safra de 2016.


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Resta apenas um dia para o aniversário de uma das séries mais duradouras dos games, no dia 27 de fevereiro. Nos últimos 20 anos, Pokémon já passou por todo tipo de mídia e mercado existente, do entertenimento ao varejo, e até ao ramo de restaurantes. Ainda assim, os videogames continuam sendo o grande palco dos monstrinhos, que além da estreia nos celulares com Pokémon Go! e da nova fase com Sun e Moon, estão voltando ao 3DS com as versões originais Red, Blue, Yellow e Green (essa somente no Japão).

Essas versões introduziram uma das questões mais complicadas do mundo, atrás apenas de “quanto é seis vezes nove?”. Cada pessoa tem o seu método para escolher um pokémon inicial, seja pela sua função, pelo seu tipo ou pela sua beleza, mas hoje vamos direto a ponto: qual é melhor, Bulbasauro, Charmander ou Squirtle?


O trailer sensacional acima é do 4º e último título da série principal de Uncharted, que teve seu sucesso iniciado na geração PS3, uma ponta no PS Vita e finalizando sua saga agora no PS4, que também conta a remasterização de sua trilogia original. Além de todo drama sendo protagonizado novamente pelo ilustre personagem Nathan Drake, Uncharted 4: A Thief’s End promete não somente ter somente um enredo digno, como também promete trazer o PS4 ao limite (finalmente!).

O trailer mostra cenas do jogo em tempo real, além das costumeiras belas paisagens que já são marca registrada do título, que muitas vezes utiliza lugares reais como base para seus cenários. A qualidade gráfica apresentada muito se distancia do que visto até agora nos consoles, uma vez que os mesmos contam com diversos remasters e títulos multiplataforma.

Embora o PS4 realmente faça jus a nova geração com títulos como Batman: Arkham Knight e The Witcher 3: Wild Hunt, o console peca no quesito de títulos exclusivos de peso. Bloodborne, Until Dawn e The Order: 1886 são poucos jogos que ocupam essa lista e mesmo sendo títulos AAA com um belo tratamento, ainda existe a expectativa de que o videogame tem muito a oferecer.

Uncharted 4 tem previsão lançamento para o dia 26 de Abril e é o capítulo final da saga de um dos ladrões mais famosos do mundo dos games. Além de fechar sua saga, espera-se que isso sirva para que outras empresas consigam tirar ainda mais proveito do poder que o PS4 tem disponível, entregando jogos cada vez mais polidos.

 

 


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Sonysta, Nintendista, Caixista, PCista. Nomes criados ao longo dos anos para se referir àqueles que têm sua preferência bem definidas no mundo dos games, ou, em outras palavras, fanboys. E como nossa familia é muito unida e também muito ouriçada, nós do P2 mostramos nossos gostos, sejam eles influenciados pelas novas tendências do mercado ou simplesmente pelo fator nostalgia!

Luigi: Sempre fui devoto dos consoles, de comprar jogo na caixinha e colocar no aparelho pra jogar, mas a transição lenta da geração passada para a atual me converteu para o PC. Por mais de um ano os videogames atuais receberam apenas remakes e versões remasterizadas, sendo que até hoje é raro algum game tirar o máximo que um Xbox One ou PS4 podem oferecer.

O Steam e o Humble Bundle também ajudaram bastante na minha escolha: a praticidade da compra, a diversidade de jogos e o preço são características bem convidativas. O PC também é a casa dos indies, tendo uma vasta biblioteca desses títulos mais simples e diferentes, uma ótima opção para quem não liga muito para os AAA.

Hoje, se fosse para comprar um console, eu iria de PS4 ou de Wii U, mas como o primeiro ainda pesa no bolso e o segundo nem suporte no Brasil tem mais, eles terão que esperar um pouco mais.

André: Na atual geração, eu fui de PS4 porque o Wii U, na minha opinião, tem pouquíssimos títulos que realmente valem a pena e o Xbox One não tem uma biblioteca de jogos tão interessante para mim. Os exclusivos do console da Sony, como InFamous Second Son, Until Dawn, The Order 1886, Bloodborne e em breve Uncharted 4, Street Fighter V, The King of Fighters XIV, Horizon: Zero Dawn me atraem muito. Mas não tem como me nomear como fanboy ou sonysta.


h1z1

H1Z1 é uma aula de desenvolvimento de jogos para qualquer um que se interessa pelo assunto. Suas primeiras ideias surgiram no meio de 2014 com características muito similares a DayZ, onde os jogadores devem combater zumbis e outros humanos para sobreviver o máximo possível em um mundo online massivo. Seria possível navegar por servidores e o jogo todo estaria disponível no Steam gratuitamente após o período de testes, e ainda sem a venda de itens absurdos por dinheiro, segundo o desenvolvedor sênior Adam Clegg.

Não há qualquer outro modo de conseguir munição. Você não pode comprar munição, não pode comprar armas, não dá para conseguir em caixas, não tem nenhum jeito. Você precisa encontrar no mundo.

There’s no way you can get ammo any other way. You can’t buy ammo, you can’t buy guns, you can’t get them out of a crate, there’s zero way. You have to find them in the world.

Depois de meses de desenvolvimento, a então Sony Online Entertainment disponibiliza em Janeiro de 2015 uma versão alpha no Steam como Early Access, custando inicialmente 20 dólares (37 reais). A ideia era que os jogadores do alpha dessem seu feedback e deixassem sua marca no game, para que apenas no futuro fosse lançado gratuitamente para PC, PS4 e Xbox One.

Já no dia do lançamento a situação não era boa para o game: era comum jogadores serem recebidos com um erro ao tentar executar o game, e os que passavam da tela inicial tinham problemas como quedas na taxa de quadros ou impossibilidade de pesquisar por servidores ativos. E quem se lembra da promessa de munição não ser monetizável? Quem conseguia entrar no jogo tinha a opção de comprar “pacotes aéreos” com armas, munição e outros equipamentos através de dinheiro real, mas que segundo Adam Clegg era permitido, já que ele não mencionou pacotes aéreos na sua declaração anterior. Ainda assim, a SOE abriu reembolso para os que se sentiram enganados.


Vídeos da Semana #13

Autor: Em: Artigos Data: 23/02/2016 às 10:00

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Rosas são vermelhas, violetas são azuis. O PlayerTwo ama todos vocês e eu não sei rimar. Venham nos acompanhar em nossas redes sociais: Twitter, Facebook, Twitch e Youtube.

Kills/Deaths – Análises

E foi na trave! Quase que o KDA dessa semana estaria completo, mas, infelizmente, o nosso querido João não pôde participar. O programa dessa semana foi apresentado por Luigi, Diego e Bernardo.

-Bate Papo

-Jogos da Semana

Como sempre nessa nova temporada, o KDA vai ao ar todas as segundas-feiras as 19h.


Vídeos da Semana #12

Autor: Em: Artigos/ Vídeos Data: 16/02/2016 às 22:12

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Vocês sabiam que o “YouTube é um site que permite que os seus usuários carreguem e compartilhem vídeos em formato digital” e “foi fundado em fevereiro de 2005”? PlayerTwo é cultura.

Kills/Deaths – Análises

A equipe do KDA sofreu uma baixa e apenas o Luigi e o João participaram, mas não temam, a ótima qualidade continua a mesma.

-Notícias

-Jogos da Semana

Lembrando: o KDA vai ao ar todas as segundas-feiras as 19h (horário de Brasília).


MGSV

O advento do conteúdo extra disponível para download abriu um imenso leque de possibilidades para os desenvolvedores e estúdios, não apenas para criar novas oportunidades de negócio como para abrir caminhos para melhorar os jogos. Se por um lado, as empresas utilizaram as DLCs de modo a ganhar mais dinheiro, por outro são poucos os games que de fato se beneficiaram disso.

Um dos poucos e óbvios exemplos de trabalho bem feito nesse sentido é o de The Witcher III: Wild Hunt. A CD Projekt Red continuou trabalhando após o lançamento e forneceu nada menos que 16 peças de conteúdo extra gratuitamente. Agora, vem alimentando a base de fãs com DLCs pagas, mas com várias horas de duração, maior até que muitos jogos por aí – cof, cof, The Order 1886.

Grande parte dos games lançados atualmente acaba precisando de conteúdo para download não de maneira complementar, mas para tapar buracos. O tempo de desenvolvimento de alguns jogos vem sendo encurtado e as equipes não estão conseguindo entregar os títulos completos.

Recentemente, a Ubisoft anunciou que não haverá um novo Assassin’s Creed da série principal em 2016, o que é um alívio para os fãs. A série estava sofrendo com o desgaste após lançamentos anuais desde 2009. O fiasco de Unity foi a gota d’água para que a empresa revesse a política de sua franquia mais importante. Outro jogo da Ubi que foi lançado praticamente incompleto foi Watch Dogs, que terá uma sequência em 2017.

Um game que surpreendeu por ser praticamente incompleto foi Metal Gear Solid V: The Phantom Pain. Quem já jogou os outros títulos da série sabe do esmero com o qual Hideo Kojima tratava de cada lançamento, mas ele foi demitido da Konami no meio do desenvolvimento. Um jogo que tinha tudo para ser Game of the Year acabou tendo um final frustrante e claramente feito às pressas.

Por que esse tipo de coisa continua a acontecer hoje, quando tantos lançamentos bons estão por aí e os desenvolvedores têm acesso a tantos recursos para criar os jogos? Grande parte da culpa é das empresas que não dão liberdade criativa, tempo e independência para os estúdios, muitas vezes por pura ganância. Quem sai perdendo com isso são os jogadores, que só descobrem que compraram um jogo incompleto após horas de diversão.


Vídeos da Semana #11

Autor: Em: Artigos/ Vídeos Data: 02/02/2016 às 21:09

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♫ Olá, criançada, o post chegou! Trazendo alegria pra vocês e o vovô! ♫
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Kills/Deaths – Análises

Conseguimos! Depois de muito tempo a equipe completa está reunida. Bernardo, Diego, Luigi e João fazem análises e comentam sobre a terceira semana do CBLoL.

-Notícias

-Jogos da Semana

O KDA vai ao ar todas as segundas-feiras as 19h (horário de Brasília).


Hololens

A tecnologia da moda agora é a realidade virtual. Assim como o sensor de movimento prometeu revolucionar a maneira de jogar há dez anos, com o lançamento do Wii, os óculos de realidade virtual, que já deram as caras em ocasiões anteriores, agora são novamente as meninas dos olhos das empresas de tecnologia. Do Facebook à HTC, passando por Sony e Microsoft, todo mundo quer mostrar que está mergulhando de cabeça nessa nova onda.

No entanto, as coisas não parecem ser tão simples quanto se imagina. O custo do desenvolvimento dessa tecnologia é robusto e os óculos não terão um preço agradável, especialmente logo após o lançamento. Naturalmente, os consoles não virão com os acessórios, portanto quem quiser jogar em realidade virtual vai precisar comprar o dispositivo separadamente.


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